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Não plante ou semeie material vegetal recebido de origem desconhecida

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Em todo o Brasil e em outros países, estão surgindo casos de encomendas recebidas pelos correios e empresas de transporte com sementes desconhecidas e de origem ainda não identificada, sem que o destinatário tenha comprado ou solicitado. Os casos estão sendo investigados pelo Ministério da Agricultura do Brasil e de países como Estados Unidos, Canadá e Japão.
Essas “encomendas”, com sementes desconhecidas, estão sendo endereçadas à cidadãos comuns, em pequenos pacotes disfarçados como “brindes”.

É PRECISO TER MUITO CUIDADO COM ESSES MATERIAIS, POIS NÃO SABEMOS SE ESTÃO CONTAMINADOS COM ALGUM MATERIAL BIOLÓGICO QUE POSSA AFETAR A SAÚDE OU ALGUMA PRAGA AGRÍCOLA.
PRAGAS AGRÍCOLAS PROVENIENTES DE OUTROS PAÍSES PODEM OCASIONAR SÉRIOS DANOS PARA A AGRICULTURA E AO MEIO AMBIENTE DE NOSSO ESTADO E DE NOSSO PAÍS.
SE VOCÊ RECEBER QUALQUER MATERIAL VEGETAL NÃO IDENTIFICADO E SEM O CONTROLE DE ÓRGÃOS DE DEFESA AGROPECUÁRIA, NÃO PLANTE, NÃO SEMEIE E NÃO JOGUE NO LIXO!

Não abra a embalagem nem viole a identificação/etiqueta e entre imediatamente em contato com a Agência Idaron mais próxima ou pelo telefone: DISQUE IDARON – 0800 643 4337
Denúncias on-line pelo e-mail sementes@idaron.ro.gov.br, ou pela internet 
(Clique aqui).

As sementes e as mudas são os principais veiculadores de pragas agrícolas e, por isso, sua entrada em nosso Estado precisa ser controlada pelos órgãos de Defesa Agropecuária. Recomenda-se que a população não adquira material vegetal de outros países ou de outros Estados sem consultar previamente a Agência Idaron, para verificar os riscos e solicitar a devida documentação fitossanitária que assegure a entrada do material em Rondônia.

Fonte: Idaron-Ro

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190 famílias de Porto Velho receberão 8 toneladas de alimentos até dezembro

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 Famílias beneficiadas estão em localidades de baixo IDH da Zona Leste e de distritos
 Diagnóstico socioeconômico da Unesco e conhecimento de território da CUFA RO visam ampliar impacto da iniciativa da Energisa
 Mitigação dos efeitos da pandemia de Covid-19 atende diretriz de combate à forme e à pobreza do Pacto Global, iniciativa da ONU ratificada pela Energisa

Dados da Pesquisa de Orçamento Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a fome já afetava mais de 10 milhões de brasileiros antes pandemia de Covid-19. Com o objetivo de contribuir com famílias nessa situação, a Energisa se uniu a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e a Central Única das Favelas (CUFA) para distribuir, desde sábado (24) cerca de oito toneladas de alimentos para 190 famílias. Serão três entregas, uma por mês, até dezembro, nas localidades de Nova Mutum, São Sebastião, Cristal da Calama e Orgulho do Madeira. A ação humanitária emergencial de combate a fome integra o movimento Energia do Bem, iniciativa liderada pela Energisa que destinou R$ 8 milhões a diversas frentes de combate à pandemia de Covid-19 em todo o país.

Juntas, as entidades identificaram os grupos afetados pela crise e, em seguida, montaram as cestas com alimentos adquiridos em estabelecimentos comerciais locais. Além de beneficiar as famílias durante três meses, a iniciativa ajuda a movimentar a economia das cidades e dos bairros atendidos. Desta forma, a ação conjunta atinge um maior número de pessoas com elevado índice de vulnerabilidade social e econômica em razão da pandemia.

