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Internacional

Natal nada amigável do presidente Donald Trump aos imigrantes

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A partir do dia 24 de dezembro, viajantes terão de dar 15 mil dólares em garantia para entrar nos EUA. O Brasil escapou da lista negra do republicano

Donald Trump Chris Kleponis/EFE

A partir desta quinta-feira, 24, viajantes de 24 países, entre eles Afeganistão, Angola e Irã, terão de deixar um cheque caução de 15 mil dólares para conseguir um visto para entrar nos Estados Unidos e o valor só será devolvido quando a pessoa confirmar que está de volta ao seu país. De acordo com o Departamento de Estado do país, o programa piloto tem duração de seis meses e o objetivo é evitar o overstay, quando o viajante fica além do tempo determinado pelos vistos B1, de negócios, e B2, de turismo.

Apesar da justificativa, quando comparados os países cujos pagamentos de taxa foram exigidos com os que mais tiveram cidadãos que permaneceram irregularmente no país em 2019, a lista não bate. O Brasil, por exemplo, que não está na lista, teve 3.177 pessoas no país além do tempo de permanência permitido, ou 5,08%, enquanto Angola, que pertence à lista, teve 137 pessoas, ou 8,73%.

“São países de maioria negra, pobre e muçulmana. Ficou nítido que a intenção não foi que as pessoas não ficassem em overstay, mas um preconceito da administração Trump” , diz Daniel de Toledo, advogado especialista em Direito internacional. Quando o democrata Joe Biden assumir a presidência dos Estados Unidos, no entanto, provavelmente essa medida será revogada.

Fonte: Veja

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Internacional

Johson anuncia novo lockdown na Inglaterra para conter variante do coronavírus

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Britânica assiste na sala de sua casa, em Woburn Sands, ao anúncio do premiê Boris Johnson de que a Inglaterra tem novo lockdown — Foto: Reuters/Andrew Boyers

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson anunciou nesta segunda-feira (4) um novo lockdown na Inglaterra, instruindo as pessoas a ficarem em casa para conter a variante mais contagiosa do coronavírus identificada recentemente

“Devemos, portanto, entrar em um lockdown nacional, o que será o suficiente para conter essa variante”, disse Johnson em um discurso na televisão. “Isso significa que o governo está mais uma vez instruindo você a ficar em casa.”

O primeiro-ministro fez a ligação em um discurso televisionado na noite de segunda-feira, no qual disse que “as semanas que se seguem serão as mais difíceis ainda”.

“Enquanto falo com vocês esta noite, nossos hospitais estão sob mais pressão pela Covid do que em qualquer momento desde o início da pandemia”, disse ele.

Dados do governo apontam que o Reino Unido atingiu outro recorde diário de 58.784 novos casos de coronavírus, tornando este o sétimo dia consecutivo em que ocorreram mais de 50.000 novos casos de Covid em território britânico.

A premiê escocesa Nicola Sturgeon anunciou nesta segunda que a Escócia também entraria em lockdown, e que agora é lei que todos os residentes que vivem no território escocês devem “ficar em casa”.

Enquanto isso, as primeiras doses da vacina da Universidade de Oxford e da AstraZeneca eram administradas no Reino Unido. Pouco mais de meio milhão de doses estão disponíveis a partir desta segunda, no que Matt Hancock, o secretário de saúde, descreveu como um “momento crucial” na luta do Reino Unido contra o coronavírus.

Fonte: G1

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Internacional

Jessie J acorda sem audição e descobre Síndrome de Ménière; entenda quadro.

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Jessie J foi diagnósticada com a doença, que causa vertigem e perda de audição ao acordar sem conseguir ouvir sons
Imagem: Getty Images

Após acordar sem conseguir ouvir sons na véspera de Natal, a cantora britânica Jessie J, de 32 anos, foi diagnosticada com Síndrome de Ménière, uma doença que causa perda auditiva (geralmente temporária), vertigem intensa e zumbidos no ouvido. Em seu Instagram, a artista contou, durante transmissão ao vivo, que acordou no último dia 24 de dezembro sem conseguir ouvir sons pelo ouvido direito ou andar em linha reta.

Ao ser examinada em um hospital, ela foi diagnosticada com a Síndrome de Ménière. “Poderia ser muito pior. Estou muito grata pela minha saúde, só fui pega de surpresa. Era véspera de Natal e eu estava no hospital pensando ‘o que está acontecendo’, mas estou feliz de ter ido logo e por me diagnosticarem com rapidez. Logo me deram os remédios e estou me sentindo bem melhor hoje”, disse.

O que é a Síndrome de Ménière?

Também conhecida como hidropsia endolinfática, a Síndrome de Ménière é uma doença rara que acomete o labirinto, estrutura responsável pela audição e pelo equilíbrio. O labirinto consiste em duas partes principais: a cóclea, uma pequena estrutura em forma de caracol que converte vibrações sonoras em impulsos nervosos que viajam até o cérebro e o sistema vestibular, rede de canais responsáveis pelo equilíbrio, que atuam indicando orientações espacial do corpo ao cérebro.

“Por motivos que ainda não são completamente conhecidos, o líquido que fica dentro da cóclea aumenta, gerando uma maior pressão e causando o início dos sintomas. Algumas possíveis causas
apontadas por estudos são alterações metabólicas, intolerâncias alimentares, doenças autoimunes e causas genéticas”, indica o médico otorrinolaringologista Alexandre Colombini, que atende no
Hospital Leforte, em São Paulo, e em consultório particular.

De acordo com o médico, o quadro é mais comum em pessoas entre 40 e 50 anos de idade, na maioria mulheres. Os sinais são geralmente notados em uma orelha, mas pode evoluir para as duas.
A doença não tem cura, mas pode ser controlada com tratamento. “Caso o paciente não tome os cuidados necessários, que devem ser indicados por um médico, a perda auditiva pode ser definitiva”, alerta Colombini.

Sintomas mais comuns

Perda de audição flutuante (que pode voltar após alguns minutos ou horas)

Episódios de vertigem

Jessie J acorda sem audição e descobre Síndrome de Ménière; entenda quadro

Diagnóstico é essencialmente clínico

O primeiro passo para o diagnóstico é o relato dos sintomas pelo próprio paciente. “Ao escutar, o otorrinolaringologista já deve suspeitar da doença. Em seguida, alguns pedidos de exames, como audiometria para documentar a perda de audição e eletrococleografia para medir a pressão dentro do labirinto auxiliam na confirmação. Testes como hemograma, exames autoimunes e
exames de sangue também podem ser requisitados para tentar descobrir o que desencadeou a doença”, explica Colombini.

A doença não tem cura, mas pode ser controlada com tratamento Na fase aguda, quando o paciente está passando por uma crise, a conduta médica ideal é devolver o
equilíbrio e a audição por meio de tratamento medicamentoso.

Já o tratamento a médio e longo prazo inclui mudanças na dieta, uso de medicações específicas para o labirinto como a betaistina e diuréticos — para tentar diminuir a pressão dentro do labirinto— e exercícios de reabilitação vesticular, que funcionam como uma espécie de fisioterapia específica para o labirinto.

Para alguns casos mais graves e menos comuns, quando as medidas clínicas não oferecem controle, existem opções cirúrgicas.

Sensação de ouvido tapado[

Náuseas e vômitos

“A descompressão do sacoendolinfatico e neurectomia vestibular são exemplos cirúrgicos que podemos indicar para quem apresenta sinais como tontura incapacitante. No entanto, o labirinto está dentro da cabeça, e para acessá-lo, precisamos passar por estruturas importantes e delicadas. Por isso, a cirurgia não é um recurso amplamente usada por oferecer alguns riscos, como perda de audição. É sempre melhor ser o menos invasivo possível”, diz o médico.

Fonte: Uol

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Coronavirus

EUA: vacinas deixam fábricas e imunização começa nesta segunda

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Segundo Exército, 145 centros de distribuição receberão as primeiras doses do imunizante desenvolvido pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTec

Caminhões da Pfizer com as primeiras doses da vacina contra o coronavírus
Reuters 13.12.2020

Os primeiros caminhões que transportam a vacina, desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech contra o coronavírus, deixaram o estado de Michigan, nos Estados Unidos, na manhã deste domingo (13). Elas serão levadas até 145 centros de distribuição no país.

De acordo com o Exército americano, profissionais da saúde e idosos que vivem em abrigos devem receber os imunizantes na segunda-feira (14). Estes embarques são os primeiros entre os três previstos para ocorrer ao longo da semana.

Neste sábado (12), o Comitê Consultivo de Práticas de Imunização do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos votou pelo uso da vacina contra a covid-19. A imunização foi aprovada com 11 votos a favor e três contra dos membros do Comitê Consultivo.

Na sexta-feira (11), a agência reguladora americana FDA, equivalente à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já havia recomendado o imunizante. A aprovação do CDC, porém, é fundamental para que o país comece a imunizar a população.

Os veículos deixaram o local por volta das 6h30 deste domingo para dar início ao processo de distribuição da vacina no país. Na fábrica, localizada na cidade de Kalamazoo, os trabalhadores usaram máscaras para carregar caixas contendo frascos da vacina em grandes refrigeradores, embalados, etiquetados e carregados para os caminhões que estavam à espera.

No momento em que o primerio caminhão carregado com contêineres de vacina deixou a fábrica, os trabalhadores da unidade aplaudiram e assobiaram. 

Na noite de sexta-feira (11), reguladores dos EUA autorizaram a vacina da Pfizer e da parceira BioNTech para uso, e o Exército americano acompanhou o embarque dos imunizantes protegidos da fábrica até o destino final.

Os pacotes resfriados com gelo seco da farmacêutica podem transportar até 4.875 doses. A primeira etapa da viagem será da cidade de Kalamazoo até aviões que aguardam nas proximidades. Os trabalhadores carregaram a vacina, que deve ser mantida em temperaturas adequadas, até aeronaves que transportarão os materiais para os centros de carga.

Desses locais, serão transportadas de caminhão ou levadas de avião para instalações próximas aos 145 locais dos EUA previstos para receber as primeiras doses. 

A vacina tem prioridade máxima no país, com espaço reservado em aviões e caminhões em um momento em que o comércio eletrônico cria mais demandas do que as transportadoras conseguem atender. As empresas que transportam a vacina têm experiência no manuseio de produtos médicos frágeis e possuem esfornecimento e restreamento de temperatura e localização.

Fonte: R7

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