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Agronegócio

Rondônia é o terceiro maior produtor de grãos da Região Norte

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O Estado de Rondônia é o 14º maior produtor de grão do Brasil e o 3º maior da região Norte do Brasil, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de dezembro de 2020.  A previsão para esse ano é produzir 2.408,4 mil toneladas de algodão, amendoim, arroz, feijão, milho e soja.

Os dados da Conab demostram que comparado à safra 2019/2020, que foi de 2.405,3 mil toneladas, o Estado de Rondônia obteve um crescimento de 0,1% na produção. O economista e assessor da Secretaria de Estado de Agriculta (Seagri), Alex Rilie Moreira Rodrigues esclarece que “As condições climáticas, que apresentaram certa instabilidade no início do plantio no verão, em praticamente todas as regiões produtoras agora seguem um ritmo de normatização, e a perspectiva é que os níveis de produtividade apresentem bom desempenho nesta temporada”.

PRODUÇÃO

Segundo o Valor Bruto da Produção (VBP) de Rondônia, no mês de dezembro de 2020, chegava ao valor de mais de 15,2 bilhões de reais obtendo um crescimento de 1,52% quando comparado ao mês anterior. A lavoura corresponde a mais de 4,9 bilhões de reais ( valor de preço de produção) e a pecuária mais de 10,2 bilhões de reais no estado de Rondônia. A lavoura obteve crescimento de 0,93% e a Pecuária 1,82% quando comparado ao mês anterior.

O economista explica ainda que a soja é o maior produtor de grãos. Se comparado à lavoura, produz um total de 1.348.784 toneladas e o valor bruto da produção chega a mais de R$ 2,3 bilhões de reais.  “A soja é o ponto destaque produzido hoje. Conforme a safra 2020/2021, houve uma produção de 1.295 mil toneladas e um crescimento de 5% na produção quando comparada a safra 2019/2020”.

Depois da soja, outro grão de referência e crescimento de produção em Rondônia é o milho com um total produtivo de 948 mil toneladas. Em terceiro lugar se encontra o arroz, com 137 mil toneladas, e em seguida o algodão em caroço com 36 mil toneladas, o algodão em pluma com 14 mil toneladas e o feijão com 3,8 mil toneladas.


Fonte
Texto: Elaine Barbosa
Fotos: Rafaela Schuindt e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Cresce no Brasil o cultivo protegido de pimentões

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Produtores têm optado por utilizar estufas no plantio dessa variedade, pois protege contra intempéries, pragas e doenças

Ano a ano os produtores de pimentões têm observado que o cultivo protegido é muito mais vantajoso para seus negócios. Com as estufas, as plantas tem um ambiente mais seguro contra desvantagens do clima, assim como doenças e pragas que naturalmente impedem os vegetais de serem saudáveis e rentáveis.

De acordo com Guga Rios, gerente comercial da Tropical Estufas, pimentões coloridos, block, palermo, entre outros, têm sido mais cultivados em ambientes protegidos. “Esses tipos de pimentões são muito difíceis de serem produzidos em campo aberto, visto que o fruto deve ficar mais tempo no pé para chegar ao ponto de maturação”, diz. Como os pimentões ficam mais expostos a intempéries climáticas e pragas, o uso de estufas tem despertado interesse nos produtores.

Guga Rios explica que com o uso de telas antiafídeo é possível reduzir consideravelmente o uso de defensivos agrícolas, diminuindo o custo de produção e vendendo o produto com um menor uso de defensivos. “O pimentão sofre muito com oídio (Oidiopsis taurica), requeima (Phytophthora capsici) e viroses. Com essa proteção e menor uso de defensivos agrícolas, a qualidade do fruto se torna bem superior”, afirma.

As estufas permitem maior atenção a detalhes do cultivo, com controle sobre incidência de luz, ventilação, irrigação e outros fatores que tornam os vegetais mais saudáveis. “Trabalhando com sistema de fertirrigação (irrigação + adubação), a planta tem melhor desenvolvimento, o que tornam necessários conhecimentos sobre curvas de absorção e manejo nutricional”, informa o gerente comercial da Tropical Estufas. Outro benefício é que com o cultivo em ambiente protegido, pode-se estender o período de colheita e aumentar a produtividade do pé.

O cultivo protegido deve sempre ser adaptado para atender às necessidades do produtor. A estufa é influenciada não só pelo tipo de cultivo, mas também pela região onde o projeto será instalado. “Mas no geral, a estufa para plantio de pimentões deve ser alta para evitar uma temperatura elevada, pois nesses casos pode ocorrer o abortamento das flores”, explica Guga Rios. Em regiões quentes, é aconselhável utilizar estufas com abertura zenital, para melhor troca de temperatura e ventilação.

