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Agronegócio

Rondônia deve produzir 1,2 milhões de toneladas de soja na safra 2019/2020

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A expectativa é de chegar a 1,2 milhões de toneladas de soja na safra 2019/2020

O governo do Estado projeta que a produção de soja, em Rondônia, deve chegar a 1,2 milhões de toneladas na safra 2019/2020. O anúncio foi feita no sábado (11), durante o Circuito Tecnológico Amaggi, realizado na Fazenda São Paulo – Grupo Céu Azul, no município de Cujubim, pelo vice-governador e governador em exercício, José Jodan.

Apesar de ser um estado novo, com 38 anos, hoje Rondônia se destaca na produção de soja na região Norte, pois está em constante desenvolvimento. O escoamento dos grãos é realizado através da hidrovia do Madeira, em Porto Velho. Os grãos são levados até o município de Itacoatiara, no estado do Amazonas. 

“Cada ano que passa nós estamos melhorando a produção de soja. O nosso Estado é privilegiado com os nossos portos, com as condições do nosso ciclo chuvoso, considerado muito correto, e com nossas terras boas, além das capacitações dos nossos produtores que vêm investindo diariamente para melhorar a produção”, disse Jordan.  

Rondônia contém em torno de 24 milhões de hectares, desses 33% são áreas antropizadas e os restantes ainda são matas nativas protegidas por governos estaduais, federais, áreas indígenas, reservas legais e particulares.

O vice-governador José Jodan e secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, participaram do evento Cicuito Tecnológio 2020 em Cujubim

De acordo com o secretário da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, a soja, como área de principal cultura do estado, cresce por ano em torno de 20%.  “Rondônia tem um potencial muito grande. Neste ano, na safra de 2019/2020, nós devemos passar de 400 mil hectares, podendo chegar a produção de 1,2 milhões de toneladas”, explicou. Padovani ainda informou que nos próximos cinco anos, Rondônia pode chegar a 1 milhão de hectares na área de produção de soja.  

O Estado já mostrou que é possível produzir e conservar. Hoje tem um grande percentual de matas preservadas e uma produção com sustentabilidade significativa. O avanço da soja em Rondônia se dá, principalmente, em cima de áreas degradadas de pastagens abertas há 40 anos e que hoje estão sendo efetuados os trabalhos de Integração, Lavoura e Pecuária (ILP), já que Rondônia tem o 6º maior rebanho do Brasil, com mais de 14 milhões de cabeças de bovino e 7 milhões de hectares ocupado pela pecuária. 

Padovani ainda ressalta que a soja entra recuperando essas áreas degradadas com sustentabilidade. “A soja não está entrando em novas áreas, não está promovendo o desmatamento, ao contrário, nós estamos recuperando áreas que estavam sem produtividade, principalmente na pecuária e voltando ela a ser altamente produtiva. Então a integração, lavoura e pecuária é o que está sendo trabalhado fortemente aqui no estado de Rondônia”, relatou.

Dia de Campo – Fazenda São Paulo – Grupo Céu Azul

CIRCUITO TECNOLÓGICO

O evento Circuito Tecnológico também ofereceu aos produtores rurais, técnicos e estudantes um dia de campo recheado com novidades do setor.  

Os participantes puderam conhecer as novas tecnologias disponíveis para aumentar a produção da soja. Os técnicos também apresentaram aos participantes temas voltado aos cuidados de adubação, boas práticas de aplicação de defensivos agrícolas, sustentabilidade e cuidado do com o meio ambiente para o plantio e colheita da soja. 

“Nossos produtores são muitos passíveis à aceitação dessas novas tecnologias e orientação.  O governo do Estado vem realizando esse trabalho junto com a Emater/RO e Idaron/RO para ajudar nossos produtores. O mercado nacional e o mercado internacional estão muito exigentes e nós precisamos cuidar da certificação de nossas propriedades e produzir com sustentabilidade”, finalizou o secretário, Evandro Padovani.

Fonte
Texto: Seagri
Fotos: Dhiony Costa e Silva e Rinkon Martins
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Com alta demanda mundial pelo milho, MT dobra volume exportado em 2019

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Plantação de milho deve aumentar ainda mais — Foto: Mayke Toscano/Gcom-MT

Devido aos problemas climáticos mundiais, o milho está com problemas de fornecimento. Com a seca na Índia e o excesso de chuvas e frio nos Estados Unidos, houve diminuição na oferta mundial do milho.

Esse cenário tem favorecido o mercado de exportações de milho brasileiro. Mais de um terço da produção mundial de grãos é de milho.

Entre janeiro e novembro de 2019, 39,1 milhões de toneladas foram exportadas, o que corresponde a um aumento de 101% em relação ao ano anterior. Atualmente, 40% da safra brasileira é exportada.

Segundo o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Fernando Cadore, a questão cambial também tem favorecido a exportação de milho.

“Com o real desvalorizado, nosso produto fica atrativo perante aos outros mercados mundiais”.

Mato Grosso é o maior exportador de milho do país — Foto: Mayke Toscano/ Gcom-MT

Mato Grosso é o maior exportador de milho do país — Foto: Mayke Toscano/ Gcom-MT

Hoje Mato Grosso ocupa o posto de maior exportador de milho do Brasil. Na última safra a produção do grão no estado chegou a 32 milhões de toneladas e foram consumidos cerca de 7 milhões de toneladas. Quase 80% da produção do estado é destinada à exportação.

