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Política

Governo de Rondônia recebe visita do cônsul-geral do Japão

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Objetivo da visita é fortalecer o relacionamento institucional entre Japão e o Estado de Rondônia

O Governo de Rondônia recebeu nesta quinta-feira (7), no Palácio Rio Madeira (PRM), em Porto Velho, a visita institucional do cônsul-geral do Japão em Manaus, Masahiro Ogino. Foi a primeira visita do representante japonês ao Estado, após assumir o cargo em junho de 2021. 

Masahiro Ogino foi recebido pelo secretário de gabinete da governadoria, coronel Raulino Ferreira, pelo guia de turismo da Superintendência Estadual de Turismo (Setur), Isaías Gomes e pelo gestor da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), Sérgio Gonçalves, representando o governador Marcos Rocha.

Durante a visita, foram tratados interesses mútuos sobre as relações comerciais, trocas culturais e Educação.

Superintendente da Sedi falou sobre retomada econômica pós-pandemia

Sérgio Gonçalves, acentuou que a comunidade japonesa em Rondônia possui grande participação nos negócios do Estado.

“São muitos empresários que prestam serviços, gerando empregos na prática dos bons negócios. O governador Marcos Rocha é sensível a questão do desenvolvimento econômico no Estado. Isso envolve a Educação, Cultura, geração de empregos, Segurança, Saúde, e sempre direcionou para que tivéssemos a melhor relação com o comércio internacional”, declarou o superintendente da Sedi.

Gonçalves pontuou que a visita do cônsul japonês foi providencial para estreitar o relacionamento, sendo importante a parceria nipônica com o Estado, citando ainda o “Rondônia Day”, onde são apresentadas todas as potencialidades comerciais.

O cônsul-geral do Japão, Masahiro Ogino, agradeceu ao Governo do Estado pela receptividade e disse que o apoio de Rondônia a comunidade Nikkei é valioso, lembrando ainda que desde a década de 1950, os japoneses já eram presentes em terras rondonienses.

Masahiro citou que atualmente, são cerca de 85 mil japoneses que partilham suas vidas e a maioria deles, vieram de outros Estados do país. Ainda pontuou que a Associação Cultural Nipo-brasileira de Rondônia, o Nikkey Club, tem um papel muito importante para o ensino da língua japonesa e a apresentação da cultura nipônica, oferecendo importante contribuição e desenvolvimento no Estado.

O representante japonês colocou o consulado à disposição, ajudando a cooperar no desenvolvimento do país, sendo úteis aos residentes nipônicos, com ações que promovam os costumes e tradições japonesas.

No encerramento da reunião, Masahiro Ogino entregou um presente da comunidade japonesa ao superintendente da Sedi, Sérgio Gonçalves, que em seguida entregou ao cônsul, um presente do “Invest Rondônia” e um kit da Setur e colocou o Estado à disposição do consulado japonês para eventuais visitas oficiais e convidou o titular da pasta a fazer uma visita a Manaus, no Amazonas.

MASAHIRO OGINO

Desde que ingressou no Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão, em 1987, tem se dedicado ao fortalecimento das relações entre o Japão e a América Latina.

Em 2018, antes de se tornar cônsul-geral, durante os 110 anos da Imigração Japonesa ao Brasil, Mashiro Ogino esteve no Brasil quando acompanhava a visita da princesa Mako de Akishino. Na ocasião, Masahiro visitou várias regiões do país, incluindo a cidade de Manaus.

Ogino ficou encantado pela grandeza e diversidade do Brasil, assim como admirado pela presença de comunidades Nikkey, ou seja, pessoas descendentes ou nascidas no Japão, que moram no país.

 AÇÕES DO CONSULADO

Os estados do Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre estão sob jurisdição do Consulado-geral do Japão em Manaus. O consulado trata de casos envolvendo cidadãos brasileiros no exterior, como repatriações, prisões, hospitalizações e prestam serviços a brasileiros, entre outras funções.


Fonte
Texto: Richard Neves
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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Política

Bolsonaro confirma Auxílio Brasil de R$ 400, mas diz que ‘ninguém vai furar o teto’

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Divulgação de que parte do valor seria deixado de fora da regra fiscal gerou forte reação negativa no mercado financeiro

Presidente Jair Bolsonaro afirma que teto de gastos será respeitado

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta quarta-feira, 20, que o Auxílio Brasil será de R$ 400, mas que o valor respeitará o teto de gastos, a regra que limita os custos da União ao Orçamento do ano anterior, mais a inflação. O aumento das mensalidades gerou polêmica após a divulgação, nesta terça, 19, de que o governo estudava deixar parte dos recursos de fora da trava fiscal.
“Temos a responsabilidade de fazer com que esses recursos venham do próprio Orçamento da União. Ninguém vai furar o teto, ninguém vai fazer nenhuma estripulia no Orçamento”, disse em evento na cidade de Russas, no Ceará. O presidente também confirmou que o novo valor será distribuído para 17 milhões de famílias.
Segundo informações, o Planalto pretendia usar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios para tirar aproximadamente R$ 30 bilhões do teto de gastos. O benefício deve ser estendido até o fim de 2022, com custo total de R$ 90 bilhões. A retirada do valor do teto de gastos contrariou a equipe comandada por Paulo Guedes e gerou forte repercussão negativa no mercado financeiro.
A proposta original previa elevar o Auxílio Brasil para R$ 300, mas a equipe econômica foi pressionada para ceder mais. O novo benefício seria composto por cerca de R$ 190 já pagos pelo Bolsa Família, mais cerca de R$ 110 via aumento temporário até dezembro de 2022 — prazo que mantém a medida dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal —, e um acréscimo de R$ 100 fora do teto. O novo projeto estava previsto para ser apresentado na tarde de ontem, mas o evento foi cancelado diante das críticas.
Não há previsão para nova divulgação. A sessão da comissão especial da Câmara para votar a PEC dos Precatórios também estava agendada para esta terça, mas foi transferida para hoje para que o relator, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), fizesse alterações no seu parecer.
A medida, que visa criar um limite de R$ 40 bilhões aos pagamentos das dívidas da União que não cabem mais recursos judiciais, é fundamental ao governo federal para encontrar espaço dentro do teto de gastos para o pagamento do Auxílio Brasil.
Fonte: Jovempam

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Economia

Senado aprova PL que cria vale-gás para famílias de baixa renda

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Estimativa é que o programa tenha um custo entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões por ano

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Economia

Bolsonaro diz ter ‘vontade’ de privatizar a Petrobras

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Chefe do Executivo ainda destacou que zerou o imposto federal no gás de cozinha em março e voltou a culpar governadores pelo aumento dos insumos

(crédito: EVARISTO SA/AFP)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (14/10) ter “vontade de privatizar a Petrobras” devido às críticas que tem recebido pelo aumento dos combustíveis. A declaração ocorreu durante entrevista à Rádio Novas de Paz, de Pernambuco.

“É muito fácil: aumentou a gasolina, culpa do Bolsonaro. Eu tenho vontade. Já tenho vontade de privatizar a Petrobras. Vou ver com a equipe econômica o que a gente pode fazer. Porque o que acontece é que eu não posso, não é controlar, eu não posso melhor direcionar o preço do combustível, mas quando aumenta a culpa é minha. Aumenta o gás, a culpa é minha, apesar de ter zerado o imposto federal. Reconheço que não pode zerar o ICMS, mas a cobrança não pode ser feita com um percentual sobre o preço na bomba”, alegou.

O chefe do Executivo ainda destacou que zerou o imposto federal no gás de cozinha em março e voltou a culpar governadores pelo aumento dos insumos.

“Sabe qual o imposto federal no gás de cozinha? Zero. Eu zerei em março ou abril e mesmo assim aumentou de preço. Essas verdades é que doem para muita gente. É muito fácil (falar): aumentou a gasolina, culpa do Bolsonaro”.

Ontem, em entrevista à CNN, o presidente da Câmara, Arthur Lira, também defendeu a ideia. “Há uma política que tem que ser revista, porque hoje nem é pública nem privada. Não seria o caso de privatizar a Petrobras? Não seria a hora de se discutir qual a função da Petrobras no Brasil? É só distribuir dividendos para os acionistas? Para que serve esse patrimônio para o povo brasileiro? Tem essas discussões que têm que ser feitas”.

Fonte: correiobraziliense

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