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Nota de Falecimento

A Funerária Alta Floresta comunica o falecimento de José Nicaretta

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É com pesar que a funerária Alta Floresta comunica o falecimento de José Nicaretta, mas conhecido como Zé Pastori, faleceu no Hospital do câncer em Porto Velho, seu corpo está sendo transladado de Porto Velho para Alta Floresta e o velório será nesta sexta-feira dia 23/04/2021 das 7:00 às 10:00 horas da manhã, o seu sepultamento será nesta sexta-feira no cemitério local.

Devido as restrições ao covid-19 o velório não será aberto ao público. Desde já a família enlutada agradece as orações e compreensão de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

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Nota de Falecimento

Morre Eva Wilma, aos 87 anos, vítima de um câncer no ovário

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A atriz Eva Wilma morreu neste sábado, dia 15, às 22h08, aos 87 anos, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, vítima de um câncer no ovário que, disseminado, levou a uma insuficiência respiratória. A artista estava internada desde o dia 15 de abril, inicialmente para tratar problemas cardíacos e renais. O câncer foi descoberto no último dia 7 de maio. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista.

“Vivinha, é assim (sorridentes) que vamos lembrar de você. Obrigado pelos momentos maravilhosos que vivemos juntos e estarão eternamente em nossos corações”, escreveram os agentes da atriz no Instagram.

Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini nasceu em São Paulo, em 1933, filha de um metalúrgico alemão e uma portenha judia. Em setembro do ano passado, a atriz comemorou 70 anos de carreira. No início da década de 1950, após chamar a atenção como bailarina clássica, ela estreou como figurante em filmes italianos e fez dois filmes com o diretor Armando Couto e o ator Procópio Ferreira, “O Homem dos Papagaios” e “A Sogra”. Ao longo da carreira, trabalhou com diretores como Walter Hugo Khouri (“A ilha”), Luiz Sérgio Person (“São Paulo S.A”) e Roberto Farias (“A cidade ameaçada”).

Na TV, a atriz estreou na Tupi, em 1953, no seriado “Namorados de São Paulo” (depois rebatizado para “Alô, doçura”). Ao GLOBO, ela relembrou que eram horas de ensaio antes da ação acontecer em tempo real, diante das câmeras. Na época, a televisão era toda feita ao vivo — o videotape só chegou em 1959, na TV Continental, no Rio.

— Tudo era muito artesanal. A gente ensaiava e combinava tudo antes. Chegava ao fim da tarde e era “vamos ao ar, salve-se quem puder” — contou a atriz, lembrando-se dos textos que eram escondidos no cenário. — Em São Paulo, se chamava cola; no Rio, dália (gíria que surgiu após um ator colar suas falas num vaso de dálias). Usávamos nossa marcação de cena para escolher peças do cenário para colar a dália.

Ao longo dos anos 1970, Wilma se tornou uma das principais estrelas da TV brasileira. Fez sucesso atuando ao lado do ator Carlos Zara em diversos programas, muitas vezes como par romântico. Seus sucessos na telinha incluem as gêmeas Ruth e Raquel na primeira versão de “Mulheres de Areia”, de Ivani Ribeiro, e papeis em novelas como “A viagem”, “O direito de nascer” e “Selva de pedra”. Na década de 1990, fez sucesso como Altiva, com seu sotaque nordestino e misturado com inglês na fictícia Greenville.

Em entrevista ao GLOBO, em 2019, a atriz falou com empolgação sobre os projetos nos quais esteve envolvida, como a novela “O tempo não para”, de 2018, um recital e a comédia “As aparecidas”, dirigida por Ivan Feijó. Com bom humor, a Wilma admitia as dificuldades que a idade tinha trazido, como as dificuldades para decorar texto (“lembrar as datas, então, é um horror”), lamentava a perda de amigos, mas dizia que continuava em frente.

— O segredo para seguir é não se levar a sério — asseverou.

Engajada politicamente, ela militou contra a ditadura militar e participou da histórica Marcha dos Cem Mil em 1968. Na novela “Roda de fogo”, fez o papel da ex-militante Maura, torturada durante a ditadura. Após um período ausente, voltou às novelas com “Fina Estampa”, de 2011. Também fez aparições no seriado “A grande família” em 2014.

Fonte: extra

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Nota de pesar: Câmara Municipal de Alta Floresta D’Oeste Ro

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Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morre aos 41 anos, vítima de câncer

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O prefeito de São Paulo teve um agravo em seu quadro clínico na última sexta-feira (14)

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, faleceu neste domingo (16), aos 41 anos, vítima de câncer. Ele deixa um filho, Tomás Covas, de 15 anos, e os pais, Pedro Lopes e Renata Covas Lopes. Na última sexta-feira, Covas teve um agravo em seu quadro clínico que passou a ser considerado como irreverísvel pela equipe médica do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde estava internado desde o dia 2 maio. 

Em 2019, ele foi diagnosticado com câncer inicialmente diagnosticado na cárdia (região entre o esôfago e o estômago) que se espalhou também para o fígado e os gânglios linfáticos O tratamento fez com que parte dos tumores diminuíssem, mas em abril deste ano  exames detectaram novos focos da doença no fígado, nos ossos da coluna e da bacia.. Para se dedicar ao tratamento, Covas se licenciou oficialmente do cargo de prefeito de São Paulo em 3 de maio. 

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) lutava contra o câncer desde 2019

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) lutava contra o câncer desde 2019

Foto: Divulgação/Prefeitura de SP / Estadão Conteúdo

Após a piora de seu quadro de saúde, Covas passou a receber medicamentos analgésicos e sedativos. Ele estava acompanhado de seus familiares. Na semana passada, o politico iniciou tratamento com radioterapia para tentar controlar um sangramento residual detectado em seu estômago, uma complicação que surgiu enquanto o prefeito tratava de um metastático que atinge o sistema digestivo e os ossos.

Na ocasião, Covas havia feito uma endoscopia que “evidenciou discreto sangramento residual no estômago”. Foi um sangramento na interligação entre o estômago e o esôfago – local onde um de seus três primeiros tumores foi detectado – que o havia feito precisar ir para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Esse primeiro sangramento havia sido controlado no próprio exame, mas o prefeito foi para o centro de cuidado intensivo para se recuperar.

Uma nova endoscopia, porém, revelou que havia ponto de hemorragia. “Desta forma, foi iniciado tratamento local com radioterapia para controle deste sangramento”, informou o boletim médico à epoca. Desde que o primeiro sangramento foi detectado, Covas teve de interromper o tratamento contra os tumores que atingem o fígado, a bacia e a coluna. Ele vinha se submetendo a um procedimento que combinava sessões de quimioterapia e radioterapia. 

Trajetória

Bruno Covas foi reeleito prefeito de São Paulo em 2020. Ele assumiu o cargo pela primeira vez em 2018 com a saída do atual governador João Doria. Antes de assumir o gabinete do prefeito, Covas também foi eleito Deputado Estadual e também atuou como secretário Geral do PSDB/SP, partido no qual era filiado. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP) e economisa pela PUC-SP, Bruno era neto de Mário Covas, sua grande inspiração para a vida política.    

Fonte: Equipe portal

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