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Agronegócio

Tratamento contra infecções evitou perdas de até uma arroba por bovino ao mês

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A ocorrência de diarreia bovina é recorrente nas fazendas, sejam de corte ou leite. Enfermidade importante, ela gera perdas significativas para os produtores. Suas causas são variadas, mas a redução da imunidade torna os animais ainda mais suscetíveis a esse e outros problemas sanitários. Ter ao alcance as melhores opções de tratamento garante maior eficácia e ajuda a evitar prejuízos. O pecuarista Wemerson França Almeida, proprietário da Agropecuária Almeida (TO), informa que trabalha há quatro anos com o antibiótico associado a anti-inflamatório Acura® Max, da Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores indústrias veterinárias do mundo. “Desde que levei o produto para a região, tenho utilizado com sucesso para combater diversas enfermidades”, diz.

Wemerson tem rebanho de 10 mil cabeças de corte e 2 mil vacas de leite. Segundo o pecuarista, a diarreia é a mais comum dentre as patologias que ocorrem na fazenda. “Quando o problema surge, a ação precisa ser rápida. O primeiro passo é separar os animais infectados dos demais, para garantir que a transmissão seja controlada. O segundo passo é a aplicação do Acura® Max”.

“Nossa região é muito quente e é comum ocorrer casos de diarreia bovina. É uma doença fatal e Acura® Max soluciona o problema em horas. Se não forem tratados, os animais morrem geralmente em dois dias”, explica Wemerson.

No caso dos bezerros de leite, o prejuízo pode chegar a “R$ 2 mil reais por cabeça”, conta o produtor. Já no caso de animais de corte, o custo por animal perdido pode ser ainda maior. A infecção torna o animal apático, sem se alimentar corretamente, acarretando na perda de peso e estresse, o que afeta a rentabilidade e a qualidade da carne, quando o caso não é fatal.

Apesar dos cuidados no manejo, diversos fatores desencadeiam a diarreia, levando os bovinos a perder peso e ficar mais suscetível a outras patologias. Nesse sentido, Acura® Max ajudará no combate a várias dessas doenças, devido ao seu amplo espectro e à sensibilidade de várias bactérias ao seu princípio ativo, Ceftiofur.

Wemerson Almeida destaca que já presenciou casos assim em sua fazenda e o prejuízo poderia ter sido ainda maior se não agisse rápido. “O animal estava debilitado há algum tempo e não engordava mais. Depois do uso de Acura® Max, em dez dias vimos a diferença. A infecção acabou e em 30 dias ele estava em excelente estado”, relata. “Nesse período, se não tratado, a perda é muito grande e pode passar de uma arroba por animal.”

Combate eficaz a infecções

Demorar para agir ou escolher tratamentos ineficazes pode representar alto custo para a pecuária de corte e leite. Afinal, para cada dia de tratamento, perde-se um dia de produção em média – seja em ganho de peso ou na produção de leite. Os pecuaristas buscam soluções para ação cada vez mais rápida e eficaz, minimizando as perdas e potencializando a saúde do rebanho, para que os bovinos alcancem seu máximo potencial produtivo.

“Acura® Max é uma solução definitiva para o tratamento de infecções no rebanho bovino. A solução é composta por um antibiótico e um anti-inflamatório, eficaz em dose única, proporcionando menos manejo, consequentemente menos estresse dos animais e mais praticidade, realmente um amigo do peão”, afirma Antônio Coutinho, gerente de produtos de animais de produção da Vetoquinol. “Além disso, o medicamento tem quatro anos de validade, o que racionaliza os custos e a mão-de-obra das propriedades, sem deixar de lado a segurança e a eficácia do tratamento.”

