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Ciência

EUA capturam mosquitos infectados com vírus raro e perigoso

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© RolfAasa/istock A mosquito in close-up and backlit by a LED lamp

As autoridades de saúde do estado americano de Connecticut emitiram um relatório alertando para a presença na região de mosquitos infectados pelo vírus da encefalomielite equina oriental, doença considerada rara e perigosa.

O estado pede que os residentes da região protejam-se de picadas, com medidas simples, como uso de repelente e roupas que cubram a pele, especialmente ao fim do dia e ao amanhecer, quando os mosquitos estão mais ativos.

Os testes realizados mostraram que os mosquitos infectados eram de espécie que picam pássaros e mamíferos.

Doença perigosa

A encefalomielite equina oriental é causada pela picada do mosquito do gênero Alphavirus infectado com o vírus. Embora seja uma doença rara, a taxa de mortalidade é alta, cerca de 30%, e muitos que se recuperam apresentam problemas neurológicos.

De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), anualmente, são registrados cerca de cinco a 10 casos em humano. Neste ano, nenhum caso foi relatado ainda.

Em 2019, a região de Connecticut teve um surto da doença, com quatro pessoas infectadas, três delas acabaram morrendo. Além disso, seis cavalos testaram positivo para o vírus na época.

Sintomas em humanos

O período de incubação para a doença, ou seja, o tempo desde a picada do mosquito infectado até o início dos sintomas, varia de 4 a 10 dias.

A infecção pode causar febre alta, dor de cabeça e dores musculares, calafrios, rigidez da nuca. Porém, algumas pessoas podem ser assintomáticas, e portanto não apresentar quaisquer sintomas.

A infecção geralmente dura de 1 a 3 semanas, porém, a recuperação pode demorar mais tempo.

Tratamento

Não existe vacina humana aprovada ou tratamento antiviral específico para infecções por encefalomielite equina. O  tratamento, nesses casos, é apenas de suporte.

Fonte: Msn

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Ciência

Médicos dos EUA testam com sucesso transplante de rim de porco em corpo humano

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Órgão, que foi geneticamente modificado para evitar rejeição, foi aplicado em paciente com morte cerebral como forma de teste científico; resultados foram promissores

Dr. Robert Montgomery, the Leon H. Pachter, MD, Professor and chair of the Department of Surgery at NYU Langone and director of its Transplant Institute, performs the first xenotransplantation of a genetically engineered nonhuman organ to a human at NYU Langone in New York, U.S., in this undated handout photo. Joe Carrotta for NYU Langone Health/Handout via REUTERS NO RESALES. NO ARCHIVES. THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY.

Médicos da NYU Langone Health, faculdade de medicina da Universidade de Nova York, anunciaram nesta quarta-feira, 20, que realizaram pela primeira vez na história um teste bem sucedido de transplante de um rim retirado de umporco geneticamente modificado para um humano.

De acordo com os pesquisadores, que fizeram o procedimento no mês de setembro, o animal sofreu as alterações genéticas de forma laboratorial para que o órgão dele não fosse rejeitado pelo corpo humano. A parte do corpo do animal foi ligada por vasos sanguíneos ao lado externo do corpo de um homem com morte cerebral e em poucos minutos o rim passou a funcionar normalmente.

“Foi ainda melhor do que esperávamos. Parecia com qualquer transplante que já fiz de um doador vivo. Muitos rins [doados] de pessoas mortas não funcionam imediatamente e demoram dias ou semanas para começar a funcionar. Este, funcionou imediatamente”, afirmou em entrevista ao jornal The New York Times o médico responsável pela pesquisa, Dr. Robert Montgomery.

Também em entrevista ao NY Times, a médica Amy Friedman, ex-chefe de transplante do LiveOnNY, afirmou que a cirurgia é um sinal de que, em breve, transplantes do tipo poderão ser feitos em humanos vivos. Até o momento, o estudo não passou por revisão para ser publicado em um jornal científico, mas os dados parecem promissores e animaram os especialistas, que agora devem avaliar a longevidade do órgão.

Os médicos esclareceram que o paciente que recebeu o transplante do porco estava registrado como doador de órgãos, mas não teve as partes do corpo consideradas elegíveis para o procedimento. A família dele, então, concordou em permitir que o corpo fosse utilizado para experimentos científicos.

Fonte: Jovempam

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Ciência

De acordo com Ciêntistas, por que e como o ser humano perdeu o rabo na evolução?

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A cauda tem uma função no mundo natural – mas, por alguma razão, o ancestral dos humanos perdeu a sua há 25 milhões de anos.

Os macacos têm rabo, ​​ao contrário dos humanos e dos grandes símios — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Por acaso, alguma vez você já olhou para a parte traseira do seu corpo e se perguntou onde está sua cauda? Isso parece uma piada ou um tipo de pregunta que uma criança faria inocentemente. Mas, para os cientistas, isso é um assunto sério.

