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MEC usará verba de 54 milhões/ano para pagar militares nas escolas

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Cada escola receberá 1 milhão ao ano, para pagar o salário de 18 militares

O Ministério da Educação anunciou que a verba anunciada para o programa de escolas militarizadas será utilizada apenas para o pagamento dos militares que atuarão nas instituições. Foram anunciados 54 milhões ao ano. Por escola, o valor será de 1 milhão, reservado para o pagamento de 18 militares em uma escola de mil alunos. As informações são do O Globo e foram obtidas via Lei de Acesso à Informação.

Questionado pela reportagem sobre como a pasta chegou ao valor de um milhão por escola, o MEC respondeu que a estimativa “baseou-se no valor estimado para pagamento dos militares das Forças Armadas que seriam disponibilizados para trabalhar nas escolas”.

O cálculo considerou a necessidade de 18 militares para uma escola de mil alunos – um Oficial de Gestão Escolar (Oficial Superior), um oficial de Gestão Educacional (Oficial subalterno/intermediário) e 16 monitores (1º sargento ou suboficial ou subtenente).

O Ministério ainda explicou que “O custo dos militares que serão contratados na modalidade Prestadores de Tarefa por Tempo Certo (PTTC) baseia-se em 30% da remuneração que o militar recebe na reserva, independente da função que vai exercer ou exercia”. O contrato ainda prevê o pagamento dos direitos relativos a 13º, férias, transporte e alimentação.

O valor poderá ser utilizado de duas maneiras: no caso do pagamento de militares, o MEC repassará os recursos ao Ministério da Defesa. A contrapartida de estados e municípios é realizar adaptação nas instalações das escolas e providenciar uniformes, materiais, laboratórios e tecnologias. Caso não haja militares das Forças Armadas, o ministério repassará os recursos à cidade ou ao estado para adaptação das escolas, aquisição dos uniformes, laboratórios e tecnologias. Por outro lado, será o estado que disponibilizará militares das corporações estaduais às escolas cívico-militares.

O governo anunciou que, até 2022, 216 escolas estarão no modelo. A adesão é voluntária e precisa ser requisitada pelo estado ou município. Os militares atuarão na gestão das escolas, sem interferir na área pedagógica.

Fonte: cartacapital

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EUA avisam população para se preparar para o coronavírus

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‘Estamos pedindo para os americanos se prepararem para a expectativa de que pode ser ruim’, disse autoridade do Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

Novo coronavírus: Trump pede ao Congresso fundo bilionário contra doença

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou nesta terça-feira (25) que os americanos devem se preparar para a chegada do novo coronavírus ao país. “Estamos pedindo para os americanos se prepararem para a expectativa de que pode ser ruim”, disse um oficial do CDC.

“A questão não é se o coronavírus vai chegar aos Estados Unidos, mas quando”, declarou a diretora do Centro Nacional de Imunização e Doenças Respiratórias do CDC, Nancy Messonnier.

Ela disse que as autoridades de saúde pública não têm ideia se a propagação da doença nos Estados Unidos é leve ou grave, mas que os americanos devem estar prontos para uma perturbação significativa em suas vidas diárias.

O secretário de Saúde Alex M. Azar disse ao Senado que “é um desafio mundial à saúde sem precedentes e potencialmente grave”.

Segundo ele, os departamentos de saúde federais e locais precisarão de até 300 milhões de máscaras para profissionais de saúde e ventiladores adicionais para hospitais se prepararem para um grande surto de coronavírus.

“Não podemos hermeticamente isolar os Estados Unidos de um vírus”, disse Azar. “E precisamos ser realistas sobre isso.”

O presidente norte-americano Donald Trump disse nesta terça-feira em entrevista coletiva na Índia que os Estados Unidos são capazes de se proteger contra a propagação do coronavírus. “Acho que toda a situação começará a dar certo”, disse.

Na segunda-feira, o governo Trump solicitou a liberação de US$ 2,5 bilhões ao Congresso para impedir a propagação do vírus – US$ 1,25 bilhão para novos fundos de emergência e desvio de outros US$ 1,25 bilhão de outros programas federais.

Casos nos EUA e no mundo

Os últimos números oficiais mostram que existem 53 casos confirmados de Covid-19 nos EUA, dos quais 36 correspondem a passageiros do cruzeiro Diamond Princess, que foi ancorado no Japão e repatriado na semana passada.

