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Agronegócio

Novos preços de referência do leite são publicados em Rondônia pelo Conseleite

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), divulga os novos “preços de referência” para o leite em Rondônia aprovado pelo Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite (Conseleite) e publicado na terça-feira (20) por meio da Resolução Abril/2021.    

O relatório com as informações técnicas do preço de referência do leite foi produzido pela Universidade do Paraná Universidade Federal do Paraná (UFPR/FUNPAR), contratada pela Seagri para fazer o levantamento do custo de produção do produtor e das indústrias, com recursos provenientes do Fundo de Investimento e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira de Rondônia (Proleite).    

Conforme mostra o documento assinado pelo presidente Pedro José Bertelli (Sindileite) e pela vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (Fetagro), Alessandra Costa Lunas, as variações no preço do produto entregue às indústrias de laticínios durante o mês de abril de 2021 são as seguintes: valor de referência do litro de leite padrão, R$ 1,2524 em fevereiro; R$ 1,2560 em março, com variação de R$ 0,0033.

O valor padrão sobre volume de 25 litros/dia se baseia na unidade com 3,30% de gordura, 8,75% de componentes sólidos, 375 ml de contagem de células somáticas; e 325 ml de proliferação bacteriana por contaminação externa, relacionada à higiene na coleta.

Segundo a resolução do Conseleite, os valores de referência da tabela são para a matéria-prima do leite “posto no tanque de resfriamento”, o que significa que o frete de percurso não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso o valor do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) de 1,5% a ser descontado do produtor rural, uma contribuição previdenciária obrigatória que incide sobre a atividade do produtor rural pessoa física ou jurídica.

O Conseleite Rondônia alertou que outros parâmetros são considerados pelo mercado para estabelecer o valor final do leite a ser pago ao produtor, entre os quais: 1) Fidelidade do produtor ao laticínio; 2) Distância da propriedade até o laticínio; 3) Qualidade da estrada de acesso a propriedade rural; 4)Temperatura do leite na entrega; 5) Capacidade dos tanques de resfriamento de leite da propriedade; 6) Tipos de ordenha; 7) Adicionais de mercado devido a oferta e procura pelo leite na região; 8) Sazonalidade da produção; 9) Condições sanitárias do rebanho; 10) Outros benefícios concedidos pelas indústrias.

O Conseleite é um método matemático para o cálculo mensal do valor de referência da matéria-prima do leite, que promove o entendimento entre os produtores e indústrias, pois a validação acontece por ambas as partes. Serão divulgadas informações para referência da situação de mercado lácteo em geral. Ao longo do tempo, essas informações contribuirão para a melhoria de gestão, tanto das propriedades rurais quanto das indústrias, em áreas de custo de produção, preços de comercialização da matéria-prima e dos derivados.

De acordo com o secretário da Agricultura, Evandro Padovani, o preço referencial do leite será publicado todos os meses. “Após passar a aprovação do preço do leite, a Seagri fará a publicação desse preço. É um valor referencial, não é um preço mínimo e nem um valor que a indústria será obrigada a pagar, mas sim um ponto de referência que a indústria poderá praticar com preço igual, maior ou menor que esse preço indicado”, explicou.

Os integrantes do Conseleite são formados por representantes da Fetagro, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Rondônia (Sindileite) com o apoio da Seagri e do Conselho para o Desenvolvimento do Agronegócio Leite de Rondônia (Condalron). 


Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Elaine Pereira e Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Mais de R$ 1,7 milhão para aquisição de alimentos de produtores familiar em Ro

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O objetivo do PAA é promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar

Mais uma proposta de execução do Programa de Aquisição de Alimentos Federal (PAA) foi liberada pelo Ministério da Cidadania com recursos no valor de R$ 1.726.060, para atender produtores da agricultura familiar e instituições socioassistenciais do Estado de Rondônia. A execução do Programa é realizada pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), através da Coordenadoria da Agricultura Familiar da Seagri (Cafamiliar), em parceria com a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e prefeituras municipais.

