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Agronegócio

Soja lidera valor de produção na agricultura com R$ 104 Bi

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A produção de soja no Brasil tem como principal destino a exportação

Foto: Reprodução/Agencia IBGE

Soja, cana-de-açúcar e milho são as lavouras que têm o maior impacto na economia do Brasil. Segundo a última edição do Censo Agropecuário, divulgado pelo IBGE em outubro, o valor da produção vegetal do país, em 2017, foi de R$ 308 bilhões; a soja, que ocupa com folga o topo do ranking, é responsável pelo aporte de R$ 104 bilhões – ou seja, mais de um terço da produção vegetal total do país.

Em segundo lugar, a cana-de-açúcar contribuiu com R$ 49 bilhões, seguida pelo milho em grão, com R$ 34 bi, e o café arábica, com R$ 13,5 bi. O arroz, com R$ 8,6 bi, também teve um salto no valor de produção e subiu da sétima para a quinta posição entre 2006 e 2017.

A escalada da produção de soja pode ser observada na comparação com o Censo Agropecuário de 2006. Nesse intervalo, a área colhida aumentou 72%, o número de estabelecimentos aumentou 9% e a quantidade produzida aumentou 123%. Com isto, a soja assumiu a liderança no valor de produção pela primeira vez em um censo agropecuário, desbancando a cana-de-açúcar, tradicionalmente a campeã de valor de produção.

O Brasil é, hoje, o segundo maior produtor mundial de soja. Segundo dados de 2018 da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a maior parte da soja produzida no Brasil tem como destino a exportação, seja como farelo, óleo ou, principalmente, o grão, gerando U$ 40,9 bilhões de valor.  

O coordenador de Agropecuária do IBGE, Octávio Oliveira, explica que um dos fatores que contribuiu para o impulsionamento da produção foi o aumento da demanda por carne de frango, carne de porco e ovos. “Como tanto a soja quanto o milho são fundamentais para a ração animal, consequentemente, temos uma maior demanda por esses grãos”, explicou.

Octávio também comenta que, apesar de perder espaço para a soja, a cana tem se mantido estável, pois a demanda ainda é grande. Entre outros fatores, está a versatilidade do produto, que serve como matéria-prima para o biocombustível, o açúcar para exportação e o álcool que é adicionado à gasolina..

Fonte: Agro Rondônia

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Agronegócio

Cafeicultores da região fizeram manifestações no trevo da BR-364 entrada para Rolim

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Estiveram presente na BR-364 trevo para Rolim de Moura, os cafeicultores na qual se reuniram afim de reivindicar seus direitos voltado ao ramo da Cafeicultura .

Algumas reivindicações como Preço mínino do café conforme o Art° 187 da Constituição Federal e Lei 5.404 do Estatuto da Terra, no Artigo 73 e 85 . O segundo ponto de reivindicação é a questão do
ENDIVIDAMENTO- os cafeicultores padecem do endividamento e faz se necessário URGENTE a rapactuação dessas dívidas com juros civilizados, carência de 03 anos e no mínimo 10 anos de prazo.

O outro ponto de reivindicação é o apoio a Criação da OCAFÉ ( organização dos países produtores de café) , que visa apoiar os Cafeicultores na luta por um preço justo do café, mantendo assim o custeio de produção e gerando sustentabilidade e renda econômica para todos.

Fonte: Rolnews

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Zona da Mata: Cafeicultores da região fizeram manifestações no trevo da BR-364 entrada para Rolim
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Agronegócio

Governo firma convênio de mais de R$ 2,8 milhões para desenvolvimento do setor agropecuário

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Mais de 200 equipamentos serão adquiridos e entregues aos produtores rurais do Estado

Um convênio de mais de R$ 2,8 milhões foi firmado pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para aquisição de equipamentos agrícolas e de processamento agroindustrial para fortalecer e desenvolver o setor agropecuário do Estado.

O convênio de transferência voluntária entre Seagri e o Mapa pretende promover a geração de renda, superação da pobreza, possibilitando condições para melhoria da qualidade de vida das famílias rondonienses. O projeto vai atender a população dos municípios de Rondônia que possuem perfil agropecuário e pequenas propriedades rurais que desenvolvam atividades agrícolas, responsáveis pela produção de alimentos e geração de renda.

