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Agronegócio

Grãos, café e pecuária são destaques da 1ª edição do Informativo Agro de Rondônia

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Publicação da Embrapa apresenta estimativas, comparativos de produção, produtividade e preços ao longo dos anos.

Confira a primeira edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021

A primeira edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021, produzido pela Embrapa, destaca as estimativas positivas para a produção de grãos e café no estado. Também ressalta o aumento das exportações de carne e soja em 2020, gerando receitas de US$ 713,3 milhões e US$ 420,8 milhões, respectivamente. Esta publicação traz ainda dados detalhados e análises sobre a produção de mandioca e banana, assim como o acompanhamento da produção, produtividade, preços de produtos agropecuários e o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia. Esta e as demais edições do Informativo estão disponíveis no portal da Embrapa Rondônia, é possível baixar a publicação diretamente no link:https://bit.ly/3uyYl7X

Por meio desta publicação, a Embrapa Rondônia disponibiliza à sociedade o acompanhamento periódico da produção agropecuária no estado, com análises do comportamento do setor como um todo.  As edições deste periódico reúnem um conjunto de informações sobre a agropecuária do estado que está disperso em diversas fontes de dados oficiais, permitindo ao leitor acessar dados de maneira agregada e com análises. Além disso, a citação das fontes consultadas possibilita ao leitor se aprofundar no assunto, consultando-as diretamente. 
Os dados apresentados são obtidos de fontes secundárias, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Emater-RO, entre outros.
Produção de grãos – o Brasil deverá colher sua maior safra de grãos da história, com estimativa de produção de 264,8 milhões de toneladas, 3,1% maior do que a safra 2019/2020. Já em Rondônia, a produção de grãos na safra 2020/2021 está estimada em 2,4 milhões de toneladas, se mantendo estável quando comparada à safra anterior e correspondendo a 0,9% da safra nacional. Os detalhes de cada cultura estão no Informativo.
Café – Questões climáticas, aliadas à bienalidade negativa para a espécie arábica, influenciam nacionalmente a estimativa de queda entre 21,4% e 30,5% na safra de 2020/2021. Em Rondônia, a expectativa nesse primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que sejam colhidas entre 2,3 e 2,4 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado, indicando redução de 2% a 6% sobre o volume produzido na safra passada. A produtividade deve reduzir na mesma proporção, variando entre 36,15 e 37,6 sacas por hectare.
Mandioca – a produção estimada na safra 2020 é de 519,6 mil toneladas, 10,1% menor da que foi obtida na safra de 2019. A área colhida deve apresentar retração de 4,5%, com perda de produtividade de 5,9%. Porto Velho se destacou como principal município produtor de mandioca do estado em 2019, respondendo por quase 30% da produção. Jaru e Machadinho d’Oeste vieram a seguir, com 6% e 5,5% de participação, respectivamente (IBGE, 2020).
Banana – Tanto a produção quanto a área colhida apresentaram crescimento em 2020 em relação a 2019, de 4,3% e 4,8%, respectivamente. Por outro lado, a produtividade estimada deve ser reduzida em 1,6% (IBGE, 2021). Buritis, Governador Jorge Teixeira e Porto Velho foram os principais municípios produtores de banana do estado em 2019.
Preços de produtos agrícolas pagos aos produtores – Foram considerados para a análise: arroz, feijão, milho, soja, café, mandioca de mesa e farinha de mandioca. Com exceção dessa última, os demais produtos apresentaram aumentos de preços reais, descontada a inflação do período, tendo sido utilizado como base de comparação a variação dos preços entre os anos de 2019 e 2020. O feijão foi o produto que apresentou a maior variação de preços no período analisado, de 58,8%, seguido pelo milho (41,7%) e pela soja (36,8%).
Preços de produtos da pecuária pagos aos produtores – Entre 2019 e 2020, o boi gordo à vista apresentou a maior variação positiva de preços, com evolução de 27,6%, seguido do boi gordo com prazo de pagamento de 30 dias e do leite in natura. O aumento dos preços dos bovinos (boi gordo) teve como motivo principal a maior exportação do produto, principalmente para a China, cujos preços foram favorecidos pela forte desvalorização do real no ano. No caso do leite e de ovos, demanda interna aquecida, provavelmente em virtude da pandemia do coronavírus, que manteve a pessoas mais tempo em casa, além do auxílio emergencial do Governo Federal, foi a responsável pelo aumento observado nos preços.
Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) – Em 2020 foi 17,3% maior do que o obtido em 2019. Os produtos agrícolas de melhor desempenho foram a soja, o milho e o café. A mandioca e a banana apresentaram resultados desfavoráveis, com redução de 33,2% e 7,6% do VBP, respectivamente. No tocante à pecuária, bovinos apresentaram acréscimo no VBP de 15,1%, enquanto o do leite teve aumento de 10,5%.
Exportações – Destaque para a carne bovina e a soja nas exportações em 2020, que geraram receitas de US$ 713,3 milhões e US$ 420,8 milhões, respectivamente. O desempenho positivo da carne pode ser explicado pelo maior volume exportado e pela desvalorização do Real, influenciados pela demanda maior, advinda principalmente da China. Isso, dada sua maior demanda por proteína animal, em virtude dos casos de peste suína, que exerceu forte pressão nos preços internacionais, beneficiando assim o produto exportado pelo estado. Já o desempenho da soja foi influenciado também pelos preços melhores, devido principalmente à desvalorização do Real frente ao Dólar. 
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Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

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Agronegócio

Novos preços de referência do leite são publicados em Rondônia pelo Conseleite

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), divulga os novos “preços de referência” para o leite em Rondônia aprovado pelo Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite (Conseleite) e publicado na terça-feira (20) por meio da Resolução Abril/2021.    

O relatório com as informações técnicas do preço de referência do leite foi produzido pela Universidade do Paraná Universidade Federal do Paraná (UFPR/FUNPAR), contratada pela Seagri para fazer o levantamento do custo de produção do produtor e das indústrias, com recursos provenientes do Fundo de Investimento e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira de Rondônia (Proleite).    

Conforme mostra o documento assinado pelo presidente Pedro José Bertelli (Sindileite) e pela vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (Fetagro), Alessandra Costa Lunas, as variações no preço do produto entregue às indústrias de laticínios durante o mês de abril de 2021 são as seguintes: valor de referência do litro de leite padrão, R$ 1,2524 em fevereiro; R$ 1,2560 em março, com variação de R$ 0,0033.

O valor padrão sobre volume de 25 litros/dia se baseia na unidade com 3,30% de gordura, 8,75% de componentes sólidos, 375 ml de contagem de células somáticas; e 325 ml de proliferação bacteriana por contaminação externa, relacionada à higiene na coleta.

Segundo a resolução do Conseleite, os valores de referência da tabela são para a matéria-prima do leite “posto no tanque de resfriamento”, o que significa que o frete de percurso não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso o valor do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) de 1,5% a ser descontado do produtor rural, uma contribuição previdenciária obrigatória que incide sobre a atividade do produtor rural pessoa física ou jurídica.

O Conseleite Rondônia alertou que outros parâmetros são considerados pelo mercado para estabelecer o valor final do leite a ser pago ao produtor, entre os quais: 1) Fidelidade do produtor ao laticínio; 2) Distância da propriedade até o laticínio; 3) Qualidade da estrada de acesso a propriedade rural; 4)Temperatura do leite na entrega; 5) Capacidade dos tanques de resfriamento de leite da propriedade; 6) Tipos de ordenha; 7) Adicionais de mercado devido a oferta e procura pelo leite na região; 8) Sazonalidade da produção; 9) Condições sanitárias do rebanho; 10) Outros benefícios concedidos pelas indústrias.

O Conseleite é um método matemático para o cálculo mensal do valor de referência da matéria-prima do leite, que promove o entendimento entre os produtores e indústrias, pois a validação acontece por ambas as partes. Serão divulgadas informações para referência da situação de mercado lácteo em geral. Ao longo do tempo, essas informações contribuirão para a melhoria de gestão, tanto das propriedades rurais quanto das indústrias, em áreas de custo de produção, preços de comercialização da matéria-prima e dos derivados.

De acordo com o secretário da Agricultura, Evandro Padovani, o preço referencial do leite será publicado todos os meses. “Após passar a aprovação do preço do leite, a Seagri fará a publicação desse preço. É um valor referencial, não é um preço mínimo e nem um valor que a indústria será obrigada a pagar, mas sim um ponto de referência que a indústria poderá praticar com preço igual, maior ou menor que esse preço indicado”, explicou.

Os integrantes do Conseleite são formados por representantes da Fetagro, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Rondônia (Sindileite) com o apoio da Seagri e do Conselho para o Desenvolvimento do Agronegócio Leite de Rondônia (Condalron). 


Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Elaine Pereira e Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Suplementação mineral adequada proporciona qualidade de vida aos equinos

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Seja de esportes, provas de resistência, trabalho e até lazer, os cavalos precisam de suplementação nutricional para receber todos os nutrientes necessários para sua manutenção. Segundo Thales Vechiato, gerente de grandes animais da Syntec do Brasil, a falta de minerais, aminoácidos e vitaminas pode comprometer o desenvolvimento dos equinos, além de gerar fraqueza, perda de desempenho, redução na fertilidade e, dependendo da carência, até deformidades e fragilidade óssea.

