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Saúde

Campanha contra Hanseníase é intensificada nos municípios de RO

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Forma mais fácil de identificar doença é pela alteração, redução ou perda da sensibilidade térmica, dolorosa, tátil e força muscular

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), vem intensificando durante todo este mês considerado julho roxo as ações junto aos municípios para conhecimento, combate e prevenção à Hanseníase. Este ano a campanha tem como tema “Conhecer para não discriminar”.

De acordo com a coordenadora de Hanseníase da Agevisa, Albanete Mendonça “as ações têm sido positivas à medida que novos casos são diagnosticados. Ainda não temos os dados de todo o Estado, mas em um dos municípios foram identificados dois casos de pessoas que estavam na fase de transmissão da doença. Com esse diagnóstico podemos interromper a cadeia de transmissão”, salientou.

Ela destaca ainda que o diagnóstico precoce é a melhor maneira de prevenir e controlar a hanseníase, que é uma doença crônica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que pode afetar qualquer pessoa. A forma mais fácil de identificar a doença é através da alteração, diminuição ou perda da sensibilidade térmica, dolorosa, tátil e força muscular, principalmente em mãos, braços, pés, pernas, olhos e nariz, podendo inclusive, gerar incapacidades permanentes.

Diagnóstico é realizado por exame clínico

Vale ressaltar que a transmissão ocorre por meio de uma pessoa doente e sem tratamento através das vias aéreas superiores, ou seja, pela fala, tosse ou espirro. Muito importante saber que a hanseníase não passa por abraço, aperto de mão ou carinho, tendo em vista que, pessoas com hanseníase sofrem muito preconceito e discriminação.

SINTOMAS

Os sintomas mais frequentes da hanseníase são: áreas com diminuição dos pelos e do suor, áreas do corpo com sensação de formigamento ou fisgadas, diminuição ou ausência da força muscular na face, mãos e pés, surgimento de caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

CASOS MAIS GRAVES

Nos casos mais graves de hanseníase, a virchowiana (ou lepromatosa) a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito mais causando uma espécie de anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da hanseníase é realizado através do exame clínico, quando se buscam os sinais dermato-neurológicos da doença. No exame físico é feita uma avaliação dermato-neurológica para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade ou comprometimento de nervos periféricos, com alterações sensitivas, motoras e autonômicas.

Hanseníase conhecida como borderline ou dimorfa é caracterizada por manchas e placas, acima de 5 lesões

SINAIS

Os sinais mais aparentes da hanseníase são o aparecimento de manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas.

TIPOS DE HANSENÍASE

A hanseníase conhecida como borderline ou dimorfa é caracterizada por manchas e placas, acima de cinco lesões, com bordas às vezes bem ou pouco definidas, com comprometimento de dois ou mais nervos, e ocorrência de quadros reacionais com maior frequência. Os nervos ulnar, tibial posterior e o fibular são, geralmente, os mais acometidos no momento do diagnóstico.

PREVENÇÃO

A doença pode apresentar um longo período de incubação, destaca a coordenadora. “São em média de dois a sete anos, por isso, o diagnóstico precoce é a melhor forma de prevenção. Uma vez identificada, a pessoa com hanseníase deve ser tratada e realizada a investigação de contatos que convivem ou conviveram, residem ou residiram, de forma prolongada com esses pacientes, só assim poderemos parar a cadeia de transmissão da doença”, explicou.

*Contém áudio para rádios nas palavras destacadas


Fonte
Texto: Andréia Fortini
Fotos: Frank Néry e Albanete Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Coronavirus

Rondônia ultrapassa 1 milhão de doses de vacinas aplicadas contra a covid-19

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O total de doses aplicadas até dia 3 de agosto é de 1.009.115, considera a aplicação da 1°dose (747.923) e 2º dose (261.192)

edição 501 do Boletim Covid, publicado na terça-feira (3), trouxe uma marca histórica para Rondônia. O Estado ultrapassou 1 milhão de doses aplicadas contra a doença. O avanço na imunização dos rondonienses é prioridade no Governo de Rondônia, por meio das ações estratégicas desenvolvidas pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), e tem refletido na queda dos casos.

‘‘Essa marca de mais de 1 milhão de doses aplicadas no Estado de Rondônia é muito importante e expressiva, e demonstra a preocupação do Governo de Rondônia com a imunização dos cidadãos rondonienses. Fortalece nossa esperança de vencer os obstáculos criados pela pandemia que impactou inclusive as relações sociais e já vislumbramos voltar à normalidade. Estou muito feliz com essa conquista, é de se celebrar’’, afirma o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima.

O total de doses aplicadas até dia 3 de agosto é de 1.009.115, considera a aplicação da 1°dose (747.923) e 2º dose (261.192). Rondônia, assim como todo o país, conta com quatro tipos de vacina para o enfrentamento da doença: CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen (Dose única).

A Agevisa tem adotado, desde o início do recebimento da primeira remessa de doses, que ocorreu no dia 19 de janeiro, a celeridade na distribuição dos lotes aos municípios, que são os responsáveis pela aplicação das doses. A logística é bem planejada e a rapidez em fazer o produto chegar a população, justificada, diante do que representa para a sociedade.

‘‘A Agevisa recebe as vacinas, checa quantidade e qualidade, conserva nas temperaturas ideais, faz os lotes, prepara a logística e segurança do transporte, e entrega nas regionais. O produto é entregue na ponta da linha o mais rápido possível. Rondônia tem a quarta melhor gestão de logística do país em relação a covid-19. Agradeço a confiança do governador de confiar essa missão a Agevisa e o time Agevisa tem correspondido a altura’’, garante o diretor.

Coronel BM Gregório destaca as estratégias adotadas para acelerar a imunização dos rondonienses

AÇÃO CONJUNTA

O Ministério da Saúde, responsável pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, é quem compra e distribui os imunizantes para os estados.

Cada lote que chega a Rondônia é destinado primeiramente à Central Estadual da Rede de Frio da Agevisa, em Porto Velho, onde é dada a transparência aos recebimentos, e de forma ágil são destinados aos municípios, estes são os responsáveis por adotar estratégias para dar velocidade a imunização do público.

‘‘Um universo grande de pessoas trabalharam noite e dia para que alcançássemos essa a marca de mais de 1 milhão de doses aplicadas. Temos uma gratidão a todos os envolvidos nesta grande guerra, merecem nossos aplausos e reconhecimento. A imunização da sociedade é um desafio diante da extensão e singularidades de Rondônia, e os 52 municípios são colaboradores desta conquista’’, assegura o diretor.

ACELERAÇÃO

A meta agora é fazer com que a imunização alcance todos os rondonienses, e as expectativas são positivas diante da chegada frequente de mais lotes de vacinas ao Estado. A Agevisa, que já foi indutora da vacinação no Estado com o Plano Estadual de Vacinação, agora está trabalhando no Plano de Aceleração de Vacinação para dinamizar a aplicação das vacinas.

O diretor reforça a orientação à população que volte aos pontos de imunização, na data correta, para a segunda dose, completando assim o ciclo de proteção contra a covid-19. Ele pede para que o público fique atento à redução dos intervalos para a segunda dose. Em relação a AstraZeneca, a redução foi de 90 para 60 dias e a Pfizer de 60 para 45 dias.

O avanço na imunização tem refletido na queda de casos da doença no Estado. Duas unidades de atendimento de casos da covid-19, a de Assistência Médica Intensiva (AMI) e o Hospital de Campanha da zona Leste, zeraram o número de pacientes internados. A queda do números de internações no Estado é de 74% comparado ao pico de hospitalizações ocorrido há quatro meses. Desde o dia 19 de abril, não existem filas de espera por leitos de UTI no Estado.

As mortes decorrentes dessa doença também têm reduzido. A maior média móvel foi de 48 óbitos registrados em março. Atualmente, a média móvel é de oito óbitos. Desta forma, a média móvel diária de óbitos teve redução de aproximadamente 83,3%. Gradativamente, Rondônia está vencendo a guerra contra o vírus.


Fonte
Texto: Vanessa Moura
Fotos: Frank Néry
Secom – Governo de Rondônia

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Coronavirus

Alta Floresta registra 01 novo caso de covid-19, nesta quarta-feira dia 04 de agosto

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O boletim epidemiológico nesta terça-feira 03 de agosto, divulgado pela SEMSAU (Secretaria Municipal de Saúde), confirmou mais 12 casos de COVID-19 no município.

Confira os dados:

Casos notificados: 11.171

Casos confirmados: 4.020, sendo 3.923 curados, 32 em tratamento e 65 óbitos.

Casos suspeitos: 04

Casos descartados: 7.147

Suspeitos internados em tratamento hospitalar: 00

Suspeitos internados em UTI: 00

Confirmados internados em tratamento hospitalar: 04

Confirmados internados em UTI: 02

Fonte: Decom

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Coronavirus

Atenção para a 2ª dose da Vacina Astrazeneca nesta quinta feira dia (5)

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