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Saúde

Covid-19 pode diminuir tamanho do pênis, diz estudo publicado neste domingo dia (27)

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Estudo publicado neste domingo investiga as sequelas de longo prazo em pacientes infectados pelo vírus

Homens também relataram disfunção sexual e dor nos testículos
Pixabay

Rio – Um estudo que investiga as sequelas de longo prazo da covid-19, publicado neste domingo na plataforma científica MedRxiv, concluiu que a covid-19 pode diminuir o tamanho do pênis.

O estudo começou a investigar as consequências que o vírus pode deixar no corpo das pessoas há sete meses, e foi conduzido com mais de 3 mil pacientes de 56 países. Além de 3% dos homens terem relatado uma diminuição no tamanho de seu órgão genital, 15% deles relataram algum tipo de disfunção sexual e 11% relataram dor nos testículos. 

Já em relação às mulheres, 26% das que menstruam relataram irregularidade nos ciclos, e 36% relataram algum tipo de problema menstrual. Algum tipo de disfunção sexual também foi relatado por 8% delas.

No entanto, as sequelas no sistema reprodutivo estão longe de ser as mais presentes nos voluntários que participaram do estudo. A maior parte deles, mesmo após sete meses de recuperação, relatou ainda sentir fadiga (de 75% a 80%, dependendo da idade), mal-estar pós-esforço (até 75%) e algum tipo de disfunção cognitiva (de 52% a 59%). 

Dentre as sequelas neurológicas mais relatadas, estão a dificuldade de concentração (75%) e dificuldade de raciocínio (65%). Além disso, 73% dos pacientes relataram também algum tipo de problema de memória. Dentre estes, a maioria (65%) relatou problemas com a memória de curto-prazo e 35% teve problemas com memórias mais antigas.
“Uma das maiores descobertas para mim foi que não houve diferença na idade para a disfunção cognitiva, perda de memória ou impacto disso na vida diária! Isso aconteceu com tanta frequência no grupo de 18 a 29 anos quanto no grupo com mais de 70 anos”, escreveu a pesquisadora Hannah Davis, uma das autoras do estudo. 

O estudo foi feito por voluntários e membros de um grupo de apoio que, desde abril, se dedica a investigar os efeitos a longo prazo da covid-19, e ainda precisa ser revisto por pares.

Fonte: odia

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Coronavirus

Ao Vivo: Pronunciamento sobre a chegada da remessa de doses da vacina AstraZeneca em Rondônia.

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Saúde

Governo investe em estrutura para receber pacientes com Covid-19 e desafogar UTIs em Rondônia

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Novas UTIs estão montadas e equipadas no Hospital de Campanha e no Cero

Desde os primeiros meses de pandemia do coronavírus em Rondônia, ainda em 2020, o Governo do Estado criou medidas com intuito de frear o avanço de casos de contágio da Covid-19 e, consequentemente, evitar um possível agravo na Saúde. Uma das primeiras iniciativas foi  garantir um reforço na criação de estruturas hospitalares na luta para salvar vidas.

No ano passado, quando alguns estados estavam à beira de um colapso na Saúde, o Governo de Rondônia uniu esforços para reorganizar a assistência hospitalar, sendo que o Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) e a Unidade de Assistência Médica Intensiva 24 horas (AMI 24h) ficaram disponíveis exclusivamente para internações hospitalares da Covid-19.

O Governo do Estado organizou alas específicas para esses atendimentos, além de ter preparado o Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), na zona Leste de Porto Velho, para receber pacientes que necessitam de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Para atender a população, o Governo direcionou as atenções para equipar o Cero, com objetivo de receber os pacientes e, consequentemente, desafogar os demais hospitais que já estavam atuando no enfrentamento à Covid-19. Para garantir seu funcionamento, o Estado investiu em estrutura adequada com bombas de infusão, respirador, ambulância e o principal: equipe de Saúde para atender de imediato os pacientes.

Antes, o Cero era um Centro de Reabilitação, não um hospital, e por isso houve a necessidade de se fazer adequações, com a ajuda de empresários que ajudaram com as reformas e o Estado participou com o espaço físico e os leitos.

O secretário de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, sempre tem pontuado a preocupação do Governo estadual, sendo um diferencial em relação a outros estados, e que não trata-se de estruturas de lonas, provisórias, mas de alvenarias, permanentes que maximizam a rede estadual de Saúde, o que demonstra responsabilidade com a aplicação do recurso público.

O Governo de Rondônia tem feito tudo o que é necessário para honrar o compromisso com a população, inclusive com a escolha de unidades hospitalares amplas e adequadas, bem localizadas, sendo reestruturadas, conforme as normas de biossegurança, abastecidas com material hospitalar e medicamentos. Além do atual momento que a força-tarefa do Estado disponibilizou mais 21 leitos de UTIs, sendo 11 no Hospital de Campanha de Rondônia e 10 no Cero, para reforçar o atendimento de pessoas com a Covid-19.

Por: Secom Gov – RO

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Coronavirus

Caos na saúde: Governador anuncia transferência de pacientes de Rondônia para outros estados

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Em um pronunciamento na noite deste sábado, o governador Marcos Rocha anunciou que acertou com o Governo Federal a transferência de pacientes com Covid-19, que estão na la de espera, para outros estados. Rocha disse que tomou a decisão de pedir ajuda após o colapso na saúde estadual, que está sem leitos clínicos e para UTI.

O governador armou que manteve contato com as autoridades federais, entre eles o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello que atendeu o pedido para transferência de pacientes para hospitais federais. Ainda de acordo com Marcos Rocha, ele também conversou com o comandante militar da Amazônia, Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, que garantiu as aeronaves para o transporte dos doentes.

Antes do anúncio da transferência de pacientes, o governante destacou ações de seu Governo no combate à doença, como aquisição de um hospital de campanha e compra antecipada de insumos, mas mesmo assim a nova onda do Coronavírus deixou o Estado em uma situação delicada. Disse ainda que por uma questão de humanidade, Rondônia não pode deixar de atender pacientes de outros estados, principalmente do Amazonas.

O governador armou que certamente a nova cepa do Coronavírus encontrada no Amazonas, chegou a Rondônia, o que aumentou a transmissibilidade da doença. Ele pediu apoio dos rondonienses para que quem em casa.

Fonte: Rondoniagora

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