VÍDEO – Vetoquinol completa 10 anos no Brasil: https://youtu.be/OECpa4y1tKE

Sobre a Vetoquinol – Entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Grupo independente, projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos, destinados à produção animal (bovinos e suínos), a animais de companhia (cães e gatos) e a equinos. Desde sua fundação, em 1933, a Vetoquinol combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de produtos associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a Clarion Biociências, ocorrida em Abril/2019. A Vetoquinol gera 2.372 empregos e está listada na Euronext Paris desde 2006 (símbolo: VETO). A Vetoquinol conta com SAC formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita – 0800 741 1005. Site: www.vetoquinol.com.br

Atenciosamente,

Beatriz Pedrini
Texto Comunicação

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Agronegócio

Estresse no manejo nutricional eleva risco de contaminação de vacas

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Estresse no manejo nutricional eleva risco de contaminação de vacas de alta produtividade no período seco

Imagem: pxhere.com

O intervalo entre as lactações exige cuidado especial para manter a saúde e o bem-estar das vacas, preparando-as para a próxima cria. “Com duração aproximada de 45 a 60 dias, o chamado período seco proporciona repouso para a glândula mamária, o que garante a preparação do corpo do animal para a próxima lactação. Entretanto, esse período requer cuidados especiais que possibilitem a máxima produção leiteira durante a próxima lactação” afirma Bruno Santos, zootecnista e Consultor Técnico Comercial da Auster Nutrição Animal.

Sem a atenção necessária a esse período, as vacas de alta produção podem enfrentar dor intensa no úbere, edemas e até vazamento de leite dos tetos. De acordo com Bruno Santos, essa situação aumenta, consideravelmente, o risco de contaminação do úbere e a possibilidade de desenvolvimento de mastite devido à dificuldade na formação do tampão de queratina no canal do teto, barreira física natural do animal contra a entrada de patógenos, principalmente no método de secagem intermitente.

O zootecnista e Consultor Técnico Comercial da Auster Nutrição Animal explica que há dois métodos para a secagem: o abrupto e o intermitente, sendo que no segundo é comum ocorrer acúmulo pós-secagem até que aconteça a completa involução das células secretoras de leite. “Independentemente da técnica, estratégia e produtos utilizados no processo de secagem, deve-se redobrar o cuidado com vacas de alta produção”, enfatiza Bruno.

A nutrição é o ponto de partida para o manejo adequado desse período. O especialista da Auster explica que as dietas que antecedem o período de secagem, bem como no período seco, devem ser balanceadas, sem realizar mudanças bruscas em sua composição. A mudança nutricional pode acarretar estresse e gerar prejuízos principalmente no ciclo final da gestação – período de maior desenvolvimento das bezerras.

Nessa fase, a recomendação é a redução de concentrados ou ração da dieta, já que a demanda também se torna menor. Além disso, o zootecnista recomenda que o tipo de antibiótico, o estado imunitário das vacas e as condições de higiene do ambiente sejam pontos de atenção especial no período de secagem. “Os produtores e técnicos devem realizar com atenção o manejo do período de secagem com monitoramento da saúde, comportamento e alimentação das vacas, respeitando as datas de secagem, uma vez que períodos secos mais curtos são associados à redução da produção de leite na lactação subsequente e maior risco de mastite”, relaciona.

Buscando auxiliar produtores e técnicos nos períodos de maior desafio da produção leiteira, a Auster Nutrição Animal conta em seu portfólio com a linha Númia – soluções específicas para lactação, período seco e pré-parto. Além de contar com técnicos de campo preparados para formular as dietas que melhor se encaixam para cada uma dessas fases, o produtor também recebe apoio do programa Gerenciamento 360 – software para gestão dos índices de saúde do equilíbrio nutricional do rebanho – que agora inclui, com exclusividade no Brasil, a criação de bezerras.

Gabriela Salazar / STA Press / Grupo Texto

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Agronegócio

Suplementação nutricional na maternidade promove ganho de peso dos suínos

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Durante as seis primeiras semanas de vida do leitão, ambiente e a nutrição vão contribuir de forma decisiva para se obter a máxima relação custo-benefício na atividade

“Estudos mostram que na produção animal apenas 60% do potencial genético são aproveitados. A boa notícia é que dispomos de ferramentas nutricionais que contribuem para o aumento desse percentual em pelo menos 20%, na média”, explica Ednilson Araújo, técnico da Trouw Nutrition.

Segundo Araújo, tudo começa com o desenvolvimento da microbiota dos recém-nascidos, a partir da ingestão de nutrientes pela matriz, processo importante para garantir a integridade intestinal e formação de um sistema imune robusto. “As seis semanas iniciais são fundamentais para o desenvolvimento do animal e o suinocultor precisa associar manejo e nutrição que proporcionem maior ganho de peso na saída da creche. Quando conseguimos melhorar o peso aos 14 dias após o desmame, a conversão alimentar será beneficiada na vida adulta até o abate”, destaca o técnico. Ele alerta que o aumento da leitegada é um ganho da evolução genética. Porém, a partir desta maior produção surge um novo desafio: a falta de homogeneidade do lote e a produção de leite insuficiente para atender às necessidades nutricionais de todos os leitões. É aí que entra a nutrição de qualidade.

O especialista da Trouw Nutrition informa que ao respeitar o número de tetos, o suinocultor pode desmamar mais leitões com a porca Mãe (chamados “leitões ao pé”), reduzindo as tranferências de leitões subnutridos. “Desta forma, conseguimos melhorar O GPD (ganho de peso diário), reduzir incidência de diarréias, mortes, evitar formação excessiva de “mães de leite”, além de melhorar a homogenidade do lote ao desmame e também aos 14 dias após o desmame . O produtor deve dar preferência à suplementação dos leitões, levando em consideração as particularidades do seu metabolismo em fase de desenvolvimento”.

As matrizes suínas com grandes leitegadas não conseguem produzir leite suficiente para atender toda a exigência nutricional, esta que por sua vez será responsável para o máximo potencial genético de todos os leitões. Neste caso, a suplementação nutricional não substitui o leite materno, mas permite complementar a alimentação dos leitões que não ficaram totalmente saciados, reduzindo também o risco de mortes por esmagamento e evitando excesso de transferências.

A suplementação nutricional deve levar em consideração o aumento do consumo de matéria seca na maternidade e o preparo do sistema digestivo que possibilite uma transição suave para o consumo de ração na creche. “Os suplementos pré-desmame podem induzir mais rapidamente a maturação do sistema digestivo, produzindo enzimas que favorecem a digestão de milho e soja, deixando-os preparados para a nova alimentação na creche. Associada a ração para Creep-feeding, essa estratégia garante que o leitão desmame já comendo nas primeiras horas na creche. Isso é muito importante para um arranque inicial significativo nas duas primeiras semanas, ao fim do ciclo o ganho de peso será superior” destaca o especialista da Trouw Nutrition.

Araújo assinala que, no passado, quando um leitão nascia pequeno, acreditava-se que ele estava destinado a ter baixo ganho de peso por toda a vida, pois o cenário era irreversível devido a genética. “Mesmo quando nascem pequenos, a reversão é possível, pois 70% do seu desenvolvimento provêm do manejo e nutrição. Há muito espaço para trabalhar no incremento da produtividade da granja”, completa.

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Agronegócio

Começa a 6ª edição do Concafé em RO; veja programação

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Café robusta amazônico — Foto: Renata Silva/Embrapa Rondônia

Começou nesta quarta-feira (20), a 6ª edição do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé), em Cacoal (RO). O evento segue até sexta-feira (22), com palestras, oficinas, apresentações culturais e premiações.

O concurso iniciou às 14h, com a visita de técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater) à ‘Fazendinha Sustentável’, da família produtora Don Bento, já premiada em outras edições.

Conforme a programação divulgada pelo Governo do Estado, a abertura oficial do evento será nesta quinta-feira (21), às 9h, no Complexo Beira Rio, às margens do rio Machado. Na sequência será realizada uma série de palestras voltadas à cafeicultura rondoniense, encerrando com a apresentação cultural com a dupla sertaneja Cuiabano e Douradense, de Cacoal.

