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Agronegócio

Boi: veja a tendência de preços no segundo semestre de 2020

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De acordo com pesquisador do Cepea, cotações devem continuar firmes devido à demanda internacional aquecida e à competitividade da carne bovina brasileira,

O Brasil exportou 155 mil toneladas de carne bovina (fresca, refrigerada ou congelada) em maio, de acordo com dados do Ministério da Economia. Isso representa recorde histórico considerado os resultados para o mesmo mês em ano anteriores. Até a terceira semana de junho, com 14 dias úteis, o total embarcado foi de 107,2 mil toneladas. Se o ritmo diário de 7,6 mil toneladas se mantiver nos últimos sete dias úteis o mês, a projeção é de que o volume embarcado chegue a 160,8 mil toneladas, o que consolida também recorde histórico para o mês.

Em relação à receita, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o valor de maio foi o quarto maior da série histórica, com US$ 683 milhões. Quando feita a conversão para reais, o valor chegou a quase R$ 25 mil por tonelada vendida, o maior já registrado em toda a série.

De acordo com o pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) Thiago Bernardino, o pecuarista sente os efeitos da exportação aquecida e do incremento no valor pago. Ele afirma que a média projetada para o segundo semestre está na faixa de R$ 205 até R$ 230 por arroba. Isso pode situar a média de preços até R$ 50 acima dos últimos cinco anos. 

“Apesar do aumento de custos dos insumos como do grão, combustível e nutrição com a desvalorização do real, o produtor que exporta para países europeus e para a China consegue capturar grande parte desse aumento, sobretudo se mantiver boa gestão dentro da porteira”, diz Bernardino.

O pesquisador estima que tendência para os próximos anos seja de continuidade deste cenário forte para o mercado de boi no Brasil, principalmente pelo fato que a carne brasileira é muito barata na comparação com as de outros importantes players, como Estados Unidos e Austrália, mesmo desconsiderando o efeito cambial.

Porém, o pesquisador ressalta que teremos oscilações à frente, sobretudo devido às políticas comerciais da China. O país asiático já renegociou preços no passado e caso as cotações sigam em alta dentro do Brasil, os preços também sobem internacionalmente, podendo gerar novas pressões por negociação.

A China tem demandado proteína brasileira desde o segundo semestre de 2017 e se consolidou em patamares recordes a partir de agosto do ano passado. Com alguns problemas de sanidade como peste suína africana, febre aftosa e influenza aviária, o país depende muito de produção de outros lugares, e a carne brasileira tem preço bastante competitivo. No nível demandado pelo gigante asiático, o Brasil é um dos poucos a conseguir atender em questão de preço, como produção e também com relação política mais estável com a China, na comparação com Austrália e Estados Unidos.

Por Felipe Leon, de São Paulo

Fonte: rondorural

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Agronegócio

Crescimento do setor agrícola impulsiona outras culturas do agronegócio

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Unido ao setor produtivo, com forte atuação em todo o território rondoniense, o Governo de Rondônia, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopatiril do Estado (Idaron), há 22 anos, tem garantido a sanidade da produção agropecuária, oferecendo uma parceria que tem agregado ainda mais maior valor comercial à produção e abertura de mercado ao produto primário.

Em decorrência dos esforços do Executivo Estadual em combater pragas e doenças, fortalecendo o agronegócio, Rondônia saiu da condição exclusiva de importador de alimentos para se tornar um grande provedor para o restante do Brasil. Com uma política de governo assertiva, de apoio ao produtor, e investimentos tanto para o fomento quanto em tecnologia, o Estado conquistou aumentos significativos no plantio e na produtividade agrícola, despontando entre os três maiores produtores de grãos da região Norte e conquistando o 14° lugar no ranking de produção de grãos do Brasil.

Destaque para a soja que, com 397 mil hectares plantados, em mais 1.7 mil propriedades rondonienses, fechou 2020 com uma colheita superior a 1,3 mil toneladas, o que resultou em mais de R$ 3.3 milhões em exportações, segundo divulgou a edição de julho do boletim Agro da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). Com aumento de 0,79% na produção, em relação a maio do ano passado, a exportação de milho também deu um leve salto em 2020, fechando o período com R$ 1.425,6, milhões em vendas e mais 1,07 mil toneladas produzidas.

Vale destacar que o crescimento do setor produtivo agrícola tem impulsionado outras culturas como a pecuária, a suinocultura, a produção de aves e aquicultura, com foco especial na criação de peixes. Dados do Governo do Estado apontam que, no ano passado, a comercialização de suínos e derivados do animal rendeu R$ 1,17 milhões a Rondônia. No mesmo período, o comércio de frangos movimentou mais de R$ 320 milhões, com ênfase também na produção de ovos, que teve rendimento anual de R$ 51,7 milhões em 2020.

