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Agronegócio

Crescimento do setor agrícola impulsiona outras culturas do agronegócio

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Unido ao setor produtivo, com forte atuação em todo o território rondoniense, o Governo de Rondônia, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopatiril do Estado (Idaron), há 22 anos, tem garantido a sanidade da produção agropecuária, oferecendo uma parceria que tem agregado ainda mais maior valor comercial à produção e abertura de mercado ao produto primário.

Em decorrência dos esforços do Executivo Estadual em combater pragas e doenças, fortalecendo o agronegócio, Rondônia saiu da condição exclusiva de importador de alimentos para se tornar um grande provedor para o restante do Brasil. Com uma política de governo assertiva, de apoio ao produtor, e investimentos tanto para o fomento quanto em tecnologia, o Estado conquistou aumentos significativos no plantio e na produtividade agrícola, despontando entre os três maiores produtores de grãos da região Norte e conquistando o 14° lugar no ranking de produção de grãos do Brasil.

Destaque para a soja que, com 397 mil hectares plantados, em mais 1.7 mil propriedades rondonienses, fechou 2020 com uma colheita superior a 1,3 mil toneladas, o que resultou em mais de R$ 3.3 milhões em exportações, segundo divulgou a edição de julho do boletim Agro da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). Com aumento de 0,79% na produção, em relação a maio do ano passado, a exportação de milho também deu um leve salto em 2020, fechando o período com R$ 1.425,6, milhões em vendas e mais 1,07 mil toneladas produzidas.

Vale destacar que o crescimento do setor produtivo agrícola tem impulsionado outras culturas como a pecuária, a suinocultura, a produção de aves e aquicultura, com foco especial na criação de peixes. Dados do Governo do Estado apontam que, no ano passado, a comercialização de suínos e derivados do animal rendeu R$ 1,17 milhões a Rondônia. No mesmo período, o comércio de frangos movimentou mais de R$ 320 milhões, com ênfase também na produção de ovos, que teve rendimento anual de R$ 51,7 milhões em 2020.

AQUICULTURA

Dentro da piscicultura, Rondônia vem destacado-se na produção de tambaqui em regime semi-intensivo. No ano passado, de acordo com a Seagri, o Estado produziu 65.500 toneladas do pescado. A produção tem enorme potencial de crescimento devido a grande disponibilidade de recursos hídricos na região e a participação massiva dos pequenos produtores. Nos últimos três anos, por exemplo, Rondônia ampliou a área destinada à piscicultura e, atualmente, conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

Em 2021, o Estado produziu 65.500 toneladas de tambaqui

Componente importante na alimentação desses animais, tanto a soja quanto o milho tem influência direta no desempenho dessas culturas, orientando, de certa forma, os custos da produção e o valor de mercado da carne e derivados. “Daí a importância do trabalho desenvolvido pela Idaron. Combatendo e prevenindo pragas quarentenárias, como a ferrugem asiática ou ferrugem da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a Agência impede o colapso no setor produtivo e o eventual aumento dos preços das commodity’s pela possível escassez do produto no mercado”, explica o presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres.

SUINOCULTURA

O Estado possui 310 propriedades cuja atividade comercial inclui a criação de suínos. Outras 22.676 explorações pecuárias trabalham com suinocultura, mas com a finalidade de subsistência. Todas essas iniciativas pecuárias são acompanhadas de perto pela Idaron.

Além do monitoramento sorológico semestral, a Agência mantém o serviço de vigilância ativa nas propriedades em que há atividades ligadas à suinocultura. “O Governo tem uma meta mensal que é cumprida rigorosamente pelos servidores da Idaron, em apenas seis meses, de janeiro a junho desse ano, já foram realizadas quase mil visitas aos criadores de suínos”, destaca Julio Peres.

Para fomentar ainda mais o setor, o Executivo Estadual, por meio da Seagri, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), vai qualificar 10 técnicos, que serão multiplicadores, para atuar no fomento da suinocultura no Estado. O objetivo da iniciativa é multiplicar os conhecimentos adquiridos aos micro, pequenos e médios avicultores e suinocultores de Rondônia.

PUJANÇA DA PECUÁRIA

O crescimento da produção agropecuária também inclui a criação de bovinos e bubalinos, maior filão de negócios dentro da pecuária rondoniense. Em 2015, o rebanho geral do Estado, incluindo gado de leite e de corte, era formado por 13,4 mil cabeças de gado, hoje, em 2021, esse número saltou para 15,1 mil cabeças, o que torna Rondônia a região com maior rebanho do Brasil dentro das áreas que são reconhecidas internacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação.