Com esta nova proposta, 182 entidades socioassistenciais que atendem idosos, refugiados, moradores de rua, crianças, grupos familiares nos municípios, entre outros, serão beneficiadas com a entrega de alimentos produzidos por 922 produtores cadastrados para comercializarem seus produtos através do PAA Federal, nos 52 municípios de Rondônia.

Conforme destacou o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o objetivo do PAA é promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar. O Programa foi considerado como atividade essencial, regulamentado pela União, no Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020, que define os serviços públicos e as atividades que devem ser continuadas no período de pandemia.

“O PAA é essencial para garantir o alimento às famílias carentes de nosso Estado e fortalecer o trabalho e renda dos produtores. Nós não paramos as atividades e vamos continuar buscando mais recursos para atender todos os municípios”, disse Padovani.

Durante a pandemia, o PAA foi de grande importância para os pequenos produtores que tiveram dificuldades em vender seus produtos em decorrência do isolamento e restrição a aglomerações, se tornando um meio de comercialização principal para muitos agricultores, além de beneficiar as entidades recebedoras que realizam um trabalho atendendo pessoas em situação de vulnerabilidade social e nutricional.

Os beneficiários fornecedores são os agricultores familiares, assentados da reforma agrária, silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores artesanais, indígenas, integrantes de comunidades remanescentes de quilombos rurais e demais povos e comunidades tradicionais, que atendam aos requisitos previstos no art. 3º da Lei nº 11.326, de 24 de julho de 2006. As famílias beneficiadas com os produtos são aquelas que se encontram em situação de insegurança alimentar e nutricional.


Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Sara Cicera e Edcarlos Carvalho
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Mais de 200 toneladas de calcário vão beneficiar produtores rurais

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Em reunião com produtores rurais, governador anunciou a distribuição de mais 245 toneladas de calcário para atender Pimenta Bueno

Produtores rurais de Pimenta Bueno e Espigão D’Oeste ficaram satisfeitos com a disposição do Governo de Rondônia em buscar ouvir os anseios do setor. Em Pimenta Bueno, para o lançamento dos projetos “Tchau Poeira” e “Governo na Cidade”, além da inauguração da sétima agência do Programa de Apoio às Micros e Pequenas Empresas e Empreendedores de Pequenos Negócios do Estado de Rondônia (Proampe), o governador Marcos Rocha fez questão de reservar um espaço em sua agenda para um bate-papo com pecuaristas, agricultores, produtores de leite e demais trabalhadores do campo, onde anunciou a distribuição de mais 245 toneladas de calcário para atender produtores de Pimenta Bueno. Em 2021, 20 mil toneladas já foram entregues por meio da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), em todo o Estado.

“Temos que fazer de Rondônia o melhor lugar no mundo. Rondônia é da agricultura familiar, o Estado do agronegócio e antes de tudo, é preciso acreditar”, afirmou o governador.

O encontro aconteceu no Parque de Exposições de Pimenta Bueno e junto ao secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, do diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Elias Rezende, o governador respondeu aos questionamentos e falou um pouco sobre as ações do Governo para fomentar o agronegócio no Estado. Também participaram do encontro o prefeito de Pimenta Bueno, Arismar Araújo, deputados estaduais e alguns secretários de Estado.

“Queremos ouvir os produtores rurais para traçar as melhores estratégias para atender e alavancar o setor produtivo rondoniense. Economizamos e hoje temos recursos para aplicar em Rondônia. Queremos que estes recursos cheguem aos cidadãos de todo o Estado, nos mais diversos setores”, reforçou Marcos Rocha.

A iniciativa do governo estadual foi bastante elogiada pelos produtores rurais. “Eu achei muito interessante o que o governador falou. Ele está mostrando o que ele está fazendo e pra mim o Governo está fazendo muita coisa, mesmo com a pandemia. Numa época dessas, ele está trabalhando bastante. Tiro o chapéu pro governador, pro secretário de Agricultura, pra Emater (Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural) e para as máquinas que estão mandando pra cuidar das estradas”, elogiou o produtor, Geraldo Galvão Ranier, proprietário de uma agroindústria de beneficiamento de mandioca.

O vice-presidente da Associação Rural de Pimenta Bueno, Diego Eré, se mostrou satisfeito com a disposição do governador e seus secretários para responder aos questionamentos feitos pelos produtores rurais. “A reunião foi muito boa, o governador abriu para os produtores falarem, fazer as suas reivindicações, falar o que realmente estão precisando. Teve produtor pedindo apoio nas estradas, na produção de leite, para as indústrias e todos tiveram respostas. Foi um bate-papo muito bom, bom mesmo”, reforçou.

Com os projetos “Tchau Poeira” e “Governo na Cidade”, R$ 15 milhões serão investidos em infraestrutura urbana no município de Pimenta Bueno

Acompanhando toda a agenda desta quinta-feira, o prefeito de Pimenta Bueno avaliou como positiva a vinda do governador e de boa parte da sua equipe ao município. “Foi uma oportunidade muito boa para aproximar a comunidade da Administração Pública. O governador se dispôs a conversar, a responder perguntas, a ouvir os produtores, o setor empresarial e os cidadãos de Pimenta Bueno. Tivemos um momento muito bacana também junto às lideranças religiosas e tudo isso é muito valioso. Realmente, hoje foi um dia muito importante para Pimenta, especialmente com tantos investimentos chegando ao município”, destacou Araújo.


Fonte
Texto: Giliane Perin
Fotos: Nilson Santos
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Embrapa abre inscrições de clones e propriedades para Avaliação de clones de café

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As inscrições são online e vão até dia 4 de junho de 2021

Foto: Renata Silva

Por meio do projeto Rede Estadual de Avaliação de Clones de Cafés, que envolve a participação da pesquisa, de instituições governamentais do estado e de produtores, a Embrapa Rondônia abre inscrições de clones e propriedades para que as avaliações possam ser iniciadas. Serão avaliados 64 clones de café canéfora (robusta e conilon) que compõem os melhores materiais genéticos disponíveis atualmente nas principais regiões produtoras de café em Rondônia. As inscrições de clones podem ser feitas no endereço forms.gle/vuyx8TnMvZEcK9v1A e das propriedades está disponível em forms.gle/hYv4wVYaiNfVHUxB8, com prazo até o dia 4 de junho de 2021. Nestes dois formulários também podem ser encontrados detalhes sobre cada um dos tipos de inscrição. Mais informações no telefone (69) 98104-5960 ou no e-mail alexsandro.teixeira@embrapa.br.

Ao final do trabalho, que deve durar quatro safras, será elaborada uma ficha técnica para cada clone avaliado, com as informações agronômicas e qualitativas, que serão disponibilizadas aos produtores que desenvolveram cada clone – detentores do material genético. De posse destas informações, o produtor poderá realizar o registro do material genético junto ao Registro Nacional de Cultivares – RNC, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa. As cultivares poderão ser recomendadas para todo o estado, fortalecendo ainda mais a cafeicultura na região.

Segundo o pesquisador da Embrapa Rondônia, Alexsandro Teixeira, este projeto foi construído para valorizar os clones de café desenvolvidos pelos produtores de Rondônia e que tem transformado a cafeicultura do estado. “Sabendo desse impacto, pensamos em uma forma de oferecer a estes produtores subsídios e informações técnicas necessárias para que eles possam fazer o registro de seus próprios clones no Mapa. Para isso, unimos esforços entre diversas instituições e contamos com a parceria dos produtores para promover essa ação em prol da cafeicultura da Amazônia”, afirma Teixeira.

