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Agronegócio

Festival do Tambaqui ganha força e abre caminho para mercado nacional

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Tambaqui rondoniense tem proteínas recomendadas por médicos e previne doenças cardiovasculares

O êxito do Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia promovido pelo Governo de Rondônia se deve principalmente ao apoio de todos os parceiros, colaboradores e patrocinadores. É a conclusão a que chegam a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Entidade Autárquica de Assistência e Extensão Rural (Emater-RO), Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi). O festival teve origem em Ariquemes, cinco anos atrás, É com os parceiros que os organizadores contam atualmente para ofertar cada vez mais o produto ao mercado nacional.

Ao avaliar o valor da exploração pesqueira em tanques no Estado, a gerente de aquicultura e pesca da Seagri, Mirtes de Lima Pinheiro, reconheceu a importância das parcerias, que agora sustentam o evento do próximo dia 19 de setembro, em Rondônia, nas 26 capitais estaduais e no Distrito Federal.

O tambaqui é hoje o símbolo da economia pesqueira rondoniense que se tornou o maior produtor de peixe nativo de cultivo e o terceiro maior produtor do Brasil. A produção pesqueira em 2020 alacançou 65,5 mil toneladas. A Estimativa de 2021 ainda está sendo calculada, mas os cálculos da produção para 2022 apontam que será em torno de 98 mil toneladas/ano.  

As perspectivas para ampliação das exportações pesqueiras estaduais começaram em Ariquemes, a 200 quilômetros de Porto Velho, quando os organizadores assaram duas mil bandas de peixe, em maio, e um ano depois, 2018, três mil. Segundo Mirtes de Lima, ao assar 3.304 bandas em 2019 durante a 3ª Exposição da Piscicultura, Agroindústrias e Agronegócio do Vale do Jamari, o festival entrou para o livro de recordes do Ranking Brasil:

“Foi o maior churrasco de peixe já realizado no País”, lembrou.

TAMBAQUI EM BRASÍLIA

A fama do peixe rondoniense começou a extrapolar divisas, alcançando a capital brasileira. Por que não iniciar uma vitrine por lá? – raciocinaram os técnicos da Seagri e da Emater e passaram a planejar.

Tambaqui assado em Brasília entrou para o ranking dos grandes churrascos nacionais

Assim, em 2019, aconteceu o 1º Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A fumaça do assado atraiu as pessoas. Assaram quatro mil bandas de tambaqui sem espinhas, totalizando seis toneladas de peixe distribuídas à população.

O então secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jorge Seif Júnior, lamentava, na ocasião, que o tambaqui ainda seja pouco conhecido dos brasileiros das regiões centro-oeste, sul e sudeste. “Ouvi falar muito em diversos pescados, da Argentina, Rússia, Equador e Vietnã, mas não se fala da riqueza do peixe da Amazônia”, ele afirmara no momento.

O projeto desenvolvido em Brasília teve como principal estratégia divulgar a especiaria e agregou, com isso, uma ação social. No caso, as pessoas, ao receberem o peixe assado, doariam um quilo de alimento. A arrecadação ajudou instituições responsáveis por ações sociais.

Em 2020, ano da pandemia da covid-19, o Festival de tambaqui ocorreu em dez municípios, totalizando 6.087 quilos, divididos em 4.230 bandas. Porém, a ação não pode se estender a Brasília por causa das restrições impostas pela necessidade de distanciamento social. Contudo, a edição do festival este ano, contemplará o Distrito Federal novamente.

Se antes, a expansão do mercado era um sonho, atualmente a Seagri contabiliza tecnologia e recursos humanos, consolidando parcerias na piscicultura, com empresas e universidades. O Programa “Peixe Saudável” é exemplo disso, pois garante a rastreabilidade dos peixes produzidos em Rondônia, em busca da qualidade e da renda para o produtor.

PRODUTOR GANHA ANÁLISES

Esse programa cumpre à Instrução Normativa n.º 4/2015, que instituiu o Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos de Cultivo, oferecendo atendimento especializado. “O piscicultor da agricultura familiar ganha análises de água e de peixes, o que o auxilia na manutenção da qualidade sanitária dos animais, mediante adoção de boas práticas de manejo”, explicou Mirtes de Lima.

Após a análise, os técnicos responsáveis pelos laboratórios móveis, emitem boletins informando as condições da água. Este instrumento serve para o licenciamento junto aos órgãos ambientais em relatórios de monitoramento de qualidade de água e outorga de uso de recursos hídricos. O programa funciona com laboratórios  adquiridos pela Emater – RO, via recursos do Fundo de Investimento e de Desenvolvimento Industrial do Estado de Rondônia (Fider) e a participação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Regional (Conder), administrado pela Sedi.