Afinal, se nós, seres humanos, somos tão parecidos com os macacos, biologicamente falando, por que eles têm caudas e nós não temos? “Essa é uma boa questão”, reconhece Bo Xia, estudante de pós-graduação em biologia de células-mãe na Escola de Medicina Grossman, da Universidade de Nova York.

A verdade é que a cauda – no Brasil também chamada de “rabo” – pode ter múltiplos benefícios no mundo animal.

A cauda traz muitas vantagens no mundo animal. Em alguns mamíferos, como os gatos, ajuda no equilíbrio — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

A cauda traz muitas vantagens no mundo animal. Em alguns mamíferos, como os gatos, ajuda no equilíbrio — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Desde que surgiram nos primeiros seres vivos, há mais de 500 milhões de anos, as caudas – ou os rabos – assumiram vários papéis. Nos peixes, elas ajudam na propulsão dentro d’água. Nos pássaros, ajudam na realização do voo. Nos mamíferos, colaboram para o equilíbrio dos animais.

Pode ser também uma arma de defesa, como no caso dos escorpiões. Ou usado como um sinal de advertência, como fazem as serpentes do tipo cascavel. Nos primatas, a cauda adapta-se a uma variedade de ambientes. Os macacos-uivadores, nativos das Américas do Sul e Central, por exemplo, têm uma cauda larga e preênsil (adaptada a prender e segurar coisas) que os ajuda a agarrar galhos ou alimentos quando estão sobre as árvores.

Mas os hominídeos, a família de primatas que inclui os seres humanos e os grandes símios, como orangotangos, chimpanzés e gorilas, não têm caudas. Por que e como ocorreu o desaparecimento das caudas na evolução dos hominídeos são perguntas que têm intrigado cientistas há décadas.

A resposta parece estar em uma mutação genética recém-descoberta que afetou de alguma maneira os genes que davam forma à cauda dos hominídeos, uns 25 milhões de anos atrás.

Humanos e macacos têm ancestrais comuns — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Humanos e macacos têm ancestrais comuns — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

“Tudo isso parece estar relacionado e ocorreu em torno do mesmo período evolutivo. Mas não sabíamos nada da genética que atua nesse processo de desenvolvimento e, logicamente, na evolução”, acrescenta Xia. “Como se pode imaginar, esse é um dos pontos evolutivos cruciais, o que nos faz humanos.” E, para comprová-lo, Xia aplicou a mesma mutação em camundongos.

O que se observou foi que os camundongos desenvolveram formas diferentes de caudas. Alguns tinham caudas mais curtas, enquanto em outros não cresceu cauda alguma.

O enigma humano

Charles Darwin já havia dito isso. O Homo sapiens (a espécie humana atual) tinha parentesco com os macacos com cauda.

O naturalista britânico publicou “A Origem do Homem” em 1871, obra em que explicava que sua teoria da evolução era completamente aplicável à espécie humana.

Charles Darwin, naturalista inglês e autor de 'A Origem das Espécies' e 'A Origem do Homem' — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Charles Darwin, naturalista inglês e autor de ‘A Origem das Espécies’ e ‘A Origem do Homem’ — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Foi uma grande revelação para a época. Afinal, os humanos sempre estabelecemos uma distância entre a sociedade moderna e o mundo animal: vivemos em casas, nossa pele é diferente, e fazemos uso do nosso cérebro para resolver dilemas complexos.

Darwin já havia balançado as estruturas da ciência da época com a publicação de “A Origem das Espécies”, em 1859. Sua explicação sobre a origem do ser humano foi revolucionária, já que até então a maioria dos cientistas ocidentais compartilhava a ideia de que Deus havia concebido todas as criaturas do planeta.

Entretanto, nós humanos compartilhamos mais de 98% de nosso DNA com os chimpanzés, com quem temos ancestrais em comum.

Os primeiros hominídeos, surgidos há 20 milhões de anos, já não tinham caudas. Então, se a cauda está relacionada à evolução de símios e humanos e influenciou na locomoção e na forma de andar, cabe a pergunta: o que ocorreu primeiro, o desaparecimento da cauda ou a locomoção sobre duas pernas?

“É como a pregunta do ovo e a galinha”, afirma Xia. “E, como pode imaginar, não é uma pergunta fácil de responder.”

A resposta curta é de que é virtualmente impossível conhecer com exatidão os acontecimentos iniciais que fizeram com que nossos antepassados ficassem de pé, sobre duas patas, e saber se isso estava relacionado com o fato de que não tinham cauda.

Ou, ao contrário, se não temos cauda porque ficamos de pé, e com isso é mais fácil para nós manter o equilíbrio sobre nossas pernas – e, por isso, não precisamos mais de cauda.

    — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

— Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

“Precisaríamos de uma máquina do tempo para saber tudo isso. Poderíamos regressar no tempo e observar os acontecimentos iniciais. Mas, como não a temos, eu poderia dizer que não sabemos, e isso seria o fim da discussão. Então alguém poderia perguntar por que estamos falando disso tudo.”

“A verdadeira resposta é que esses dois processos sempre são discutidos conjuntamente ou interferem um no outro.”

Ou seja, não podemos falar da evolução humana sem fazer referência à cauda ou à locomoção bípede (sobre duas pernas), independentemente do que veio (ou aconteceu) primeiro.

A resposta está na genética

 

Xia mergulhou no tema da cauda nos seres humanos desde que machucou o cóccix – osso da parte inferior da coluna – numa viagem de carro, dois anos atrás.

Algumas mutações trazem vantagens para os indivíduos. No caso dos humanos, a perda da cauda pode ter mudado a maneira como andamos — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Algumas mutações trazem vantagens para os indivíduos. No caso dos humanos, a perda da cauda pode ter mudado a maneira como andamos — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

O cóccix, do latim coccyx, é a última peça da nossa coluna vertebral, formado por quatro vértebras fundidas, e representa o vestígio do que foi uma cauda milhões de anos atrás.

Em imagens de embriões humanos, é possível ver uma cauda, que é absorvida pelo embrião após algumas semanas para dar forma à coluna vertebral.

Esse cóccix, que serve de suporte para os glúteos, está localizado no mesmo ponto onde outros animais possuem suas caudas.

“Nós levantamos todos esses temas porque a ciência nos interessa e buscamos respostas nela. E em ciência temos conseguido, nos últimos cem anos, grandes avanços em genética”, diz Itai Yanai, pesquisador e diretor do Instituto de Medicina Computacional da Universidade de Nova York.

“Realmente é preciso conhecer muitos conceitos sobre desenvolvimento, sobre emendas alternativas, genômica comparada. E Bo demonstrou que, se você entende esses conceitos, pode mirar o genoma, dar-lhe sentido e ver o que existe nele.”

A mutação identificada por Xia consiste em 300 letras genéticas no meio de um gene conhecido como TBXT, uma seção do DNA que é praticamente igual em humanos e símios.

Para provar a relação entre essa mutação e a cauda, Xia manipulou geneticamente camundongos com a mesma mutação.

Eureca! Xia e seus colegas observaram que a cauda não crescia nos camundongos manipulados, como aconteceria normalmente com o animal.

Essa descoberta, porém, é apenas a primeira de talvez muitas outras para que se possa entender o papel das mutações genéticas em nossos ancestrais. Os cientistas dizem que há mais de 30 genes envolvidos na formação da cauda em animais, e os pesquisadores de Nova York estão falando de apenas um deles.

Como disse Xia, todos nós humanos temos cóccix muito semelhantes entre si, mas no caso dos camundongos do experimento, as caudas tinham tamanhos diferentes ou estavam completamente ausentes.

Sua conclusão é que houve uma série de mutações, e não apenas uma, que afetou diferentes genes nos hominídeos 25 milhões de anos atrás – e foi alterando nossa evolução.

“Essa pode ter sido uma mutação crucial, mas cremos que não tenha sido a única responsável”, afirma.

Mutações que sobrevivem

Os cientistas sabem como o ancestral do ser humano perdeu a cauda milhões de anos atrás, mas ainda não estão claras as verdadeiras razões pelas quais essa mutação sobreviveu por tanto tempo.

Para Xia e Yanai, essa é uma pergunta sem resposta, pelo menos por enquanto. “As mutações ocorrem o tempo todo”, explica Yanai.

Algumas mutações podem ser positivas, outras negativas, dependendo do ambiente, como diz Xia.

Normalmente, se uma mutação é negativa, ela pode ser prejudicial para o hóspede, fazendo com que este adoeça ou morra. Por isso, essa mutação não sobrevive ao longo do tempo.

Mas, se uma mutação traz vantagens evolutivas, então ela é mantida presente nos indivíduos mais bem adaptados, fazendo com que seja passada de geração a geração.

O que Xia quer dizer é que a perda de cauda pode ter trazido vantagens evolutivas significativas aos hominídeos, o que explica sua permanência ao longo do tempo.

A vantagem pode não ter sido manter o equilíbrio sobre as árvores, mas sim uma melhor locomoção sobre duas pernas ou a utilização das mãos para a manipulação de objetos.

Isso não quer dizer que a perda da causa tenha trazido apenas coisas boas. Xia e sua equipe observaram que os camundongos do experimento exibiram má formações na coluna vertebral muitos semelhantes aos defeitos no tubo neural que afetam um em cada mil recém-nascidos humanos.

Os cientistas já sabem como perdemos nossa cauda. Agora está faltando o 'motivo' — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Os cientistas já sabem como perdemos nossa cauda. Agora está faltando o ‘motivo’ — Foto: GETTY IMAGES via BBC Brasil

Essas má formações estão relacionadas com uma espinha dorsal bífica – partida em duas -, o que significa que a coluna vertebral do feto não se fecha completamente, o que traz danos aos nervos e uma possível paralisia.

“Então eu não diria que as mutações são boas ou más. São algo que simplesmente ocorrem”, afirma Xia.

“Creio que isto seja muito importante”, diz. “Temos que apenas mirar no genoma. E por isso espero que esta seja uma contribuição duradoura.”

Yanai indica que esse trabalho pode contribuir para a compreensão, por meio do genoma, de outros eventos que ocorreram no nosso passado biológico.

“Acredito que isso esteja nos ensinando a usar nossos programas de computadores de uma forma diferente. Temos o genoma há anos. O que Bo encontrou poderia ter sido encontrado anos atrás”, afirma. “Então eu acredito que a comunidade científica se inspirará nesse trabalho.”

Fonte: G1

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Ciência

Cientistas de Rondônia pesquisam melhor tratamento para a covid-19

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Melhor tratamento para covid-19 está sendo investigada por pesquisadores

O Governo de Rondônia, por meio da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa (Fapero), está financiando cinco trabalhos de pesquisa com o objetivo de adotar o melhor tratamento da covid-19 após o diagnóstico do coronavírus (SARS-CoV-2) e suas variantes no Estado. Contemplados pelo Programa de Apoio à Pesquisa (PAP) Universal, quatro projetos são de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Rondônia e um do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), que atuam nessa linha de estudos. 

Paulo Haddad, presidente da Fapero, destaca que o incentivo à pesquisa traz benefícios para todos os cidadãos.”Com esse trabalho institucional fortalecido pela ciência, o Governo de Rondônia vai adotar o padrão que melhor êxito apresentar no tratamento da covid-19″, garante o presidente.

Segundo o diretor científico da Fapero, professor Andreimar Soares, vários pesquisadores se inscreveram no edital de chamamento da PAP-Covid-19 nº 003/2021, e nesta primeira fase, cinco foram contemplados. Os projetos foram avaliados e são de médicos especialistas e pesquisadores doutores envolvidos com projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação em saúde, selecionando os quatro melhores.

Ele também ressalta a importância do Instituto de Ciências Biológicas da USP, conhecido por ICB-5, para Rondônia.

“A presença de alta linhagem das pesquisas da Fiocruz e da USP fortalece a pesquisa nesta parte da Amazônia, muito nos honram, possibilitando investir mais nesse campo”, diz Paulo Haddad, presidente da Fapero.

OS PROJETOS

Na Fiocruz, a pesquisadora Deusilene Souza Vieira Vallacqua, analisará a influência do perfil virológico em indivíduos infectados com SARS-CoV-2 no Estado de Rondônia em diferentes estágios da doença.

O pesquisador Gabriel Eduardo Melim Ferreira, na mesma instituição, analisará os efeitos dos fatores genéticos humanos na susceptibilidade à infecção do trato respiratório e severidade da doença pelo coronavírus.

Juan Miguel Villalobos Salcedo, também da Fiocruz, mostrará o Perfil Clínico-epidemiológico das Gestantes do Estado de Rondônia e a Influência da Infecção por SARS-CoV-2 no Desfecho Gestacional, através na Avaliação Imunoistoquímica e Molecular do Tecido de Placenta e/ou Fetos.

Juliana Pavan Zuliani, também contemplada na Fiocruz, fará o Perfil Imunológico de Pacientes com covid-19 no município de Porto Velho.

No ICB-5, o pesquisador Luís Marcelo Aranha Camargo fará o Estudo Clínico (fase III) randomizado de avaliação de protocolos para manejo de casos da covid-19.

ALTA LINHAGEM

O Instituto de Ciências Biológicas da USP, conhecido por ICB-5, trabalha desde 1997 em Monte Negro, município a 248 quilômetros de Porto Velho, sob  a coordenação do professor Luís Marcelo Aranha Camargo, médico infectologista. Faz atendimento gratuito em saúde para a população local, de outros municípios de Rondônia, e até de vizinhos, na região Norte. 

Além da covid-19, cuja pandemia começou em março de 2020, o instituto cuida da malária, leishmaniose, chagas, hipertensão e diabetes. Um internato e um programa de estágios ajudam na formação de alunos de medicina e a população local é beneficiada com atendimento médico gratuito.

O PAP muito auxilia e é imprescindível para as próximas ações da Secretaria Estadual de Saúde, da Agência Estadual de Vigilância em Saúde, da Fiocruz, Laboratório Central do Estado e demais instituições do setor.

Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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