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Meio Ambiente

Produtores são beneficiados com a distribuição de 15 mil mudas de castanha-do-Brasil

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Mais de 300 produtores são beneficiados com a distribuição de 15 mil mudas de castanha-do-Brasil

Além das 15 mil mudas distribuídas, a Sedam recebeu ainda mais 4.986 mudas por compensação

Em setembro do ano passado, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) deu início aos primeiros passos rumo à produção da Castanha-do-Brasil, fruto com alto teor proteico encontrado na floresta amazônica. A secretaria foi responsável pela criação do projeto Plante Castanha para incentivar a produção no Estado.

O coordenador de Florestas plantadas da Sedam, Ari Valdir, explica que o projeto iniciou com a plantação das primeiras sementes no ano passado. Após o período de germinação e adaptação, as mudas estavam prontas para serem doadas.

 

 “Em pouco tempo do projeto tivemos resultados significantes. Nessa primeira etapa tivemos a doação de 15 mil mudas, beneficiando mais de 300 produtores e cerca de 150 hectares atingidos”, destacou o coordenador.

 

Ele afirma ainda que o fruto é de essencial importância para as famílias produtoras, pois maioria usa para consumo próprio e da família. “Quando o produtor procura a Sedam, ele assina um Termo de Compromisso e precisa comprovar qual a finalidade da muda que recebe da Secretaria. Seja para o consumo, ou para a venda”, ressaltou.

O coordenador explica, também, que a Sedam recebe mudas através de compensação, onde empresas, pessoas físicas ou produtores utilizam a madeira da castanha, quando está em estado avançado, ou por queda, entre outros pontos.

“Aquela castanheira que morreu, ou que está colocando em risco propriedades rurais,  é utilizada por empresas ou pessoas físicas, e, através da compensação, estas empresas nos entregam 10 mudas que serão doadas para o plantio. Ao todo já recebemos 4.869 mudas de castanhas. Desse total 3.618 foram distribuídas, restando apenas 1.251 mudas que agora estão sob a responsabilidade da Secretária de Estado da Agricultura (Seagri)”, afirmou Ari Valdir.

De acordo com o secretário adjunto da Sedam, Edgar Menezes Cardoso, este ano a Seagri passou a ser responsável pelo projeto Plante Castanha, criado inicialmente pela Sedam. O secretário explica que a mudança é para alavancar a produção. “A Sedam criou esse projeto visando assegurar a segurança alimentar rural e a comercialização. Agora quem vai dar continuidade a esse trabalho é a Seagri , seja na administração do projeto, ou na distribuição de mudas”, concluiu o secretário adjunto.

Fonte
Texto: Anayr Celina
Fotos: Emater Ro
Secom – Governo de Rondônia

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Meio Ambiente

QUEIMADAS: BR-364 entre RO e AC é tomada por fumaça e coloca motoristas em risco

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O combate aos incêndios na floresta amazônica vem sendo realizado por uma operação integrada

Foto: Natalí Araújo

O município de Porto Velho está entre as cidades que mais registram focos de queimadas dentro de área de floresta amazônica. 
De acordo com dados repassados pelo Governo do Estado, a capital ultrapassou a marca de 18,8 mil focos de calor entre 1º de agosto e os primeiros 14 dias de setembro.
Além de problemas de saúde e da degradação ambiental, as queimadas vêm colocando em risco a vida de motoristas que cruzam a BR-364 dentro do território portovelhense.
Imagens registradas nesta semana às margens da BR-364 no trecho que compreende entre Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC) mostram a situação da rodovia, tomada pela fumaça e com as chamas próximas à pista. 
Foto: Natalí Araújo
O combate aos incêndios na floresta amazônica vem sendo realizado por uma operação integrada entre os poderes executivos e as Forças Armadas. 
Fonte. Rondoniaovivo – João Paulo Prudêncio

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Meio Ambiente

No Dia da Árvore, Sebrae distribui mudas a clientes

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Para celebrar data, os brindes foram doados para quem esteve presencialmente nas agências regionais

O Sebrae em Rondônia, através de seu Comitê de Sustentabilidade interno, aproveitando a celebração do Dia da Árvore, comemorado todo dia 21 de setembro, resolveu presentear seus clientes com mudas de espécies de árvores com objetivo de ampliar a oferta de verde nas cidades.

O Dia da Árvore surgiu com a indignação de Julius Sterling Morton, ao perceber que seu Estado, Nebraska, nos EUA estava sendo devastado e resolveu por sua conta e risco iniciar um grande plantio de árvores, estabelecendo o “ARBOR DAY”, que passou a ser comemorado todos os anos, logo no início da primavera naquele país e em outros do hemisfério norte.

Já no Brasil, o Dia da Árvore foi estabelecido pelo Decreto-Lei 55.795, assinado pelo Presidente Castelo Branco, no início do período militar, em 24 de fevereiro de 1965, estabelecendo que o mesmo seria comemorando anualmente no dia 21 de setembro, um dia antes do início da primavera, tendo como objetivos conscientizar a população, os governantes e empresários e outras lideranças quanto `a importância das árvores e, quem sabe, das florestas, em relação ao meio ambiente, desde então, considerado, pelo menos no papel, como costuma-se dizer, um bem coletivo de todos, tanto das atuais quanto das futuras gerações.

“Para nós do Sebrae a Sustentabilidade é representada pelas dimensões Econômica, Social, Cultural e, claro, Ambiental. Simbolicamente, estamos pontuando sobre a necessidade da manutenção das florestas que podem também serem geradoras de receitas, através de projetos de manejos ecologicamente adequados, créditos de carbono entre outras soluções. Mas esta é uma pequena homenagem aos nossos clientes para que eles contribuam também com o Meio Ambiente”, disse Aniele Tesser, coordenadora do Comitê.

A data é muito oportuna, uma vez que dia 22 inicia o evento Conecta Sebrae Agrolab Amazônia, um evento 100% on line que discute temas relevantes para o agronegócio da Amazônia, inclusive a questão da Sustentabilidade. Em parceria com o Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), uma programação muito qualificada abordará esse viés, em que desenvolvimento econômico pode caminhar lado a lado com a questão ambiental. Inscreva-se gratuitamente em www.agrolabamazonia.com.

Saiba mais sobre as ações do Sebrae, acesse o site www.sebrae.ro ou ligue gratuitamente para 0800 570 0800. Você também pode acessar o Sebrae pelo WhatsApp, pelo mesmo número. Siga o Sebrae em Rondônia nas redes sociais: Instagram, Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube (@sebraero).

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Meio Ambiente

Governo Federal envia mais R$ 10 milhões para MT combater incêndios florestais

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Mayke Toscano – SECOM/MT

O Governo Federal vai enviar mais R$ 10 milhões para o Governo de Mato Grosso reforçar o combate aos incêndios florestais no Estado, principalmente no Pantanal. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (16.09) em coletiva à imprensa no hangar do Ciopaer, com a presença do ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Conforme o governador Mauro Mendes, os recursos serão utilizados na contratação de aeronavesreforço das equipes de combate aos incêndiosresgates de animais silvestres e compra de retardantes (insumo que auxilia no controle do avanço das chamas).

“O Governo de Mato Grosso não tem medido esforços e já investiu mais de R$ 20 milhões nas operações de combate aos incêndios florestais. Vínhamos controlando os focos com a atuação incisiva de várias equipes do Corpo de Bombeiros, ICMbio, Exército Brasileiro, Sema, Prefeituras e voluntários, porém nos últimos dias tivemos várias ocorrências de grande porte, e essa ajuda financeira vai contribuir no combate aos incêndios”, ressaltou o governador Mauro Mendes.

Segundo o ministro, as tratativas entre os governos tiveram início desde as primeiras ocorrências no Estado. Ele ainda destacou que o período de seca neste ano está atípico, o que aumenta a incidência dos focos de calor.

“A nossa vinda aqui é muito mais do que trazer recursos e ratificar um decreto que define que o Estado se encontra em calamidade pública em função dos incêndios, ela se dá por orientação do presidente para demostrar o compromisso do Governo Federal  no combate aos incêndios e no apoio necessário para que o Governo do Estado empreenda os esforços necessários e possíveis para enfrentar essa grave crise”, reforçou o ministro.

Mendes também destacou o empenho do Governo Federal em políticas públicas voltadas à manutenção de patrimônios ecológicos e áreas de preservação ambiental no Centro Oeste brasileiro.

“Quero mais uma vez agradecer ao Governo Federal. Eu posso dizer em nome do povo mato-grossense que estamos felizes e contemplados com muitas políticas do Governo Federal, neste ano de 2020. A decretação do estado de calamidade foi com o objetivo de ter reconhecimento e ajuda na implementação da infraestrutura necessária para o combate aos incêndios, assim como novas contratações de aeronaves”, pontuou o governador.

A secretária Estadual de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti reforçou a importância do uso de retardante no contra fogo. O agente químico desenvolvido no Estado do Espírito Santo já foi utilizado em outros países com eficácia, como Chile, Canadá e Estados Unidos.

“Nesse momento, a utilização do retardante como umas das estratégias para conter estes incêndios de grandes proporções e difícil combate, pode também auxiliar nessa resposta mais rápida como outros países do mundo tem empregado. Os recursos que vieram serão essenciais para efetivar este planejamento”, afirmou a secretária.

Também participaram da coletiva o senador Wellington Fagundes; o deputado federal Neri Geller; e os secretários Mauro Carvalho (Casa Civil) e Rogério Gallo (Fazenda).

Reforço no combate

Ainda nesta semana, o governador Mauro Mendes decretou situação de emergência por conta dos incêndios florestais. O decreto tem como objetivo dobrar a estrutura para combater os incêndios florestais, uma vez que possibilita contratações em caráter de urgência. O Governo de Mato Grosso desde o início de março, tem executado o Plano de Ação contra o desmatamento ilegal e os incêndios florestais. Já foram mais de R$ 22 milhões investidos de recursos próprios, contando com 40 equipes espalhadas por todo o estado para o combate ao fogo, seis aeronaves, três helicópteros e mais de 2500 profissionais envolvidos, desde bombeiros militares, voluntários, integrantes da Defesa Civil e do Exército.

Porém, em virtude das condições climáticas desfavoráveis, como a baixa umidade e falta de chuvas há mais de 100 dias, o Governo de Mato Grosso tem buscado novas parcerias para minimizar os impactos do fogo para o meio ambiente e qualidade de vida do cidadão. Além do combate, o Governo de Mato Grosso também tem adotado política de Tolerância Zero com os autores dos crimes ambientais.

Somente de janeiro a agosto, já foram aplicados R$ 189 milhões em multas pelo uso irregular do fogo e R$ 954 milhões por crimes contra a flora e fauna. Outra ferramenta que tem sido usada é o sistema de monitoramento via satélite, que detecta os focos de calor quase em tempo real. Com esses dados, já foram possíveis perícias em várias regiões aonde ocorreram incêndios, inclusive o Pantanal.

Recentemente foram divulgados os dados que comprovaram que os incêndios ocorridos nos 40 mil hectares da reserva particular, em Barão de Melgaço (Sesc Pantanal), na Fazenda Espírito Santo, Rodovia Transpantaneira e na Fazenda São José, foram provocados por ação humana. Os casos já estão sob investigação da Delegacia de Meio Ambiente (Dema), para punir os responsáveis.

Fonte: Matogrossomais

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