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Cerejeiras, RO, enfrentam falta de água e desabafam: ‘Estamos estocando’

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Moradores de Cerejeiras (RO) relatam falta de água constante — Foto: Julia Galvão

Moradores de Cerejeiras (RO) relatam que estão há dias convivendo com a instabilidade no fornecimento de água encanada. De acordo com eles, tem dias em que a água sai pela torneira e outros em que a água vem por apenas 40 minutos.

A situação preocupa a população, já que a água é um item importante na higiene para conter o contágio da Covid-19. Além disso, as necessidades básicas do dia a dia, como tomar banho, afazeres de casa e preparação de refeições, também são prejudicadas.

 uma moradora explicou que, quando consegue encher a caixa d’água, tenta economizar ao máximo para evitar que acabe. Laécio, morador do município, também explicou que por medo da falta de água, prefere estocar para garantir que conseguirá preparar as refeições.

“Economia total. Nós estamos estocando [água] para alimentação. Busco água de galão para banhar e lavar os banheiros”, afirmou.

O que diz a fornecedora de água?

A causa da instabilidade no abastecimento de água no município, conforme a Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd), é a diminuição da vazão do Rio Araras, principal rio de abastecimento da cidade. De acordo com a companhia, o nível do rio está baixíssimo.

Baixa vazão do rio Araras em Cerejeiras, RO — Foto: Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd)

Baixa vazão do rio Araras em Cerejeiras, RO — Foto: Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd)

A companhia explicou que nesta época do ano, ocorre o rebaixamento natural do nível dos rios. A situação acontece devido ao rigor do verão na região, que aliado ao alto consumo de água, afeta a distribuição no município.

Conforme a companhia, para tentar diminuir a instabilidade, a Caerd realizou uma força-tarefa na semana passada para montar um outro ponto de captação de água no rio do Óleo. Segundo a Caerd, com esse novo ponto, cerca de 90% do problema na localidade foi resolvido.

Além disso, a Caerd solicitou o apoio da população de Cerejeiras para economizar e controlar o uso da água para evitar o racionamento, como evitar lavar veículos, calçadas e “outros gastos desnecessários no momento”.

Novo ponto de captação de água no rio do Óleo em Cerejeiras, RO — Foto: Caerd

Novo ponto de captação de água no rio do Óleo em Cerejeiras, RO — Foto: Caerd

Fonte: G1/RO

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Pulgas e carrapatos: pesadelos para cães e tutores. Mas é possível resolver

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Coceira, perda de pelo e até feridas. Esses são alguns dos problemas nos cães acometidos por ectoparasitas. Pulgas, carrapatos, piolhos e ácaros representam um verdadeiro pesadelo para os pets e seus tutores. Segundo a médica veterinária Patricia Guimarães, responsável pelo departamento técnico de marketing da Syntec do Brasil, prevenir o aparecimento de pulgas e carrapatos é a forma mais efetiva de combater os ectoparasitas. “Cuidados podem ser tomados por meio da utilização frequente de produtos tópicos ou sistêmicos, que auxiliam na proteção contra pulgas e carrapatos, na forma de pipetas, comprimidos orais ou coleiras especiais. Dar banhos regularmente e a manter os pelos curtos, principalmente nas estações de calor, quando a proliferação é mais intensa, também são medidas importantes”, explica a especialista.

A contaminação dos pets acontece no ambiente ou pelo contato direto ou indireto com animais com algum nível de infestação. “Estima-se que mais de 80% dos cães possuem alguma espécie de ectoparasita. Para saber se o seu cão está com pulgas ou carrapatos, é necessário realizar um minucioso exame físico, além da observação de sintomas, como queda de pelo, coceira em excesso, vermelhidão, descamação, hiperpigmentação, espessamento da pele e outras lesões e alterações, além da própria visualização do ectoparasita na fase adulta e suas fezes (no caso de pulgas) no corpo cão”, explica a veterinária.

As principais doenças causadas são erliquiose, babesiose, anaplasmose, hepatozoonose, febre maculosa, rangeliose, dermatite alérgica à picada de pulgas (DAPP) e a ectoparasitas (DAPE), demodiciose e a Doença de Lyme, onde muitas delas podem levar o cão a óbito. “Se o cão estiver com nível elevado de infestação por ectoparasitas e não receber o correto tratamento, tanto o de suporte quanto o de combate direto, ele pode sofrer consequências muito sérias devido ao agravamento das doenças”, relata Patricia Guimarães.

Ela destaca que raças com grande quantidade de pelo e/ou pelo longo, demandam maior atenção e cuidados por parte dos tutores, pois essas características facilitam a infestação e dificultam a visualização das pulgas e dos carrapatos presentes no corpo do animal.

Segundo a veterinária da Syntec, o principal tratamento contra pulgas e carrapatos exige o uso de ectoparasiticidas tópicos ou orais, como K-Spot, produto tópico que combate as formas ovais, larvais e adultas de pulgas, carrapatos e piolhos. “Em associação, podemos utilizar shampoos específicos e limpar frequentemente os locais onde o cão normalmente habita, além dos demais objetos como caminhas, roupinhas, brinquedos e comedouros. Em alguns casos, se faz necessário encaminhar o animal para o médico veterinário por conta do nível elevado de infestação, onde um tratamento suporte é empregado junto a cuidados intensivos”, recomenda.

K-Spot é indicado apenas para cães e pode ser utilizado em animais adultos, idosos, fêmeas gestantes e lactantes e filhotes acima de 6 semanas de idade. O produto é eficaz no tratamento de ectoparasitoses causadas por pulgas e carrapatos. Também é indicado para tratamento e controle da Dermatite Alérgica a Picadas de Pulgas (DAPP) e controle das infestações dos cães por cestódeos.

