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Economia

Mais de 4,7 mil empresas fecharam as portas de janeiro a agosto de 2020 em RO

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Um total de 4.800 empresas fecharam as portas entre janeiro e agosto deste ano, segundo dados da Junta Comercial do Estado de Rondônia (Juncer). O valor ainda é menor se comparado ao número de empresas que deram baixas no mesmo período no ano passado, quando 5.179 negócios fecharam.

Fevereiro deste ano, antes da pandemia, foi o mês com piores resultados no número de empresas com baixas, um total de 739. Nos meses seguintes esses registros diminuíram consideravelmente e voltaram a subir em julho, conforme apresentado no gráfico abaixo.

O presidente da junta, José Alberto Anísio, explica que a pandemia paralisou muitas empresas e mesmo que visivelmente muitas tenham fechado, os dados com as baixas reais e totais só poderão ser compilados em 2021.

“A pandemia, ao que se refere ao impacto de fechamento de empresas, só vai ser vista no ano que vem, pois muitos encerram as atividades da empresa ou paralisam por um determinado período para ver se começa a funcionar de novo e assim, retomar a funcionalidade. Então encerrar o registro na junta é uma atividade que o empresário vai fazer por último, somente quando não houver outro jeito”, explica.

Por enquanto, entre os segmentos mais afetados pela pandemia do novo coronavírus está o comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, foram 280 empresas desse núcleo que fecharam as portas de março a agosto deste ano.

Na sequência estão os minimercados, mercearias e similares, que 112 acabaram fechando. Ainda no ramo alimentício: 102 lanchonetes e 88 restaurantes concluíram as atividades.

Avenida comercial Sete de Setembro em Porto Velho em 2019 — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Avenida comercial Sete de Setembro em Porto Velho em 2019 — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Quantitativo de empresas com Registro Ativo

Em Rondônia 161.399 empresas têm o registro ativo na Junta Comercial. Sendo que quase 55 mil são em Porto Velho e 14.513 em Ji-Paraná, veja exemplos em algumas cidades do estado:

Quantitativo de Empresas com Registro Ativo

Porto Velho 54.990
Ji-Paraná 14.513
Vilhena 11.615
Ariquemes 10.599
Cacoal 8.713
Outros 60.969

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Coronavirus

IMPACTOS DA COVID-19: Honda anuncia suspensão temporária da produção de motos em Manaus

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Em comunicado, montadora afirma que decisão foi motivada pelos impactos da Covid-19 nas cadeias de suprimento e o agravamento da pandemia no estado

Foto: https:18horas.com.br

A Honda anunciou nesta sexta-feira a paralisação temporária da produção de motos no complexo fabril de Manaus, no Amazonas. Segundo comunicado, a decisão ocorreu em virtude dos impactos da covid-19 na cadeia de suprimentos e o agravamento da pandemia no estado.
De acordo com a montadora, a linha de produção será suspensa do dia 25 de janeiro a 3 de fevereiro. “A retomada está prevista para 4 de fevereiro, desde que as condições necessárias sejam atendidas”, afirmou em nota.
Durante o período, os funcionários dos setores administrativos e produtivos entrarão em férias coletivas, com contingente mínimo para realização de atividades essenciais.
A decisão da montadora ocorre no momento em que a indústria enfrenta a escassez de insumos. A parada abrupta da cadeia produtiva por conta da pandemia dificultou a importação e fez aumentar os custos.
Além da escassez de matéria-prima, que aumenta a pressão sobre os preços e custos com logística, a montadora viu suas operações serem impactadas pelo recrudescimento da Covid-19.
Crise em Manaus
A Honda não é a primeira montadora a paralisar a produção por conta da crise de oxigênio em Manaus. De acordo com a coluna de Miriam Leitão, no Globo,  outras indústrias do polo da Zona Franca de Manaus interromperam as suas atividades para que o oxigênio fosse destinado para a saúde.
Fonte. O GLOBO

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Agronegócio

Exportações de carne e soja de RO geraram receitas de mais de US$ 548,4 milhões

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As exportações de carne bovina e soja em 2020, até setembro, geraram receitas de US$ 548,4 milhões e US$ 419,6 milhões,..

Foto: Ilustrativa

As exportações de carne bovina e soja em 2020, até setembro, geraram receitas de US$ 548,4 milhões e US$ 419,6 milhões, respectivamente.

No caso da carne, o valor exportado em 2020 foi 18,1% superior ao mesmo período de 2019; já a soja apresentou variação positiva de 9,2% em relação ao mesmo período de comparação.

O desempenho positivo da carne pode ser explicado pelo maior volume exportado e pela desvalorização do Real, influenciados sobretudo pela demanda maior, advinda principalmente da China, dada sua maior demanda por proteína animal, em virtude dos casos de peste suína, que exerceu forte pressão nos preços internacionais, beneficiando assim o produto exportado pelo estado.

Já o desempenho da soja foi influenciado também pelos preços melhores, devido principalmente à desvalorização do Real frente ao Dólar. Em 2020 a carne bovina foi vendida para 47 países, sendo que apenas três (Hong Kong, China e Egito) foram responsáveis por 65,7% da receita gerada no ano citado. A soja foi exportada para 23 países, tendo como principais destinos os Países Baixos, Espanha e Turquia (Mapa, 2020b).

O volume de milho e soja exportado via calha do rio Madeira até agosto de 2020 foi de menos 0,7% no caso do milho e de mais 8,6% no da soja, em relação ao mesmo período de 2019. Cabe ressaltar que essa produção movimentada, tanto o milho quanto a soja, é originária de regiões produtoras do oeste de Mato Grosso e de Rondônia.

Fonte: Diariodaamazonia

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Economia

Petrobras reajusta gasolina em 7,6%; aumento vale a partir da terça-feira em todo Brasil

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Segundo presidente da Abicom, Sérgio Araújo, mesmo com o aumento anunciado nesta segunda, o preço da estatal ainda não está em linha com o de importação

O preço médio do litro da gasolina vendida pela Petrobras (PETR3;PETR4) em suas refinarias vai passar de R$ 1,84 para R$ 1,98, o que representa uma alta de 7,6% (R$ 0,15, em média). Esse foi o primeiro aumento do ano. O último aconteceu no dia 29 de dezembro.

“Os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, desta maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”, informou a empresa por meio de sua assessoria de imprensa, acrescentando que, em 2020, o preço médio da gasolina em suas refinarias atingiu mínimo de R$ 0,91 por litro.

A empresa tem sido criticada por um grupo de concorrentes reunido na Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), que recorreu ao Cade acusando a empresa de praticar valores abaixo da paridade internacional e, com isso, impedir a competição no mercado interno.

Segundo o presidente da entidade, Sérgio Araújo, mesmo com o aumento anunciado nesta segunda-feira, o preço da estatal ainda não está em linha com o de importação.

A Petrobras, porém, além de argumentar que pratica a política de paridade, disse também em nota que o preço da gasolina vendida na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado em suas refinarias.

“Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos próprios postos revendedores de combustíveis”, destacou.

Afirmou ainda que a participação dos preços de realização da Petrobras na composição de preços ao consumidor de gasolina caiu de 31% para 29%. Para isso, utilizou dados divulgados pelo Global Petrol Prices.

Fonte: Agência Estado

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