conecte-se conosco

Agronegócio

Bienalidade positiva impulsiona safra de café no país e aumenta produção

Publicado

em

Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões.

O 1º Levantamento da Safra 2020 de Café mostra que país poderá colher entre 43,2 e 45,98 milhões de sacas beneficiadas de arábica e entre 13,95 a 16,04 milhões de sacas de conilon. Divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o boletim aponta que o fenômeno atuou sobretudo no café do tipo arábica, em relação a 2019.

A produção de café arábica, influenciada pela bienalidade, deverá ter um aumento entre 26% e 34,1%, respectivamente, em comparação ao volume produzido na safra passada. Mas, em relação a 2018, haverá um decréscimo entre 3,2 e 9%. A floração da atual safra ocorreu sob um clima desfavorável, com altas temperaturas e baixos índices pluviométricos. Entretanto, o clima favoreceu no período da formação do chumbinho e os enchimentos dos frutos do arábica.

produção de conilon no país tem sido favorecida pelo clima e subiu de 14,2 milhões de sacas em 2018, para 15 milhões em 2019. Com a expectativa para 2020, o país poderá colher uma safra total, somando conilon ao arábica, entre 57,2 milhões e 62,02 milhões de sacas beneficiadas de café este ano. Já a área total, será de 1,89 milhão de hectares, com crescimento de 4%.

Produção regional – Entre os estados cafeicultores, Minas Gerais deve produzir entre 30,71 e 32,08 milhões de sacas. No sul de Minas a quantidade oscila entre 17,03 e 17,79 milhões de sacas. No Cerrado Mineiro a produção ficará entre 5,82 e 6,07 milhões de sacas, enquanto na Zona da Mata Mineira oscila entre 7,21 a 7,53 milhões de sacas. No Norte de Minas deve ficar entre 655,7 mil e 684,9 mil sacas beneficiadas.

Na previsão para os outros estados a estimativa mostra o seguinte cenário: Espírito Santo, 13,02 a 15,44 milhões de sacas; São Paulo, 5,71 a 6,1 milhões; Bahia, 3,6 a 4,1 milhões; Rondônia, 2,34 a 2,39 milhões; Paraná, 880 a 970 mil sacas; Rio de Janeiro, 316 a 350 mil sacas; Goiás, 265,2 a 276 mil sacas e Mato Grosso, 159 a 168,8 mil sacas.

Mercado – No mercado internacional, os preços futuros dos contratos dos cafés arábica e conilon recuaram neste início de ano após as fortes altas verificadas nos meses de novembro e dezembro/19. A normalização do clima com o retorno das chuvas nas regiões cafeeiras do Brasil e a entrada de produto de origem colombiana e de países da América Central tem contribuído para o arrefecimento das cotações.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim de Café de Janeiro-2020.

Fonte:[email protected]

Continue lendo
Clique para comentar

Deixe seu comentário

Agronegócio

Governo encaminha projeto de fábrica de gelo para piscicultura

Publicado

em

Por

Fábrica de gelo em escama deve atender o setor de piscicultura em Rondônia

Em reunião na sexta-feira (14) com o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jorge Seif Junior, em Brasília, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, encaminhou pedido para aquisição de uma fábrica de gelo em benefício da piscicultura estadual.

A crescente produção de pescado no estado amazônico foi objeto da demanda, para que seja construída uma unidade de fabricação de gelo em escamas em um município rondoniense. Inicialmente, a ideia é que a fábrica de gelo seja em um município no centro da produção para atender a produtores locais e de regiões vizinhas.

O coronel Marcos Rocha explicou que, desta forma, mais peixes podem ser comercializados e vai estimular incremento de produção.

“A piscicultura é uma bandeira de Rondônia há anos, e todos podem ver o quanto este negócio é importante para o pequeno, médio ou grande produtor, para o nosso Estado e para o Brasil”, disse.

Seif apoiou o projeto e explicou que há alguns anos o MAPA está evitando fomentar as fábricas, pois diversos projetos não foram implementados corretamente. “Vimos vários projetos fora da realidade local e os custos de energia elétrica e água inviabilizaram o uso. Além disso, é necessário avaliar o valor de manutenção que também pode ser suficiente para o produtor não usar o empreendimento”, afirmou. Para o secretário a maioria das fábricas virou um elefante branco que não tem mais utilidade.

O governador propôs que a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) possa concluir o estudo de viabilidade da fábrica alinhada com a real necessidade da produção. “A Seagri tem estimulado há muito tempo a produção de pescados e vai ser extremamente precisa nos números”, definiu.

O secretário Jorge Seif orientou que, junto a estes dados, o governo esteja atento ao período no qual será aberto o cadastro de projetos do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv). Seif ainda pediu para que, simultaneamente, o governador verifique a possibilidade de que parlamentares indiquem emendas para a construção da fábrica, pois os recursos do Ministério foram diminuídos em 2020.

