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Internacional

Casos de coronavírus nos EUA sobem e alimentam temores de novo pico

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© Reuters/MARIO ANZUONI Mulheres andam de máscaras em Los Angeles

NOVA YORK (Reuters) – Um aumento rápido no número de casos de coronavírus nos Estados Unidos e no exterior está alavancando os temores de uma ressurgência da pandemia e abalando o mercado financeiro, conforme a variante Delta, altamente contagiosa, toma conta do cenário e a vacinação patina em diversos Estados.

Por conta de surtos em partes dos EUA com baixas taxas de vacinação, o número de novos casos, hospitalizações e mortes por conta da Covid-19 tem aumentado nos últimos dias. 

As vacinas funcionam contra a variante Delta, mas os testes laboratoriais mostram que elas são menos eficientes do que eram contra a forma original do coronavírus.

Estudos também mostraram que duas doses da vacina da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca são muito mais eficientes do que uma contra a infecção pelo vírus, evidenciando a importância da imunização completa.

Preocupações de que novas altas possam desestabilizar a recuperação econômica derrubaram o índice Dow Jones em mais de 2% nesta segunda-feira.

Em um discurso sobre a economia norte-americana, o presidente Joe Biden afirmou que a retomada depende do controle da pandemia. Biden afirmou que quatro Estados com baixas taxas de vacinação representaram 40% do total de casos na semana passada. 

“Então, por favor se vacinem”, disse Biden. “Tomem a vacina agora.”

A média de novos casos da Covid-19 por dia triplicou nos últimos 30 dias nos Estados Unidos, de acordo com uma análise de dados da Reuters. No período de um mês desde 18 de junho até domingo, a marca subiu de 12.004 para 32.136.

Fonte: Reouter

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Internacional

México vai voltar a exigir vistos de brasileiros para frear imigração ilegal aos EUA

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Passaporte brasileiro — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo do México vai voltar a exigir vistos para brasileiros que desejarem entrar no país, informou um documento publicado nesta quarta-feira (14) pelo governo mexicano. Ainda não se sabe quando a medida entrará em vigor.

Essa exigência apareceria como forma de desestimular a ida de brasileiros ao México que tentem migrar para os Estados Unidos por terra — a fronteira entre os dois países norte-americanos vive uma crise migratória com alto fluxo de pessoas, incluindo cidadãos do Brasil.

Muro na fronteira entre EUA e México, na cidade de Roma (Texas) — Foto: Ed Jones/AFP

De acordo com números das autoridades americanas, foram mais de 46 mil brasileiros detidos na fronteira entre EUA e México entre outubro de 2020 a setembro de 2021. Isso é bem mais do que o dobro do registrado em 2019, quando eram 18 mil. Entre os detidos pelos agentes de fronteira, os brasileiros são os sextos mais numerosos.

No documento, o governo mexicano sinaliza que a exigência será temporária. “Os fluxos migratórios de brasileiros poderiam continuar utilizando indevidamente a supressão do requisito de vistos em passaportes ordinários para entrar no México com um fim diferente do permitido, por exemplo, realizar atividades remuneradas ou transitar de maneira irregular a um terceiro país, diz o texto.

Recentemente, chamou atenção o caso da brasileira Lenilda dos Santos, morta aos 49 anos enquanto tentava fazer a travessia entre o México e os EUA a pé. Com sede e fome, ela morreu sozinha no deserto americano, abandonada pelo coiote — nome dado a quem facilita a travessia — e pelos outros que faziam a viagem. Relembre no VÍDEO acima.

Senador dos EUA critica brasileiros ‘com roupa de grife’

 

O senador do Partido Republicano dos Estados Unidos Lindsey Graham afirmou, durante entrevista a uma rede de TV, que 40 mil brasileiros cruzaram a fronteira entre os EUA e o México “usando roupas de marcas e bolsas da Gucci”.

Ele, que faz parte do partido de oposição ao presidente Joe Biden, fez a afirmação à rede Fox News nesta quarta-feira (13), mas não apresentou evidências do que afirmou.

“As escolhas políticas de Biden estão pelo mundo. Nós tivemos 40 mil brasileiros só no posto de fronteira de Yuma, indo para [o estado de] Connecticut usando roupas de marcas e bolsas da Gucci. Isso não é mais imigração econômica. As pessoas veem que os Estados Unidos estão abertos e tiram vantagem de nós, e não vai demorar muito para que um terrorista se misture a essa multidão.”

Fonte: G1

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Internacional

Tiroteio no Líbano deixa seis mortos

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Conflito entre Hezbollah e grupo rival ocorreu durante manifestação em Beirute contra juiz que investiga explosão que matou 200 pessoas na região no ano passado

Foto: Vídeo mostra exército libanês tentando conter confusão durante a manifestação marcada por violência armada. (Maya Yahya via Twitter)

Homens armados abriram fogo contra uma manifestação organizada pelo Hezbollah e pelo movimento Amal nesta quinta-feira (14) em Beirute, capital libanesa, matando seis pessoas e deixando pelo menos 30 feridas, de acordo com a Cruz Vermelha. O Hezbollah acusou as Forças Libanesas – um movimento rival cristão de direita – pelo ataque, estabelecendo um confronto entre os dois grupos armados.

A manifestação tinha sido originalmente organizada para protestar contra o juiz Tarek Bitar, depois que a mais alta corte do Líbano rejeitou uma petição para substituí-lo. Ele é o segundo juiz a liderar a investigação de uma explosão que atingiu o porto de Beirute no ano passado e sofre grande oposição de vários partidos políticos libaneses, incluindo o Hezbollah. O juiz anterior, Fadi Sawan, foi retirado do cargo e substituído depois de tentar interrogar poderosos ex-ministros e líderes políticos sobre quem foi o responsável por permitir que 2.750 toneladas de nitrato de amônio fossem armazenadas em um depósito, ao lado de materiais explosivos como fogos de artifício, na orla de uma cidade lotada.

Enquanto as Forças Libanesas não reivindicaram o ataque, Imad Wakim, um legislador do grupo, disse em um tweet que o confronto não foi entre partidos ou facções, mas “entre o Hezbollah e o que sobrou de libaneses livres de todas as seitas, preservando o que restou de instituições governamentais”.

A subsecretária de Estado para Assuntos Políticos dos EUA, Victoria Nuland, expressou condolências pelo acontecido durante uma entrevista coletiva e anunciou uma ajuda de US$67 milhões ao exército, que tem lutado para superar a crise econômica que assolou o Líbano nos últimos dois anos.

Foi o confronto mais violento na cidade desde 2008, quando houve intensas batalhas nas ruas entre o governo apoiado pelos EUA e o Hezbollah, resultando em dezenas de mortes. André Lajst, cientista político, diretor executivo da StandWithUs Brasil e especialista em assuntos do Oriente Médio, explica que “o cenário político libanense é baseado em uma divisão de poderes entre vários grupos, entre eles, o Hezbollah. Isso gera impasses em tomadas de decisão e entraves em relação a investigações que envolvam quem está no poder, inclusive a da explosão de 2020, que matou mais de 200 pessoas. Na posição em que se encontra, o Hezbollah vai usar todos os recursos que tem para barrar suspeitas contra si e seus aliados, pois não querem ser acusados ou descobertos”.

*Com informações do The Washington Post

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Bolsonaro autoriza entrada de militares dos EUA para exercício

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Manobra conjunta ocorrerá no Vale do Paraíba

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