AQUICULTURA

Dentro da piscicultura, Rondônia vem destacado-se na produção de tambaqui em regime semi-intensivo. No ano passado, de acordo com a Seagri, o Estado produziu 65.500 toneladas do pescado. A produção tem enorme potencial de crescimento devido a grande disponibilidade de recursos hídricos na região e a participação massiva dos pequenos produtores. Nos últimos três anos, por exemplo, Rondônia ampliou a área destinada à piscicultura e, atualmente, conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

Em 2021, o Estado produziu 65.500 toneladas de tambaqui

Componente importante na alimentação desses animais, tanto a soja quanto o milho tem influência direta no desempenho dessas culturas, orientando, de certa forma, os custos da produção e o valor de mercado da carne e derivados. “Daí a importância do trabalho desenvolvido pela Idaron. Combatendo e prevenindo pragas quarentenárias, como a ferrugem asiática ou ferrugem da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a Agência impede o colapso no setor produtivo e o eventual aumento dos preços das commodity’s pela possível escassez do produto no mercado”, explica o presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres.

SUINOCULTURA

O Estado possui 310 propriedades cuja atividade comercial inclui a criação de suínos. Outras 22.676 explorações pecuárias trabalham com suinocultura, mas com a finalidade de subsistência. Todas essas iniciativas pecuárias são acompanhadas de perto pela Idaron.

Além do monitoramento sorológico semestral, a Agência mantém o serviço de vigilância ativa nas propriedades em que há atividades ligadas à suinocultura. “O Governo tem uma meta mensal que é cumprida rigorosamente pelos servidores da Idaron, em apenas seis meses, de janeiro a junho desse ano, já foram realizadas quase mil visitas aos criadores de suínos”, destaca Julio Peres.

Para fomentar ainda mais o setor, o Executivo Estadual, por meio da Seagri, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), vai qualificar 10 técnicos, que serão multiplicadores, para atuar no fomento da suinocultura no Estado. O objetivo da iniciativa é multiplicar os conhecimentos adquiridos aos micro, pequenos e médios avicultores e suinocultores de Rondônia.

PUJANÇA DA PECUÁRIA

O crescimento da produção agropecuária também inclui a criação de bovinos e bubalinos, maior filão de negócios dentro da pecuária rondoniense. Em 2015, o rebanho geral do Estado, incluindo gado de leite e de corte, era formado por 13,4 mil cabeças de gado, hoje, em 2021, esse número saltou para 15,1 mil cabeças, o que torna Rondônia a região com maior rebanho do Brasil dentro das áreas que são reconhecidas internacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação.

Rondônia exporta carne para 48 países

“É certo lembrar que esse crescimento não indica exatamente que mais áreas de pasto foram formadas, muito desse crescimento se deve a ‘tecnificação’ das propriedades, com mais áreas de confinamento e melhoria no sistema de produção”, avalia Julio Peres.

Segundo, o presidente da Idaron, Rondônia exporta carne para 48 países. Os quatro maiores compradores, ordenados por volume de compras, é Hong Kong, China, Egito e Chile. Juntos, esses quatro países consomem 83% de toda carne exportada pelo Estado. Israel também já abriu o mercado para o criador rondoniense, em 2019 o país importou 2,8 milhões de dólares em carne.

Esse acesso aos grandes mercados consumidores de carne, devido ao reconhecimento mundial, exigiu que Rondônia adotasse medidas mais drásticas de fiscalização e prevenção contra a doença, com reforço da fiscalização nas áreas de fronteira e investimento em tecnologia, tanto para fins de combate às doenças como de apoio ao produtor, oferecendo praticidade e comodidade ao cidadão na emissão de documentos importantes, como a Guia de Trânsito Animal (GTA) e a Permissão de Trânsito de Vegetal (PTV).


Fonte
Texto: Toni Francis
Fotos: Daiane Mendonça, Irene Mendes e Weyne Sharp
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Rondônia, estado cheio de oportunidades para a pecuária e a agricultura

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Confinamento Alto Bonito – Colorado D’Oeste

Agro pujante e crescendo cada vez mais com a aplicação de tecnologia são características de Rondônia, que ficaram claras para a expedição do Confina Brasil, que esteve no estado na última semana de julho. “Visitamos 19 plantas de confinamento no estado e, assim como na região sul, o pioneirismo chamou a atenção. Muitos dos que hoje aqui estão deixaram tudo para trás para encarar um novo território que precisava ser colonizado, mesmo com poucos recursos, mas acreditando no potencial do estado. Atualmente, administram grandes grupos agropecuários, prósperos e em desenvolvimento constante”, declara Felipe Araújo Dahas, médico veterinário e coordenador do Confina Brasil.  