Local de realização da 6ª edição do Concafé, no Complexo Beira Rio, às margens do rio Machado — Foto: Ésio Mendes

Local de realização da 6ª edição do Concafé, no Complexo Beira Rio, às margens do rio Machado — Foto: Ésio Mendes

Além disso, ao longo do dia, também serão oferecidas diversas oficinas ao público. As vagas serão limitadas e as inscrições devem ocorrer por ordem de chegada na quinta-feira, no espaço de credenciamento.

Já na sexta-feira (22), está marcada para às 9h, a cerimônia de premiação dos grandes vencedores do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia. Pela manhã, serão conhecidos os melhores cafés robustas do estado e premiadas as propriedades mais sustentáveis. A cerimônia também contará com a apresentação do cantor e violeiro Jader.

Segundo o governo, os participantes deverão estar com o esquema de imunização contra Covid-19 completos, com as duas doses da vacina ou dose única.

Confira a programação:

21 de outubro (quinta-feira)

  • 9h – Abertura – Tenda Concafé
  • 9h30 – Projeto Água Nossa de Cada Dia, alternativa para sustentabilidade na cafeicultura
  • 10h – Perspectivas de mercado para cafés especiais
  • 10h30 – Robustas Amazônicos – Cafés com Identificação Geográfica
  • 11h – Concafé – Cafés e histórias especiais
  • 12h – Intervalo
  • 14h – Rede Estadual de Avaliação de Clones de Cafés
  • 14h30 – Manejo fitossanitário do cafeeiro
  • 15h – Pragas e doenças do café canéfora com foco na broca e cochonilha das rosetas
  • 16h – Boas práticas na produção de mudas de café canéfora
  • 17h – Diagnóstico da produção de mudas do café em Rondônia
  • 18h – Apresentação cultural de Cuyabano e Douradense
  • 20h – Encerramento

Oficinas técnicas (Quiosque do café)

  • 9h – Oficina de torra do café
  • 10h30h – Oficina sobre métodos de preparo do café
  • 14h – Oficina de classificação física do café
  • 15h30 – Oficina de torra do café
  • 17h – Demonstração de aplicação de defensivos agrícolas via drone
  • 17h – Oficina sobre métodos de preparo do café

22 de outubro (sexta-feira)

  • 9h – Cerimônia de premiação do 6° Concafé Rondônia
  • Apresentação cultural de Jader
  • 13h – Encerramento

Além disso, outras atrações devem ocorrer nos dois dias, como a exposição e venda de cafés robustas amazônicos, feira de agroindústria e artesanatos, bem como a assinatura de contratos do Programa Nacional de Crédito Fundiário (UTE/Seagri).

Premiações

Concafé  — Foto: Magda Oliveira/Aquivo g1

Concafé — Foto: Magda Oliveira/Aquivo g1

Neste ano, o concurso reuniu produtores de café robusta de 30 municípios de Rondônia, que concorrem a mais de R$ 400 mil em prêmios. Segundo o governo, ao todo, foram realizadas 237 inscrições para participarem da premiação, sendo que 42 são de mulheres cafeicultoras.

Os cafeicultores da 6º edição do Concafé terão a oportunidade de concorrer aos prêmios:

  • 1º lugar: trator cafeeiro LSR65 cabinado;
  • 2º lugar: uma estufa de secagem de café, de secagem estática e fogo indireto;
  • 3º lugar: torrador cinco quilos Standard;
  • 4º lugar: R$ 15 mil em crédito para aquisição de produtos na empresa Pinhalense;
  • 5º lugar: R$ 10 mil em dinheiro;
  • 6º lugar: 50 toneladas de calcário; e
  • 7º lugar: 50 toneladas de calcário.

Toda a programação do concurso será transmitida ao vivo pelos canais da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) no YouTube e Facebook.

Fonte: G1/RO

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