Enquanto isso, a China, o epicentro da doença, tem agora mais de 77 mil casos e mais de 2,6 mil mortes, enquanto o número de infecções e mortes continua subindo em outros países, com destaque para as situações de Coreia do Sul, Irã e Itália.

O Brasil ainda não teve casos confirmados. Até a última atualização do Ministério da Saúde, na segunda-feira (24), quatro casos estavam sendo monitorados como suspeitos para o novo coronavírus: três em São Paulo e um no Rio de Janeiro

OMC descarta pandemia

Os mais de 80 mil casos a nível mundial levaram a Organização Mundial de Saúde (OMS) a classificar o surto de Covid-19 como “emergência internacional”, descartando pandemia. O CDC diz que a doença está se espalhando e evoluindo rapidamente, tornando inevitável que ela se espalhe pelo território americano.

Além disso, o centro recomendou que seja feito um planejamento porque a esperada propagação por todo o país culminará com perturbações significativas na vida cotidiana devido, por exemplo, ao fechamento de escolas e creches.

Nancy Messonnier afirmou aos repórteres que ela própria se sentou com a sua família hoje cedo para discutir medidas de prevenção e como estar preparada caso as escolas não funcionem.

Em uma tentativa de aliviar a situação, o Centro Médico da Universidade de Nebraska (UNMC) iniciou testes clínicos para avaliar a segurança e eficácia de um antiviral em adultos hospitalizados após terem sido diagnosticado com Covid-19, informou terça-feira o Instituto Nacional de Saúde.

O primeiro paciente neste primeiro teste é um homem que foi repatriado após ser colocado em quarentena no Diamond Princess e se voluntariou para participar do estudo.

Do número total de casos de coronavírus nos EUA, além dos 36 que estavam a bordo do cruzeiro, outros três também foram repatriados, mas neste caso da província chinesa de Wuhan, o epicentro da epidemia.

Os 14 casos restantes correspondem a pessoas diagnosticadas em solo americano, oito dos quais foram identificados na Califórnia e duas em Illinois. Massachusetts, Arizona, Wisconsin e Washington State têm, cada um, um caso.

Entre todos esses relatos houve dois casos de infecção local, um na Califórnia e outro em Illinois.

Fonte: G1

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Urgente: Itália tem toque de recolher por coronavírus e cresce alerta global

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O país decretou toque de recolher em 11 municípios em que casos de coronavírus foram confirmados

Foto: AFP

Os alertas mundiais sobre coronavírus entraram em um novo patamar nas últimas 48 horas, com mais relatos fora da China, toques de recolher e fechamento de fronteira. “O Covid-19 (nome técnico do novo coronavírus) já põe em risco a economia mundial”, disse no domingo Kristalina Georgieva, chefe do Fundo Monetário Internacional, na reunião do G-20.

O presidente chinês, Xi Jinping, admitiu que o país vive sua maior crise sanitária desde 1949, quando se iniciou o regime comunista, e considerou que houve “deficiências” no combate inicial. O vírus, relatado no fim de dezembro em Wuhan, já causou 2.445 mortes e contaminou 78 mil.

No entanto, o ritmo de avanço nos relatos diminuiu na China – e passou a preocupar mais em outros países. A Coreia do Sul, com 602 casos de contágio, é quem mais preocupa. E o presidente, Moon Jae-in, considera que os “próximos dias serão essenciais para o controle”.

Além disso, frente à multiplicação de casos no Irã, que já teve 8 mortes, Turquia, Jordânia, Paquistão e Afeganistão fecharam fronteiras e restringiram suas viagens.

A Itália decretou toque de recolher em 11 municípios em que casos de coronavírus foram confirmados – afetando cerca de 60 mil pessoas.

O famoso carnaval de Veneza foi cancelado na tentativa de impedir a propagação do vírus. O número de diagnosticados com coronavírus no país é de 152 – foram reladas três mortes.

Autoridades da região norte, onde se concentram os casos, decidiram fechar escolas, museus, teatros, cinemas. Até mesmo a catedral de Milão – o célebre Duomo – foi fechada.

França, Suíça e Áustria informaram estar em alerta com a situação no país vizinho. O ministro da Saúde francês, Olivier Veran, considera “muito provável” que surjam mais casos no país.

Futuro

Um estudo do Imperial College de Londres, recém-divulgado, estima que “dois terços dos infectados com o coronavírus na China não foram detectados antes de deixar o país”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), por sua vez, passou a ver “com cuidado” relatos envolvendo pessoas que não estiveram na China. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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 Fonte: Isto É

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