O foco principal da aquisição dos equipamentos é dar condições adequadas para aumentar a produção da região e possibilitar que as comunidades rurais tenham melhorem suas condições de vida, viabilizando e incentivando a geração de emprego e aumento de renda no campo.

Mais de 200 equipamentos serão adquiridos e entregues aos produtores rurais do Estado, entre eles, distribuidor de calcário e adubo, ensiladeira para acoplar em tratores, perfurador de solo, sulcador de disco hidráulico, triturador e desintegrador com motor elétrico e plantadeira adubadeira.

Segundo o secretário da Seagri, Evandro Padovani, os equipamentos vão ajudar principalmente na recuperação de áreas degradadas, no plantio de forrageiras para fazer silagem e na produção de uma alimentação de boa qualidade.

No processamento agroindustrial os equipamentos vão auxiliar na execução de produtos derivados do leite, como por exemplo, na produção de queijos, pastorização de leite, achocolatados, iogurtes entre outros. De acordo com os dados da Seagri, Rondônia possui atualmente 77 agroindústrias que atuam no processamento do leite e derivados.

“Com esses recursos vamos poder investir na compra de equipamentos para ajudar o pequeno produtor a usar as novas tecnologias na melhoria da produção bovina, seja na produção de leite, na bovinocultura de corte, mas principalmente na bovinocultura leiteira. O governo do Estado oportuniza a maior renda ao produtor rural para que ele possa dar condições melhores de qualidade de vida para seus familiares”, salientou Padovani.

Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Daiane Mendonça e arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Bienalidade positiva impulsiona safra de café no país e aumenta produção

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Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões.

O 1º Levantamento da Safra 2020 de Café mostra que país poderá colher entre 43,2 e 45,98 milhões de sacas beneficiadas de arábica e entre 13,95 a 16,04 milhões de sacas de conilon. Divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o boletim aponta que o fenômeno atuou sobretudo no café do tipo arábica, em relação a 2019.

A produção de café arábica, influenciada pela bienalidade, deverá ter um aumento entre 26% e 34,1%, respectivamente, em comparação ao volume produzido na safra passada. Mas, em relação a 2018, haverá um decréscimo entre 3,2 e 9%. A floração da atual safra ocorreu sob um clima desfavorável, com altas temperaturas e baixos índices pluviométricos. Entretanto, o clima favoreceu no período da formação do chumbinho e os enchimentos dos frutos do arábica.

produção de conilon no país tem sido favorecida pelo clima e subiu de 14,2 milhões de sacas em 2018, para 15 milhões em 2019. Com a expectativa para 2020, o país poderá colher uma safra total, somando conilon ao arábica, entre 57,2 milhões e 62,02 milhões de sacas beneficiadas de café este ano. Já a área total, será de 1,89 milhão de hectares, com crescimento de 4%.

Produção regional – Entre os estados cafeicultores, Minas Gerais deve produzir entre 30,71 e 32,08 milhões de sacas. No sul de Minas a quantidade oscila entre 17,03 e 17,79 milhões de sacas. No Cerrado Mineiro a produção ficará entre 5,82 e 6,07 milhões de sacas, enquanto na Zona da Mata Mineira oscila entre 7,21 a 7,53 milhões de sacas. No Norte de Minas deve ficar entre 655,7 mil e 684,9 mil sacas beneficiadas.

Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões; Paraná, 880 a 970 mil sacas; Rio de Janeiro, 316 a 350 mil sacas; Goiás, 265,2 a 276 mil sacas e Mato Grosso, 159 a 168,8 mil sacas.

Mercado – No mercado internacional, os preços futuros dos contratos dos cafés arábica e conilon recuaram neste início de ano após as fortes altas verificadas nos meses de novembro e dezembro/19. A normalização do clima com o retorno das chuvas nas regiões cafeeiras do Brasil e a entrada de produto de origem colombiana e de países da América Central tem contribuído para o arrefecimento das cotações.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim de Café de Janeiro-2020.

Fonte:[email protected]

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