fbpx
Conecte-se conosco

Agronegócio

Com confiabilidade em alta, Ro atrai grandes investidores para o Vale do Jamari

Publicado

em

Desde o início da atual gestão, mais de 600 empresas procuraram o Governo para se instalar em Rondônia

Com solo fértil e clima favorável com o volume de chuvas ideal, Rondônia tem sido considerado por muitos investidores como terra de oportunidades. É o cenário ideal para o agronegócio que se completa com o interesse do Governo do Estado: desenvolver Rondônia em todos os aspectos. Tanto que o eixo de desenvolvimento econômico e social, no qual integra o agronegócio, é uma das áreas que tem recebido atenção especial do governador Marcos Rocha.

“Rondônia vem lutando para melhorar a meta definida pelo Ministério da Economia e só agora conseguimos alcançar a classificação triplo “A”,  que significa solidez fiscal, segurança de investimento e capacidade de pagamento que resulta em mais confiança ao investidor. Desde o início do nosso Governo mais de 600 empresas nos procuraram para se instalar aqui em Rondônia”, destacou o governador durante o ato de inauguração de uma empresa de grande porte no município de Alto Paraíso, mas que atua na área do agronegócio em toda a região do Vale do Jamari com ferramentas que vão desde o plantio até a colheita, garantindo o máximo em economia e produtividade.

A empresa oferece aos pequenos e médios produtores rurais da região serviços como: amostragem de solo eficaz, análise laboratorial, indicação agronômica, assessoria técnica, acompanhamento do plantio à colheita, com GPS e drone, mensuração de resultados, além de possuir uma equipe de campo especializada e compromissada com o resultado.

ESTRUTURA

Rondônia teve a maior nota na avaliação em transparência em dois rankings: nacional e internacional. Por isso, ainda durante a inauguração da empresa, o governador Marcos Rocha falou sobre os projetos e programas que o Poder Executivo vem implantando para desenvolver os 52 municípios do Estado, que são o “Tchau Poeira”, “Governo na Cidade” e “Governo no Campo” que demonstram a transparência do Executivo Estadual na aplicação de recursos na ordem de mais de R$ 824 milhões em várias frentes de trabalho, com obras de qualidade, além do Programa de Apoio às Micros e Pequenas Empresas e Empreendedores de Pequenos Negócios (Proampe) direcionado aos micros e pequenos empresários.

Licitação da obra da ponte sobre o rio Jamari em Alto Paraíso foi concluída e a obra deve iniciar em 90 dias

Uma das obras que deve receber atenção especial na região de Alto Paraíso é a da ponte sobre o rio Jamari, levada pela enchente em 2019 e desde então, o Governo vem trabalhando para substituir e melhorar o acesso ao município, que é feito por balsa. Durante a visita a Alto Paraíso, o governador Marcos Rocha anunciou que a licitação foi concluída e a obra deve iniciar nos próximos 90 dias. Mas, de imediato, o chefe do Executivo afirmou que o Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) vai trabalhar na recuperação da RO-458, estrada de acesso ao município de Alto Paraíso.

O prefeito do município, João Pavan, comemorou a notícia e agradeceu o empenho do governador Marcos Rocha em desenvolver a região. “Isso ajuda a atrair grandes investidores. Essa empresa que se instalou aqui em Alto Paraíso só ajudou nossa cidade a crescer. Antes mesmo da instalação já vinha gerando mais de 70 empregos diretos e agora vai gerar muito mais. Os investimentos com tecnologia aumentam a produtividade da soja e outros produtos, que hoje tem mais de 25 mil hectares de lavoura plantada no município”, destacou o prefeito.

INVESTIMENTOS

O gestor da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani destacou: “o potencial de investimentos que Rondônia tem é devido a seriedade com que o Governo do Estado tem tratado o agronegócio e a credibilidade do governador Marcos Rocha de aplicar recursos economizados em infraestrutura para desenvolver o Estado. Rondônia tem sido destaque nacional de produtividade no setor, com oito milhões de hectares usados pela agropecuária e cinco milhões para a produção agrícola. Foi ainda reconhecido por ter rebanho bovino livre de febre aftosa sem vacinação, assim Rondônia só tem a crescer e atrair novos investimentos”, salientou o secretário.

Inauguração oficial da empresa, trouxe boas noticias para o desenvolvimento da região de Alto Paraíso

Na opinião do empresário, Anderson Brito, um dos proprietários da nova empresa, a região do Vale do Jamari, realmente tem um potencial enorme. “Nossa empresa veio para cá devido a essa expectativa de crescimento. Aqui temos toda a estrutura logística, com nossa fazenda modelo para atestar a qualidade dos produtos oferecidos pela empresa aos produtores da região, tudo o que usamos na fazenda pode ser aplicado em outras propriedades no plantio não somente de soja e milho, mas também de outros produtos”.

POTENCIAL

Entre os produtores rurais já atendidos pela empresa está Alismar Dantas, que tem propriedade no município de Cujubim, um dos que integram a região do Vale do Jamari. “Nos plantamos soja, arroz e milho e acreditamos no plantio rotacionado. Com tecnologia conseguimos uma produtividade maior”, comenta o produtor rural que ressaltou o apoio do Governo de Rondônia no agronegócio, por entender o que o setor representa para todo o país.

A Associação de produtores de soja e milho (Aprosoja) também acredita na produtividade com sustentabilidade. De acordo com a diretora regional da Aprosoja, Antoniele Bottoli, que também e produtora rural em Alto paraíso, “a proposta é aumentar a produtividade sem necessariamente aumentar a área plantada no município. E para isso a tecnologia e fundamental”, complementa.

Rondônia tem sido destaque nacional de produtividade no agronegócio

Esse diferencial tem atraído investidores para o Estado. O diretor comercial da mais antiga empresa de sementes de soja do Brasil, Ideraldo Lazarin, explica que, “a empresa fornece produtos para todo o país e enxerga em Rondônia um potencial que não tem em outros estados. Rondônia está para o Brasil, assim como o Brasil está para o mundo na produção de alimentos”, ressalta o empresário.

Essa visão é embasada por outro sócio da empresa que acaba de se instalar em Alto Paraíso, José Carlos: “Nós estamos aqui na região há cinco anos, começamos com gado e agora partimos para os grãos. Vimos que Rondônia tem a condição ideal para abastecer o mercado nacional e internacional. Nós vendemos para a China e outros países. Temos a expectativa de expandir os nossos produtos. Vamos produzir aqui o feijão chinês já no ano que vem”, comentou o produtor rural, destacando o diferencial alcançado por Rondônia a partir da iniciativa do Governo em desenvolver e apoiar o agronegócio.

*contém áudio para rádios nas palavras destacadas


Fonte
Texto: Andréia Fortini
Fotos: Frank Néry
Secom – Governo de Rondônia

Clique para comentar

Deixe seu comentário

Agronegócio

Seagri divulga novos valores de referência do litro de leite em Rondônia

Publicado

em

Por

O valor de referência padrão do litro de leite entregue em maio de 2021 a ser paga em junho de 2021 é de R$ 1,4525.

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), divulga os novos valores de referência para o leite em Rondônia aprovado pelo Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite (Conseleite) e publicado na segunda-feira (7) por meio da Resolução Junho/2021.

Conforme mostra o boletim informativo “Leite de Rondônia”, publicado pela Seagri, no mês de junho, a indústria de lacticínios do Estado teve uma elevação no preço médio de 13,2% na sua cesta de derivados lácteos quando comparado com o mês anterior. Os aumentos foram observados nos preços do leite UHT (+0,1691).

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o aumento se deve a retomada da comercialização do produto da muçarela no Estado. “Estamos muito felizes pela retomada da comercialização dos produtos lácteos em Rondônia, principalmente da muçarela. O consumo está voltando ao normal e esse aumento mostra o trabalho sério do Conseleite junto as indústrias e produtores de leite que vem acompanhando o custo de produção e transferindo ao produtor a margem que as indústrias estão obtendo nos seus produtos, além de ser um sinal da recuperação do poder aquisitivo do consumo dos produtos lácteos, com certeza daqui em diante as coisas vão melhorar muito mais”, disse.

Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão, bem como o maior e menor valor de referência, de acordo com os parâmetros de ágio e deságio em relação ao leite padrão, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite de Rondônia.

Os valores para a matéria-prima leite entregue em maio de 2021 a ser paga em junho de 2021 são os seguintes: maior valor de referência do litro de leite, R$ 1,6704; valor de referência padrão, R$ 1,4525 e menor valor de referência, R$ 1,3205. Com variação de R$ 0,0248, em relação ao mês anterior do litro de leite padrão.

O boletim “Leite de Rondônia” pode ser acessado e baixado pelo portal da Seagri, no link: http://www.rondonia.ro.gov.br/seagri/, contendo informações atualizadas dos preços de referência do leite e derivados lácteos, atributos de volume e qualidade da matéria-prima, evolução dos preços do leite UHT, incluindo gráficos e dados da cadeia produtiva no Estado.


Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Maicon Lemos
Secom – Governo de Rondônia

Continue lendo

Agronegócio

Produção de peixes nativos é 3,2% menor em 2020, recuando para 278.671 t

Publicado

em

Por

Uma série de fatores conjunturais impede a retomada de crescimento desse importante setor da piscicultura brasileira, que participa com 34,7% do total.

2020 não foi um ano muito positivo para a produção de peixes de cultivo. Falta de investimentos nos principais estados produtores e de regras ambientais claras em alguns, dificuldades de logística e problemas de comercialização trabalharam em conjunto para atrapalhar o desempenho deste importante segmento da piscicultura brasileira.

A produção de peixes nativos atingiu 278.671 t em 2020, com recuo de 3,2% em relação às 287.930 t do ano anterior. Foram 9.259 toneladas a menos de um ano para o outro, redução ocorrida em um momento em que as condições gerais do país possibilitaram o aumento do consumo de alimentos saudáveis e de qualidade, características primárias dos peixes nativos.

Importante destacar que o cenário de retração do segmento tem se repetido nos últimos anos. Em 2018, a produção de peixes nativos recuou 4,7%; em 2019 houve aumento de apenas 20 toneladas.

Com esse desempenho negativo, cai para 34,7% a participação dos peixes nativos na produção nacional de peixes de cultivo – era de 38% em 2019.

A boa notícia é que no último trimestre de 2020 houve consistente recuperação dos preços pagos ao produtor, sinalizando alta tanto na produção de peixes nativos como na remuneração aos piscicultores em 2021.

Todos os estados brasileiros (à exceção do Ceará) têm produção de peixes nativos, de acordo com o levantamento da Peixe BR. Essa presença nacional é um fator positivo para impulsionar o segmento nos próximos anos.

“Também é importante fortalecer parcerias entre os governos estaduais, a Secretaria de Aquicultura Pesca (SAP), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a pesquisa (Embrapa Pesca e Aquicultura) e o segmento produtivo. Somente a união de todos os agentes públicos e privados responderá às necessidades dos peixes de cultivo, um segmento extremamente importante para a piscicultura brasileira”, diz Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.

Att,

Por: Thalisson Luan

Continue lendo

Agronegócio

O Valor Bruto da Produção Agropecuária de Ro deve ser quase 13% maior em 2021

Publicado

em

Por

Publicação da Embrapa apresenta estimativas, comparativos de produção, produtividade e preços ao longo dos anos

A segunda edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021, produzido pela Embrapa, traz as estimativas e análises da produção de grãos, café, pecuária e outros produtos agropecuários do estado. Destaque para o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia para 2021, que está estimado em 19,1 bilhões de reais, resultado 12,9% maior do que o obtido em 2020. Os produtos agrícolas com maior variação percentual em 2021, quando comparados com 2020, foram o arroz, a soja e o milho. Esta e as demais edições do Informativo estão disponíveis no portal da Embrapa Rondônia, clique aqui e baixe a publicação.

Por meio desta publicação, a Embrapa Rondônia disponibiliza à sociedade o acompanhamento periódico da produção agropecuária no estado, com análises do comportamento do setor como um todo.  As edições deste periódico reúnem um conjunto de informações sobre a agropecuária do estado que está disperso em diversas fontes de dados oficiais, permitindo ao leitor acessar dados de maneira agregada e com análises. Além disso, a citação das fontes consultadas possibilita ao leitor se aprofundar no assunto, consultando-as diretamente.

Produção de grãos – o Brasil deverá produzir na safra 2020/2021, 217,7 milhões de toneladas, superando em 5,7% o volume produzido em 2019/2020. Em Rondônia, a produção de grãos na safra 2020/2021 está estimada em 2,5 milhões de toneladas, correspondendo a 0,9% da safra nacional.

Milho – a área plantada em Rondônia na primeira safra está estimada em 12,6 mil hectares, 5,9% superior à da safra 2019/2020, e a produção deverá ter um aumento de 6%. A alta de preços do produto ocorrida no final de 2020 influenciou o aumento do cultivo nesta safra, ainda que em pequena escala. Já a área plantada com milho no estado na segunda safra 2020/2021 deverá ser 7,5% maior do que a safra 2019/2020, devendo alcançar 200 mil hectares. A produção deverá apresentar crescimento de 1,3%, em virtude da queda da produtividade, de 5,8%.

Soja – Os preços em elevação desde a safra passada têm contribuído para o aumento da área plantada com soja no estado. A estimativa é que, nesta safra, a área cultivada com a oleaginosa tenha crescido 13,8%, passando de 348,4 mil para 396,5 mil hectares, em comparação com a safra 2019/2020. Em razão da queda de produtividade, de 5%, a produção deverá crescer menos do que a área plantada, 8,1%. Conforme informações da Conab (2021), o aumento da área plantada está relacionado com o aumento dos cultivos da segunda safra de soja.

Café – A produção de café no estado na safra 2021 deverá apresentar redução de 10,2% em relação à safra de 2020, quando foram colhidas 2,4 milhões de sacas. A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab para esta safra é de 2,2 milhões de sacas de 60 kg. Essa redução de 10,2% deverá ocorrer também com a produtividade, que passará de 38,5 sacas por hectare para 34,5 sacas. Segundo a Conab, estes resultados são influenciados, principalmente, pelas precipitações que foram bem abaixo do normal, com altas temperaturas, afetando as plantas, até mesmo aquelas dotadas com sistema de irrigação. 

Mandioca – A produção estimada de na safra 2021 é de 475,5 mil toneladas, 8,5% menor da que foi obtida na safra de 2020, sendo que a área colhida deve apresentar retração de 11,7%, com ganho de produtividade de 3,6%. Porto Velho se destacou como principal município produtor de mandioca do estado em 2020, respondendo por 30,3% da produção.

Banana – A produção de banana nesta safra deve apresentar o mesmo desempenho observado na safra 2020, com estabilidade também na área colhida e na produtividade.

Preços de produtos agrícolas pagos aos produtores – Os produtos agrícolas considerados para a análise de preços pagos aos produtores foram: arroz, milho, soja, café, mandioca de mesa e farinha de mandioca. Com exceção dos dois últimos, os demais produtos apresentaram aumentos de preços reais, descontada a inflação do período, tendo sido utilizado como base de comparação a variação dos preços do primeiro quadrimestre de 2020 e 2021. A soja foi o produto que apresentou a maior variação de preços no período analisado, de 79,6%%, seguido pelo arroz (52,1%) e pelo milho (36,8%).

Preços de produtos da pecuária pagos aos produtores – De janeiro a abril de 2020 e 2021, o preço do suíno apresentou a maior variação positiva de preços, com evolução de 58,5%, seguido do boi gordo com prazo de pagamento a vista (34,4%) e com 30 dias (34,3%).  O aumento dos preços dos suínos e bovinos (boi gordo) teve como motivo principal a maior exportação brasileira do produto, fator que pressionou os preços internos. No caso do preço do leite, embora tenha apresentado elevação na comparação entre os dois períodos, a partir de março e abril houve queda acentuada, o que inclusive causou protestos dos produtores e a paralisação parcial da entrega para os laticínios.

Exportações – As exportações de carne bovina e soja no primeiro quadrimestre de 2021 geraram receitas de US$ 200,1 milhões e US$ 301,7 milhões, respectivamente. No caso da carne, o valor exportado no primeiro quadrimestre de 2021 foi 16,3% inferior ao mesmo período de 2020; já a soja apresentou variação positiva de 24,2% em relação ao mesmo período de comparação.

Movimentação portuária – O volume de milho e soja exportado via calha do rio Madeira em 2020 foi de menos 2% no caso do milho e de mais 5,6% no da soja, em relação a 2019. Cabe ressaltar que essa produção movimentada, tanto o milho quanto a soja, é originária de regiões produtoras do oeste de Mato Grosso e de Rondônia. 

Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

Continue lendo
--Publicidade--

Ultimas Notícias

--Publicidade--

Publicidades

Agronegócio

Policial

Internacional

Tendências

Copyright © 2020 Portal de Notícias Floresta Notícias. Todos Direitos Reservados.

%d blogueiros gostam disto: