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Agronegócio

Valor da Produção Agropecuária de Rondônia deve atingir R$ 10,2 bilhões este ano

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O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Estado de Rondônia deve atingir R$ 10,2 bilhões este ano, com base nos dados de outubro. A projeção dos dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) indica um aumento de 4,19% em comparação ao valor alcançado em 2018, que foi de R$ 9,8 bilhões. Conforme a projeção, as lavouras representaram um faturamento bruto de mais de R$ 3 bilhões e a pecuária, com mais de R$ 7 bilhões. A pecuária teve crescimento real de 4,17% em relação a 2018, e as lavouras 4,23%.

A maior parte dos produtos analisados tem apresentado comportamento favorável, de acordo com a pesquisa da Secretaria de Política Agrícola do Mapa. Entre estes, os principais destaques são: amendoim (valor da produção aumentou 1299% em relação ao ano passado), cana-de-açúcar (298,4%), feijão (45%), milho (37,45%), cacau (28,94%), uva (24%), arroz (22,94%), soja (10%) e tomate (8%). Em alguns produtos, os preços foram mais decisivos que a quantidade para definir o resultado.

O desempenho da pecuária tem sido favorável este ano. Com exceção do suínos, que apresenta redução de valor em relação ao obtido em 2018, os demais apresentam desempenho favorável. Destacam-se os aumentos do VBP de ovos, com mais de 24%; frango, 12,84%; e leite com 1,86%. Observamos que carne bovina também apresenta, neste ano, posição superior à do ano passado de 4,11%. A carne bovina representa o principal valor da pecuária do estado com 87,31%. Esses produtos têm sido beneficiados pelo aumento das exportações.

São poucos os produtos que apresentaram redução do valor da produção. Entretanto, é um grupo com forte participação no valor gerado pela agricultura. São os seguintes produtos: banana (-31,95%), café conilon (-11,14%), mandioca (-10,38%) e laranja (-0,13). Apesar do café conilon estar com desempenho negativo frente aos valores de 2018, ele é o segundo produto agrícola do VBP de Rondônia representando 23,15%, atrás somente da soja com 40,49%.

O QUE É VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária, e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil. O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

A estimativa do VBP é elaborada pela Coordenação-Geral de Avaliação de Política da Informação (GGAPI) do Departamento de Financiamento e Informação (DFI) da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Mapa.

Fonte
Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Governo firma convênio de mais de R$ 2,8 milhões para desenvolvimento do setor agropecuário

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Mais de 200 equipamentos serão adquiridos e entregues aos produtores rurais do Estado

Um convênio de mais de R$ 2,8 milhões foi firmado pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para aquisição de equipamentos agrícolas e de processamento agroindustrial para fortalecer e desenvolver o setor agropecuário do Estado.

O convênio de transferência voluntária entre Seagri e o Mapa pretende promover a geração de renda, superação da pobreza, possibilitando condições para melhoria da qualidade de vida das famílias rondonienses. O projeto vai atender a população dos municípios de Rondônia que possuem perfil agropecuário e pequenas propriedades rurais que desenvolvam atividades agrícolas, responsáveis pela produção de alimentos e geração de renda.

O foco principal da aquisição dos equipamentos é dar condições adequadas para aumentar a produção da região e possibilitar que as comunidades rurais tenham melhorem suas condições de vida, viabilizando e incentivando a geração de emprego e aumento de renda no campo.

Mais de 200 equipamentos serão adquiridos e entregues aos produtores rurais do Estado, entre eles, distribuidor de calcário e adubo, ensiladeira para acoplar em tratores, perfurador de solo, sulcador de disco hidráulico, triturador e desintegrador com motor elétrico e plantadeira adubadeira.

Segundo o secretário da Seagri, Evandro Padovani, os equipamentos vão ajudar principalmente na recuperação de áreas degradadas, no plantio de forrageiras para fazer silagem e na produção de uma alimentação de boa qualidade.

No processamento agroindustrial os equipamentos vão auxiliar na execução de produtos derivados do leite, como por exemplo, na produção de queijos, pastorização de leite, achocolatados, iogurtes entre outros. De acordo com os dados da Seagri, Rondônia possui atualmente 77 agroindústrias que atuam no processamento do leite e derivados.

“Com esses recursos vamos poder investir na compra de equipamentos para ajudar o pequeno produtor a usar as novas tecnologias na melhoria da produção bovina, seja na produção de leite, na bovinocultura de corte, mas principalmente na bovinocultura leiteira. O governo do Estado oportuniza a maior renda ao produtor rural para que ele possa dar condições melhores de qualidade de vida para seus familiares”, salientou Padovani.

Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Daiane Mendonça e arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Bienalidade positiva impulsiona safra de café no país e aumenta produção

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Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões.

O 1º Levantamento da Safra 2020 de Café mostra que país poderá colher entre 43,2 e 45,98 milhões de sacas beneficiadas de arábica e entre 13,95 a 16,04 milhões de sacas de conilon. Divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o boletim aponta que o fenômeno atuou sobretudo no café do tipo arábica, em relação a 2019.

