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Agronegócio

Calor e luminosidade em excesso compromete a saúde e produção das lavouras

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À esquerda, maracujá com a aplicação de BRANDT Photonik®. À direita, plantação sem proteção

Na medida certa, o calor e a luminosidade são ingredientes essenciais para o cultivo de todas as plantas. Entretanto, o excesso desses fatores pode afetar não só a aparência mas especialmente a qualidade de folhas e frutos, resultando nas chamadas escaldaduras solares. “Determinadas plantas suportam bem a energia solar. É o caso da cana-de-açúcar. Outras, porém, têm tolerância limite a essa energia, e esse excesso pode provocar redução da produtividade. Isso ocorre com café, laranja, soja, algodão e tomate, entre outras culturas. As escaldaduras afetam diretamente os tecidos, gerando, também queimaduras irreversíveis em folhas e frutos, que podem se transformar em porta de entrada de doenças com o tempo”, explica o engenheiro agrônomo Antonio Coutinho, diretor de inovação da nova unidade fabril da BRANDT do Brasil.

No caso de plantas mais sensíveis, Coutinho explica que o excesso de energia luminosa, aumenta demasiadamente sua respiração, gerando perdas de carbono e, consequentemente, reduções nas taxas de fotossíntese. “Nesses casos, é necessário buscar formas de proteger as plantas, visando manter a saúde da plantação e a produtividade”, recomenda. Para resolver esse problema, a BRANDT desenvolveu BRANDT Photonik®,  que protege as plantas contra os efeitos de escaldaduras causadas pela radiação excessiva do sol em folhas e frutos, evitando prejuízos ao desenvolvimento das lavouras nos períodos de maior luminosidade durante o dia.

Além da proteção contra a radiação solar, o Photonik também oferece como vantagem a barreira contra o calor, diminuindo a temperatura das folhas. “Folhas com temperaturas mais baixas têm menor perda de água, colaborando para que a planta suporte melhor os períodos de estiagem”.

A BRANDT do Brasil experimentou a eficácia de sua novidade em lavoura de maracujá na região Centro-Oeste, onde o fruto possui safra longa, de cerca de oito meses, mas também pode ser afetado por problemas fitossanitários, que reduzem a vida útil dos pomares e até mesmo causam a morte das plantas.

“O experimento foi dividido em áreas de controle e de tratamento. As plantas controle (padrão) não receberam Photonik. Nas demais fileiras de plantas, o produto da Brandt foi aplicado na concentração de 3% do volume da calda. Os resultados mostram que após 15 dias de aplicação, o protetor foi decisivo para manter a temperatura das folhas em até 4 °C mais frias comparadas com folhas que não receberam o produto. Houve também redução de 41,27% de frutos queimados nas plantas que receberam o BRANDT Photonik”, afirma o agrônomo Jean Carlos Moura, representante técnico de vendas da BRANDT do Brasil e responsável pelo experimento.

“Photonik age como um eficiente protetor solar para a plantação. Ele foi desenvolvido com adesivo especial para minimizar sua remoção por eventos de chuvas. O produto bloqueia a luminosidade nociva às plantas evitando queimaduras diretas e perdas de carbono, proporcionando aumento da eficiência fotossintética”, finaliza o diretor da BRANDT.

Sobre a BRANDT

A BRANDT é uma empresa norte-americana fundada em 1953 por Glen Brandt e sua irmã Evelyn Brandt Thomas, atuando na fabricação de insumos para diversas culturas. Especialista em nutrição vegetal, a empresa está presente em mais de 65 países, com tecnologias inovadoras. A companhia está há cinco anos no Brasil, com sede administrativa em Londrina (PR) e fábrica em Olímpia (SP). No Paraná, a empresa está expandindo sua infraestrutura, aumentando massivamente sua capacidade produtiva. As novas instalações, localizadas na cidade de Cambé (PR), região metropolitana de Londrina (PR), estão previstas para serem inauguradas ao final de 2021.

Fonte:  Giovanna Borielo

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Agronegócio

Carne bovina brasileira é a mais cara da América do Sul, mas mantém demanda firme no mercado internacional

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Carne brasileira no mercado internacional é negociada a US$ 55 contra US$ 35 nesse mesmo período do ano passado

No mercado internacional, os valores da carne bovina estão bem elevados e já é o preço em dólar mais caro da América do Sul. A expectativa do mercado é que a demanda externa continue crescendo com a China como principal comprador, mas com a baixa oferta de gado no Brasil a tendência é que os preços fiquem em patamares mais elevados do que os observados em anos anteriores. 