Em maio deste ano, a Seagri  visitou alguns laboratórios de reprodução de formas jovens de peixes no Estado, apoiando o Departamento de Desenvolvimento e Ordenamento da Aquicultura (Depoa), da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Mapa, que desenvolve o projeto “Boas Práticas na Produção de Formas Jovens.”

Laboratório móvel da Emater ajuda a desenvolver a piscicultura com sustentabilidade

O controle que permite a rastreabilidade das formas jovens da cadeia produtiva aquícola está sendo executado no país pela Coordenação de Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas do ministério.

Esta ação, resulta em inúmeras vantagens, algumas delas são: produção de formas jovens com qualidade zootécnica; criação de programas de prevenção e controle sanitário para aquicultura nacional, produção de formas jovens com garantias mínimas sanitárias e de biosseguridade e bem-estar animal, competitividade no mercado nacional e internacional, rastreabilidade dos empreendimentos de formas jovens,  melhora do status sanitário e desempenho zootécnico da engorda no Brasil. “A cadeia produtiva da aquicultura ficará cada vez mais profissionalizada”, comentou Mirtes.

PARCEIROS

O Sucesso do Festival só é possível por conta do envolvimentos dos órgãos governamentais já citados bem como o apoio dos parceiros, quais sejam: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (Sebrae), , Zaltana Pescados, Lions Clube, AgroFish Nova Aurora, WS Pescados da Amazônia e secretarias de agricultura municipais.


Fonte
Texto: Montezuma Cruz,
Fotos: Alexandre Venturoso, Edcarlos Carvalho e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Festival do Tambaqui mobiliza produtores da região Central de RO

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Em Ji-Paraná, mais de mil bandas de tambaqui serão assadas e comercializadas no dia do evento

Em sua 2ª edição, o “Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia”, que acontece no domingo (19), promovido pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem por objetivo promover, divulgar e incentivar o consumo do tambaqui dentro e fora do Estado, além de abrir novos mercados e gerar novas oportunidades de negócios.

Em Ji-Paraná, mais de mil bandas de tambaqui serão assadas e comercializadas no dia do evento que ocorre simultaneamente em 26 capitais brasileiras, no Distrito Federal, 30 municípios rondonienses e pretende assar, 35 mil bandas do peixe nativo da região Amazônica; 20 mil somente em Rondônia, uma média de 500 bandas por cidade, sendo que Porto Velho terá número maior, quatro mil bandas.

Produtores da região Central estão otimistas com a realização do Festival

No município de Ji-Paraná a entrega das bandas assadas acontece em frente ao Ginásio Poliesportivo Gerivaldo José de Souza (Gerivaldão), adotando todos os protocolos de segurança e prevenção contra à covid-19.

Os tickets estão à venda pelo valor de R$ 20 e a distribuição será em caixinhas padronizadas de papelão e a entrega no formato drive thru. Os peixes para o festival foram doados por produtores, com tratamento em agroindústrias e frigoríficos. Os que foram entregues às capitais do país foram processados pela empresa Zaltana; os de Rondônia pela Rondofish e em Ariquemes pela empresa Pescado do Vale.

“Nosso objetivo aqui no Território Central é comercializar todos os tickets do “Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia” nos municípios da região, a exemplo de Presidente Médici, Ji-Paraná, Teixeiropolis, Urupá, Mirante da Serra, Ouro Preto do Oeste, Jaru e Theobroma. Em todos esses, estaremos ofertando bandas de tambaqui assadas, porém em diferentes quantidades. Aqui em Ji-Paraná, os recursos arrecadados serão destinados a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae)”, detalhou o gerente do escritório local da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Gabriel Cordeiro.

 “A piscicultura é muito importante para o Estado de Rondônia, principalmente para a agricultura familiar. Uma cadeia importantíssima para nossa economia em plena acessão no Estado. O Festival Nacional do Tambaqui tem a  finalidade maior de divulgar o pescado da nossa região, incentivar o consumo e ajudar entidades filantrópicas ”, explicou o gerente regional do Território Central da Emater, João Vilmar Rabel.

Rondônia conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água

Rondônia, que é o maior produtor de peixes nativos em cativeiro do Norte e o terceiro maior produtor do Brasil, atingindo uma produção média de 65.500 mil toneladas em 2020, de acordo com o anuário da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR 2021), tem hoje o tambaqui representando 90% dessa produção, seguido da jatuarana 6% e pintado e pirarucu 2%. Esse potencial é a clara demonstração, que a piscicultura está presente em muitas propriedades rurais em Rondônia, com um cenário promissor no agronegócio rondoniense.

Outra boa notícia, é que nos últimos três anos, Rondônia ampliou a área destinada à piscicultura e, atualmente, conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água e mais de quatro mil produtores cadastrados com piscicultura em Rondônia, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam). No total, são 25 propriedades registradas na Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) como produtoras de alevinos, com venda aberta para todo o Brasil.