O relevo e o clima, associados à tecnologia, foram as portas de entrada para a agricultura. Destaque para a soja, o milho e o algodão, que ocupam grandes áreas em Rondônia, com produtividade semelhante aos estados mais tradicionais na atividade. Atualmente, o estado cultiva cerca de 662,8 mil hectares de grãos e 7,9 mil hectares de algodão, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em 2021. 

O desenvolvimento da agricultura tem surtido efeito na pecuária de duas formas: competição por território, que exige intensificação dos que pretendem continuar na atividade pecuária, aumentando a eficiência no uso da terra. E aumentando a oferta de alimentos na forma de grãos e coprodutos para os confinamentos, os quais estão cada vez mais presentes no estado.

Joselito Andreata – Colorado D’Oeste

“O confinamento tem sido uma das principais estratégias de intensificação para os grandes, médios e pequenos produtores que visitamos. A preocupação com gestão, ambiente, desempenho e bem-estar animal, está presente em todas as visitas, assim como a predominância do gado nelore, adaptado ao clima quente da região”, conta Olavo Franco Bottino, médico veterinário e técnico do Confina Brasil.

A expedição conheceu produtores que vivem exclusivamente da agropecuária, mas também aqueles que têm a pecuária como investimento, na carteira diversificada de negócios. Todos apaixonados pelo estado das oportunidades.

“A transição entre as gerações traz como bagagem a modernização e a percepção de que para produzir é preciso preservar. O confinamento é sinônimo de intensificação, que por sua vez resulta em eficiência, e tem sido essa a ferramenta utilizada para melhorar os resultados no aproveitamento das áreas já abertas, evitando o desmatamento, diminuindo a emissão de gases de efeito estufa, trazendo retorno econômico e garantindo a segurança alimentar da população. Tudo isso contribui para uma produção sustentável no estado”, conclui Eduardo Seccarecio, engenheiro agrônomo e técnico do Confina Brasil.

O Confina Brasil continua e, entre os dias 2 e 11 de agosto, as equipes visitam Mato Grosso, conhecendo in loco propriedades pecuárias em Sapezal, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Tapurah, Juara, Guarantã do Norte,

Matupá, Alta Floresta, Colíder e Nova Guarita

A expedição Confina Brasil tem patrocínio ouro da BRA-XPElancoCasaleNutron e UPL; e patrocínio prata da AB VistaAssociação Brasileira de AngusBarenbrugBeckhauserConfinartGA (Gestão Agropecuária)Inpasa e Zinpro.  A expedição conta ainda com o patrocínio da montadora Fiat e apoio institucional da Assocon, Embrapa Pecuária SudesteEmbrapa InformáticaHospital de Amor de Barretos e Sociedade Rural Brasileira.

Mais informações no portal www.confinabrasil.com e Instagram @confinabrasil.

Fonte: Giovanna Borielo

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Agronegócio

Produtores têm até 13 de agosto para fazer inscrição no 6º Concafé

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A cerimônia que vai premiar os melhores e mais sustentáveis cafés rondonienses está marcada para o dia 05 de novembro

O prazo para inscrição no 6º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé) encerra no dia 13 de agosto. O evento, realizado pelo Governo de Rondônia, vai reunir produtores de café robusta de todo o estado, concorrendo a R$ 346.800,00 em prêmios. A cerimônia de premiação está marcada para 5 de novembro.

A inscrição é gratuita e deve ser realizada apenas nos escritórios locais da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) nos municípios. Entre os prêmios desta edição estão um trator cafeeiro cabinado no valor de R$ 185.500,00 (cento e oitenta mil e quinhentos reais), uma estufa de secagem de café 12 mil litros, no valor de R$ 110 mil, um torrador cinco quilos standard no valor de R$ 19 mil, entre outros.

No ato da inscrição, o produtor precisa apresentar os documentos de identificação, comprovante de posse da propriedade, além de entregar a ficha de inscrição integralmente preenchida e assinada. O formulário está disponível no Portal do Governo de Rondônia.