Ainda no encontro, o secretário de Aquicultura do Mapa afirmou que no mês de setembro será realizada mais uma edição do evento de distribuição de tambaqui rondoniense na esplanada.

Rondônia tem área superior a 15.800 hectares de espelhos de água com produção superior a 95 mil toneladas por ano.

Também participaram da reunião o secretário-chefe da Casa Militar, Coronel Valdemir Góes, e a assessora da Secretaria de Aquicultura e Pesca, Danielle Blanc.

Fonte
Texto: Alex Nunes
Fotos: Alex Nunes
Secom – Governo de Rondônia

Continue lendo

Agronegócio

Raio mata 5 cabeças de gado em Ministro Andreazza, RO

Publicado

em

Por

Proprietário diz que bois estavam tentando se proteger da chuva; prejuízo estimado é de R$ 8 mil. Sipam diz que é comum na Amazônia.

Foto: Reprodução/Admilson José da Costa

Cinco bois morreram após serem atingidos por um raio na tarde de domingo (16), em Ministro Andreazza (RO), a 476 quilômetros de Porto Velho. O proprietário dos animais, Admilson José da Costa, conta que os bois estavam se protegendo da chuva quando foram atingidos.

“Os bois estavam debaixo de um pé de manga quando o raio caiu. Perdemos cinco cabeças”, diz o produtor. Segundo ele, o prejuízo financeiro foi de de R$ 8 mil, em média.

Admilson diz que não é a primeira vez que bois dele morrem após serem atingidos por raio. “Há 14 anos perdemos 24 cabeças de gados. Mas dessa vez eles não estavam de baixo da árvore, mas na beira da cerca”, relembra.

Ao G1, o meteorologista Marcelo Gama, do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), informou ser comum nesta época do ano ter um número maior de raios, mas não são contabilizados.

“Não temos sensores para contabilizar o número de raios na região, mas nesse período de chuva é muito comum essas descargas elétricas. É uma situação comum em toda a Amazônia”

Fonte: G1 RO

Continue lendo

Agronegócio

Idaron apresenta balanço das ações executadas para suspensão da vacina contra febre aftosa

Publicado

em

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) apresentou balanço das ações executadas com recursos do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fesa-RO), frente ao projeto de suspensão da vacinação contra febre aftosa, de acordo com o Plano Estratégico do Programa Nacional de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O diretor executivo, Licério Correa Soares Magalhães explicou que foram cumpridas todas as 102 ações apontadas pelo Pnefa, com recursos de fontes próprias, na folha de pagamento dos servidores e com capital do fundo, com os seguintes investimentos: construção e melhoria das instalações físicas dos postos de fiscalização, aquisição de equipamentos de informática, veículos e equipamentos de videomonitoramento em ramais na divisa entre os estados do Mato Grosso e Rondônia.

Além disso, o diretor descreveu que foram feitos acordos de cooperação com a Polícia Militar do Estado de Rondônia para um controle mais rigoroso nas divisas de Rondônia, com a efetivação da retirada da vacina contra febre aftosa e o desenvolvimento de software para facilitar a interação dos produtores com os serviços da Idaron.

O presidente da Idaron, Júlio Cesar Rocha Peres destacou que normalmente o setor privado demanda o setor público, mas que nessa ação, o setor público já cumpriu 100% das ações de sua responsabilidade. “A partir de agora cabe a organização do setor produtivo (pecuarista, comércio e indústria), para manutenção de um fundo privado que apoie às ações da Agência. É fundamental para Rondônia, principalmente neste novo cenário, em que avançamos para a suspensão da vacina. É uma exigência do Ministério”, pontua o presidente.

De acordo com Mapa, a participação do setor produtivo por um fundo emergencial privado é um pilar importante e fundamental na construção do sistema de defesa sanitária animal no Estado e no avanço da erradicação da febre aftosa. “O fundo se faz importante como um mecanismo rápido e ágil para apoiar e dar garantias às intervenções zoossanitárias, especialmente em um Estado onde a pecuária representa importante fonte de riqueza econômica e social”, ressalta o Ministério, em nota.

Julio Cesar explica que as limitações e burocracias para a utilização do recurso público, no caso de uma emergência sanitária, eleva a importância da parceria e do entendimento que deve existir entre produtores e indústria, para que o processo funcione.

“Uma das metas a serem alcançadas para a retirada da vacina é a participação efetiva de um fundo privado, contudo, ainda não temos pacificado a forma de contribuição em favor deste fundo. Por isso organizamos a cadeia produtiva, orientamos, trouxemos para discussão e estabelecemos até o dia 19, terça-feira da próxima semana, para que a indústria faça um manifesto formal quanto à adesão de contribuir em favor do fundo privado de apoio às ações de defesa sanitária”, explicou.

Fonte
Texto: Dhiony Costa e Silva e Toni Francis
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

Continue lendo

Publicidades

Tendências

%d blogueiros gostam disto: