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Economia

Com baixo nível de reservatórios, conta de luz ficará mais cara em junho

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que, durante o mês de junho, vai vigorar no país o patamar 2 da bandeira tarifária, o mais caro do sistema tarifário.

Isso significa que será cobrado nas contas de luz de todos os consumidores do país um valor adicional de R$ 6,24 para cada 100 kWh de energia consumidos.

Conta de luz terá acréscimo de R$ 6,24 em junho com acionamento da bandeira vermelha após governo decretar

Reservatórios baixos

Essa medida é reflexo do baixo nível de armazenamento de água nos reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por mais da metade da capacidade de geração do país. De acordo com o governo, o último período de chuvas intensas nas duas regiões, de novembro de 2020 a abril de 2021, foi o mais seco em 91 anos.

Quando o nível dos reservatórios está baixo, o governo aciona mais usinas termelétricas, que geram energia a partir da queima de combustíveis, como carvão e diesel, o que torna a energia mais cara.

Ao acionar mais termelétricas, o governo reduz a geração hidrelétrica e poupa água dos reservatórios. Entretanto, a energia produzida pelas térmicas é mais poluente e cara, o que se reflete no aumento nas contas de luz.

A cobrança adicional da bandeira tarifária, criada em 2015, serve justamente para levantar recursos que vão pagar pelo custo mais alto de produção de energia.

Na quinta-feira (27), o governo emitiu um alerta de emergência hídrica na região da Bacia do Paraná, que abrange os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. O alerta foi emitido devido ao período de escassez de chuva que essas regiões vão enfrentar de junho a setembro.

Apesar do baixo nível dos reservatórios e da baixa perspectiva de chuvas para os próximos meses, o governo descarta o risco de apagão em 2021. Porém, não estão descartadas medidas emergenciais para garantir o fornecimento de energia.

Sistema de bandeiras

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo de geração de energia. A bandeira fica na cor verde quando o nível dos reservatórios está alto e não há necessidade de acionamento extra de usinas térmicas.

Com os reservatórios baixos, a perspectiva é de alta no custo da energia já que exige o acionamento de mais térmicas. Assim, a bandeira pode passar para as cores amarela e vermelha (patamar 1 ou 2).

O objetivo do sistema de bandeiras é informar aos consumidores quando o custo aumenta e permitir que eles reduzam o uso para evitar pagar uma conta de luz mais cara.

Fonte: G1

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Economia

Gás de cozinha sobe quase 6% a partir desta segunda-feira, 14

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Petrobras elevará em 5,9% o preço médio do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o chamado gás de cozinha, para R$ 3,40 o quilo, a partir de segunda-feira (14), afirmou a companhia nesta sexta-feira (11). O preço do botijão no país chegava a R$ 104,76 no início de junho.

Distribuidoras e revendedores são livres para definir se e como repassarão o aumento. O reajuste para as distribuidoras, indicou a petroleira, segue o equilíbrio com o mercado internacional e acompanha as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo.

No entanto, busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais.

“O alinhamento dos preços ao mercado internacional é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras”, frisou a companhia.

Mais cedo, a petroleira havia informado um recuo de 2% no preço médio da gasolina a partir de sábado (12), e a manutenção do valor médio do diesel.

Veja o preço médio do gás de cozinha nas capitais

Valores são os mais recentes, da semana de 30 de maio a 5 de junho. As capitais estão ordenadas de acordo com o preço do botijão.