Porém, apesar do cenário positivo e da alta procura, é importante manter a atenção.

“Se tivermos qualquer oscilação cambial para baixo ou alguma coisa que atrapalhe nossa exportação, o milho pode ficar retido no mercado interno, que o pode ser um problema, pois não tem o que se fazer com esse milho, não há tem como consumi-lo num curto espaço de tempo”, alerta Cadore.

Antônio Galvan, presidente da Aprosoja-MT — Foto: Nathalia Okde/G1

Antônio Galvan, presidente da Aprosoja-MT — Foto: Nathalia Okde/G1

O presidente da Aprosoja, Antônio Galvan, afirmou que a área de milho plantada em Mato Grosso vai aumentar.

“Hoje por conta do preço do milho, a rentabilidade está muito maior. Não tem como fugir do mercado atrativo do jeito que está. Eu mesmo, inclusive plantarei mais áreas esse ano do que eu plantava no ano passado. É preciso aproveitar o momento”, destacou.

Entre outras vantagens, o milho não necessita de processo industrial complexo como a soja.

Ainda de acordo com Galvan, a qualidade do milho produzido em Mato Grosso torna o produto disputado no mercado internacional.

“Nosso milho é formado no período chuvoso. Por colhermos no período da seca, o milho de Mato Grosso tem uma qualidade que é disputada em qualquer lugar no mundo. Todo o mundo quer o milho de Mato Grosso”, afirmou.

*Sob a supervisão de Pollyana Araújo

Fonte: G1

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Agronegócio

Arroz vai mudar de patamar de preços e subir até 30% nas prateleiras, diz Federarroz

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Aumento chegará aos consumidores já na virada de fevereiro para março com a chegada da nova safra ao mercado. Diminuição na área cultivada e aumento das exportações ajudaram a impactar estes valores.

A nova safra de arroz deve ser colhida durante o mês de março e chegar ao mercado já com um novo patamar de preços. Segundo o presidente da Federarroz (Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul), Alexandre Velho, o grão deve registrar aumento entre 20 e 30% nas prateleiras dos supermercados já no final de fevereiro.

Entre os motivos para este reajuste estão a diminuição na área cultivada, que caiu 250 mil hectares nos últimos 5 anos, ficando em 940 mil hectares para esta safra, e o aumento nas exportações brasileiras, que encerraram 2019 maiores do que 1,4 milhões de toneladas, antes expectativa de 900 mil toneladas no início do ano passado.

Velho destaca que em 2019 o Brasil registrou o primeiro embarque de arroz para o México, e também exportou para o Iraque e Estados Unidos, impulsionado pela alta do câmbio, conjuntura internacional e quebra da safra americana.

Para 2020 a expectativa é ampliar e fortalecer os laços com as empresas mexicanas e seguir buscando novos destinados para o grão brasileiro.

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas
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Agronegócio

Agricultura familiar é incentivada com Tarde do Conhecimento e Rodada de Negócios

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A Tarde do Conhecimento será realizada no dia 7 de março

Tive início a organização de dois importantes eventos na região de Cacoal voltados, principalmente, à agricultura familiar. Os eventos, Tarde do Conhecimento e Rodada de Negócios, são preparados através da união de diversos órgãos de governo, entidades e instituições parceiras.

Na manhã de hoje (20), o secretário executivo regional de Governo, Celso Adame, recebeu o gerente regional da Emater (Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia), Samuel Guedes Borges, e o supervisor regional da Emater, Wilian Parmezane para definir  detalhes de dois eventos já programados.

A Tarde do Conhecimento será realizada no dia 7 de março, no Teatro Municipal de Cacoal. Entre os temas que serão abordados durante toda a tarde, estão a Gestão de Pequenas Propriedades e a Sucessão Familiar.

O objetivo da Tarde do Conhecimento é despertar ainda mais o interesse dos filhos na sucessão familiar nas atividades rurais. Queremos mostrar a força do campo e a atenção que este governo vem dispensado à agricultura familiar, com uma série de investimentos que são feitos e que procuram agregar ainda mais valor à produção. A expectativa é reunir mais de 400 produtores de toda a região de Cacoal e municípios vizinhos”, destacou Celso Adame.

Em abril a expectativa é a Rodada de Negócios que programada para o município de São Felipe D’Oeste. O evento acontece nos dias 8 e 9 de abril e traz dentro da programação palestras técnicas, oficinas, exposição de máquinas, veículos e serviços e ainda diversos debates voltados ao fomento das agroindústrias e também da agropecuária.

O município de São Felipe foi escolhido, pois a ideia é descentralizar as ações do governo. Queremos trazer eventos como estes, que fomentam o setor, também para os municípios menores, fora do eixo da BR-364. Isso porque a Rodada de Negócio visa incentivar o desenvolvimento rural, atraindo empresas interessadas em divulgar e comercializar seus produtos e também produtores rurais que buscam conhecimento e investimentos para a sua propriedade rural”, explica o gerente regional da Emater, Samuel Guedes.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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