A produção de café arábica, influenciada pela bienalidade, deverá ter um aumento entre 26% e 34,1%, respectivamente, em comparação ao volume produzido na safra passada. Mas, em relação a 2018, haverá um decréscimo entre 3,2 e 9%. A floração da atual safra ocorreu sob um clima desfavorável, com altas temperaturas e baixos índices pluviométricos. Entretanto, o clima favoreceu no período da formação do chumbinho e os enchimentos dos frutos do arábica.

produção de conilon no país tem sido favorecida pelo clima e subiu de 14,2 milhões de sacas em 2018, para 15 milhões em 2019. Com a expectativa para 2020, o país poderá colher uma safra total, somando conilon ao arábica, entre 57,2 milhões e 62,02 milhões de sacas beneficiadas de café este ano. Já a área total, será de 1,89 milhão de hectares, com crescimento de 4%.

Produção regional – Entre os estados cafeicultores, Minas Gerais deve produzir entre 30,71 e 32,08 milhões de sacas. No sul de Minas a quantidade oscila entre 17,03 e 17,79 milhões de sacas. No Cerrado Mineiro a produção ficará entre 5,82 e 6,07 milhões de sacas, enquanto na Zona da Mata Mineira oscila entre 7,21 a 7,53 milhões de sacas. No Norte de Minas deve ficar entre 655,7 mil e 684,9 mil sacas beneficiadas.

Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões; Paraná, 880 a 970 mil sacas; Rio de Janeiro, 316 a 350 mil sacas; Goiás, 265,2 a 276 mil sacas e Mato Grosso, 159 a 168,8 mil sacas.

Mercado – No mercado internacional, os preços futuros dos contratos dos cafés arábica e conilon recuaram neste início de ano após as fortes altas verificadas nos meses de novembro e dezembro/19. A normalização do clima com o retorno das chuvas nas regiões cafeeiras do Brasil e a entrada de produto de origem colombiana e de países da América Central tem contribuído para o arrefecimento das cotações.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim de Café de Janeiro-2020.

Fonte:[email protected]

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Agronegócio

Com alta demanda mundial pelo milho, MT dobra volume exportado em 2019

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Plantação de milho deve aumentar ainda mais — Foto: Mayke Toscano/Gcom-MT

Devido aos problemas climáticos mundiais, o milho está com problemas de fornecimento. Com a seca na Índia e o excesso de chuvas e frio nos Estados Unidos, houve diminuição na oferta mundial do milho.

Esse cenário tem favorecido o mercado de exportações de milho brasileiro. Mais de um terço da produção mundial de grãos é de milho.

Entre janeiro e novembro de 2019, 39,1 milhões de toneladas foram exportadas, o que corresponde a um aumento de 101% em relação ao ano anterior. Atualmente, 40% da safra brasileira é exportada.

Segundo o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Fernando Cadore, a questão cambial também tem favorecido a exportação de milho.

“Com o real desvalorizado, nosso produto fica atrativo perante aos outros mercados mundiais”.

Mato Grosso é o maior exportador de milho do país — Foto: Mayke Toscano/ Gcom-MT

Mato Grosso é o maior exportador de milho do país — Foto: Mayke Toscano/ Gcom-MT

Hoje Mato Grosso ocupa o posto de maior exportador de milho do Brasil. Na última safra a produção do grão no estado chegou a 32 milhões de toneladas e foram consumidos cerca de 7 milhões de toneladas. Quase 80% da produção do estado é destinada à exportação.

Porém, apesar do cenário positivo e da alta procura, é importante manter a atenção.

“Se tivermos qualquer oscilação cambial para baixo ou alguma coisa que atrapalhe nossa exportação, o milho pode ficar retido no mercado interno, que o pode ser um problema, pois não tem o que se fazer com esse milho, não há tem como consumi-lo num curto espaço de tempo”, alerta Cadore.

Antônio Galvan, presidente da Aprosoja-MT — Foto: Nathalia Okde/G1

Antônio Galvan, presidente da Aprosoja-MT — Foto: Nathalia Okde/G1

O presidente da Aprosoja, Antônio Galvan, afirmou que a área de milho plantada em Mato Grosso vai aumentar.

“Hoje por conta do preço do milho, a rentabilidade está muito maior. Não tem como fugir do mercado atrativo do jeito que está. Eu mesmo, inclusive plantarei mais áreas esse ano do que eu plantava no ano passado. É preciso aproveitar o momento”, destacou.

Entre outras vantagens, o milho não necessita de processo industrial complexo como a soja.

Ainda de acordo com Galvan, a qualidade do milho produzido em Mato Grosso torna o produto disputado no mercado internacional.

“Nosso milho é formado no período chuvoso. Por colhermos no período da seca, o milho de Mato Grosso tem uma qualidade que é disputada em qualquer lugar no mundo. Todo o mundo quer o milho de Mato Grosso”, afirmou.

*Sob a supervisão de Pollyana Araújo

Fonte: G1

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