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Agronegócio

Produtores têm até 13 de agosto para fazer inscrição no 6º Concafé

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A cerimônia que vai premiar os melhores e mais sustentáveis cafés rondonienses está marcada para o dia 05 de novembro

O prazo para inscrição no 6º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé) encerra no dia 13 de agosto. O evento, realizado pelo Governo de Rondônia, vai reunir produtores de café robusta de todo o estado, concorrendo a R$ 346.800,00 em prêmios. A cerimônia de premiação está marcada para 5 de novembro.

A inscrição é gratuita e deve ser realizada apenas nos escritórios locais da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) nos municípios. Entre os prêmios desta edição estão um trator cafeeiro cabinado no valor de R$ 185.500,00 (cento e oitenta mil e quinhentos reais), uma estufa de secagem de café 12 mil litros, no valor de R$ 110 mil, um torrador cinco quilos standard no valor de R$ 19 mil, entre outros.

No ato da inscrição, o produtor precisa apresentar os documentos de identificação, comprovante de posse da propriedade, além de entregar a ficha de inscrição integralmente preenchida e assinada. O formulário está disponível no Portal do Governo de Rondônia.

Na 5ª edição do Concurso, o café cultivado por Wilson Surui conquistou 81,83 pontos

Ainda, para a efetivação da inscrição, o cafeicultor precisa entregar a amostra representativa do café para que possa ser avaliado ao longo do concurso. São necessários três quilos de café pilado, que devem estar acondicionado em embalagem de saco plástico transparente, identificando o nome completo do produtor, CPF, telefone de contato e município.

O produtor participante também precisa manter disponível em sua propriedade, ou armazém, um lote contendo no mínimo cinco sacas de 60 kg de café pilado, homogêneo e equivalente à amostra inscrita na 6ª edição do Concafé. Isso porque a comissão organizadora poderá realizar visitas às propriedades, a qualquer momento, para conferir os lotes de café inscritos no concurso.

PRODUTORES

Em Cacoal, o produtor João Alves da Luz cultiva oito mil pés de café em três hectares de sua propriedade localizada na Linha 12. Com o apoio da esposa Nilcinéia Rubim, ele se inscreveu no Concafé pela segunda vez. “Nós já ficamos em 14º na edição de 2019 e estamos ansiosos pelo concurso deste ano. A gente mexe com café desde que veio pra cá, em 1986. Tem uns oito anos que começamos com o café clonal e há uns três anos nos dedicamos ao café de qualidade”, conta o produtor.

De acordo com Nilcinéia, o Concafé ajudou a incentivar o casal na busca pela qualidade da produção. “Com certeza incentivou a gente a plantar café com qualidade. Esse apoio do Governo do Estado para o agricultor é muito importante, porque nos ajuda e nos incentiva a melhorar cada vez mais. Não é mais um café que a gente precisa plantar em grande quantidade de pés. Hoje, em uma área muito menor, a gente produz muito mais do que produzia antes. Isso é tudo de bom. Agora a gente produz mais e melhor”, completa a dona Nilcinéia.

Nesta segunda-feira (2), o produtor indígena Wilson Nakodah Surui deixa a Aldeia Kabaney, na Linha 15, e garante que vai até o escritório da Emater em Cacoal para a fazer a sua inscrição no Concafé 2021. Em sua propriedade, dentro da Terra Indígena 7 de Setembro, ele cultiva quatro mil pés de café. Na safra de 2020, ele colheu 120 sacas. “Eu comecei a participar do Concafé porque é uma oportunidade de expor o meu café para que assim pudesse alcançar possíveis compradores de cafés especiais e de café indígena. E também tem a premiação que chama a atenção, tratores e outros implementos para a cafeicultura”, destaca Wilson.

Para o produtor, que já participou das duas últimas edições do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia, em 2019 e 2020, o poder público tem acertado bastante ao motivar os produtores rurais. “Minha avaliação dessa iniciativa do Governo de Rondônia em promover um evento dessa natureza é muito bom. Isso fortalece e incentiva, principalmente o pequeno produtor. A minha expectativa é de que nosso trabalho seja reconhecido e valorizado através do Concafé”, ressalta. Na 5ª edição do Concurso, o café cultivado por Wilson Surui conquistou 81,83 pontos.

O Produtor João Alves da Luz cultiva oito mil pés de café em três hectares de terra.

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO CAFÉ

  • Todas as amostras inscritas no Concafé passam por um processo de triagem, em que serão codificadas, com a finalidade de manter em sigilo as informações de origem e nome dos produtores inscritos.
  • Após a codificação, as amostras serão encaminhadas à equipe de classificação física, que será realizada por profissionais com experiência, seguindo a metodologia da Classificação Oficial Brasileira (COB), conforme Instrução Normativa No 8, de 11 de junho de 2003 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento-Mapa.
  • A classificação das amostras será realizada por classificadores indicados pela Agência de Defesa Sanitária, Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron).
  • As amostras poderão enquadrar-se até, no máximo, o tipo 6 (86 defeitos). O teor de umidade deverá estar entre 11 e 13%. Serão desclassificadas todas as amostras que não obedecerem a esses critérios.
  • A análise sensorial para a qualidade de bebida será realizada por uma equipe de, no mínimo, três profissionais com formação “Q Robusta Grader”, licenciados pelo Coffee Quality Institute (CQI).
  • A avaliação de sustentabilidade consistirá na aplicação de um formulário contendo questões eliminatórias e classificatórias.
  • Somente serão premiados os participantes que atenderam integralmente as questões eliminatórias (obrigatórias) do formulário de sustentabilidade.

Fonte
Texto: Giliane Perin
Fotos: Giliane Perin, Nilcinéia Rubim Luz, Marcelo Surui
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Festival do Tambaqui mobiliza produtores da região Central de RO

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Em Ji-Paraná, mais de mil bandas de tambaqui serão assadas e comercializadas no dia do evento

Em sua 2ª edição, o “Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia”, que acontece no domingo (19), promovido pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem por objetivo promover, divulgar e incentivar o consumo do tambaqui dentro e fora do Estado, além de abrir novos mercados e gerar novas oportunidades de negócios.

Em Ji-Paraná, mais de mil bandas de tambaqui serão assadas e comercializadas no dia do evento que ocorre simultaneamente em 26 capitais brasileiras, no Distrito Federal, 30 municípios rondonienses e pretende assar, 35 mil bandas do peixe nativo da região Amazônica; 20 mil somente em Rondônia, uma média de 500 bandas por cidade, sendo que Porto Velho terá número maior, quatro mil bandas.

Produtores da região Central estão otimistas com a realização do Festival

No município de Ji-Paraná a entrega das bandas assadas acontece em frente ao Ginásio Poliesportivo Gerivaldo José de Souza (Gerivaldão), adotando todos os protocolos de segurança e prevenção contra à covid-19.

Os tickets estão à venda pelo valor de R$ 20 e a distribuição será em caixinhas padronizadas de papelão e a entrega no formato drive thru. Os peixes para o festival foram doados por produtores, com tratamento em agroindústrias e frigoríficos. Os que foram entregues às capitais do país foram processados pela empresa Zaltana; os de Rondônia pela Rondofish e em Ariquemes pela empresa Pescado do Vale.

“Nosso objetivo aqui no Território Central é comercializar todos os tickets do “Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia” nos municípios da região, a exemplo de Presidente Médici, Ji-Paraná, Teixeiropolis, Urupá, Mirante da Serra, Ouro Preto do Oeste, Jaru e Theobroma. Em todos esses, estaremos ofertando bandas de tambaqui assadas, porém em diferentes quantidades. Aqui em Ji-Paraná, os recursos arrecadados serão destinados a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae)”, detalhou o gerente do escritório local da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Gabriel Cordeiro.

 “A piscicultura é muito importante para o Estado de Rondônia, principalmente para a agricultura familiar. Uma cadeia importantíssima para nossa economia em plena acessão no Estado. O Festival Nacional do Tambaqui tem a  finalidade maior de divulgar o pescado da nossa região, incentivar o consumo e ajudar entidades filantrópicas ”, explicou o gerente regional do Território Central da Emater, João Vilmar Rabel.

Rondônia conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água

Rondônia, que é o maior produtor de peixes nativos em cativeiro do Norte e o terceiro maior produtor do Brasil, atingindo uma produção média de 65.500 mil toneladas em 2020, de acordo com o anuário da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR 2021), tem hoje o tambaqui representando 90% dessa produção, seguido da jatuarana 6% e pintado e pirarucu 2%. Esse potencial é a clara demonstração, que a piscicultura está presente em muitas propriedades rurais em Rondônia, com um cenário promissor no agronegócio rondoniense.

Outra boa notícia, é que nos últimos três anos, Rondônia ampliou a área destinada à piscicultura e, atualmente, conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água e mais de quatro mil produtores cadastrados com piscicultura em Rondônia, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam). No total, são 25 propriedades registradas na Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) como produtoras de alevinos, com venda aberta para todo o Brasil.

Levantamento feito pelo Governo de Rondônia, por meio Idaron, aponta que a atividade é mais latente em duas regiões do Estado: Central, onde se concentram pequenos produtores, e Vale do Jamari, região em que há grandes empreendimentos, incluindo três indústrias de beneficiamento de peixe, duas delas em Ariquemes. Outros frigoríficos estão instalados em Porto Velho, capital do Estado; Itapuã do Oeste e Vale do Paraíso, no interior de Rondônia.

O festival está sendo executado pela Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri), Entidade Autárquica de Assistência e Extensão Rural (Emater-RO), Superintendência Estadual de Desenvolvimento e Infraestrutura (Sedi), em parceria com a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), o Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Lions Clube, Zaltana Pescados, Agrofish, Pescados Do Vale, Nova Aurora e WS Pescados da Amazônia.


Fonte
Texto: Wilson Neves
Fotos: Irene Mendes, Paulo Sérgio, Edcarlos Carvalho e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Bandas de peixe chegam às capitais e ao DF para Festival do Tambaqui

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Mais de 17 mil toneladas de peixe já foram entregues para realização do “2º Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia”

Faltam poucos dias para os brasileiros conhecerem e degustarem o sabor do tambaqui da Amazônia durante o “2º Festival Nacional Nacional do Tambaqui da Amazônica”, considerado o maior assado de peixe do país. O evento acontecerá em mais de 30 municípios de Rondônia e nas 26 capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal, simultaneamente, no próximo dia 19.

No total, serão assadas cerca de 30 mil bandas do peixe em todo o país. Mais de 17 mil toneladas do pescado já foram entregues às capitais e o Distrito Federal. Foram 11 dias de percurso; um caminhão frigorífico percorreu uma rota, definida pela organização, até as cidades.

Todas as bandas de tambaqui entregues foram processadas em plantas de processamento de pescado com Serviço de Inspeção Sanitária Federal ou Estadual (SIF). Os peixes enviados às capitais foram processados pela empresa Zaltana (S.I.F.), e os de Rondônia pela Rondofish (S.I.F.) e Agroindústria Rodrigues (S.I.E), e em Ariquemes foram processados pela Pescado Do Vale (S.I.F.).

A logística para a realização do “2º Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia” envolveu vários parceiros como a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura de Rondônia (Sedi), além das prefeituras municipais com a compra de peixes de alguns municípios e a disponibilização de caminhões de câmara fria para a entrega das bandas.

Serão assadas cerca de 30 mil bandas do peixe em todo o país

No dia do festival, as bandas de tambaqui assadas serão entregues no sistema de Drive Thru seguindo os protocolos estabelecidos pelas autoridades a fim de evitar a propagação da covid-19. O pescado será assado por equipes dos municípios, formadas por parceiros das prefeituras, Emater, Sebrae, Governo Estadual estaduais, Lions Clube, piscicultores, voluntários e as próprias entidades que serão beneficiadas com o evento, entre outros.

De acordo com a gerente de Aquicultura e Pesca da Seagri, Maria Mirtes, os peixes serão assados na brasa, em churrasqueiras de tijolos, desmontáveis, práticas e de fácil acesso para a retirada do pescado. “As bandas assadas e sem espinhas serão entregues dentro de uma embalagem montável, tipo caixa promocional para acondicionar alimentos. Todo o espaço será planejado para que a pessoa que adquiriu o pescado possa entrar com seu veículo, entregar o ticket e retirar sua banda de tambaqui”.

Os interessados em adquirir o assado podem procurar, em Porto Velho, a sede da Seagri, Hospital Santa Marcelina e Emater. Nos municípios, os tickets também podem ser adquiridos nos escritórios da Emater local.

Os tickets estão à venda no valor de R$ 20. Os locais onde serão assados os peixes, em todo o país e nos municípios de Rondônia, já foram definidos pela organização local. 

Anexo: ENDERECOS-II-FESTIVAL-NACIONAL-DO-TAMBAQUI-DA-AMAZONIA-CAPITAIS-E-MUNICIPIOS-2021.pdf Download

Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Robson Paiva e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Preço do boi gordo em queda. Frango e suíno estão estáveis nesta sexta-feira (10)

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Descrição: Bovinos em pastagem. Foto: Arquivo / CNA

O preço da arroba do boi gordo teve queda de 2%, nesta sexta-feira (10), em São Paulo, sendo comercializada a R$ 305,95. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável com venda a R$ 294,50. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 292,50 e em Cuiabá (MT), a R$ 285,50. 

O preço do quilo do frango congelado está estável, sendo comercializado em São Paulo a R$ 8,32. Em Santa Catarina, o quilo do frango congelado é contado a R$ 8 e em Porto Alegre, a R$ 8,05. 

O preço da carcaça do suíno também está estável, em São Paulo, com venda a R$ 9,27 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 9,10 e Santa Catarina, a R$ 9,20.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem, Cristiano Ghorgomillos

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