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Economia

Guedes afirma que há “trilhões de dólares” para entrar no Brasil

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Ministro disse ainda que país irá crescer mais se investir mais, e que é melhor uma expansão mais baixa com sustentabilidade

O ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, concedem entrevista coletiva.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou a importância do investimento para o crescimento do Brasil, afirmando que há “trilhões de dólares lá fora” querendo entrar no país para saneamento.

Em evento do BNDES no Rio de Janeiro, Guedes disse ainda que o Brasil irá crescer mais se investir mais, e que é melhor uma expansão mais baixa com sustentabilidade do que um crescimento mais alto de forma artificial.

Fonte: Agora Noticias Brasil 

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Economia

Guedes diz que Brasil fará parte de acordo que dá abertura de compras do governo a estrangeiros

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Durante o Fórum Econômico Mundial, o ministro afirmou que a medida contribui para o desenvolvimento econômico do Brasil e é compreendida como “um ataque frontal à corrupção”

O Brasil deve aderir ao acordo internacional de compras governamentais e permitir um tratamento igualitário aos estrangeiros interessados em participar de licitações e concorrências públicas no país. A declaração foi dada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira (21). 

Durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o ministro afirmou que a medida contribui para o desenvolvimento econômico do Brasil e é compreendida como “um ataque frontal à corrupção”. Guedes, porém, não deu nenhum prazo para a adesão do Brasil.

O Acordo sobre Compras Governamentais é mantido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e estabelece que as nações envolvidas cumpram uma série de compromissos em matéria de transparência e acesso aos mercados nacionais de compras públicas. Atualmente, são 42 países signatários do GPA.

Paulo Guedes comentou ainda sobre a agenda de reformas do governo. Questionado sobre a melhora de investimentos no Brasil, sobretudo no mercado internacional, o ministro afirmou que o país teve uma das melhoras taxas de investimento direto e está atrás apenas dos Estados Unidos, China e Cingapura. Guedes destacou também que a projeção do governo para a alta do PIB em 2020 é de uma alta de 2,4%.

Fonte: Agencia do Radio

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Bolsonaro sanciona Orçamento 2020, com 51.391 vagas para concursos

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Orçamento 2020, com 51.391 vagas para concursos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, sem vetos, a Lei Orçamentária Anual de 2020. A LOA 2020, com a chancela do presidente, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 20.

A informação havia sido confirmada pelo ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, em sua conta no Twitter, na sexta, 17. O Orçamento 2020 traz um número maior de vagas do que o previsto. São 51.391 vagas para concursos, sendo 45.816 para provimento e 5.575 para criação.

O Orçamento foi aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro. No total, o Governo Federal tem, para este ano, R$344,6 bilhões em despesas com pessoal. Os mais de 45 mil provimentos poderão ser preenchidos por aprovados em concursos já realizados ou novos ao longo de 2020. 

O Orçamento anual propriamente dito trata-se da previsão de gastos para cada área. Ela é orientada pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO, aprovada pelo Congresso em outubro.

A LOA 2020 traz o maior número de provimentos de carreiras públicas no Poder Executivo: 43.568, incluindo civis e militares. Já no Judiciário estão previstos 3.288 provimentos, dos quais 1.871 para cargos existentes e 1.417 para criação.

Vale destacar que isso é apenas uma previsão e não uma autorização. Ou seja, em caso de sanção, o governo reserva verba para provimento e criação de cargos, mas poderá aplicá-la a depender da necessidade de cada órgão. Confira os detalhes a seguir:

Outros pontos do Orçamento 2020

O Orçamento 2020, aprovado no Congresso, traz ainda outros pontos, como maior verba nos Ministérios da Saúde e Educação e o aumento do salário mínimo de R$998 para R$1.031. Em contrapartida, os ministérios de Minas e Energia e Relações Exteriores tiveram reduções de verba.

Verbas nos ministérios

O Orçamento terá, ao todo, receitas e despesas no mesmo valor: R$3,686 trilhões. Veja, a seguir, a previsão de gastos com alguns dos ministérios:

  • Ministério da Saúde – no projeto original, o Orçamento destinava ao Ministério da Saúde R$129,9 bilhões de reais. A dotação para a área passará para R$13,5 bilhões.
  • Ministério da Educação – o projeto original previa recursos na ordem de R$102,2 bilhões; no parecer do relator, o valor passa a R$102,9 bilhões.
  • Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – a proposta enviada pelo governo previa verba de R$11,715 bilhões. A variação foi pequena para a pasta: passou para R$11,794 bilhões.
  • Ministério da Justiça e Segurança Pública – a previsão original para a pasta era de R$12,9 bilhões; os recursos para o setor passaram para R$13,9 bilhões.
  • Ministério da Defesa – a pasta terá R$73 bilhões de reais de dotação orçamentária. No projeto original, o valor previsto era de R$72,3 bilhões.
  • Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – no projeto original, o ministério teria R$357,2 milhões para gastos. No parecer do relator, a dotação passou para R$637 milhões.
  • Ministério do Turismo – a proposta original previa R$209,2 milhões para a pasta. Na proposta do governo, o Turismo terá R$1 bilhão.

O projeto também determina os recursos dos poderes Legislativo e Judiciário. Para Câmara, Senado e Supremo Tribunal Federal, o parecer manteve as propostas originais de orçamento.

