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Agronegócio

Produtores de Rondônia apostam em nova tecnologia para o leite

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Para adotar alta tecnologia produtores precisam adequar aos padrões suas instalações e manejo do rebanho

.No cone sul de Rondônia os produtores rurais demonstram entusiasmo com o uso das novas tecnologias de produção, são técnicas apresentadas pelos extensionistas da Emater-RO, que neste mês de agosto completa 48 anos da sua fundação, em função da época do ano, eles estão dando ênfase a pecuária leiteira, com a realização de diversos eventos educativos, fizeram um dia de campo em colorado com foco na transferência de embriões, projeto iniciado com adesão dos produtores, e que já conta com 144 bezerros nascidos, diz a extensionista Ana Paula de Colorado.

Nesta sexta-feira, dia 30, os produtores de Cerejeiras participam de um dia de campo com foco em três temas fundamentais para a modernização da produção leiteira, alimentação com uso de silagem, melhoramento genético, através do método FIV (fertilização in vitro), e boas práticas para a qualidade do leite.

Com a adoção das tecnologias propostas, os produtores de Rondônia poderão superar as médias de produtividade alcançadas nas principais regiões produtoras de leite do país. Hoje a produtividade média no estado é de 4,8 litros de leite por vaca dia, índice próximo da média nacional que é de 5,6 litros por vaca dia, diz o zootecnista José Renato da Emater-RO.

Os números de produtividade média de leite, no estado e no país, ainda são baixos, em relação aos grandes produtores mundiais, mas a pecuária leiteira é umas das atividades econômicas do estado que mais se desenvolveu, prova disso são os concursos leiteiros realizados pela Emater-RO, que revelaram animais de produtores assistidos, com produtividade diária acima de 40 litros.

 Fonte: Agro Rondônia

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Agronegócio

Governo firma convênio de mais de R$ 2,8 milhões para desenvolvimento do setor agropecuário

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Mais de 200 equipamentos serão adquiridos e entregues aos produtores rurais do Estado

Um convênio de mais de R$ 2,8 milhões foi firmado pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para aquisição de equipamentos agrícolas e de processamento agroindustrial para fortalecer e desenvolver o setor agropecuário do Estado.

O convênio de transferência voluntária entre Seagri e o Mapa pretende promover a geração de renda, superação da pobreza, possibilitando condições para melhoria da qualidade de vida das famílias rondonienses. O projeto vai atender a população dos municípios de Rondônia que possuem perfil agropecuário e pequenas propriedades rurais que desenvolvam atividades agrícolas, responsáveis pela produção de alimentos e geração de renda.

O foco principal da aquisição dos equipamentos é dar condições adequadas para aumentar a produção da região e possibilitar que as comunidades rurais tenham melhorem suas condições de vida, viabilizando e incentivando a geração de emprego e aumento de renda no campo.

Mais de 200 equipamentos serão adquiridos e entregues aos produtores rurais do Estado, entre eles, distribuidor de calcário e adubo, ensiladeira para acoplar em tratores, perfurador de solo, sulcador de disco hidráulico, triturador e desintegrador com motor elétrico e plantadeira adubadeira.

Segundo o secretário da Seagri, Evandro Padovani, os equipamentos vão ajudar principalmente na recuperação de áreas degradadas, no plantio de forrageiras para fazer silagem e na produção de uma alimentação de boa qualidade.

No processamento agroindustrial os equipamentos vão auxiliar na execução de produtos derivados do leite, como por exemplo, na produção de queijos, pastorização de leite, achocolatados, iogurtes entre outros. De acordo com os dados da Seagri, Rondônia possui atualmente 77 agroindústrias que atuam no processamento do leite e derivados.

“Com esses recursos vamos poder investir na compra de equipamentos para ajudar o pequeno produtor a usar as novas tecnologias na melhoria da produção bovina, seja na produção de leite, na bovinocultura de corte, mas principalmente na bovinocultura leiteira. O governo do Estado oportuniza a maior renda ao produtor rural para que ele possa dar condições melhores de qualidade de vida para seus familiares”, salientou Padovani.

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Texto: Sara Cicera
Fotos: Daiane Mendonça e arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Bienalidade positiva impulsiona safra de café no país e aumenta produção

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Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões.

O 1º Levantamento da Safra 2020 de Café mostra que país poderá colher entre 43,2 e 45,98 milhões de sacas beneficiadas de arábica e entre 13,95 a 16,04 milhões de sacas de conilon. Divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o boletim aponta que o fenômeno atuou sobretudo no café do tipo arábica, em relação a 2019.

