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Vídeo: Força Aérea já atua no combate a queimadas em Rondônia e em outros estados

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A Força Aérea Brasileira (FAB) deu início no sábado (24) ao trabalho de combate a incêndios na Amazônia. Duas aeronaves C-130 Hércules partiram de Porto Velho e são operadas pelo Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT). A FAB integra o esforço conjunto, coordenado pelo Ministério da Defesa, no combate aos incêndios que atingem a região Amazônica.

O C-130 conta com o sistema chamado MAFFS, do inglês Modular Airborne Fire Fighting System. O equipamento é composto por cinco tanques de água e dois tubos que se projetam pela porta traseira do avião, podendo carregar até 12 mil litros de água. Para realizar a missão, o avião tem que sobrevoar a área do incêndio a uma altura de 150 pés (aproximadamente 46 metros de altura). O lançamento, por meio de pressão, dura sete segundos e a própria inércia se encarrega de espalhar o líquido sobre o fogo, por uma linha de 500 metros. Após despejar a água, a aeronave retorna para Porto Velho, ponto de apoio, onde receberá um novo carregamento.

Exército

Com relação ao combate ao fogo especificamente em Rondônia, o Governo deu início também no sábado a Operação Jequitibá, ação integrada com o Exército Brasileiro e órgãos ligados ao Ministério do Meio Ambiente.

A Operação Jequitibá conta com a participação de 70 profissionais, sendo 18 do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), 19 agentes do PrevFogo (Ibama) e 33 militares do Exército Brasileiro. Ao todo, 32 viaturas serão utilizadas, entre as de combate ao fogo, ambulâncias, caminhões, motos e quatro cisternas de água.

Vídeo: Força Aérea já atua no combate a queimadas em Rondônia e em outros estados

Operação de Garantia da Lei e da Ordem

O governador coronel Marcos Rocha também solicitou do governo federal apoio das Forças Armadas para o combate à queimadas e incêndios florestais em Rondônia e teve resposta positiva do presidente Jair Bolsonaro, que assinou o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). ‘‘Fiz esse pedido justamente pela preocupação com aumento de casos de problemas respiratórios na nossa sociedade, e também para combater o que está prejudicando o nosso meio ambiente’’, esclarece o governador. Ele explicou ainda que neste momento os trabalhos se concentram noplanejamento da operação.

Fonte: Assessoria 

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Rondônia recebe do governo federal equipamento de alta tecnologia para tratamento oncológico

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Novo equipamento torna Rondônia autossuficiente na demanda de radioterapia e faz estado avançar em tratamento oncológico na Amazônia

Um diagnóstico difícil de aceitar, o câncer, seja de qual tipo for, a doença assusta. Mas em Rondônia, os pacientes estão cada vez mais confiantes na cura desse mal através do investimentos em profissionais especializados e tecnologias. Na manhã desta quinta-feira (20) um acelerador linear usado para radioterapia foi entregue para o tratamento de pacientes no Estado, onde funciona um hospital de primeiro mundo na Amazônia.

O equipamento de alta tecnologia é um investimento do Ministério da Saúde e faz parte do Plano de Expansão da Radioterapia do governo federal. O governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, agradeceu ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, pela sensibilidade de destinar o equipamento ao estado de Rondônia e assim contribuir para o tratamento humanizado.

”Quando a gente vê um hospital como esse limpo, tratando as pessoas com respeito, médicos empolgados, onde se tem diagnóstico adequado, então a gente precisa fazer de tudo para dar o atendimento adequado, e como governador do Estado, temos trabalhado em várias áreas, inclusive essa. Vamos fazer tudo que é possível e buscar em Deus, o impossível, e é um sonho ver esse serviço aprimorado, e com um número menor de pessoas que precisem desse atendimento no Estado. Vi aqui pessoas ainda que acometidas por doenças, sorridentes, e é esse ânimo e vontade de viver que nos dar mais vontade de trabalhar com dedicação”, disse Marcos Rocha, que visitou as alas do hospital.

Governador Marcos Rocha, reforça compromisso em garantir que Rondônia seja referência em tratamento oncológico humanizado

O acelerador está instalado no Hospital do Amor da Amazônia, em Porto Velho, e segundo, o presidente da Fundação Pio XII, Henrique Prata, responsável pelo hospital, faz parte da última geração de equipamentos de radioterapia. Ao contrário de outros equipamentos, esse só emite radiação quando está em funcionamento, e fica localizado numa sala com paredes de dois metros de espessura, ou seja, um local de alta blindagem e seguro.
‘‘O Estado tem um hospital que oferece todo o tratamento para oncologia, e agora passa a ter dois aparelhos de alta tecnologia para radioterapia, cada Estado tem no máximo um. Vamos dar a população o mesmo tratamento que é feito nos Estados Unidos e em São Paulo, por exemplo’’, afirma Henrique Prata.