  • Câmara dos Deputados – R$6,2 bilhões.
  • Senado – R$4,5 bilhões.
  • Supremo Tribunal Federal – R$686,7 milhões

Salário mínimo

Conforme o texto-base, o valor estimado para o salário mínima passa de R$998 para R$1.031. De acordo com o relator, o valor ainda precisará ser estabelecido por uma nova legislação, já que a política nacional de valorização em vigor desde 2015 não terá efeitos em 2020. O valor deve ser fixado por medida provisória.

‘PEC emergencial’

O Orçamento também estima economia de R$6 bilhões no Orçamento caso seja aprovada a chamada “PEC Emergencial”, que estabelece uma série de medidas para o controle do crescimento de despesas obrigatórias (como redução da jornada de trabalho e de salários de servidores públicos) se houver descumprimento à chamada regra de ouro.

Déficit previsto

O déficit previsto nas contas públicas é de R$247 bilhões. No entanto, a expectativa é de crescimento da economia em 2,3% com inflação de 3,53%.

Concursos federais 2020 serão para áreas prioritárias

O Governo Federal já revelou que não deverá abrir mão dos concursos públicos nos próximos anos. O secretário especial de Desburocratização do Ministério da Economia, Paulo Uebel, detalhou que essa forma de admissão continuará válida para funções do Estado, com características fundamentais.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, apontou que 50% do funcionalismo público federal poderá se aposentar nos próximos cinco anos. A reposição de servidores, diante disso, será necessária para continuação dos serviços prestados. Essa situação já está no radar do governo.

Porém, segundo o secretário Uebel, somente áreas estratégicas devem ter concursos autorizados em 2020 e nos anos seguintes. O titular da pasta de gestão e desempenho de pessoal, Wagner Lenhart, por sua vez, identificou as áreas Jurídica, de Tecnologia da Informação (TI) e Receita para a reposição de servidores. 

Os órgãos federais tiveram o prazo de até 31 de maio de 2019 para enviar ao Ministério da Economia pedidos de autorização para novos concursos em 2020. Alguns dessas solicitações foram confirmadas à reportagem da FOLHA DIRIGIDA. 

Na lista dos que encaminharam os pedidos de concurso público estão: PRF, PF, Depen, Banco Central, Agência Nacional das Águas (ANA), Agência Nacional do Cinema, Agência Nacional de Transportes Terrestres, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Assim como Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), CGU, Funai, CVM, INSS, Mapa, Inmet, Receita Federal e Secretaria de Fazenda, antigo Ministério da Fazenda. 

A União ainda tem outros concursos confirmados em outros poderes. No Legislativo, o Senado Federal abrirá as 40 vagas previstas no Orçamento, a exemplo do Tribunal de Contas da União. Ambos já avançam com os preparativos das suas seleções.

No Poder Judiciário, TRFs, TRTs e TREs abrirão suas seleções, no caso da falta de um edital válido.

Fonte. FOLHA DIRIGIDA

FOTO: (Divulgação)

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Economia

Gov estuda mudar cobrança de imposto sobre combustíveis para baratear preço, diz Bolsonaro

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Presidente defende que ICMS seja cobrado na refinaria e não em cima do preço cobrado no posto de gasolina, como acontece atualmente.

O presidente Jair Bolsonaro deu entrevista no Ministério de Minas e Energia, após reunião com o ministro Bento Albuquerque — Foto: José Cruz/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (15) que apresentou ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, uma proposta para alterar a forma da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis.

O ICMS é um imposto estadual, cobrando sobre venda de produtos. As tarifas variam de acordo com as mercadorias. Alterações no modelo dependem de aprovação no Congresso.

Atualmente, o ICMS é cobrado no momento da venda do combustível no posto de gasolina. Para Bolsonaro, a cobrança deve ser feita no valor do combustível vendido na refinaria. Bolsonaro destacou que, com a mudança, o consumidor sentiria na bomba as reduções feitas pela Petrobras no preço dos combustíveis.

Na explicação do presidente, isso ocorreria porque o valor do produto na refinaria é menor.

“Apresentei uma proposta que vai ser estudada na questão do ICMS”, disse. “Hoje em dia o ICMS é cobrado em cima do preço final da bomba. Em torno de R$ 5 o preço do combustível, então em média 30% (de ICMS), dá R$ 1,50. Se cobrar na refinaria, o preço da refinaria está em R$ 2, teria que ser cobrado 75% para equilibrar. Mas nós queremos mostrar que a responsabilidade final do preço não é só do governo federal”, afirmou o presidente após se reunir com o ministro Bento Albuquerque.

Bolsonaro afirmou que, se o Ministério da Economia entender que a proposta é positiva, o governo vai levar a ideia adiante. “Vamos arredondar os números aqui”.

A alteração de impostos e tributos será discutida no Congresso a partir da volta do recesso parlamentar, em fevereiro, na tramitação da reforma tributária. Mudanças no ICMS, no entanto, são um tema delicado politicamente, porque poderiam afetar as arrecadações dos estados.

Venda direta

Mais cedo, em entrevista na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada, Bolsonaro também falou sobre medidas para baratear o combustível para o consumidor.

Ele disse que tem debatido com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma forma de permitir a venda direta de combustíveis, como etanol e gasolina, do fornecedor para o posto, sem passar por distribuidoras.

“Ontem [terça], estive com o Rodrigo Maia e conversei com ele sobre esse assunto, não é apenas venda direta do etanol para o posto de combustível. É de outros derivados também. Nós importamos óleo diesel, gasolina. Porque não ir do porto diretamente para o posto de gasolina? Porque tem que viajar centenas de quilômetros?”, argumentou Bolsonaro.

Fonte: G1

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