Quanto ao cadastro das propriedades, nesta etapa do processo, a Embrapa busca cafeicultores parceiros que queiram participar do projeto recebendo uma unidade experimental em sua propriedade. Ao todo, serão cinco unidades experimentais distribuídas nas principais regiões cafeeiras do estado de Rondônia.

Importante informar que os cafeicultores que fornecerem clones para a avaliação ficarão impedidos de instalarem ensaios experimentais nas suas propriedades, visando à idoneidade das avaliações. Já a quantidade de clones por produtor dependerá do número de interessados em participar da Rede de Avaliação.

Quanto ao andamento dos trabalhos nas áreas experimentais, cabe informar que toda a mão de obra para instalação, condução, manejo, tratos culturais e colheita da unidade experimental de café será de responsabilidade do produtor, que receberá insumos agrícolas e assistência técnica, previsto no orçamento do projeto, para execução dessas atividades. Com exceção das amostras coletadas para realização das análises agronômicas, todo o restante da colheita será de usufruto do produtor. 

A Embrapa será responsável por todo o gerenciamento da unidade experimental, orientando o produtor em todas as atividades técnicas e científicas necessárias – adubação, desbrota, irrigação, colheita, coleta de dados e amostras, entre outros. A Emater-RO ficará responsável pelo acompanhamento mensal dessas propriedades, com assistência técnica especializada e auxiliando nas avaliações.

Essas unidades experimentais também serão utilizadas para a realização de dias de campo, palestras técnicas e eventos ligados à cultura do café, além da formação acadêmica de técnicos e estudantes que estarão envolvidos com as avaliações, qualificando corpo técnico para atuar na cafeicultura da Amazônia. 

No projeto, serão analisadas pela Embrapa diversas características como produtividade e tamanho dos grãos, uniformidade de maturação dos frutos, arquitetura das plantas para mecanização da colheita, rendimento industrial, tombamento das hastes, qualidade de bebida, resistência à nematóides tolerância à pragas e doenças.

Principais contribuições para a cafeicultura

– Registro de uma ou mais cultivares clonais de café canéfora altamente produtivos e com ampla adaptabilidade. As cultivares poderão ser recomendadas para Rondônia, fortalecendo a cadeia do café na região.

– Identificação de clones altamente específicos em determinados locais, viabilizando o lançamento de cultivares específicas para aquela região.

– Reconhecimento do trabalho pioneiro dos cafeicultores e viveiristas, que selecionaram clones em suas próprias lavouras e agora terão a possibilidade de registrá-los no Ministério da Agricultura.

– Incremento na produtividade de café da Amazônia Ocidental, alavancando a cafeicultura na região e promovendo a integração de toda a cadeia produtiva do setor cafeeiro.

– Realização de treinamentos de técnicos e de cafeicultores nas cinco áreas experimentais de café instalados em Rondônia.

– Formação acadêmica de técnicos e estudantes que estarão envolvidos com as avaliações, qualificando esse corpo técnico para atuar na cafeicultura da Amazônia.

– Pioneirismo de Rondônia no melhoramento participativo do café, com uma proposta inovadora que envolve a participação de órgãos públicos e cafeicultores, todos com objetivo de fortalecer a cafeicultura da Região Norte e promover a agricultura sustentável na Amazônia.

Rede Estadual de Avaliação de Clones de Cafés

O projeto foi lançado em fevereiro de 2021, com a assinatura de convênio entre o Governo de Rondônia e a Embrapa. Para a execução do projeto, o Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder) aprovou a liberação recursos do Fundo de Desenvolvimento Industrial de Rondônia (Fider), por meio da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura – Sedi. Equipes da Embrapa Rondônia, Emater-RO, Secretaria de Estado da Agricultura de Rondônia – Seagri, produtores e viveiristas de café que se inscreverem estarão unidos nessa ação, que conta também com o apoio da Câmara Setorial do Café de Rondônia e Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia – Idaron.

Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

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