Segundo ele, com um equipamento o hospital atendia 70 pessoas por dia, mas ainda tinha uma demanda de pacientes que precisavam se deslocar para Barretos (SP), e agora a estimativa é que mais 70 pacientes sejam atendidos com o novo equipamento.‘‘Rondônia passa a ser autossuficiente para toda demanda de paciente em tratamento de radioterapia. Com a chegada desse novo equipamento, atende não só todo o Estado, mas também está absorvendo cerca de 80% da demanda do Acre, 90% da demanda de Roraima, e 90% do Amapá’’, afirma Henrique Prata.

O Hospital do Amor oferece gratuitamente atendimento à população, e se mantém de portas abertas através de repasses de recurso do governo federal e governo de Rondônia. ‘‘Agradeço ao governador Marcos Rocha, essa ação permite que pacientes de todos os Estados se tratem aqui, apesar do recurso sair apenas do governo de Rondônia, pois metade é da União, outra metade do governo do Estado. O governador está sendo um herói de abraçar o cuidado da Amazônia inteira no seu Estado’’, destacou Henrique Prata.

Na solenidade de inauguração da nova sala de radioterapia, governador Marcos Rocha, destacou que mais R$ 4 milhões serão investidos no Hospital do Amor, com recurso exclusivo da economia feita pela Assembleia Legislativa e agradeceu o trabalho alinhado

O governo de Rondônia com complementação do governo federal já investiu quase R$ 47 milhões em repasses para o Hospital do Amor, nesta gestão. ‘‘Nós temos a oportunidade de fazer o melhor que podemos para todos, e temos que permitir a vinda de pacientes de outros Estados, porque no passado Rondônia encaminhava para outros Estados. Mas hoje estamos trabalhando para fortalecer essa área e para que tenhamos todo suporte necessário para fazer o atendimento no Estado’’, garante o governador.

”Nós só temos que agradecer essa parceria com o Hospital do Amor porque nosso objetivo comum é atender bem a nossa população, dar um atendimento digno, humanizado, de primeira qualidade. Nós reconhecemos como o recurso repassado pelo governo é bem investido aqui. São cirurgias de primeira, radioterapia de primeira, e a Secretaria de Saúde quer estreitar mais essa parceria porque quem ganha é a população com esse hospital que vários estados do país gostariam de ter, devido a qualidade”, afirma o secretário de Saúde, Fenando Máximo.

O Executivo também repassará R$ 4 milhões ao hospital, recurso exclusivo da economia feita pela Assembleia Legislativa (ALE). Esse montante faz parte de um valor total de R$ 30 milhões que a ALE devolverá para o governo, e este, investirá em políticas públicas para a sociedade rondoniense. ”Nós temos a missão de não deixar esse hospital deixar de funcionar”, considerou o presidente da ALE, deputado estadual Laerte Gomes. A solenidade também contou com a presença de parlamentares, a exemplo, da deputada federal, Silvia Cristina que anunciou investimentos para avançar na prevenção e tratamento de oncologia em Rondônia.

Fonte
Texto: Vanessa Moura
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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Ipva atrasado? Seu carro não pode ser apreendido por isso veja

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Quem nunca deixou um boleto atrasar que atire a primeira pedra! Às vezes imprevistos acontecem e para se reorganizar novamente, pode levar um tempo. Mas alguns atrasos nos deixam preocupados, como por exemplo, o pagamento do IPVA.

Mas calma, estamos aqui para esclarecer essa situação.

A Lei Estadual nº 4.462 decreta a proibição de apreensão e remoção de veículos por atrasos no pagamento de IPVA, taxas e multas.

E não é só isso. Também fica proibido aplicar penalidade, caso o seu veículo esteja com multa atrasada e outros tipos de taxas.

É válido lembrar que a apreensão pode acontecer, mas apenas com um mandado judicial.

Se não pode prender o meu veículo, o que a autoridade Estadual de trânsito pode fazer? 

É permitido aplicar uma notificação ou advertência ao motorista que aparecer inadimplente no sistema.Leia esta norma na íntegra e veja todos os detalhes da lei neste link: https://bit.ly/35yXA13

Veja a Lei sancionada neste link https://bit.ly/36I87sj

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Brasil estuda construir usina hidrelétrica binacional em Guajará-Mirim

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Diretor de Itaipu disse que obra seria feita no Rio Mamoré

Foto: Nilton Rolin/Itaipu

O Brasil estuda construir uma usina hidrelétrica binacional com a Bolívia. O projeto seria no Rio Mamoré, acima do município de Guajará-Mirim (RO), contando com experiência e investimentos de Itaipu. A possibilidade foi comentada nesta sexta-feira (14) pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, durante solenidade de comemoração da geração recorde de 2,7 bilhões de megaWatts/hora (MW/h) produzidos desde o início de sua operação, em 1984.