Sobre a Syntec

A Syntec é uma indústria de produtos para saúde animal 100% brasileira, com foco em medicamentos e suplementos veterinários de alta complexidade. Seu portfólio é amplo, incluindo terapêuticos, especialidades, produtos para higiene e saúde, suplementos e, agora, vacinas animais. Mais informações: www.syntec.com.br

Fonte: Fernanda Souza/Texto Assessoria

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Como retornar ao trabalho sem culpas após a licença maternidade

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Atualmente, muitas mães de primeira viagem quando tem o seu primeiro filho ficam com muitas dúvidas e questões para pensar em aberto, e uma delas normalmente é a de como retornar ao trabalho sem culpas após a licença maternidade.

As mulheres da sociedade moderna não são mais donas de apenas um papel ou de uma única função, elas trabalham, se casam, cuidam da casa e também têm filhos.

O sonho da maternidade está presente na maioria das mulheres, mesmo nos dias atuais, que mesmo possuindo uma vida corrida, desejam poder ter os seus filhos e continuar conquistando o mundo do trabalho.

Mas a verdade é uma só, com mais responsabilidades, mais desafios acometem essas mulheres, que irão enfrentar muitos dilemas e guerras internas, analisando questões como a de como retornar ao trabalho sem culpas após a licença maternidade.

Qual é o tempo da licença maternidade para a mulher?

A futura mãe tem direito a 4 ou 6 meses de licença maternidade, segurada pelo INSS, sem nenhum prejuízo em seu salário ou no seu emprego.

Porque algumas mulheres têm direito a 6 meses de licença maternidade?

A possibilidade de prorrogação da licença maternidade de 4 para 6 meses se dá para as mulheres que trabalham em empresas que participam do Programa da Empresa Cidadã. As mulheres com cargos de deputadas e senadoras também podem ter 6 meses de licença maternidade.

Mas então, como retornar ao trabalho sem culpas após a licença maternidade?

Mesmo que o tempo da licença maternidade seja de 4 ou 6 meses, uma coisa é certa, esse tempo é muito curto para aproveitar realmente o pequeno e proporcionar todos os cuidados para ele! E muitas mães sentem muita culpa e até mesmo uma vontade de largar o emprego para poderem cuidar dos seus filhos por mais alguns meses.

Mas o ato de largar o emprego em um momento de nervosismo e culpa não é recomendado por especialistas, dado que algumas medidas podem ser tomadas para a mãe entender como retornar ao trabalho sem culpas após a licença maternidade. Vamos agora mesmo analisar essas dicas nos tópicos a seguir:

O primeiro e principal ponto: com quem o bebê será deixado?

Quando a mãe souber com quem deixar a criança depois da licença maternidade, certamente as suas noites serão mais tranquilas e melhores dormidas (ou não, porque o bebê ainda é pequeno).

A verdade é que não existe a resposta ideal de qual pessoa deve ser confiada para se deixar o bebê.

As opções variam, e devem ser consideradas de acordo com a realidade da pessoa, da sua família e da sua situação financeira. Essa escolha deve ser feita de uma forma muito consciente, e pode variar entre algum parente, uma babá, uma creche ou até mesmo o pai da criança, dado que muitos pais nos dias de hoje assumem essa missão.

Essa decisão deve ser tomada o quanto antes para a mãe não ficar angustiada, prejudicando a sua vida pessoal e mesmo profissional.

Entenda essa culpa e se perdoe

Lembre-se que de maneira alguma você está abandonando o pequeno, mas sim saindo para trabalhar e proporcionar um bom futuro para ele. Uma criança envolve muitos gastos, dado que a mãe irá querer dar do bom e do melhor para o pequeno, esses gastos envolvem deliciosas compras na loja Pama Kids, gastos com fraldas, fórmulas, sapatinhos e diversas outras delícias do mundo da maternidade.

Mas todas essas coisas envolvem dinheiro, e é para garantir o melhor para o filho que a mãe está voltando para trabalhar.

Dê valor ao trabalho e seja produtiva

A mãe deve se lembrar que o seu trabalho irá garantir para a criança um bom futuro e que sejam atendidas todas as suas necessidades básicas. Além do mais, a mãe deve se lembrar do quanto lutou por aquele emprego e focar em como retornar ao trabalho sem culpas após a licença maternidade.

Ela deve evitar expor as dificuldades que está enfrentando no ambiente de trabalho, se tiver alguma observação ou alinhamento que deve ser feito, ela deve comunicar a sua gestão imediatamente, para que não haja espaço para conversas sem necessidade.

É importante que essa mãe também efetue da melhor forma às suas atividades e não fique se lamentando, sabendo que está agindo da melhor forma em prol da criança.

Como última dica – fora do trabalho, seja inteiramente da criança!

Isso mesmo, a mãe deve dar o seu melhor no ambiente de trabalho, mas fora dele, deve esquecê-lo e se ocupar de cuidar da sua família recém-formada e do seu bebê, que certamente está com muita saudade de passar muito tempo com a sua mãe.

Dar toda a atenção e amor para a criança no tempo livre certamente é a melhor dica de como retornar ao trabalho sem culpas após a licença maternidade.

Fonte: Lucas FBS

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Caminhoneiros prometem greve total em 1° de novembro

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Categoria pretende ‘pressionar’ o governo, sobretudo pela alta do diesel

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