Macapá (AP) – R$ 104,67

Boa Vista (RR) – R$ 103,23

Cuiabá (MT) – R$ 103,12

Rio Branco (AC) – R$ 101,86

Porto Velho (RO) – R$ 98,66

Fortaleza (CE) – R$ 93,28

Belém (PA) – R$ 93,14

Natal (RN) – R$ 92,22

Palmas (TO) – R$ 91,75

Manaus (AM) – R$ 91,61

Vitória (ES) – R$ 90,17

Florianópolis (SC) – R$ 90

Goiânia (GO) – R$ 89,81

Teresina (PI) – R$ 89,07

João Pessoa (PB) – R$ 85,31

Belo Horizonte (MG) – R$ 85,30

São Luís (MA) – R$ 84,77

Porto Alegre (RS) – R$ 84,65

Curitiba (PR) – R$ 84,53

Aracaju (SE) – R$ 82,81

Maceió (AL) – R$ 82,36

São Paulo (SP) – R$ 81,58

Salvador (BA) – R$ 80,42

Brasília (DF) – R$ 80,24

Campo Grande (MS) – R$ 79,85

Recife (PE) – R$ 78,26

Rio de Janeiro (RJ) – R$ 75,97

Fonte: ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis

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Economia

BC dá mais um passo para criar o ‘real digital’. Ele não será um bitcoin

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© Arte/VOCÊ S/A

Quem é do time que saca dinheiro no caixa eletrônico uma vez por ano pode ter dificuldades para entender a diferença do dinheiro de hoje para o real digital, como vem planejando o Banco Central. Natural. Se tudo passa pelos dígitos na conta do banco ou pelos cartões, o dinheiro já não é digital? Até é, mas são coisas diferentes.

Na origem, o dinheiro surge quando o Banco Central emite as cédulas e coloca para circular na economia. Quando o dinheiro chega no banco, porque você depositou o dinheiro lá, a responsabilidade passa a ser da instituição financeira. O banco pega uma parte da grana e empresta para quem precisa de crédito. Isso é o que funciona hoje.

Então, quando você deposita R$ 100, o banco guarda R$ 20 por garantia e usa os R$ 80 para emprestar para outro cliente. Nisso, os R$ 100 viraram R$ 180. Se todo mundo quisesse desfazer a brincadeira, sacar o dinheiro e colocar a grana embaixo do colchão, não vai dar. Não tem nota de papel pra todo mundo. Grosso modo, por isso que o dinheiro é virtual há muito tempo (antes da internet e dos apps, ele era criado nos balanços de papel dos bancos). O importante é seu dinheiro existe e a responsabilidade de garantir o resgate é da instituição financeira.

Com o real digital, não existem as notas, sejam elas de R$ 10, R$ 50 ou R$ 200 (caso você já tenha visto um lobo guará por aí). O plano do BC é o seguinte: em vez de imprimir a cédula, ele gera um código que equivale a essa quantidade de dinheiro. O valor é transferido para os bancos, responsáveis por guardar e distribuir o valor com todo mundo. Se você terá e-R$ 100 na conta do banco, como tinha antes os R$ 100, e poderá usar para pagar boletos e fazer compras.

O lance aí é guarda do dinheiro, tecnicamente chamada de custódia. Hoje, o banco não precisa deixar no cofre o valor que você depositou, ele não deixa, como vimos. No e-Real, será o contrário. O dinheiro ficará custodiado nesse cofre virtual do banco e não poderá virar crédito para outras pessoas. Funciona quase como no caso das fintechs: se você deposita o dinheiro num PicPay da vida, ele não pode usar para dar crédito. Fica tudo guardado em título público no Banco Central, para quando você precisar resgatar ou pagar uma conta. Tudo porque o dinheiro é garantido pelo BC e não pode sumir.

Dito assim, está claro que num primeiro momento, a mudança é maior para os bancos: o seu e-Real depositado não vira crédito. Como, então, vai existir dinheiro para você financiar o iPhone novo ou a casa própria? Essa é uma preocupação legítima – e ainda sem resposta. Nesta segunda (24), o coordenador dos trabalhos sobre a moeda digital do Banco Central, Fabio Araujo, afirmou que esse é um dos motivos para que as duas moedas (a analógica e a digital) existam conjuntamente e não há ainda uma conta de qual a quantidade de real de papel poderá ser convertida em real digital sem causar estragos na economia.

O nome oficial desse tipo novo de moeda é gringo: Central Bank Digital Currency (ou dinheiro digital do Banco Central), ou CBDC. Outros países estudam algo parecido. Nas Bahamas a moeda digital foi adotada no ano passado. Na China, o governo fez experimentos em algumas cidades e planeja testar com turistas nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022. Suécia e Coreia do Sul são outros exemplos mais avançados.

Em todos os lugares, a preocupação é com o sistema financeiro. Ainda assim, na China, o governo não usou o sistema bancário do país para testar sua moeda. Ele criou um aplicativo para o e-Yuan e creditou o dinheiro lá.

Por aqui, o BC pretende usar apenas aplicativos já ligados ao sistema financeiro. Ainda não há um prazo para a estreia do real digital nem em fase testes. O anúncio feito pelo BC foi apenas com as primeiras regras de como a tecnologia deve funcionar. Esses parâmetros ainda serão destrinchados pelo mercado financeiro e pela sociedade, e podem sofrer alterações. O BC espera levar pelo menos mais dois anos estudando o projeto.