Rondônia exporta carne para 48 países

“É certo lembrar que esse crescimento não indica exatamente que mais áreas de pasto foram formadas, muito desse crescimento se deve a ‘tecnificação’ das propriedades, com mais áreas de confinamento e melhoria no sistema de produção”, avalia Julio Peres.

Segundo, o presidente da Idaron, Rondônia exporta carne para 48 países. Os quatro maiores compradores, ordenados por volume de compras, é Hong Kong, China, Egito e Chile. Juntos, esses quatro países consomem 83% de toda carne exportada pelo Estado. Israel também já abriu o mercado para o criador rondoniense, em 2019 o país importou 2,8 milhões de dólares em carne.

Esse acesso aos grandes mercados consumidores de carne, devido ao reconhecimento mundial, exigiu que Rondônia adotasse medidas mais drásticas de fiscalização e prevenção contra a doença, com reforço da fiscalização nas áreas de fronteira e investimento em tecnologia, tanto para fins de combate às doenças como de apoio ao produtor, oferecendo praticidade e comodidade ao cidadão na emissão de documentos importantes, como a Guia de Trânsito Animal (GTA) e a Permissão de Trânsito de Vegetal (PTV).


Fonte
Texto: Toni Francis
Fotos: Daiane Mendonça, Irene Mendes e Weyne Sharp
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Festival do Tambaqui mobiliza produtores da região Central de RO

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Em Ji-Paraná, mais de mil bandas de tambaqui serão assadas e comercializadas no dia do evento

Em sua 2ª edição, o “Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia”, que acontece no domingo (19), promovido pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem por objetivo promover, divulgar e incentivar o consumo do tambaqui dentro e fora do Estado, além de abrir novos mercados e gerar novas oportunidades de negócios.

Em Ji-Paraná, mais de mil bandas de tambaqui serão assadas e comercializadas no dia do evento que ocorre simultaneamente em 26 capitais brasileiras, no Distrito Federal, 30 municípios rondonienses e pretende assar, 35 mil bandas do peixe nativo da região Amazônica; 20 mil somente em Rondônia, uma média de 500 bandas por cidade, sendo que Porto Velho terá número maior, quatro mil bandas.

Produtores da região Central estão otimistas com a realização do Festival

No município de Ji-Paraná a entrega das bandas assadas acontece em frente ao Ginásio Poliesportivo Gerivaldo José de Souza (Gerivaldão), adotando todos os protocolos de segurança e prevenção contra à covid-19.

Os tickets estão à venda pelo valor de R$ 20 e a distribuição será em caixinhas padronizadas de papelão e a entrega no formato drive thru. Os peixes para o festival foram doados por produtores, com tratamento em agroindústrias e frigoríficos. Os que foram entregues às capitais do país foram processados pela empresa Zaltana; os de Rondônia pela Rondofish e em Ariquemes pela empresa Pescado do Vale.

“Nosso objetivo aqui no Território Central é comercializar todos os tickets do “Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia” nos municípios da região, a exemplo de Presidente Médici, Ji-Paraná, Teixeiropolis, Urupá, Mirante da Serra, Ouro Preto do Oeste, Jaru e Theobroma. Em todos esses, estaremos ofertando bandas de tambaqui assadas, porém em diferentes quantidades. Aqui em Ji-Paraná, os recursos arrecadados serão destinados a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae)”, detalhou o gerente do escritório local da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Gabriel Cordeiro.

 “A piscicultura é muito importante para o Estado de Rondônia, principalmente para a agricultura familiar. Uma cadeia importantíssima para nossa economia em plena acessão no Estado. O Festival Nacional do Tambaqui tem a  finalidade maior de divulgar o pescado da nossa região, incentivar o consumo e ajudar entidades filantrópicas ”, explicou o gerente regional do Território Central da Emater, João Vilmar Rabel.

Rondônia conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água

Rondônia, que é o maior produtor de peixes nativos em cativeiro do Norte e o terceiro maior produtor do Brasil, atingindo uma produção média de 65.500 mil toneladas em 2020, de acordo com o anuário da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR 2021), tem hoje o tambaqui representando 90% dessa produção, seguido da jatuarana 6% e pintado e pirarucu 2%. Esse potencial é a clara demonstração, que a piscicultura está presente em muitas propriedades rurais em Rondônia, com um cenário promissor no agronegócio rondoniense.

Outra boa notícia, é que nos últimos três anos, Rondônia ampliou a área destinada à piscicultura e, atualmente, conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água e mais de quatro mil produtores cadastrados com piscicultura em Rondônia, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam). No total, são 25 propriedades registradas na Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) como produtoras de alevinos, com venda aberta para todo o Brasil.

