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Agronegócio

Galo bota ovos e surpreende moradores de Santa Catarina

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O caso inusitado foi flagrado pelo dono do animal, que estava pronto para abater o galo até encontrar os ovos.

Em um caso raro, um galo que bota ovos chamou a atenção dos moradores do município de Caçador, em Santa Catarina. O caso inusitado foi flagrado pelo dono do animal, que estava pronto para abater o galo até encontrar os ovos.

“Eu tenho 64 anos e nunca tinha visto isso na vida”, disse Pedro Martins, dono do animal. Ele afirmou ter comprado o galo há cerca de oito meses, quando ainda era filhote. De acordo com ele, nas últimas semanas, a ave, identificada como Chico, colocou pelo menos nove ovos.

“Eu ia abater ele junto dos outros três galos, são quatro que estão juntos em um galinheiro. A primeira vez que vi o ovo lá achei que era brincadeira, não tinha nenhuma galinha lá. Coloquei primeiro uma lâmpada, depois uma câmera, agora o galo é monitorado 24 horas por dia”, contou.

Após a descoberta, Pedro desistiu de matar Chico e também os outros três galos que estão no galinheiro com ele.

De acordo com o portal NSC Total, que noticiou o caso raro, é pouco provável que um galo coloque ovos, mas pode acontecer caso ele seja hermafrodita, ou seja, tenha ao mesmo tempo um testículo e um ovário.

Fonte: rondorural

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Agronegócio

Novos preços de referência do leite são publicados em Rondônia pelo Conseleite

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), divulga os novos “preços de referência” para o leite em Rondônia aprovado pelo Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite (Conseleite) e publicado na terça-feira (20) por meio da Resolução Abril/2021.    

O relatório com as informações técnicas do preço de referência do leite foi produzido pela Universidade do Paraná Universidade Federal do Paraná (UFPR/FUNPAR), contratada pela Seagri para fazer o levantamento do custo de produção do produtor e das indústrias, com recursos provenientes do Fundo de Investimento e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira de Rondônia (Proleite).    

Conforme mostra o documento assinado pelo presidente Pedro José Bertelli (Sindileite) e pela vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (Fetagro), Alessandra Costa Lunas, as variações no preço do produto entregue às indústrias de laticínios durante o mês de abril de 2021 são as seguintes: valor de referência do litro de leite padrão, R$ 1,2524 em fevereiro; R$ 1,2560 em março, com variação de R$ 0,0033.

O valor padrão sobre volume de 25 litros/dia se baseia na unidade com 3,30% de gordura, 8,75% de componentes sólidos, 375 ml de contagem de células somáticas; e 325 ml de proliferação bacteriana por contaminação externa, relacionada à higiene na coleta.

Segundo a resolução do Conseleite, os valores de referência da tabela são para a matéria-prima do leite “posto no tanque de resfriamento”, o que significa que o frete de percurso não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso o valor do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) de 1,5% a ser descontado do produtor rural, uma contribuição previdenciária obrigatória que incide sobre a atividade do produtor rural pessoa física ou jurídica.

O Conseleite Rondônia alertou que outros parâmetros são considerados pelo mercado para estabelecer o valor final do leite a ser pago ao produtor, entre os quais: 1) Fidelidade do produtor ao laticínio; 2) Distância da propriedade até o laticínio; 3) Qualidade da estrada de acesso a propriedade rural; 4)Temperatura do leite na entrega; 5) Capacidade dos tanques de resfriamento de leite da propriedade; 6) Tipos de ordenha; 7) Adicionais de mercado devido a oferta e procura pelo leite na região; 8) Sazonalidade da produção; 9) Condições sanitárias do rebanho; 10) Outros benefícios concedidos pelas indústrias.

O Conseleite é um método matemático para o cálculo mensal do valor de referência da matéria-prima do leite, que promove o entendimento entre os produtores e indústrias, pois a validação acontece por ambas as partes. Serão divulgadas informações para referência da situação de mercado lácteo em geral. Ao longo do tempo, essas informações contribuirão para a melhoria de gestão, tanto das propriedades rurais quanto das indústrias, em áreas de custo de produção, preços de comercialização da matéria-prima e dos derivados.

De acordo com o secretário da Agricultura, Evandro Padovani, o preço referencial do leite será publicado todos os meses. “Após passar a aprovação do preço do leite, a Seagri fará a publicação desse preço. É um valor referencial, não é um preço mínimo e nem um valor que a indústria será obrigada a pagar, mas sim um ponto de referência que a indústria poderá praticar com preço igual, maior ou menor que esse preço indicado”, explicou.

Os integrantes do Conseleite são formados por representantes da Fetagro, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Rondônia (Sindileite) com o apoio da Seagri e do Conselho para o Desenvolvimento do Agronegócio Leite de Rondônia (Condalron). 


Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Elaine Pereira e Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Suplementação mineral adequada proporciona qualidade de vida aos equinos

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Seja de esportes, provas de resistência, trabalho e até lazer, os cavalos precisam de suplementação nutricional para receber todos os nutrientes necessários para sua manutenção. Segundo Thales Vechiato, gerente de grandes animais da Syntec do Brasil, a falta de minerais, aminoácidos e vitaminas pode comprometer o desenvolvimento dos equinos, além de gerar fraqueza, perda de desempenho, redução na fertilidade e, dependendo da carência, até deformidades e fragilidade óssea.

