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Saúde

Coren-Ro é contra aumento da jornada de trabalho dos profissionais de Enfermagem

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Ao contrário do que insinua o Governo do Estado, em ofício encaminhado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) para a diretoria do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, o Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia (Coren-RO) não defende o aumento de nenhum plantão a mais do que os 12 que já são cumpridos atualmente pelos servidores estaduais da Enfermagem, inclusive acordados com o Tribunal de Contas do Estado.

O Conselho entende que 12 plantões de 12 horas já geram carga horária excessiva, o que contribui para o desgaste físico e emocional dos profissionais de Enfermagem, afetando diretamente na qualidade da assistência prestada à população.

A jornada de trabalho defendida pelo Coren-RO e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para os profissionais de Enfermagem é a de 30 horas semanais, tanto melhor para a segurança dos pacientes, quanto para os profissionais.

A carga horária de 12 plantões já é cumprida por todos os profissionais, com 40 horas semanais no Estado, e não apenas os enfermeiros. Ademais, os profissionais de saúde não recebem a gratificação de 100% sobre sábados, domingos e feriados.

O Coren-RO considera a atitude uma retaliação sobre os profissionais, levando em conta o Processo: 1013040-85.2020.4.01.4100, que trata-se de ação civil pública movida pelo Conselho, com pedido de tutela provisória de urgência antecipada, objetivando a disponibilidade de enfermeiros durante o período de funcionamento do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro; a regularização dos serviços de enfermagem no referido Hospital, não permitindo que técnicos realizem funções privativas de enfermeiro; e aplicação de multa diária em caso de descumprimento de ordem judicial.

Há que se observar a necessidade de providências estaduais quanto ao déficit de profissionais para atender à demanda do referido hospital. 

Att. ASCOM COREN RO

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Saúde

EUA autorizam mix de vacinas e reforço para quem tomou Janssen

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No Brasil, o mix de vacinas já é adotado. Entretanto, a dose de reforço da Janssen ainda não foi definida.

A agência reguladora norte-americana (FDA, sigla em inglês) autorizou o “mix de vacinas” para a aplicação de doses de reforço contra a Covid-19. A prática é conhecida ainda como “intercambialidade” ou “vacinação heteróloga”.

A FDA também autorizou uma nova dose para as pessoas vacinadas com o imunizante da Janssen contra a Covid-19. A vacina, desenvolvida pelo braço de vacinas da farmacêutica americana Johnson & Johnson, é aplicada em regime de dose única.

As orientações foram divulgadas nesta quarta-feira (20) e confirmam as recomendações divulgadas por um comitê independente na sexta-feira. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, ainda deve oficializar as diretrizes no próximos dias.

No Brasil, o mix de vacinas já é adotado. Entretanto, a dose de reforço da Janssen ainda não foi definida. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) diz ter solicitado à fabricante estudos sobre o tema.

Regra vale para vacinas aprovadas

Em seu comunicado, a FDA esclareceu que “qualquer uma das vacinas contra a Covid-19 disponíveis [e aprovadas] pode ser administrada como dose de reforço heteróloga após a conclusão da vacinação primária”.

Além disso, apontou que “as pessoas elegíveis e os intervalos para que seja administrada a dose de reforço heteróloga são iguais aos autorizados para a dose de reforço da vacina utilizada para a vacinação primária”.

No caso da Janssen, como já tinha sido sugerido pelo comitê, o intervalo será de dois meses.

“Por exemplo, pessoas com 18 anos de idade ou mais imunizadas com a vacina da Janssen podem receber uma dose única de reforço do mesmo imunizante, da vacina Moderna (meia dose) ou da vacina Pfizer-BioNTech após um intervalo mínimo de dois meses”, detalhou a FDA.

Fonte: G1

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Coronavirus

Rondônia registra 191 novos casos e uma morte nesta quarta-feira (20)

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Teste clínico Covid-19 — Foto: Reprodução/TV Globo

Rondônia teve 191 novos casos registrados de Covid-19 e uma morte contabilizadas nesta quarta-feira (20).

Desde o início da pandemia, o estado tem 6.559 vítimas fatais da doença. No total, 268.187 pessoas já tiveram, ou ainda estão com a doença, desde março de 2020.

Os dados são do boletim das Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

*Os dados de casos e mortes por Covid não foram divulgados entre os dias 1º e 5 de outubro.

Também foi informado que o estado tem:

  • Pacientes recuperados – 260.326
  • Casos ativos – 1.302
  • Pacientes internados – 67
  • Testes aguardando resultado do Lacen – 52

Vacinados

O boletim aponta que 1.151.379 pessoas tomaram a primeira dose de vacina contra Covid-19 em Rondônia e 690.817 se imunizaram com a segunda.

Fonte: G1/RO

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Coronavirus

Alta Floresta tem 51 pessoas com covid-19 e registra 07 novos casos nesta quarta feira

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O boletim epidemiológico nesta quarta-feira 20 de outubro, divulgado pela SEMSAU (Secretaria Municipal de Saúde), confirmou mais 07 casos de COVID-19 no município.

Confira os dados:

Casos notificados: 12.377

Casos confirmados: 4.208, sendo 4.091 curados, 51 em tratamento e 66 óbitos.

Casos suspeitos: 06

Casos descartados: 8.163

Suspeitos internados em tratamento hospitalar: 00

Suspeitos internados em UTI: 00

Confirmados internados em tratamento hospitalar: 00

Confirmados internados em UTI: 00

Fonte: Decom

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