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BRASIL: Mulher descobre câncer de pulmão graças a ‘mãos aveludadas’

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Brasileira descobriu câncer de pulmão após análise curiosa das palmas de suas mãos; entenda o caso.

Uma brasileira de 73 anos foi diagnosticada com câncer de pulmão depois de passar por uma análise inusitada, que observou especialmente a textura de suas mãos.

A mulher, que não teve o nome divulgado, havia recorrido a uma clínica de dermatologia com queixas de dor e coceira nas palmas das mãos. Os sintomas já a acompanhavam havia nove meses.

Foi então que os médicos verificaram que suas palmas pareciam feitas de “veludo” e também tinham linhas mais nítidas do que o normal.

Isso se devia à uma rara condição, chamada de queratodermia palmoplantar ou acantose nigricans da palma, que está relacionada à presença de tumores malignos no organismo.

O que é queratodermia palmoplantar

A queratodermia palmoplantar, também chamada de ceratodermia palmoplantar, é uma doença caracterizada pelo espessamento anormal das palmas das mãos e/ou nas solas dos pés. É uma condição raríssima, mesmo entre pacientes com câncer.

De acordo com a DermNet NZ, entidade que realiza pesquisas sobre pele, cerca de 90% da incidência da queratodermia está relacionada à presença de tumores malignos (câncer) no pulmão e/ou no estômago. E um terço dos casos pode desaparecer após o tratamento do câncer.

Alguns cientistas acreditam que o câncer de pulmão pode estimular a superprodução de células da pele nas palmas das mãos. Entretanto, essa hipótese ainda não é cientificamente comprovada.

Além dos sinais na pele, a paciente em questão também apresentava tosse persistente há mais de um ano e perda de peso de 5 kg em quatro meses. Esses são alguns dos sintomas mais comuns do câncer de pulmão.

Causas do câncer de pulmão

Além disso, a idosa fumava um maço de cigarro por dia há 30 anos, sendo que o tabagismo é a principal causa do câncer de pulmão. Outras causas da doença são:

Inalação de agentes químicos, como asbesto, radônio, amianto e arsênio
Inalação de poeira e poluição do ar
Fumo passivo
Tuberculose
Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
Alimentação pobre em frutas e verduras
Histórico familiar de câncer de pulmão

O câncer de pulmão pode afetar desde a traqueia até camadas profundas do pulmão, sendo uma das principais causas de mortalidade no Brasil. É o principal tipo de câncer fatal entre os homens e o segundo entre as mulheres.
O câncer de pulmão da mulher de “mãos aveludadas” não regrediu mesmo após radioterapia e quimioterapia durante seis meses. Além disso, também não houve melhora nas palmas das mãos com o uso de pomada com ureia.

A paciente iniciou um novo regime de quimioterapia com outros medicamentos, que não foram mencionados pelos pesquisadores. O caso está sendo investigado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e foi publicado no periódico The New England Journal of Medicine.

Fonte: Minha vida

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Governador Marcos Rocha diz que contaminação por Covid-19 não ocorre no comércio

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Ao final da reunião, foi solicitada uma possível revisão quanto ao enquadramento das fases em determinados municípios.

O estado de Rondônia tem se destacado na questão do enfrentamento ao coronavírus, atingindo a terceira posição no Brasil em realização de testes rápidos, bem como mantendo-se entre os estados com menores índices de taxa de mortalidade pela Covid-19 e, inclusive, ter aplicado medidas que estão evitando um grande colapso na saúde.

Esses foram alguns pontos amplamente debatidos na noite de quarta-feira (1º), durante videoconferência com a participação do governador do Estado, coronel Marcos Rocha, de deputados estaduais e secretários estaduais, quando também foi pontuado as medidas dos municípios nas fases estabelecidas no Plano de Ação Todos por Rondônia.

Ao iniciar a videoconferência, o governador chamou a atenção para o momento considerado por ele como conturbado e destacou que há a preocupação de se fazer um balanceamento entre a saúde e a economia, trazendo novamente à tona o fato de se fazer a conciliação entre a abertura do comércio e, ao mesmo tempo, a não contaminação da população.

Durante sua explanação, o chefe do Executivo Estadual voltou a afirmar veemente ser contrário ao fechamento de comércio. “Eu não gostaria de fechar nenhum comércio, ou seja, não concordo com a questão de lockdown. Para ser mais sincero, não acredito que sejam os comércios que estão causando contaminação. O que se tem percebido é o desrespeito de pessoas que vão para balneários, churrascos, festas. Estamos fazendo todas as atitudes possíveis, mas estamos enfrentando algo muito difícil”, disse o governador momento em que pontuou a elaboração de uma série de medidas para conter o avanço da Covid-19 e ouviu dos deputados presentes à videoconferência a manifestação também contraria ao lockdown.