“Ela [a nova usina] vai ser necessária. Itaipu pode servir de referência, inclusive de relações [internacionais], que é uma construção de longo prazo. Itaipu pode ajudar muito se for tomada essa decisão. A previsão é que sejam duas hidrelétricas, de 5 mil MW a 6 mil MW [no total]. O Brasil precisa de energia segura. A engenharia diplomática para fazer uma construção dessas não é pequena. É tão complexa quanto é a engenharia para fazer a obra”, disse Silva e Luna.

Em termos de comparação, Itaipu tem potência de 14 mil MW. Segundo o general, Itaipu poderia ser o agente brasileiro na futura usina binacional com a Bolívia. “Se houver isso aí, Itaipu tem muito a contribuir. Na hora em que for decidido, estamos prontos. A programação financeira seria a parte menos complexa a se fazer. Havendo essa demanda, Itaipu está em condições de se debruçar sobre essa hipótese. A interconexão energética do continente é irreversível. É questão de tempo”, disse Silva e Luna.

Dentro de três anos, Itaipu terá quitada a dívida para a construção da usina, o que vai liberar cerca de US$ 2 bilhões por ano, metade para o Paraguai e metade para o Brasil, que passará a contar com US$ 1 bilhão para investimentos, cerca de R$ 4,3 bilhões. O dinheiro, segundo o general, poderia ser aplicado na construção da usina binacional, se for o caso, ou em melhorias na usina de Itaipu.

Custo

O diretor-técnico executivo de Itaipu, Celso Villar Torino, estimou em cerca de US$ 5 bilhões o valor de construção da usina binacional com a Bolívia, tomando-se em conta o valor das grandes usinas recentes.

“Teria que fazer uma análise detalhada do local, mas as grandes usinas, como referência, custaram cerca de US$ 5 bilhões. O Brasil tem mercado crescente [de energia]. Uma hidrelétrica de 5 mil MW a 6 mil MW, não há dúvida, que o país tem mercado para absorver”, disse Torino. Segundo ele, a conexão da futura usina poderia ser feita utilizando a linha das usinas de Jirau e Santo Antônio, ou construindo outras linhas de transmissão.

Anexo C

Em 2023, haverá a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu, de abril de 1973, que trata das bases de comercialização da energia gerada pela hidrelétrica. Atualmente, o Paraguai é obrigado a vender para o Brasil a parte de sua produção que não consome. A energia de Itaipu abastece 85% da demanda paraguaia, vendendo para o Brasil 35% do total da produção paraguaia.

De acordo com o general Silva e Luna, a questão está sendo bem conduzida e não deverá causar maiores problemas: “Teremos um grupo de trabalho único binacional. Se chega [a um consenso] através de conversa, diálogo, convencimento. Eu vejo isto com total otimismo”.

Outro assunto abordado foi o possível aumento do nível do reservatório, em um metro de altura, a fim de conferir maior estabilidade e potência. A obra custará cerca de R$ 4 milhões e não deverá causar impacto ambiental de alagamento além das terras da própria usina. Além disso, haverá, a partir do segundo semestre deste ano, a modernização de cada uma das 20 unidades geradoras onde ficam as turbinas, a um custo de US$ 700 milhões.

Cada unidade é responsável pela geração aproximada de 5% do total e deverá ficar parada até seis meses. No total, o processo vai durar 14 anos e será feita uma licitação internacional para a realização da modernização.

Recorde

A produção recorde de 2,7 bilhões de MWh, atingida nesta sexta-feira coloca Itaipu como a maior usina hidrelétrica do mundo em produção, superando até a gigantesca usina chinesa de Três Gargantas. O feito foi comemorado pelos diretores e funcionários da usina em solenidade que reuniu brasileiros e paraguaios.

O diretor-geral paraguaio de Itaipu, Ernst Bergen, destacou a colaboração de todos os funcionários da usina para o atingimento da meta. “Refletindo sobre o passado e olhando adiante, os paraguaios e brasileiros, como países-irmãos, têm sido capazes de construir uma hidroelétrica que hoje é a número um no mundo em produção de energia acumulada, a número um em produção de energia por ano, a número um em eficiência”, disse Bergen.

Silva e Luna também salientou a parceria entre os países para os resultados da usina: “Este potencial está colocado à nossa disposição, em proveito do desenvolvimento e bem estar de nossos povos. É um aprendizado contínuo, que une cada vez mais o Brasil e o Paraguai. Olhando para o futuro, vamos preparar nossa empresa para chegar em 2023 em condições de tratar dos novos arranjos financeiros do tratado, podendo trazer ainda mais benefícios para os nossos povos”.

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Fonte: Agência Brasil

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