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Crivella segue fala de Bolsonaro e anuncia reabertura gradual do comércio.

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Prefeito do Rio diz que presidente quis passar uma mensagem de “otimismo e fé”

Crivella busca o apoio de Bolsonaro para a reeleição. Foto: Jorge William / Agência O Globo

RIO – O prefeito Marcelo Crivella disse na manhã desta quarta-feira que o presidente Jair Bolsonaro quis passar uma mensagem de otimismo e fé de que a situação vai melhorar nos próximos dias no pronunciamento que fez na terca-feira à noite. O prefeito, no entanto, contrariando o discurso de Bolsonaro, defendeu a manutenção das ações de isolamento social por pelo menos mais 15 dias

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Consumo consciente é fundamental para evitar desabastecimento em supermercados durante pandemia

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Neste momento de pandemia a limitação quantitativa de produtos é uma medida necessária

As medidas de contenção da Pandemia do Covid-19 (novo coronavírus) fez com que muitas pessoas, temendo o desabastecimento, fossem aos supermercados para a compra de uma grande quantidade de alimentos a serem estocados. Para resolver esse tipo de situação, o Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) orienta aos consumidores para que tomem as medidas adequadas.

O coordenador estadual do Procon de Rondônia, Ihgor Rego, comentou que o medo da pandemia está provocando uma corrida aos supermercados. Ele ressalta que atitudes como estas podem influenciar no aumento do preço dos produtos e prejudicar, principalmente, consumidores com baixo poder aquisitivo.

“Na corrida dos consumidores aos supermercados, a preocupação é o aumento de preços dos produtos essenciais. A orientação, neste primeiro momento é comprar apenas o necessário, que habitualmente consome, evitando excessos”, esclarece Ihgor Rego.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe ao fornecedor limitar a venda de produtos sem que haja justo motivo. Pois bem, “neste momento de crise sanitária mundial, o órgão entende que a limitação quantitativa de produtos é uma medida necessária, garantindo que produtos essenciais alcance o maior número de pessoas, evitando, como visto num passado recente, que um único consumidor leve todo um lote de um mesmo produto”, explicou o coordenador.

A conduta individual de consumo consciente, sem estocar produtos, ajuda a evitar prateleiras vazias, onde o mercado não pode ser desabastecido e a maior quantidade de pessoas precisa de ter acesso aos produtos. Em outra frente, o Procon/RO está fiscalizando e autuando os estabelecimentos que estão aumentando os preços dos produtos de forma injustificada, do qual se vale do medo da população nesse momento de crise.

O consumidor que se deparar com algum problema associado às relações de consumo poderá registrar uma denúncia pelo e-mail do órgão: [email protected], pelo telefone 151 ou mesmo pelo whatsapp (69) 9 8491-2986.

É muito importante que a população participe do processo de fiscalização, inclusive, fotografando aquilo que entende abusivo.

Fonte
Texto: Ana Cláudia Barros
Fotos: Daiane Mendonça e Jeferson Mota
Secom – Governo de Rondônia

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Coronavírus: quanto tempo deve demorar até a gente ter uma vacina?

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© Ilustração: André Moscatelli//Coronavírus: quanto tempo deve demorar até a gente ter uma vacina?/SAÚ… As perspectivas mais otimistas garantem que o imunizante contra o novo coronavírus estará disponível em 18 meses

“Se tivéssemos uma vacina, não estaríamos vivendo toda essa situação com o novo coronavírus agora”. Foi assim que o médico Jorge Kalil, professor de imunologia clínica e alergia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, começou nossa entrevista. Ele tem razão no que fala: além de ser um dos mais reconhecidos e respeitados cientistas brasileiros, possui ampla experiência como diretor do Instituto Butantan, o maior fabricante de vacinas na América Latina, durante sete anos

Kalil, inclusive, lidera um dos esforços para a criação de uma vacina para combater o Sars-Cov-2, o tipo de coronavírus que está por trás da Covid-19, doença que provoca a pandemia atual. Ele não está sozinho nessa empreitada: a Organização Mundial da Saúde calcula que há pelo menos 20 imunizantes diferentes sendo estudados nesse exato momento em várias partes do mundo. Nas últimas semanas, grupos de cientistas da China e dos Estados Unidos anunciaram testes em humanos, o que significa um avanço e tanto.

Apesar de as notícias serem animadoras, precisamos permanecer com os pés no chão. O doutor Kalil e outras fontes ouvidas por SAÚDE acreditam que, infelizmente, não teremos uma vacina pronta para ser utilizada em menos de 18 meses. “É preciso levar em conta todo o processo envolvido nisso: falamos de um vírus completamente novo, que pulou para a espécie humana há pouco tempo. Precisamos entender se as candidatas que estão análise são seguras, se não trazem nenhum efeito colateral, quantas doses são necessárias para gerar anticorpos…”, lista Kalil.

Uma longa estrada pela frente antes de termos a vacina contra o coronavírus

Em situações normais, vacinas e remédios passam por um rito longo e complexo antes de serem aprovados para uso em seres humanos. Tudo começa com os estudos pré-clínicos, que são feitos em amostras de células e cobaias, nas bancadas de laboratórios. 

Se tudo der certo, o próximo passo são as pesquisas clínicas, que envolvem testes com seres humanos. Esse estágio é dividido em três fases, em que são testadas a segurança e a eficácia daquele novo produto. Em cada uma, o número de voluntários envolvidos aumenta, o que garante confiança e solidez ao processo.

Todas essas informações são divulgadas nos jornais científicos, como The LancetJournal of the Americal Medical AssociationNature Science. Isso permite que outros cientistas, que não estão necessariamente envolvidos com o assunto, possam analisar os dados e checar se tudo está correto.

Essa estratégia, consagrada há décadas, ainda ajuda a repetir o mesmo experimento utilizando os mesmos métodos num outro contexto, para ver se os resultados são iguais. As grandes descobertas científicas, que impactam a nossa vida, acontecem a partir do acúmulo de conhecimento ao longo do tempo.

Os números a seguir dão uma noção do rigor de todo esse procedimento: de cada 5 mil novas moléculas que são testadas em todas aquelas fases que mencionamos acima, apenas uma consegue passar com sucesso e ser aprovada para uso comercial. Os laboratórios gastam, em média, 2,6 bilhões em todo esse caminho, que costuma ser trilhado em cerca de 12 anos.

Situações de exceção

É óbvio que, num contexto adverso, como o surgimento de um novo vírus que provoca uma pandemia, os ritos da ciência se aceleram. Afinal, não dá pra esperar uma década para ter uma solução capaz de se opor a um problema urgente, que está matando milhares de pessoas ao redor do mundo. 

Nesse sentido, as agências regulatórias da Europa e dos Estados Unidos, que controlam quais remédios podem ser vendidos ou não nesses territórios, adotam um regime chamado fast track (ou faixa rápida, numa tradução literal). A ideia é agilizar o processo e permitir que a população tenha acesso a remédios e vacinas mesmo sem a conclusão de todas as fases de pesquisa. A lógica é que os potenciais benefícios suplantam qualquer risco.

E é justamente isso o que está acontecendo agora em relação ao coronavírus: as agências regulatórias já declararam o tal do fast track e poderão aprovar novos produtos que mostrarem bons resultados numa fase intermediária, mesmo sem todas as evidências de eficácia num número maior de voluntários. 

Corrida contra o relógio (e contra o coronavírus)

Mas, afinal, como andam as vacinas capazes de prevenir a Covid-19? De acordo com o doutor Kalil, os grupos internacionais investem num imunizante que utiliza algo chamado RNA mensageiro. Calma que a gente explica: uma vez dentro do organismo, essa molécula teria a capacidade de entrar em algumas células. Elas passariam então a produzir proteínas que também aparecem na superfície do Sars-Cov-2, o novo coronavírus. Com isso, o sistema imune conseguiria reconhecer e rechaçar uma eventual invasão do vírus de verdade.

A estratégia brasileira é diferente: a equipe liderada por Kalil está construindo em laboratório uma “casquinha” que imita o coronavírus. Na superfície dessas moléculas estão as tais proteínas desse agente infeccioso, que suscitariam uma resposta efetiva do sistema imune. “Em vez de dar a informação para que o organismo produza as proteínas, nossa proposta é entregar ao corpo as proteínas prontas”, resume o especialista.

Em outras palavras: no projeto internacional, a candidata à vacina ensina o organismo a pescar. Na iniciativa brasileira, o imunizante já dá o peixe logo de cara.  

Vale mencionar que essa competição não precisa ter um único vencedor. “Seria importante dispormos de mais de um de tipo de vacina, até pelo tempo que levará para produzir as milhões de doses necessárias para proteger toda a população mundial”, vislumbra Kalil. 

Por fim, o especialista destaca que, em situações como a que nós estamos vivendo, a importância de investir em ciência no Brasil se torna evidente. “Trata-se de uma questão estratégica. É lógico que o país que tiver capacidade de produzir um imunizante ou remédios privilegiará sua população antes de exportar o produto para outras nações”, aponta. 

Não tem escapatória: a possibilidade de ter uma vacina contra o novo coronavírus amanhã depende do que cientistas e governantes fizerem hoje.

Fonte: msn

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Covid-19: 500 mil kits de teste rápido chegam ao Brasil

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Exame permite que se tenha um resultado em apenas 15 minutos

Foto: © REUTERS/Lindsey Wasson/direitos reservados – Agência Brasil

O primeiro lote com 500 mil kits de testes rápidos para o novo coronavírus, comprados pela empresa Vale, já chegaram ao Brasil. A remessa vinda da China desembarcou no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na tarde de ontem (30) e foi encaminhada para o centro de logística do Ministério da Saúde na capital paulista.

A Vale fechou a compra de 5 milhões de kits para a verificação de infecção por covid-19. O teste, produzido pela empresa chinesa Wondfo, tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele detecta anticorpos e permite que se tenha um resultado em apenas 15 minutos.

Segundo a mineradora, a doação é uma forma de ajudar o governo brasileiro no combate à disseminação da doença no país. A Vale está usando sua rede de logística na Ásia para trazer insumos ao Brasil. As 4,5 milhões de unidades restantes serão entregues à empresa pelo fornecedor ao longo do mês de abril.

A logística de distribuição dos kits no Brasil será feita pelo governo federal e o Ministério da Infraestrutura é o responsável por garantir a oferta de linhas aéreas essenciais para o despacho do material. A pasta também deve atuar em suporte quando houver lacunas na distribuição. “O ministro Tarcísio [Freitas] está em contato com os estados através do Conselho Nacional de Secretários de Transportes (Consetrans) e conta com a possibilidade de usar aeronaves e veículos oficiais, além do apoio das Forças Armadas”, informou o ministério.

Em publicação no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro destacou o trabalho da equipe. “Chega o primeiro lote de kits de exame rápido. Quinhentos mil itens de um total de 5 milhões doados pela Vale. A distribuição do material desta etapa está a caminho dos 26 estados de todo Brasil e DF”, escreveu.

Hospital das Clínicas de Porto Alegre

Bolsonaro também anunciou a chegada de novos equipamentos de Terapia Intensiva no Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA), custeado com recursos do Ministério da Educação (MEC). De acordo com o presidente, mais recursos serão distribuídos para expansão dos leitos de 40 hospitais universitários.

No dia 13 de março, o governo editou medida provisória que destina R$ 5 bilhões para combater a crise provocada pelo coronavírus (Covid-19). Do montante, além dos recursos para o HCPA, os hospitais universitários receberão R$ 204 milhões.

O hospital de Porto Alegre passará a contar com 105 leitos em um novo Centro de Terapia Intensiva (CTI). A unidade atual tem 53 leitos. Ele é integrante da rede de hospitais universitários do MEC e vinculada academicamente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

De acordo com o ministério, a obra física do novo CTI foi entregue em outubro de 2019. Com o surgimento da pandemia de covid-19, o MEC liberou, no início de março, emergencialmente, R$ 57 milhões para que o hospital comprasse os equipamentos e pagasse as despesas de custeio para colocar a unidade em funcionamento.

O CTI será implementado de forma gradual e, até sexta-feira (3), dez novos leitos de terapia intensiva dedicados, exclusivamente, a pacientes portadores de covid-19 devem ser instalados. Além disso, o MEC analisa o pedido de 775 vagas para profissionais assistenciais e de apoio para atuarem na unidade.

Fonte: Agência Brasil

 

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