A produção de café arábica, influenciada pela bienalidade, deverá ter um aumento entre 26% e 34,1%, respectivamente, em comparação ao volume produzido na safra passada. Mas, em relação a 2018, haverá um decréscimo entre 3,2 e 9%. A floração da atual safra ocorreu sob um clima desfavorável, com altas temperaturas e baixos índices pluviométricos. Entretanto, o clima favoreceu no período da formação do chumbinho e os enchimentos dos frutos do arábica.

produção de conilon no país tem sido favorecida pelo clima e subiu de 14,2 milhões de sacas em 2018, para 15 milhões em 2019. Com a expectativa para 2020, o país poderá colher uma safra total, somando conilon ao arábica, entre 57,2 milhões e 62,02 milhões de sacas beneficiadas de café este ano. Já a área total, será de 1,89 milhão de hectares, com crescimento de 4%.

Produção regional – Entre os estados cafeicultores, Minas Gerais deve produzir entre 30,71 e 32,08 milhões de sacas. No sul de Minas a quantidade oscila entre 17,03 e 17,79 milhões de sacas. No Cerrado Mineiro a produção ficará entre 5,82 e 6,07 milhões de sacas, enquanto na Zona da Mata Mineira oscila entre 7,21 a 7,53 milhões de sacas. No Norte de Minas deve ficar entre 655,7 mil e 684,9 mil sacas beneficiadas.

Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões; Paraná, 880 a 970 mil sacas; Rio de Janeiro, 316 a 350 mil sacas; Goiás, 265,2 a 276 mil sacas e Mato Grosso, 159 a 168,8 mil sacas.

Mercado – No mercado internacional, os preços futuros dos contratos dos cafés arábica e conilon recuaram neste início de ano após as fortes altas verificadas nos meses de novembro e dezembro/19. A normalização do clima com o retorno das chuvas nas regiões cafeeiras do Brasil e a entrada de produto de origem colombiana e de países da América Central tem contribuído para o arrefecimento das cotações.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim de Café de Janeiro-2020.

Fonte:[email protected]

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Agronegócio

Com alta demanda mundial pelo milho, MT dobra volume exportado em 2019

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Plantação de milho deve aumentar ainda mais — Foto: Mayke Toscano/Gcom-MT

Devido aos problemas climáticos mundiais, o milho está com problemas de fornecimento. Com a seca na Índia e o excesso de chuvas e frio nos Estados Unidos, houve diminuição na oferta mundial do milho.

Esse cenário tem favorecido o mercado de exportações de milho brasileiro. Mais de um terço da produção mundial de grãos é de milho.

Entre janeiro e novembro de 2019, 39,1 milhões de toneladas foram exportadas, o que corresponde a um aumento de 101% em relação ao ano anterior. Atualmente, 40% da safra brasileira é exportada.

Segundo o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Fernando Cadore, a questão cambial também tem favorecido a exportação de milho.

“Com o real desvalorizado, nosso produto fica atrativo perante aos outros mercados mundiais”.

Mato Grosso é o maior exportador de milho do país — Foto: Mayke Toscano/ Gcom-MT

Mato Grosso é o maior exportador de milho do país — Foto: Mayke Toscano/ Gcom-MT

Hoje Mato Grosso ocupa o posto de maior exportador de milho do Brasil. Na última safra a produção do grão no estado chegou a 32 milhões de toneladas e foram consumidos cerca de 7 milhões de toneladas. Quase 80% da produção do estado é destinada à exportação.

Porém, apesar do cenário positivo e da alta procura, é importante manter a atenção.

“Se tivermos qualquer oscilação cambial para baixo ou alguma coisa que atrapalhe nossa exportação, o milho pode ficar retido no mercado interno, que o pode ser um problema, pois não tem o que se fazer com esse milho, não há tem como consumi-lo num curto espaço de tempo”, alerta Cadore.

Antônio Galvan, presidente da Aprosoja-MT — Foto: Nathalia Okde/G1

Antônio Galvan, presidente da Aprosoja-MT — Foto: Nathalia Okde/G1

O presidente da Aprosoja, Antônio Galvan, afirmou que a área de milho plantada em Mato Grosso vai aumentar.

“Hoje por conta do preço do milho, a rentabilidade está muito maior. Não tem como fugir do mercado atrativo do jeito que está. Eu mesmo, inclusive plantarei mais áreas esse ano do que eu plantava no ano passado. É preciso aproveitar o momento”, destacou.

Entre outras vantagens, o milho não necessita de processo industrial complexo como a soja.

Ainda de acordo com Galvan, a qualidade do milho produzido em Mato Grosso torna o produto disputado no mercado internacional.

“Nosso milho é formado no período chuvoso. Por colhermos no período da seca, o milho de Mato Grosso tem uma qualidade que é disputada em qualquer lugar no mundo. Todo o mundo quer o milho de Mato Grosso”, afirmou.

*Sob a supervisão de Pollyana Araújo

Fonte: G1

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