Levantamento feito pelo Governo de Rondônia, por meio Idaron, aponta que a atividade é mais latente em duas regiões do Estado: Central, onde se concentram pequenos produtores, e Vale do Jamari, região em que há grandes empreendimentos, incluindo três indústrias de beneficiamento de peixe, duas delas em Ariquemes. Outros frigoríficos estão instalados em Porto Velho, capital do Estado; Itapuã do Oeste e Vale do Paraíso, no interior de Rondônia.

O festival está sendo executado pela Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri), Entidade Autárquica de Assistência e Extensão Rural (Emater-RO), Superintendência Estadual de Desenvolvimento e Infraestrutura (Sedi), em parceria com a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), o Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Lions Clube, Zaltana Pescados, Agrofish, Pescados Do Vale, Nova Aurora e WS Pescados da Amazônia.


Fonte
Texto: Wilson Neves
Fotos: Irene Mendes, Paulo Sérgio, Edcarlos Carvalho e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Bandas de peixe chegam às capitais e ao DF para Festival do Tambaqui

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Mais de 17 mil toneladas de peixe já foram entregues para realização do “2º Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia”

Faltam poucos dias para os brasileiros conhecerem e degustarem o sabor do tambaqui da Amazônia durante o “2º Festival Nacional Nacional do Tambaqui da Amazônica”, considerado o maior assado de peixe do país. O evento acontecerá em mais de 30 municípios de Rondônia e nas 26 capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal, simultaneamente, no próximo dia 19.

No total, serão assadas cerca de 30 mil bandas do peixe em todo o país. Mais de 17 mil toneladas do pescado já foram entregues às capitais e o Distrito Federal. Foram 11 dias de percurso; um caminhão frigorífico percorreu uma rota, definida pela organização, até as cidades.

Todas as bandas de tambaqui entregues foram processadas em plantas de processamento de pescado com Serviço de Inspeção Sanitária Federal ou Estadual (SIF). Os peixes enviados às capitais foram processados pela empresa Zaltana (S.I.F.), e os de Rondônia pela Rondofish (S.I.F.) e Agroindústria Rodrigues (S.I.E), e em Ariquemes foram processados pela Pescado Do Vale (S.I.F.).

A logística para a realização do “2º Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia” envolveu vários parceiros como a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura de Rondônia (Sedi), além das prefeituras municipais com a compra de peixes de alguns municípios e a disponibilização de caminhões de câmara fria para a entrega das bandas.

Serão assadas cerca de 30 mil bandas do peixe em todo o país

No dia do festival, as bandas de tambaqui assadas serão entregues no sistema de Drive Thru seguindo os protocolos estabelecidos pelas autoridades a fim de evitar a propagação da covid-19. O pescado será assado por equipes dos municípios, formadas por parceiros das prefeituras, Emater, Sebrae, Governo Estadual estaduais, Lions Clube, piscicultores, voluntários e as próprias entidades que serão beneficiadas com o evento, entre outros.

De acordo com a gerente de Aquicultura e Pesca da Seagri, Maria Mirtes, os peixes serão assados na brasa, em churrasqueiras de tijolos, desmontáveis, práticas e de fácil acesso para a retirada do pescado. “As bandas assadas e sem espinhas serão entregues dentro de uma embalagem montável, tipo caixa promocional para acondicionar alimentos. Todo o espaço será planejado para que a pessoa que adquiriu o pescado possa entrar com seu veículo, entregar o ticket e retirar sua banda de tambaqui”.

Os interessados em adquirir o assado podem procurar, em Porto Velho, a sede da Seagri, Hospital Santa Marcelina e Emater. Nos municípios, os tickets também podem ser adquiridos nos escritórios da Emater local.

Os tickets estão à venda no valor de R$ 20. Os locais onde serão assados os peixes, em todo o país e nos municípios de Rondônia, já foram definidos pela organização local. 

Anexo: ENDERECOS-II-FESTIVAL-NACIONAL-DO-TAMBAQUI-DA-AMAZONIA-CAPITAIS-E-MUNICIPIOS-2021.pdf Download

Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Robson Paiva e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Preço do boi gordo em queda. Frango e suíno estão estáveis nesta sexta-feira (10)

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Descrição: Bovinos em pastagem. Foto: Arquivo / CNA

O preço da arroba do boi gordo teve queda de 2%, nesta sexta-feira (10), em São Paulo, sendo comercializada a R$ 305,95. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável com venda a R$ 294,50. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 292,50 e em Cuiabá (MT), a R$ 285,50. 

O preço do quilo do frango congelado está estável, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,32. Em Santa Catarina, o quilo do frango congelado é contado a R$ 8 e em Porto Alegre, a R$ 8,05. 

O preço da carcaça do suíno também está estável, em São Paulo, com venda a R$ 9,27 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 9,10 e Santa Catarina, a R$ 9,20.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem, Cristiano Ghorgomillos

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