Na 5ª edição do Concurso, o café cultivado por Wilson Surui conquistou 81,83 pontos

Ainda, para a efetivação da inscrição, o cafeicultor precisa entregar a amostra representativa do café para que possa ser avaliado ao longo do concurso. São necessários três quilos de café pilado, que devem estar acondicionado em embalagem de saco plástico transparente, identificando o nome completo do produtor, CPF, telefone de contato e município.

O produtor participante também precisa manter disponível em sua propriedade, ou armazém, um lote contendo no mínimo cinco sacas de 60 kg de café pilado, homogêneo e equivalente à amostra inscrita na 6ª edição do Concafé. Isso porque a comissão organizadora poderá realizar visitas às propriedades, a qualquer momento, para conferir os lotes de café inscritos no concurso.

PRODUTORES

Em Cacoal, o produtor João Alves da Luz cultiva oito mil pés de café em três hectares de sua propriedade localizada na Linha 12. Com o apoio da esposa Nilcinéia Rubim, ele se inscreveu no Concafé pela segunda vez. “Nós já ficamos em 14º na edição de 2019 e estamos ansiosos pelo concurso deste ano. A gente mexe com café desde que veio pra cá, em 1986. Tem uns oito anos que começamos com o café clonal e há uns três anos nos dedicamos ao café de qualidade”, conta o produtor.

De acordo com Nilcinéia, o Concafé ajudou a incentivar o casal na busca pela qualidade da produção. “Com certeza incentivou a gente a plantar café com qualidade. Esse apoio do Governo do Estado para o agricultor é muito importante, porque nos ajuda e nos incentiva a melhorar cada vez mais. Não é mais um café que a gente precisa plantar em grande quantidade de pés. Hoje, em uma área muito menor, a gente produz muito mais do que produzia antes. Isso é tudo de bom. Agora a gente produz mais e melhor”, completa a dona Nilcinéia.

Nesta segunda-feira (2), o produtor indígena Wilson Nakodah Surui deixa a Aldeia Kabaney, na Linha 15, e garante que vai até o escritório da Emater em Cacoal para a fazer a sua inscrição no Concafé 2021. Em sua propriedade, dentro da Terra Indígena 7 de Setembro, ele cultiva quatro mil pés de café. Na safra de 2020, ele colheu 120 sacas. “Eu comecei a participar do Concafé porque é uma oportunidade de expor o meu café para que assim pudesse alcançar possíveis compradores de cafés especiais e de café indígena. E também tem a premiação que chama a atenção, tratores e outros implementos para a cafeicultura”, destaca Wilson.

Para o produtor, que já participou das duas últimas edições do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia, em 2019 e 2020, o poder público tem acertado bastante ao motivar os produtores rurais. “Minha avaliação dessa iniciativa do Governo de Rondônia em promover um evento dessa natureza é muito bom. Isso fortalece e incentiva, principalmente o pequeno produtor. A minha expectativa é de que nosso trabalho seja reconhecido e valorizado através do Concafé”, ressalta. Na 5ª edição do Concurso, o café cultivado por Wilson Surui conquistou 81,83 pontos.

O Produtor João Alves da Luz cultiva oito mil pés de café em três hectares de terra.

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO CAFÉ

  • Todas as amostras inscritas no Concafé passam por um processo de triagem, em que serão codificadas, com a finalidade de manter em sigilo as informações de origem e nome dos produtores inscritos.
  • Após a codificação, as amostras serão encaminhadas à equipe de classificação física, que será realizada por profissionais com experiência, seguindo a metodologia da Classificação Oficial Brasileira (COB), conforme Instrução Normativa No 8, de 11 de junho de 2003 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento-Mapa.
  • A classificação das amostras será realizada por classificadores indicados pela Agência de Defesa Sanitária, Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron).
  • As amostras poderão enquadrar-se até, no máximo, o tipo 6 (86 defeitos). O teor de umidade deverá estar entre 11 e 13%. Serão desclassificadas todas as amostras que não obedecerem a esses critérios.
  • A análise sensorial para a qualidade de bebida será realizada por uma equipe de, no mínimo, três profissionais com formação “Q Robusta Grader”, licenciados pelo Coffee Quality Institute (CQI).
  • A avaliação de sustentabilidade consistirá na aplicação de um formulário contendo questões eliminatórias e classificatórias.
  • Somente serão premiados os participantes que atenderam integralmente as questões eliminatórias (obrigatórias) do formulário de sustentabilidade.

Fonte
Texto: Giliane Perin
Fotos: Giliane Perin, Nilcinéia Rubim Luz, Marcelo Surui
Secom – Governo de Rondônia

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