O fato é que, para o consumidor, as duas moedas são um espelho uma da outra: um e-real comprará o mesmo que um real aqui no país. As transferências pelo Pix continuam instantâneas e se a pessoa quiser dinheiro em espécie, ainda vai poder ir num caixa eletrônico atrás das cédulas.

Como é uma moeda digital, será preciso desenvolver uma rede própria para a circulação desse dinheiro, a exemplo do que ocorre com o bitcoin (que transaciona pela blockchain). Araujo, do BC, disse que ainda não há uma definição de qual tecnologia será utilizada, é coisa para os próximos anos. Existem conversas com a MasterCard, que desenvolveu a rede das Bahamas, afirmou.

Certo é que o e-Real não tem nada a ver com bitcoin e nenhuma outra criptomoeda. A principal diferença está, óbvio, no que define moeda. Que ela sirva como unidade de conta, reserva de valor e meio de troca. E essas coisas todas funcionam porque o dinheiro é emitido por bancos centrais.

As criptos você sabe: o preço oscila tanto que elas não cumprem com nenhum dos atributos de moedas. Esse sobe e desce joga no ralo a ideia de reserva de valor e unidade de conta. E sem esses atributos, ninguém consegue vender algum produto e receber em criptos.

Agora, a moeda digital dá, sim, superpoderes aos bancos centrais. É que passa a ser possível rastrear todo o caminho feito pelo dinheiro: quanto você pagou e para quem e o que esse alguém fez com o mesmo dinheiro depois.

Nas diretrizes do real digital, o BC diz que as mesmas regras de sigilo bancário e Lei Geral de Proteção de Dados serão seguidas. Quer dizer que poderá haver quebra de sigilo caso haja uma investigação por crimes como lavagem de dinheiro.

O que o BC espera, mesmo, é que o dinheiro passe a circular com menos burocracia e permita a oferta de serviços inovadores, após a integração com a internet das coisas. Um exemplo banal, citado por Araujo, do BC, é o clássico da geladeira que faz “compras sozinha”. A compra de itens poderia ser automatizada com o real digital.

Há a expectativa, ainda, que as operações de câmbio sejam facilitadas. Como se as CBDCs permitissem a criação de um Pix global para remessa de dinheiro. Esse, no entanto, também é um plano bastante distante, porque depende não só de como o Brasil vai caminhar, mas do que acontecerá lá fora.

Fonte: Msn

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Economia

Empresas de RO podem se cadastrar no “Feirão do 1º Emprego”

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O Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), em ação conjunta com o Programa de Sistema Nacional de Emprego (Sine), está promovendo o “Feirão do 1º Emprego”, com o objetivo de contribuir para a geração de oportunidades de emprego, trabalho e renda à juventude rondoniense.

As empresas interessadas devem se inscrever por meio do endereço eletrônico https://bit.ly/FeirãoEmpregoEmpresas, a partir do dia 17 de maio. O edital de chamamento foi publicado em Diário Oficial e disponibilizado no site da Sedi.

As empresas que se credenciarem no projeto poderão usufruir gratuitamente de um minicurso de capacitação, além da contratação de um jovem profissional, o que demonstra não apenas responsabilidade social por parte da empresa, mas também a chance de formar profissionais ao seu molde. Serão beneficiados jovens de 17 a 25 anos, residentes no Estado de Rondônia, que terão a oportunidade de receber a capacitação e experiência para iniciarem a carreira profissional.

A coordenadora do Sine, Teresa Cristina, explica que ao contratar um profissional sem experiência, que ainda busca o primeiro emprego, a instituição está colaborando com a promoção do aprendizado e com a responsabilidade social. “A empresa está estimulando a continuidade dos estudos desses jovens, dando oportunidade ao aprimoramento de suas habilidades comportamentais, que são características voltadas ao relacionamento interpessoal, que não podem ser medidas”.

“Os jovens têm uma representatividade muito grande no mercado de trabalho, o Feirão veio para criar uma ponte entre os jovens que estão procurando emprego, as empresas que querem devolver o ritmo aos seus negócios e que precisam de mão de obra”, destaca o superintendente da Sedi, Sérgio Gonçalves.


Fonte
Texto: Larissa Trindade
Fotos: Douglas Vieira
Secom – Governo de Rondônia

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