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Agronegócio

Tambaqui de Rondônia desembarca em São Paulo para festival do peixe

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O presidente Bolsonaro aprovou o sabor do peixe e as entidades parcerias resolveram repetir o evento, desta vez no coração econômico do país, São Paulo

Foto: Assessoria

O Festival do Tambaqui da Amazônia, realizado em Brasília no ano passado com um grande churrasco para degustação, fez tanto sucesso que conquistou o paladar do centro do poder, no planalto central. O presidente Bolsonaro aprovou o sabor do peixe e as entidades parcerias resolveram repetir o evento, desta vez no coração econômico do país, em São Paulo.

Sebrae, Governo de Rondônia, Acripar (Associação dos Criadores de Peixe do Estado de Rondônia) e diversas outras instituições se reúnem novamente para repetir o sucesso de público e de sabor com a espécie que o estado de Rondônia é o maior criador em cativeiro. Em Brasília, foram assadas quatro mil bandas do saboroso e nutritivo tambaqui de Rondônia, agora parceiros planejam evento de grande impacto na cidade mais influente da América Latina.

Em reunião com o secretário de estado da agricultura de São Paulo, Gustavo Junqueira, o Secretário de Estado de Agricultura de Rondônia, Evandro Padovani, o presidente da Acripar, Francisco Hidalgo Farina, e o diretor técnico do Sebrae, Samuel de Almeida, apresentaram os resultados do evento de Brasília e os detalhamentos, bem como as necessidades para a realização do II Festival do Tambaqui da Amazônia na terra da garoa.

Trata-se de um grande passo, em busca da conquista de novos mercados para o pequeno produtor rondoniense desta espécie de pescado. O Sebrae tem apoiado a cadeia produtiva por meio de um projeto de atendimento em que, além de ser parceiros do Festival do Tambaqui, tem trazido capacitação, orientação e consultorias para aumentar a competitividade de pequeno produtor.

“Sabemos que precisamos inserir tecnologia, aprimorar a gestão, definir estratégias de comercialização para que o produto de Rondônia esteja à altura de grandes players do segmento no país e no mundo”, disse Samuel, ao comemorar a realização do evento em São Paulo.

O evento deve acontecer no fim de março, em local ainda a ser definido, deve reunir potenciais clientes, distribuidores, consumidores em geral e, especialmente, formadores de opinião como jornalistas especializados, chefes de cozinha e profissionais de referência. Esses protagonistas poderão incluir o produto nos principais roteiros gastronômicos da capital paulista, que dita regras e tendências, o que pode ajudar na ampliação de mercado do tambaqui.

Os organizadores esperam levar para São Paulo doze toneladas de peixe e assar oito mil bandas de tambaqui no típico estilo amazônico, apresentando um produto que possui qualidade, sabor nutritivo, identidade e, claro, enorme apelo potencial de vendas.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Agronegócio

Declaração de rebanhos deve ser feita até dia 30 de junho, pela internet ou por telefone

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A partir deste ano em Rondônia não haverá vacinação contra a febre aftosa, então a declaração de rebanhos é obrigatória e tornou-se ainda mais importante.

Fotos: Rolim Notícias

Em Rolim de Moura (RO), de acordo com informações da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron), o produtor tem até o dia 30 de junho para fazer a declaração de rebanhos.

De acordo com supervisor Regional da Idaron de Rolim de Moura, Wellignton Carreta, a declaração de rebanhos (bovino, bubalino e de cabras, ovelhas e suínos) deverá ser feita preferencialmente pela internet, através do site (www.idaron.ro.gov.br), ou por telefone. A medida visa evitar aglomerações resguardando tanto a saúde dos produtores quanto a dos servidores das unidades, prevenindo risco de contaminação pelo coronavírus, explica. 

A declaração pode ser enviada também por e-mail ou WhatsApp, confira os números de telefone disponíveis para declaração:

  • (69) 3442-2365
  • (69) 9. 9290-7706
  • (69) 0800 643 4337

A partir deste ano em Rondônia não haverá vacinação contra a febre aftosa, então a declaração de rebanhos é obrigatória e tornou-se ainda mais importante.

Fotos: Rolim Notícias
Fotos: Rolim Notícias

 Fonte: Rolim Notícias

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Agronegócio

Nebulização é essencial para prevenção de doenças respiratórias em aves e suínos

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Programa de biosseguridade ajuda a garantir a saúde dos animais

As doenças respiratórias estão entre as principais responsáveis pela perda de produtividade em granjas de aves e suínos. “Para combater os vírus e as bactérias que infectam esses animais, os produtores devem considerar importantes fatores de riscos, como mudanças de temperatura, densidade de animais e, principalmente, cuidados com a biosseguridade do ambiente”, informa Ana Caselles, gerente técnica da Sanphar para a América Latina.

Como estratégias de manejo, Ana recomenda a nebulização do ambiente, técnica de desinfecção para baixar a pressão de infecção agindo sobre micro-organismos, como vírus, suspensos no ar e que podem causar problemas respiratórios nos animais. “Em granjas mais modernas, a nebulização pode ser realizada pela tubulação instalada junto ao teto. Quando não há essa opção, os profissionais podem realizar a nebulização via spray através de equipamentos”, informa a especialista da Sanphar.

Dentre as doenças respiratórias mais comuns na avicultura está a Bronquite infecciosa, que tem como agente um coronavírus, provoca sinais respiratórios, perda produtiva e mortalidade. Nos suínos, destaca-se o Complexo de Doenças Respiratórias de Suínos (CDRS), que envolve mais de um agente infeccioso e pode ser de origens diferentes (bacteriana e/ou viral).

Sanidade na granja

Para a eficaz proteção dos animais, a Sanphar conta em seu portfólio com uma moderna solução para a nebulização nas granjas. Trata-se de Timsen®, desinfetante biocida à base de cloreto de alquil dimetil benzil amônia 40%. Timsem possui amplo espectro de ação e eficácia mesmo na presença de matéria orgânica. “Timsen® quebra a tensão superficial dos líquidos, o que aumenta o poder de penetração da solução desinfetante”, explica Ana Caselles.

Biodegradável, Timsen® não provoca irritação ou lesão no trato respiratório, não polui o meio ambiente, não é corrosivo e tampouco irritante. Ele ainda microniza a gota d’água, mantém-se em suspensão por mais tempo e apresenta alta solubilidade devido à fórmula patenteada em formato de cristais solúveis para altas e baixas temperaturas de água. Para a nebulização sobre animais, recomenda-se 1g do produto para cada 1 litro de água. O produto está disponível em potes de 200g e 1kg.

Sobre a Sanphar

A Sanphar é a empresa de saúde animal do Grupo Erber, com sede global na Áustria, referência em pesquisa e desenvolvimento de desinfetantes, fármacos e aditivos para aves e suínos. Site: www.sanphar.net/pt

Giovanna Borielo

Sta Press | Grupo Texto
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Agronegócio

Horta em casa: em tempos de pandemia, como cultivar para uma boa alimentação

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Um dos benefícios de se plantar em casa é aumentar a gama de alimentos orgânicos consumidos.

Plantar em casa as mais diversas variedades de ervas para chás, temperos, legumes, verduras e frutas é uma boa alternativa para o bolso e para a saúde. Afinal, um pequeno espaço no quintal ou até mesmo no apartamento pode se transformar em uma hortinha e virar uma rotina que coloca alimento fresco à mesa. Em tempos de pandemia da Covid-19, esse cultivo caseiro além dos benefícios acima, também pode virar passatempo.

No caso de Rita Silva, de 53 anos, ter um espaço verde em qualquer canto alegra a casa e rende colheitas fartas. Com conhecimento passado de geração para geração, cultiva ervas para chás, temperos e até pé de figo no apartamento que mora em Uberlândia.

“Todo mundo pergunta por que eu tenho um pé de figo em casa. Pode não dar figo aqui no apartamento, sei que é complicado, mas é pelo prazer de ver sair do solo, do jeito que cresce. No apartamento, já plantei e colhi rabanete, cebolinha, cebola, alho, morango, batata doce, entre outros. Acho que uma casa sem planta fica sem graça, é como uma macarronada sem queijo”, contou a estudante de serviço sociais.

Luciano Caixeta durante atendimento a horta em Tupaciguara — Foto: Reprodução/Instagram

Luciano Caixeta durante atendimento a horta em Tupaciguara — Foto: Reprodução/Instagram

O professor e mestre do curso de Agronomia da Unipac, de Uberlândia, Luciano Caixeta, explicou que as hortas da região do Triângulo Mineiro são mais voltadas para temperos e ervas para chás. Cultivos que cabem em locais pequenos e crescem rápido.

“Na nossa região, as pessoas gostam muito de temperos caseiros, como salsinha, cebolinha, hortelã. São plantas que vão rápido. Mas também tem os tomatinhos cereja, que vão bem tanto em casa, quanto em pequenas hortas. Para chás, as pessoas gostam de hortelã, poejo, que cabem em uma sacada, em uma jardineira, e plantam em casa”, explicou o professor.

Benefícios

Um dos benefícios de se plantar em casa é aumentar a gama de alimentos orgânicos consumidos. A nutricionista de Uberlândia, Camilla Borges, reforçou esse discurso e vê motivação extra tanto para a pessoa que tem a iniciativa, quanto para a família na busca de novos hábitos na alimentação.

“Plantar em casa pode ser o início da mudança para as pessoas adotarem hábitos mais saudáveis na alimentação. Quem tiver criança em casa também é importante envolvê-la em todo o processo de construção da horta, do plantio, de colher o alimento, para que ela entenda de onde vem o alimento até chegar à nossa mesa. Isso permite que a gente desenvolva um novo hobby, uma atividade que faz bem para a saúde como um todo”, pontou a nutricionista.

Como plantar em casa

Além de um espaço, alguns itens são necessários para se cultivar uma horta em casa:

  • um vaso ou jardineira
  • pedriscos
  • e terra vegetal.

O próximo passo é escolher entre sementes e mudas. A incidência de luz solar também faz diferença.

“Em lojas de preços populares conseguimos encontrar jardineiras e pedriscos. O pedrisco vai no fundo da jardineira para não acumular água. Depois do pedrisco entra a terra vegetal por cima, aí já pode plantar. É bom lembrar que a maioria das culturas precisa de sol, como as hortaliças. Elas não podem pegar sombra. Se moro em um apartamento que não pega sol, apenas luminosidade, essas plantas não podem ser plantadas”, explicou Luciano Caixeta.

Rita Silva tem duas varandas em casa e escolhe a com mais incidência de luz solar em cada época do ano — Foto: Lucas Papel/G1

Rita Silva tem duas varandas em casa e escolhe a com mais incidência de luz solar em cada época do ano — Foto: Lucas Papel/G1

A vantagem dessas hortinhas é que elas resistem às épocas do ano, desde que sejam criadas condições para tal. A umidade, por exemplo, é outro fator a ser considerado ao iniciar uma plantação.

“Não tem muita época (para plantar). O tomate, por exemplo, não gosta de muita umidade. Se eu tenho uma sacada ou uma horta pequena eu consigo controlar essa água no tomate. Esse período agora é muito propício para as folhas, como rúcula, hortelã, alface, brócolis, couve-flor, porque não tem muita umidade”, completou o professor.

Um pouco de conhecimento com profissionais, livros ou buscas na internet também ajuda, assim como a troca de experiências com quem já cultiva. Rita Silva tem esse costume, mas traz ensinamentos, principalmente, da avó e da mãe.

“Fui aprendendo com os antigos. Morei com minha avó na adolescência e lá tinha muita planta. O café nosso era colhido no quintal. Tinha pêssego, figo, pés enormes, e uma horta. Minha mãe também gostava, plantava jiló e tomate que dava para distribuir para a cidade inteira (risos)”.

Dicas sobre chás e temperos

Muitas das ervas utilizadas na produção de chás são usadas para diminuir a ansiedade e a tensão. A nutricionista Camilla Borges também destaca outras propriedades, que podem estar plantadas no quintal ou na varanda de casa.

“Os chás de camomila, maracujá, capim-limão, valeriana, podem nos auxiliar a reduzir o estresse, a ansiedade, uma vez que esses chás têm propriedades ansiolíticas, sedativas e calmantes e podem ser muito úteis principalmente nesse momento que estamos vivendo. Outros chás como o chá verde, preto e mate, podem nos ajudar a ter mais disposição no dia a dia. De uma maneira geral, estudos mostram que os chás podem ter ação antioxidante, efeito protetor contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer”, comentou.

Chás de ervas caseiros têm inúmeras propriedades — Foto: Unsplash/Divulgação

Chás de ervas caseiros têm inúmeras propriedades — Foto: Unsplash/Divulgação

A receita caseira de Rita Alves é o chá de tanchagem, planta que atua contra diversas infecções, como a das vias respiratórias.

“O chá de tanchagem é simplesmente ferver a folha e tomar como se fosse um comprimido à noite. Se tiver sinusite e tomar, no outro dia sai tudo, descongestiona. Para a garganta, infecção urinária, ele é bom. Não existe uma proporção, é por rumo, igual os antigos. Se for muita folha, muita água, menos folha, menos água. Mas tem que usar as folhas mais velhas”, explicou Rita.

Dos chás para os temperos, cultivar plantas como alecrim, tomilho, orégano, hortelã, é uma boa saída para diminuir o consumo de sal na comida, que é muito alto pelos brasileiros, como explicou Camilla Borges.

“É importante que os temperos naturais substituam o sal na nossa alimentação. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o consumo de sal diário seja equivalente a uma colher de chá (5g), e a média de consumo dos brasileiros é de 12g. O excesso do consumo de sal está ligado a hipertensão, problemas renais e infarto, por exemplo”, finalizou a nutricionista.

Por Lucas Papel, G1 Triângulo e Alto Paranaíba

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