“A Energisa está sensível a crise econômica gerada pela pandemia e, por isso, tem atuado em diversas frentes. Desde a parceria para conserto de respiradores, doação de itens de higiene pessoal para a Casa do Ancião e cestas básicas às famílias que realmente necessitam desse apoio. Ninguém esperava que a Covid-19 perdurasse tanto tempo. Essa ação, cheia de Energia do Bem, vem justamente numa época em que a assistência aos mais vulneráveis diminuiu”, , afirma o diretor-presidente da Energisa Rondônia, André Theobald.

Ao longo da iniciativa, a UNESCO realizará um diagnóstico socioeconômico das famílias atendidas para identificar os impactos da pandemia sobre elas. No levantamento, serão analisados indicadores sociais como segurança alimentar e nutricional, vulnerabilidade à violência, trabalho e renda, e expectativas no pós-pandemia.

“O mundo está desafiado pela pandemia da covid-19. E com isso, torna-se necessário que coordenemos ações de solidariedade e de engajamento para minimizar os efeitos da pandemia, principalmente nos grupos mais vulneráveis. Estamos muitos felizes com essa parceria com a Energisa. Nosso objetivo é apoiar aqueles que mais precisam, como famílias e comunidades que foram afetadas durante essa crise, além de contribuir com as organizações da sociedade civil e lideranças comunitárias na distribuição de alimentos e produtos de higiene”, diz Marlova Noleto, diretora e representante da UNESCO no Brasil.
A parceria da Energisa com a UNESCO no combate aos efeitos da pandemia começou no lançamento do Movimento Energia do Bem. A organização fez a curadoria de conteúdos para o portal www.movimentoenergiadobem.com.br, incluindo materiais de domínio público de sua biblioteca digital. Os interessados também encontram acesso para a Biblioteca Mundial Online da instituição e para outros projetos como Educamídia (de educação midiática), Maré de Ciência e curso virtual das Nações Unidas sobre mudanças climáticas.

Movimento Energia do Bem

A parceria com a UNESCO integra o Movimento Energia do Bem, liderado pela Energisa junto com 12 parceiros estratégicos para viabilizar ações emergenciais que ajudem a superar a crise humanitária provocada pela pandemia nos 11 estados onde atua. As iniciativas englobam um conjunto de ações humanitárias que incluem doação e manutenção de ventiladores pulmonares, distribuição de máscaras para hospitais e comunidades indígenas, obras elétricas em unidades públicas de saúde, captação de recursos para assistência a idosos e apoio a pequenos artistas e empreendedores.

Outra frente do movimento é a capacitação profissional. Em parceria com a CNI e o Senai, foram abertas 100 mil vagas em cursos de educação a distância voltados a competências técnicas transversais e à indústria 4.0, como Educação Ambiental, Empreendedorismo e Inteligência Artificial.

Também foi criado o portal Energia do Bem, com informações confiáveis sobre a doença e conteúdo para reduzir os impactos do isolamento social. A empresa também mobilizou colaboradores, que participaram de uma campanha de financiamento coletivo de apoio a asilos, em que para cada real doado, a empresa acrescentou mais R$ 1. Foram arrecadados no total R$ 113.375,00 e beneficiados 31 instituições em 27 cidades.

A empresa também doou R$ 1,9 milhão para o projeto Estímulo Minas 2020, que viabiliza crédito rápido e subsidiado a micro e pequenos empreendedores do estado. O objetivo do projeto é oferecer capital de giro no valor equivalente a até um mês de faturamento das empresas, divididas em duas parcelas mensais, com juros de 0,53% ao mês e de 6,55% ao ano, carência de 3 meses e parcelamento em até 15 vezes.