Segundo Guga Rios, as estufas devem ter pelo menos 4m até a linha de calha, sendo indicado o uso de telas antiafídeos para evitar a entrada de insetos. “Esses bichos podem ser desfolhadores, causar danos aos frutos, ou até mesmo ser vetores de viroses”, pontua.

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

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Agronegócio

Raios já mataram quase 3 mil cabeças de gado

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Prejuízo é de cerca de R$ 15 milhões aos pecuaristas

Um levantamento inédito mostra os prejuízos aos pecuaristas em dez anos com a morte de animais por raios. Entre 2010 e 2019 foram 2.973 cabeças de gado atingidas por raios no Brasil. O número É 3,3 vezes maior que as pessoas vítimas do fenômeno, que somam 898 mortes no mesmo período.

Os dados foram apresentados pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (ELAT/INPE), utilizando a internet. Em casos de descargas elétricas no campo normalmente morre mais de um animal por vez. A média é de 18 cabeças por evento. Por isso nestes dez anos a perda estimada pelas mortes dos animais é de cerca de R$ 15 milhões, ou seja, um prejuízo médio de R$ 5 mil por morte de animal aos criadores.

O INPE acredita que o número real de mortes e, consequentemente, dos prejuízos, devam ser maiores,pois alguns casos podem não ter sido divulgados na internet. Uma estimativa baseada na variação anual das mortes no período do levantamento sugere que o número real de mortes pode estar em torno de quatro mil cabeças de gado e os prejuízos em torno de R$ 20 milhões.

Em termos de distribuição de número de mortes por região brasileira o Centro-Oeste lidera com 976 casos. Na sequência vem o Sudeste (648), Norte (576), Sul (539) e Nordeste (234).

Mato Grosso é o estado com maior rebanho de gado do Brasil, com cerca de 31 milhões de cabeças e, também o líder no ranking dos 10 estados com maior número de mortes de animais, com 437 mortes, seguido por São Paulo (361), Mato Grosso do Sul (358), Tocantins (249), Rondônia (240), Minas Gerais (190), Rio Grande do Sul (183), Santa Catarina (183), Goiás (181) e Paraná (173), totalizando 86% do total de mortes no país.

O maior número de animais mortos por um único raio foi de 103 animais, em 16 de março de 2018, em Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho. Os animais morreram enquanto tentavam se abrigar embaixo de uma árvore durante a tempestade.

Por: AGROLINK –Eliza Maliszewski

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Agronegócio

Emater incorpora tecnologias da Embrapa por meio de Termo de Cooperação

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Serão implantadas unidades de replicação de materiais melhorados de diversas culturas

A parceria entre o Governo de Rondônia, por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) sempre existiu e têm promovido uma revolução no desenvolvimento do agronegócio rondoniense. Agora, a ação conjunta que terá como foco a transferência de tecnologia para o produtor rural, prevendo o fortalecimento do setor com a implantação de sistemas produtivos que poderá dobrar a produção agropecuária no Estado.

O projeto de pesquisa e transferência de tecnologia (Transtec) da Embrapa vai viabilizar a implantação de vitrines tecnológicas no Centro de Treinamento da Emater (Centrer), em Ouro Preto do Oeste, com adoção de técnicas que poderão mudar o cenário rondoniense com mais produção, maior produtividade e maior satisfação para o pequeno produtor. Os resultados positivos dessas vitrines serão difundidos, por meio dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), ao público assistido pela Emater. “Já estamos alinhando o Termo de Cooperação entre Emater e Embrapa para incorporar todas as tecnologias que eles têm, nas diferentes cadeias produtivas”, diz Anderson Khül, diretor técnico da Emater.

A implantação dos sistemas produtivos poderá dobrar a produção agropecuária no Estado

A princípio, serão implantadas no Centrer, unidades de replicação de materiais melhorados de abacaxi, mandioca, banana, feijão, milho, café, capiaçu e incrementos na pecuária leiteira.

Anderson explica que a ideia é fazer com que o Centrer seja uma extensão da Embrapa, onde serão implantadas subunidade produtivas visando pesquisar as melhores técnicas a serem repassadas ao produtor rural. “As vitrines tecnológicas já começaram a ser implantadas com mudas melhoradas de algumas culturas e a intenção é fazer uma coisa muito bem feita, para replicar posteriormente aos produtores rurais”.

Essa ação deve trazer uma nova perspectiva para a produção em Rondônia, com produtos de melhor qualidade e que trarão maior rentabilidade para a família rural. Hoje a parceria é entre a Embrapa e Emater, mas a Entidade busca parcerias com outros órgãos como: o Instituto Federal de Rondônia (Ifro), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), entre outros para somar conhecimentos e experiências visando fortalecer cada vez mais o agronegócio de Rondônia.


Fonte
Texto: Wania Ressutti
Fotos: Carlos Neves (Centrer-RO)
Secom – Governo de Rondônia

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