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Economia

Economia brasileira deve crescer 5,3% em 2021 graças ao gov federal,aponta FMI

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Foto: Banco de Imagens do governo federal

A economia brasileira deve crescer 5,3% em 2021, graças a reformas estratégicas implementadas pelo governo federal, durante a pandemia de Covid-19. A informação é do Fundo Monetário Internacional (FMI), que também estima que a dívida pública deve cair de 99% para 92% do PIB. 

O deputado federal Alexis Fonteyne (NOVO-SP) comemora a rápida recuperação da economia brasileira, que outrora era pessimista. Ele concorda com a afirmação do FMI de que as estratégias do governo, durante a pandemia, contribuíram para diminuir a recessão.

“Houve, por parte do governo, atitudes para que a economia não parasse e que desse liquidez, seja na ajuda emergencial, seja no Pronampe, seja no diferimento de tributos. Obviamente, houve endividamentos, mas, por outro lado, garantiu que aquelas atividades – que fossem mais prejudicadas por fechamentos compulsórios – pudessem ter uma ajuda e [continuassem] sobrevivendo.”

Segundo relatório anual do FMI, os bons resultados se devem a estratégias econômicas aplicadas em três eixos: melhorias no ambiente de negócios, aumento do crédito ao setor privado e maturidade digital do setor produtivo.

Para Fernando Dutra, diretor de Gestão da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), os indicadores do relatório do FMI são satisfatórios e esperados.

“O relatório menciona que o Brasil se destacou entre as principais economias do mundo, em termos de retomada do crescimento econômico; e o grande motivador disso, segundo o próprio FMI, foram as políticas implementadas pelo governo federal, principalmente em âmbito do Ministério da Economia.”

Entre os projetos de reforma implementados pelo governo brasileiro durante a pandemia, o FMI destaca o Pronampe, o Marco Legal do Saneamento, o Marco Legal das Startups, Lei de Falências, nova Lei do Ambiente de Negócios, entre outros.

Reportagem, Paloma Custódio

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Economia

Suframa bate recorde no Gov Bolsonaro em investimentos na Amazônia: 7,9 bilhões

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O Presidente Bolsonaro é um entusiasta no desenvolvimento da Amazônia por meio de ações de investimento e tecnologia”, destacou o General Polsin e o representante do Ministério da Economia o Sr. Carlos Costa na reunião do Conselho da Suframa que está sendo realizada em Porto Velho, capital de Rondônia. São 7,9 bilhões de investimentos de indústrias e empresas na região amazônica e o apoio do Governo Federal é indispensável para que novas tecnologias sejam desenvolvidas gerando emprego e renda.

O Governo Federal por intermédio da Suframa realiza nesta quinta-feira, 21 de outubro, a 300ª Reunião Ordinária, Conselho de Administração que tem como superintendente o General Sr. Algacir Polsin, que frisou a preocupação que o Presidente Jair Bolsonaro tem para com a região amazônica em seu desenvolvimento pleno.

Rondônia foi escolhida para sediar o evento que ocorre na capital Porto Velho e tem a participação, além do corpo gestor da Suframa, dos governadores dos Estados da Amazônia Legal: Coronel Marcos Rocha, governador de Rondônia como o anfitrião, governador do Amazonas Wilson Lima e demais dirigentes de órgãos governamentais, entidades de classe e parlamentares.

Reunião da Suframa no Golden Plaza Hotel em Porto Velho. Créditos> Suframa.

A reunião está sendo presidida pelo secretário especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, que reforçou o posicionamento do General Almeida e frisou que o Governo do Presidente Jair Bolsonaro tem recorde de investimentos na Amazônia em tão curto período, mesmo com as dificuldades da pandemia.

Ao todo são 31 projetos industriais e outros 19 de diversificação, ampliação ou atualização. São 7 bilhões de reais de investimentos, destacando-se o projeto das motocicletas elétricas. Samsung e Britânia também apresentaram suas propostas no evento.

É a primeira reunião fora de Manaus, sede da Zona Franca desde 2018 e Porto Velho foi escolhida pela sua potencialidade e crescimento. Serão três anos de aplicação do que está sendo discutido hoje na reunião do Conselho da Suframa.
Ampliação da fabricação de celulares, produção de motos elétricas e de cristão líquido para monitores e TV são os novos projetos de ampliação e implantação no âmbito da Zona Franca de Manaus.

A Voltz Motors da Amazônia Ltda, vai diversificar a produção de motocicletas elétricas, com expectativa de geração de 218 novos postos de trabalho e investimentos de R$ 54 milhões já para 2022. Após o período inicial, outros 100 milhões de reais serão destinados à ampliação das motos elétricas. Os modelos da marca, claro, usarão motores elétricos e baterias de lítio. A Voltz destacou a importância do apoio do Governo Federal que através da Suframa é o parceiro do projeto.

Na configuração mais potente, com duas baterias de lítio de 60V, a scooter EV1 alcança os 100 km de autonomia, mas não ultrapassa os 60 km/h. Já no EV1 Sport, é capaz de percorrer 175 km com a carga completa da bateria, e a velocidade máxima atinge os 75 km/h.

Presidente Bolsonaro durante reunião da Suframa em 2019.

Por fim, a EVS oferece duas baterias de 72V, que garantem autonomia de 180 km. Tal como uma moto de 160 cc, a street elétrica da Voltz acelera de zero a 60 km/h em 6 segundos, e chega aos 120 km/h. Conforme informações da fabricante, o motor gera até 3.000W de potência.

Para fazer a recarga, basta plugar as motocicletas em tomadas convencionais. Dessa forma, leva-se cerca de 5 horas para a bateria atingir a carga completa.

As empresas instaladas no Polo da Zona Franca de Manaus são beneficiadas pelo Governo Federal através de incentivos fiscais e apoio institucional. 

Entre os projetos em pauta está o de produção de motos elétricas (Arte: Fábio Alencar/Suframa)

Fanpage: @JORNALISTAVICTORIABACON

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Economia

Senado aprova PL que cria vale-gás para famílias de baixa renda

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Estimativa é que o programa tenha um custo entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões por ano

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Agronegócio

Preço do boi gordo em alta. Frango e suíno estáveis, nesta terça-feira (19)

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Descrição: Bovinos em pastagem. Foto: Arquivo / CNA

O preço da arroba do boi gordo teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta terça-feira (19), a R$ 267,80. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável, com venda a R$ 259. Em Goiânia (GO) em Cuiabá (MT), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 254. 

O preço do quilo do frango congelado está estável, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,08. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango congelado é cotado a R$ 8,20.

O preço da carcaça do suíno está estável em São Paulo, com venda a R$ 10,52 o quilo. No Paraná e em Santa Catarina, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10,10.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem, Cristiano Ghorgomillos

Fonte: Brasil 61

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