“Apesar das rações serem formuladas para nutrir bem os equinos, a suplementação é fundamental para que eles tenham o melhor desempenho, independentes de sua função e prática. A suplementação pode ser iniciada normalmente desde potros, desde que respeitada a exigência nutricional de cada categoria e idade. É importante esse cuidado porque desequilíbrio ou excesso de determinados minerais pode até comprometer o desenvolvimento da estrutura óssea. Fêmeas prenhas também podem receber suplementação durante a gestação. Recomendamos atentar para a suplementação energético proteica, que ajuda na melhor formação fetal”, destaca o médico veterinário.

Animais bem suplementados têm estrutura corporal forte e enfrentam melhor os desafios de sua rotina. “Há diferentes tipos de suplementos e isso deve ser bem avaliado pelos criadores, técnicos e veterinários na hora da oferta. É sempre necessário avaliar a real necessidade em termos dos níveis de proteínas e energia condizentes com a categoria animal, aptidão e atividade física dos animais. Esse sinergismo é importante para a fisiologia e o metabolismo para conversão muscular”, esclarece Thales Vechiato.

A Syntec indica o suplemento Whey Protein Syntec para equinos. Perfeitamente balanceado, pode ser oferecido diariamente. Trata-se de um suplemento alimentar proteico, de alto valor biológico e que oferece aporte de aminoácidos essenciais de cadeia ramificada, que produzem efeitos sobre a síntese proteica da musculatura esquelética, gerando hipertrofia e manutenção da massa muscular. O suplemento da Syntec prolonga e melhora a qualidade de vida dos equinos e é indicado para animais em fase de crescimento, fêmeas gestantes ou lactantes e animais atletas que necessitam otimizar o desempenho físico.

Sobre a Syntec – A Syntec é uma indústria de produtos para saúde animal 100% brasileira, com foco em medicamentos e suplementos veterinários de alta complexidade. Seu portfólio é amplo, incluindo terapêuticos, especialidades, produtos para higiene e saúde, suplementos e, agora, vacinas animais. Mais informações: www.syntec.com.br

Por: Fernanda Souza

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Agronegócio

Sem tratamento antifúngico adequado, pecuarista pode perder 1 terço da silagem

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Especialista da Trouw Nutrition alerta para a ação dos micro organismos que afetam a qualidade nutricional da silagem, com impacto direto no desenvolvimento dos bovinos.

A alimentação representa entre 60% e 70% do custo de produção dos bovinos. Sendo assim, é preciso ter atenção especial a uma série de fatores, incluindo a proteção da silagem utilizada para compor a dieta. “Está aí um item importante da composição nutricional. A silagem tem qualidade nutricional e bom custo-benefício. Porém, é preciso cuidado com o seu manejo. Por exemplo: quando parte da silagem estocada perde qualidade, normalmente os produtores descartam esse percentual, que pode chegar a um terço da capacidade total. Ou seja, a cada três carretas de silagem, uma acaba não sendo utilizada. São investimentos jogados fora”, alerta Bruna Demétrio, gerente nacional de vendas da linha de Feed Additives da Trouw Nutrition.

A perda de qualidade da silagem deve-se à ação dos micro organismos que se alimentam da matriz nutricional dos grãos, na qual estão concentrados os nutrientes. “As perdas das silagens começam quando a parte superficial estocada passa a apresentar coloração escura. Isso é comum em praticamente todas as fazendas.  As condições de umidade, calor e pH tornam o ambiente adequado à proliferação do mofo, principalmente pela ação dos fungos dos gêneros Penicillium e Fusarium, que se adaptam a esse ambiente e são, na maioria das vezes, as principais causas das perdas”, explica Bruna.

A especialista da Trouw Nutrition informa que são mais de 80 espécies de fungos em silagens de milho e gramíneas, o que torna a aplicação de antifúngicos a solução preventiva fundamental contra a contaminação – inclusive porque esse problema também prejudica o desempenho dos animais, podendo levar a quadros graves de contaminação por toxinas.

“A utilização de antifúngicos é apenas parte da estratégia. Os cuidados começam desde o momento em que o pecuarista define a dimensão do silo. Em seguida, vem a escolha da lona para cobrir e proteger a área das condições climáticas. O antifúngico pode ser aplicado em todas as camadas durante a ensilagem e, principalmente, na camada superior do silo, na qual as perdas costumam ser maiores. O antifúngico precisa de contato com toda a superfície da silagem para agir de forma eficaz”, destaca Bruna Demétrio.

A Trouw Nutrition oferece Fylax® Forte HC, potente antifúngico, que atua não apenas no controle do mofo, mas também possui ação na vida útil das silagens de planta inteira e grão úmido. “Esta solução age diretamente no fungo, causando sua morte e impedindo sua proliferação, garantindo o eficiente processo de silagem”, destaca a gerente nacional de vendas da linha de Feed Additives da Trouw Nutrition.

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Fabio S. Lu Huaqiang 

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