Levantamento feito pelo Governo de Rondônia, por meio Idaron, aponta que a atividade é mais latente em duas regiões do Estado: Central, onde se concentram pequenos produtores, e Vale do Jamari, região em que há grandes empreendimentos, incluindo três indústrias de beneficiamento de peixe, duas delas em Ariquemes. Outros frigoríficos estão instalados em Porto Velho, capital do Estado; Itapuã do Oeste e Vale do Paraíso, no interior de Rondônia.

O festival está sendo executado pela Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri), Entidade Autárquica de Assistência e Extensão Rural (Emater-RO), Superintendência Estadual de Desenvolvimento e Infraestrutura (Sedi), em parceria com a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), o Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Lions Clube, Zaltana Pescados, Agrofish, Pescados Do Vale, Nova Aurora e WS Pescados da Amazônia.


Fonte
Texto: Wilson Neves
Fotos: Irene Mendes, Paulo Sérgio, Edcarlos Carvalho e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Bandas de peixe chegam às capitais e ao DF para Festival do Tambaqui

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Mais de 17 mil toneladas de peixe já foram entregues para realização do “2º Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia”

Faltam poucos dias para os brasileiros conhecerem e degustarem o sabor do tambaqui da Amazônia durante o “2º Festival Nacional Nacional do Tambaqui da Amazônica”, considerado o maior assado de peixe do país. O evento acontecerá em mais de 30 municípios de Rondônia e nas 26 capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal, simultaneamente, no próximo dia 19.

No total, serão assadas cerca de 30 mil bandas do peixe em todo o país. Mais de 17 mil toneladas do pescado já foram entregues às capitais e o Distrito Federal. Foram 11 dias de percurso; um caminhão frigorífico percorreu uma rota, definida pela organização, até as cidades.

Todas as bandas de tambaqui entregues foram processadas em plantas de processamento de pescado com Serviço de Inspeção Sanitária Federal ou Estadual (SIF). Os peixes enviados às capitais foram processados pela empresa Zaltana (S.I.F.), e os de Rondônia pela Rondofish (S.I.F.) e Agroindústria Rodrigues (S.I.E), e em Ariquemes foram processados pela Pescado Do Vale (S.I.F.).

A logística para a realização do “2º Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia” envolveu vários parceiros como a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura de Rondônia (Sedi), além das prefeituras municipais com a compra de peixes de alguns municípios e a disponibilização de caminhões de câmara fria para a entrega das bandas.

Serão assadas cerca de 30 mil bandas do peixe em todo o país

No dia do festival, as bandas de tambaqui assadas serão entregues no sistema de Drive Thru seguindo os protocolos estabelecidos pelas autoridades a fim de evitar a propagação da covid-19. O pescado será assado por equipes dos municípios, formadas por parceiros das prefeituras, Emater, Sebrae, Governo Estadual estaduais, Lions Clube, piscicultores, voluntários e as próprias entidades que serão beneficiadas com o evento, entre outros.

De acordo com a gerente de Aquicultura e Pesca da Seagri, Maria Mirtes, os peixes serão assados na brasa, em churrasqueiras de tijolos, desmontáveis, práticas e de fácil acesso para a retirada do pescado. “As bandas assadas e sem espinhas serão entregues dentro de uma embalagem montável, tipo caixa promocional para acondicionar alimentos. Todo o espaço será planejado para que a pessoa que adquiriu o pescado possa entrar com seu veículo, entregar o ticket e retirar sua banda de tambaqui”.

Os interessados em adquirir o assado podem procurar, em Porto Velho, a sede da Seagri, Hospital Santa Marcelina e Emater. Nos municípios, os tickets também podem ser adquiridos nos escritórios da Emater local.

Os tickets estão à venda no valor de R$ 20. Os locais onde serão assados os peixes, em todo o país e nos municípios de Rondônia, já foram definidos pela organização local. 

Anexo: ENDERECOS-II-FESTIVAL-NACIONAL-DO-TAMBAQUI-DA-AMAZONIA-CAPITAIS-E-MUNICIPIOS-2021.pdf Download

Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Robson Paiva e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Preço do boi gordo em queda. Frango e suíno estão estáveis nesta sexta-feira (10)

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Descrição: Bovinos em pastagem. Foto: Arquivo / CNA

O preço da arroba do boi gordo teve queda de 2%, nesta sexta-feira (10), em São Paulo, sendo comercializada a R$ 305,95. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável com venda a R$ 294,50. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 292,50 e em Cuiabá (MT), a R$ 285,50. 

O preço do quilo do frango congelado está estável, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,32. Em Santa Catarina, o quilo do frango congelado é contado a R$ 8 e em Porto Alegre, a R$ 8,05. 

O preço da carcaça do suíno também está estável, em São Paulo, com venda a R$ 9,27 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 9,10 e Santa Catarina, a R$ 9,20.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem, Cristiano Ghorgomillos

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