De acordo com o Consultor de Agronegócio do Itaú BBA, Cesar de Castro Alves, o volume exportado de carne bovina deve encerrar janeiro com 114 mil toneladas. “É um volume menor do que o visto no ano passado, mas ainda sim é um bom desempenho para o mês. Normalmente, ocorre uma acomodação dos embarques no início do ano com a China reduzindo as compras em função do feriado chinês”, comenta. 

As perspectivas para a demanda externa ainda seguem favoráveis e o preço da arroba internacional está ao redor de US$ 55,00 sendo que no meio do ano passado estava em US$ 35,00. “Eu acredito que a China vai continuar fazendo a diferença e pode impulsionar ainda mais os valores do gado brasileiro. Porém a grande questão é saber se vamos ter animal para o abate e que justifica os valores elevados”, relata. 

Com relação à rentabilidade das indústrias, o consultor ressalta que em janeiro de 2019 o spread era de 54%, e hoje é 27% para as negociações no mercado externo. O spread nas margens de lucro é de 3,50% para o mercado doméstico. “Por outro lado, essa situação é mais complicada para o pecuarista que paga caro nesse boi e não tem um ambiente bom para o repasse interno. Além disso, o mercado doméstico está perdendo competitividade com a proteína do frango”, aponta. 

por: Aleksander Horta e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

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Agronegócio

Pecuaristas do Centro-Oeste falam sobre a baixa oferta de animais e projetam normalidade só depois de 2023

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O Notícias Agrícolas conversou com pecuaristas do Centro-Oeste para entender como que está a oferta de animais e sobre o baixo volume de chuvas e ataque das cigarrinhas em algumas localidades que estão compromentendo a qualidade dos pastos. Diante dos altos custos da produção, os produtores estão preferindo atrasar a entrega dos animais mais pesados. 

O pecuarista da região de São José do Xingu/MT, Carlito Guimarães, ressalta que a oferta de animais segue restrita e poucas fêmeas estão sendo abatidas neste período em função da mudança do ciclo pecuário. “A fêmea sempre participou mais do mercado no início de janeiro até a entrada dos animais de pasto, que costumam aparecer após dia 15 de fevereiro. Com o preço atual do bezerro, as vacas não estão sendo mais destinadas ao abate”, afirma. 

Com os atuais preços da arroba, muitos pecuaristas no Mato Grosso optaram por deixar os animais no confinamento para aproveitar os preços elevados. “Muitos produtores fecharam confinamento para abater no final de março e começo de abril. Eu acredito que até meados de fevereiro o mercado vai ficar carente de oferta, porém a expectativa é que o boi de pasto comece a aparecer no meio do próximo mês”, informou Guimarães. 

O pecuarista da região de Goiânia/GO, Renato Esperidião, destaca que os pequenos e médios frigoríficos estão determinando os preços da arroba no estado de Goiás. “A questão de preço era determinada por indústrias de porte grande e os pequenos se adaptavam, mas agora o cenário é inverso, os frigoríficos estão buscando preencher as escalas de abate e pagando muito mais que as indústrias maiores”, aponta. 

Outro fator que está preocupando os pecuaristas no estado de Goiás, é a redução do volume das precipitações em 20% a 25% se comparado com o mesmo período do ano passado. “Estamos sofrendo com a cigarrinha e com a escassez de chuvas que não é comum nesta época do ano, mas estamos observando a falta de precipitação no Vale do Araguaia, norte do estado e sul do Tocantins”, disse Esperidião. 

Com relação ao preço do boi, Guimarães reforça que as cotações devem seguir sustentadas ao longo do ano. “Se o frigorífico fosse mais parceiro do criador nós teríamos um mercado mais estável. Os pecuaristas trabalham no vazio e as indústrias não estão preocupadas com os produtores rurais e nem com o setor. Atualmente, o boi está sendo negociado a R$ 290,00/@ no sul do Pará e R$ 285,00/@ no Mato Grosso”, comenta Guimarães. 

Já no estado de Goiás, os negócios para o boi gordo estão ocorrendo ao redor de R$ 285,00/@ a R$ 290,00/@. “O que tem surpreendido são os valores da vaca em torno de R$ 275,00/@ e faixa de valor da novilha está ao redor de R$ 300,00/@. Eu acredito que os preços da arroba devem ficar estáveis no curto prazo”, afirma Esperidião.

Com os custos com a alimentação para o confinamento neste ano devem ser planejados, já que os valores do milho estão elevados. “O confinador que não tiver as contas em dia vai sofrer neste ano e contratos fechados com empresas idôneas, pois quando o boi ou a alimentação sobe muito tem empresas que não querem honrar com os negócios”, conclui Esperidião. 

Fonte: Notícias Agrícolas

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Venha conhecer as maravilhas de Alta Floresta D´Oeste Rondônia – Chacará 3 Irmãos

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