Integrante do Pacto Global

O Grupo Energisa acaba de ingressar na Rede Brasil do Pacto Global, iniciativa da Nações Unidas (ONU) para mobilizar a comunidade empresarial na adoção e promoção, em suas práticas de negócios, nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

Sobre a Energisa

Com 115 anos de história, o Grupo Energisa é o 5º maior em distribuição de energia elétrica. Uma das primeiras empresas a abrir capital no Brasil, a companhia controla 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Com receita líquida anual de R$ 16,9 bilhões (ano 2019), o Grupo atende a 7,8 milhões de clientes (o que representa uma população atendida de aproximadamente 20 milhões de pessoas) em 862 municípios de todas as regiões do Brasil, além de gerar cerca de 20,5 mil empregos diretos e indiretos.

Com a missão de transformar energia em conforto, desenvolvimento e oportunidades de forma sustentável, responsável e ética, a Energisa atua com um portfólio diversificado que engloba distribuição, geração, transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de Call Center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora) e soluções em energias renováveis (Alsol).

Fonte: Tamiris/Energisa

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Entrega de investimento de plano de R$ 1 bilhão marca 2 anos da Energisa em Rondônia

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Nova subestação de São Miguel do Guaporé começa a operar e abre temporada de inaugurações de projetos da empresa na BR-429. Entre Presidente Médici e Costa Marques 

A Energisa completa, no fim de outubro, dois anos em Rondônia e, para marcar esse momento, a empresa deu início a mais uma temporada de entregas de obras de seu plano de investimentos de R$ 1 bilhão. A nova subestação de São Miguel do Guaporé começou a operar na sexta-feira (16). Até o fim do mês, será a vez da unidade de Seringueiras e, em seguida, a de São Francisco. As três subestações e o linhão de 180 km que as interliga receberam R$ 112 milhões em investimentos. São parte do conjunto de sete novas subestações construídas pela empresa no eixo da rodovia BR-429 até Costa Marques, que abre caminho para a solução de problemas históricos no fornecimento de energia da região.

“Rondônia é hoje o principal destino dos investimentos da Energisa no país. Estamos levando infraestrutura nova e de qualidade para atender a população e gerar empregos em todos os municípios no eixo da BR-429”, comemora o diretor-presidente da Energisa, André Theobald.

As novas subestações de São Miguel, Seringueiras e São Francisco abrem caminho para a interligação de mais um sistema isolado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), o mesmo que abastece a maioria dos brasileiros de energia elétrica. Até dezembro, a usina térmica que atende o município de São Francisco, será desligada. Em seguida, será a vez do sistema São Domingos-Costa Marques. “Em São Francisco, será desligada a segunda usina térmica a diesel daquela região. A primeira foi a do sistema Médici-Alvorada do Oeste, desligada em abril”, conta Theobald.

De acordo com o diretor-presidente da Energisa, o investimento de mais de R$ 1 bilhão considera o que foi investido nesses dois primeiros anos de operação da empresa no estado. O plano de transformação de Rondônia, porém, é muito mais amplo. Até o fim desse ano, serão 12 entregas, entre subestações novas, com infraestruturas modernizadas e capacidade ampliada, e linhões. Para 2021, a previsão é de entregas de outros 21 sistemas, com estruturas seguindo o mesmo padrão de qualidade, eficiência e tecnologia.

“Estamos construindo subestações, reformando as existentes, implantando redes de internet por rádio e fibra ótica para melhorar a comunicação entre nossas equipes. As grandes obras são importantes, mas há muita coisa que não aparece, mas tem reflexo imediato na qualidade, como o investimento em equipamentos que  protegem a rede de curto-circuito e restabelecem o fornecimento  automaticamente”, completa, frisando o esforço para manter o ritmo de trabalho cumprindo todas as medidas de segurança exigidas pela pandemia de Covid-19.  “Rondônia ficou anos sem investimento e tem uma demanda reprimida por energia muito alta. Não podíamos parar”, completa Theobald.


Tamiris Barcellos Ribeiro Garcia

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Oportunidade de emprego: A Lanternagem e Pinturas Paraná está contratando funcionários

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