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Agronegócio

Agricultura familiar: orçamento de R$ 1 bi para o PAA beneficiaria 208 mil

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Segundo o Ipea, os recursos resultariam na produção de 420 mil toneladas de alimentos e contribuiriam diretamente com a geração de renda

Foto: Prefeitura Municipal de Araripina/PE

Estudo divulgado nesta segunda-feira, 18, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que o reforço de políticas públicas de apoio à agricultura familiar pode aliviar os impactos econômicos e sociais da pandemia do novo coronavírus. A pesquisa estima que cerca de 208 mil produtores familiares em 2.647 municípios do país, quase 50% do total, seriam beneficiados caso o orçamento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do governo federal seja elevado para R$ 1 bilhão neste ano.

Os recursos resultariam na produção de 420 mil toneladas de alimentos – como verduras, hortaliças e frutas – e contribuiriam diretamente com a geração de renda, em até R$ 4.800 no ano, a cada família beneficiária. Os pequenos agricultores receberiam, em média, R$ 600 mensais entre maio e dezembro deste ano.

A projeção foi feita a partir de microdados fornecidos pelo Ministério da Cidadania no período entre 2011 e está no estudo “O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA): instrumento de dinamismo econômico, combate à pobreza e promoção da segurança alimentar e nutricional em tempos de Covid-19”.

O análise do Ipea traça também outros dois cenários, com diferentes patamares de investimentos. O primeiro considera o orçamento do PAA que seria previsto para 2020, de R$ 186 milhões, e projeta 61 mil produtores beneficiados. O segundo cenário, de R$ 500 milhões, alcançaria 84 mil trabalhadores. Porém, o documento reforça a necessidade de elevar os recursos para R$ 1 bilhão (similar aos orçamento do programa em 2011 e 2012).

Na avaliação da pesquisadora Regina Sambuichi, coautora do estudo, o diagnóstico confirma o papel estratégico das políticas voltadas para a segurança alimentar com o objetivo de mitigar impactos da pandemia. “Os dados mostram a possibilidade real de promover dinamismo econômico com incentivo às cadeias produtivas alimentares. É fundamental promover o fortalecimento do setor neste momento de instabilidade econômica e social”, argumenta. Os indicadores deverão ser encaminhados ao Ministério da Cidadania, responsável pelo PAA, para auxiliar na elaboração de políticas públicas e tomada de decisão no período de pandemia.

Fonte: Canal Rural

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Agronegócio

Alface transgênica pode ajudar pacientes com Covid-19

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Produto é eficiente contra aumento da pressão arterial pulmonar

 

O Dr. Henry Deniell, da Penn State, nos Estados Unidos, desenvolveu vacinas experimentais comestíveis contra patógenos perigosos, bem como alfaces geneticamente modificadas com medicamentos que estimulam a produção de insulina em diabéticos ou controlam a hipertensão arterial pulmonar (HAP). Ele agora está realizando estudos clínicos para explorar se os excelentes resultados com suplementação oral à base de plantas para HAP também podem ajudar a mitigar complicações em pacientes infectados com COVID-19.

Na hipertensão arterial pulmonar (HAP), a pressão alta nas artérias dos pulmões faz o coração trabalhar muito para bombear o sangue para os pulmões e para o resto do corpo. A condição é rara, mas mortal, e os tratamentos atuais são caros e têm efeitos colaterais e métodos de aplicação são inconvenientes para paciente. Também não há cura.

O fármaco proteico, constituído pela enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2) e seu produto proteico angiotensina (1-7), pode ser tomado por via oral e, em um modelo animal de HAP, reduzir a pressão e a remodelação da artéria pulmonar. Além disso, estudos rigorosos de toxicologia e resposta à dose sugeriram a segurança do medicamento em animais. Mais trabalho será necessário para desenvolver essa nova abordagem de tratamento para pacientes com HAP.

“Realizamos uma extensa pesquisa para expressar altamente essas proteínas em plantas de alface e para garantir que o produto seja seguro e eficaz”, diz Daniell. “Estamos prontos para avançar com mais trabalho para levar isso à clínica”, completa.

Daniell usou sua plataforma inovadora para cultivar proteínas biomédicamente importantes de vários tipos nas folhas das plantas. O sistema funciona bombardeando fisicamente o tecido da planta com os genes de interesse, fazendo com que os cloroplastos absorvam os genes e depois expressem esta proteína de forma estável.

Por: Agrolink –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Nota da JBS de São Miguel do Guaporê – RO

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A JBS reitera que tem como objetivo prioritário a saúde de seus colaboradores. A Companhia ressalta que desde o início dessa pandemia tem adotado um rígido protocolo de prevenção contra a Covid-19 em suas unidades conforme as orientações dos órgãos de saúde e do Hospital Albert Einstein, além de especialistas médicos contratados pela Companhia para apoiar na implantação rigorosa de medidas para a proteção de seus colaboradores.

Entre as ações adotadas pela Companhia, estão:

–  afastamento de pessoas que fazem parte do grupo de risco como maiores de 60 anos, gestantes e todos os que tiveram recomendação médica;

–  ampliação da frota de transporte;

–  desinfecção diária das unidades;

–  medição de temperatura de todos antes do acesso às fábricas;

–  vacinação contra gripe H1N1 para 100% dos colaboradores;

–  ações de distanciamento social;

–  forte comunicação de prevenção e cuidados, entre outras.

Todas as medidas adotadas pela JBS estão a de acordo com os mais altos padrões. Saiba mais sobre as medidas de saúde e segurança adotadas pela JBS:

https://jbs.com.br/comunicacao/covid-19-principais-medidas-de-protecao/

Por: Assessoria

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Agronegócio

Carne bovina do Brasil começa a chegar aos EUA

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EUA vem registrando uma redução no na capacidade de produção de carne bovina. Brasil pode aproveitar a situação.

O Brasil avança nas exportações de carne bovina para os Estados Unidos enquanto a pandemia de coronavírus afeta a produção dos frigoríficos norte-americanos. No mês passado, 131 toneladas de carne desossada e congelada foram exportadas¹ pelo Brasil aos EUA, um volume mensal que não era registrado desde 2017.

O volume ainda é pequeno e fica bem abaixo da média de 2 mil toneladas por mês exportadas em 2017, quando o mercado norte-americano, após duas décadas fechado, havia sido reaberto para os exportadores brasileiros.

A expectativa é que os números da exportação de carne bovina brasileira aos EUA continuem subindo nos próximos meses.

As medidas de segurança e a redução de funcionários impostas pelos governos dos Estados americanos para conter o coronavírus estão tornando as operações dos grandes frigoríficos locais ainda mais lentas.

Em algumas partes do país, os consumidores já encontram algumas prateleiras de carne vazias² nos supermercados.

Fonte: renovamidia.com.br

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