Fenando Máximo fez um resumo desde o início do atual governo, lembrando que o setor da saúde encontrava-se com grande problema e vivia em colapso com pacientes, sendo atendidos nos corredores dos hospitais. “Conseguimos, com apoio incondicional do governador Marcos Rocha, desenvolver medidas que serviram para desafogar principalmente o Hospital João Paulo II, onde tiramos todos os pacientes do chão e dos corredores e alocamos esses pacientes em alguns hospitais privados, e isso foi resolvido. Este ano, surgiu a pandemia do coronavírus e alguns diziam que a Saúde de Rondônia seria a primeira a entrar em colapso. Antes mesmo da pandemia chegar ao Brasil, já estávamos mobilizados para aquisição de ventiladores pulmonares mecânicos, monitores multiparamétricos, bombas de infusão e equipamentos de proteção individual”, salientou o secretário reforçando que o Estado tem se destacado na questão transparência no combate ao coronavírus e entre os primeiros em número de testes realizados.

O secretário também lembrou que o Governo de Rondônia se antecipou e tem atuado com compromisso na questão da saúde, comprovando tudo através de gráficos exibidos durante a videoconferência onde pontuou a evolução das medidas adotadas com a instalação de novas UTIs.

Ao final, foi solicitada uma possível revisão quanto ao enquadramento das fases em determinados municípios. Os deputados alegaram que alguns conseguiram fazer o “dever de casa” no cumprimento às determinações.

Fonte: Governo de RO – Em Geral

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Geral

Adolescente ganha pit bull e tem braço dilacerado pelo animal após 30 dias; mãe também foi atacada

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Antigo dono deu o animal porque já tinha sido atacado por ele; vítimas foram socorridas pelo Samu e encaminhados para atendimento médico em Juína

Foto: Reprodução/Juína News

Um pit bull atacou o dono, um adolescente de 17 anos, que ficou com o braço dilacerado, e ainda a mãe do menor, de 40 anos, que teve lesões no rosto causadas pelas mordidas do animal. O caso foi registrado na tarde de terça-feira (30), dentro da casa da família, no bairro módulo 6, em Juína (734 km da Capital).

Vizinhos acionaram o resgate do Corpo de Bombeiros para prestar socorro à mulher e ao filho. Devido à gravidade dos ferimentos, os bombeiros pediram apoio a uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que prestou os primeiros socorros e encaminhou os pacientes à Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Enquanto os bombeiros trabalhavam na imobilização do cachorro, os paramédicos do Samu atendiam as vítimas.

De acordo com o relato das vítimas, o adolescente ganhou o cachorro a cerca de 30 dias. O ex-dono entregou o pit bull justamente por que o cachorro tinha atacado ele uma vez. De acordo com a avó do menor, durante a tarde o cão atacou primeiramente a sua filha e depois avançou sobre o neto, que teria tentado segurar o animal para não morder a mãe.

O pit bull mordeu o braço do dono, num acesso de raiva, e rasgou o membro, que ficou dilacerado.

Quando os bombeiros chegaram à residência, as vítimas estavam presas dentro de casa, para se protegerem do cachorro, que foi distraído por vizinhos para soltar os donos. Os militares encontraram ainda muito sangue pela casa.

O Corpo de Bombeiros ressaltou os cuidados que as pessoas devem tomar ao adotar animais já grandes, procurando conhecer o histórico com o antigo dono ou com a pessoa que está colocando para a adoção.

Fonte: Repórter MT

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Economia

Governo sinaliza revisão sobre reclassificação de municípios na fase 1

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Governo diz que avaliação sobre reclassificação de municípios é técnica

O Governo de Rondônia garante que utilizou apenas critérios técnicos e os dados de ocupação de UTIs para determinar a última reclassificação de 23 municípios na fase 1 do distanciamento social. Mesmo assim há uma sinalização de revisão, que pode ser feito após novos encontros a distância com prefeitos.

Uma reunião nesta quarta-feira (1), coordenada pela Associação Rondoniense dos Municípios (Arom) com representantes do Governo, Tribunal de Justiça (TJ), Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e deputados estaduais, serviu para boa parte dos prefeitos demonstrar insatisfação. A própria entidade defende a revisão, mas enquanto não acontecer, que a norma seja cumprida pelos gestores e população.

Alguns prefeitos, como Thiago Flores (Ariquemes), Eduardo Japonês (Vilhena), Claudionor Lene (Nova Mamoré) e Arismar Araújo (Pimenta Bueno), solicitaram que fosse revista a classificação e elevados os municípios para a fase II do decreto estadual. A presidente da Arom, Gislaine Lebrinha, destacou que todos foram pegos de surpresa e pediu mais diálogo entre o Governo do Estado e as prefeituras. Os deputados Cirone Deiró, Alex Redano e Jair Montes solicitaram a participação da Assembleia Legislativa nessas decisões e que fossem observados casos específicos de cada cidade.

O secretário de saúde Fernando Máximo defendeu a classificação atual e explicou que é realizado levantamento sobre a ocupação de leitos de UTI e quantitativo de casos dos últimos 7 dias. No entanto, ao final, a equipe estadual sinalizou necessidade de uma revisão.

Os prefeitos também pediram ao Governo que aumente a fiscalização em relação a festas.

Fonte: Rondoniagora

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