“Apesar das rações serem formuladas para nutrir bem os equinos, a suplementação é fundamental para que eles tenham o melhor desempenho, independentes de sua função e prática. A suplementação pode ser iniciada normalmente desde potros, desde que respeitada a exigência nutricional de cada categoria e idade. É importante esse cuidado porque desequilíbrio ou excesso de determinados minerais pode até comprometer o desenvolvimento da estrutura óssea. Fêmeas prenhas também podem receber suplementação durante a gestação. Recomendamos atentar para a suplementação energético proteica, que ajuda na melhor formação fetal”, destaca o médico veterinário.

Animais bem suplementados têm estrutura corporal forte e enfrentam melhor os desafios de sua rotina. “Há diferentes tipos de suplementos e isso deve ser bem avaliado pelos criadores, técnicos e veterinários na hora da oferta. É sempre necessário avaliar a real necessidade em termos dos níveis de proteínas e energia condizentes com a categoria animal, aptidão e atividade física dos animais. Esse sinergismo é importante para a fisiologia e o metabolismo para conversão muscular”, esclarece Thales Vechiato.

A Syntec indica o suplemento Whey Protein Syntec para equinos. Perfeitamente balanceado, pode ser oferecido diariamente. Trata-se de um suplemento alimentar proteico, de alto valor biológico e que oferece aporte de aminoácidos essenciais de cadeia ramificada, que produzem efeitos sobre a síntese proteica da musculatura esquelética, gerando hipertrofia e manutenção da massa muscular. O suplemento da Syntec prolonga e melhora a qualidade de vida dos equinos e é indicado para animais em fase de crescimento, fêmeas gestantes ou lactantes e animais atletas que necessitam otimizar o desempenho físico.

Sobre a Syntec – A Syntec é uma indústria de produtos para saúde animal 100% brasileira, com foco em medicamentos e suplementos veterinários de alta complexidade. Seu portfólio é amplo, incluindo terapêuticos, especialidades, produtos para higiene e saúde, suplementos e, agora, vacinas animais. Mais informações: www.syntec.com.br

Por: Fernanda Souza

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Agronegócio

Sem tratamento antifúngico adequado, pecuarista pode perder 1 terço da silagem

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Especialista da Trouw Nutrition alerta para a ação dos micro organismos que afetam a qualidade nutricional da silagem, com impacto direto no desenvolvimento dos bovinos.

A alimentação representa entre 60% e 70% do custo de produção dos bovinos. Sendo assim, é preciso ter atenção especial a uma série de fatores, incluindo a proteção da silagem utilizada para compor a dieta. “Está aí um item importante da composição nutricional. A silagem tem qualidade nutricional e bom custo-benefício. Porém, é preciso cuidado com o seu manejo. Por exemplo: quando parte da silagem estocada perde qualidade, normalmente os produtores descartam esse percentual, que pode chegar a um terço da capacidade total. Ou seja, a cada três carretas de silagem, uma acaba não sendo utilizada. São investimentos jogados fora”, alerta Bruna Demétrio, gerente nacional de vendas da linha de Feed Additives da Trouw Nutrition.

A perda de qualidade da silagem deve-se à ação dos micro organismos que se alimentam da matriz nutricional dos grãos, na qual estão concentrados os nutrientes. “As perdas das silagens começam quando a parte superficial estocada passa a apresentar coloração escura. Isso é comum em praticamente todas as fazendas.  As condições de umidade, calor e pH tornam o ambiente adequado à proliferação do mofo, principalmente pela ação dos fungos dos gêneros Penicillium e Fusarium, que se adaptam a esse ambiente e são, na maioria das vezes, as principais causas das perdas”, explica Bruna.

A especialista da Trouw Nutrition informa que são mais de 80 espécies de fungos em silagens de milho e gramíneas, o que torna a aplicação de antifúngicos a solução preventiva fundamental contra a contaminação – inclusive porque esse problema também prejudica o desempenho dos animais, podendo levar a quadros graves de contaminação por toxinas.

“A utilização de antifúngicos é apenas parte da estratégia. Os cuidados começam desde o momento em que o pecuarista define a dimensão do silo. Em seguida, vem a escolha da lona para cobrir e proteger a área das condições climáticas. O antifúngico pode ser aplicado em todas as camadas durante a ensilagem e, principalmente, na camada superior do silo, na qual as perdas costumam ser maiores. O antifúngico precisa de contato com toda a superfície da silagem para agir de forma eficaz”, destaca Bruna Demétrio.

A Trouw Nutrition oferece Fylax® Forte HC, potente antifúngico, que atua não apenas no controle do mofo, mas também possui ação na vida útil das silagens de planta inteira e grão úmido. “Esta solução age diretamente no fungo, causando sua morte e impedindo sua proliferação, garantindo o eficiente processo de silagem”, destaca a gerente nacional de vendas da linha de Feed Additives da Trouw Nutrition.

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Fabio S. Lu Huaqiang 

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