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Agronegócio

Cafeicultora de RO é premiada em 1º lugar no ‘Coffee of The Year 2020’

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A cafeicultora de Rondônia, Ediana Capich, foi premiada em primeiro lugar no “Coffee of The Year 2020”, que elege os melhores cafés arábica e canéfora do Brasil. O resultado foi divulgado na noite desta sexta-feira (20) durante a Semana Internacional do Café (SIC), que ocorreu de forma online e em plataforma exclusiva.

Ediana Capich venceu na categoria “Fermentação Induzida para Canéfora”. Os outros colocados ainda não foram divulgados.

“Foi muita dedicação. A gente se empenhou bastante. É um trabalho muito prazeroso porque desde criança a minha família trabalha com café e eu tenho um carinho muito grande pela cafeicultura”, declarou a campeã ao G1.

Ediana, que é de Novo Horizonte do Oeste (RO), e trabalha há quatro anos com o café clonal ao lado do esposo. “O seminal eu cuido desde pequena. A gente produz café com muito amor”, complementou a cafeicultora.

Essa é a primeira vez que o estado vence o concurso. Quatro mulheres e um indígena de Rondônia foram finalistas. No total, 45 cafés foram classificados.

No começo deste mês, duas mulheres conquistaram os principais prêmios do 5º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé), maior concurso de robusta do Brasil. As pontuações foram acima de 90 pontos.

‘Coffee of The Year’

Criado em 2012, o concurso e a premiação Coffee of The Year (COY) objetiva eleger os melhores cafés arábica e canéfora do Brasil através do voto popular e avaliação de juízes nacionais. Ele reúne duas espécies de café: arábica e canéfora. Em 2020, o evento passou por algumas mudanças.

A primeira é que são duas novas categorias, que receberam Menção Honrosa, para cafés que passaram por Fermentação Induzida Arábica e Fermentação Induzida Canéfora.

A fermentação induzida é uma tendência de controlar o processo de pós-colheita do café com o uso de diversas técnicas e que, nesta safra, foi acentuada por produtores da maioria das regiões.

"Coffee of the Year" em 2019. — Foto: Renata Silva/Embrapa-RO

“Coffee of the Year” em 2019. — Foto: Renata Silva/Embrapa-RO

A segunda novidade é que, como a SIC foi 100% digital, por conta do cenário atual, a premiação nesta sexta ao vivo pela internet.

A terceira é que, após avaliação dos provadores certificados: Q-Graders e R-Graders, a última prova foi de consumidores em cafeterias convidadas pela SIC. Foram selecionados para a final 10 cafés arábicas; 10 canéforas; 3 fermentações arábica e 3 fermentações canéfora. O público pôde degustar esses cafés e dar o seu voto.

Fonte: G1

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Agronegócio

Calor e luminosidade em excesso compromete a saúde e produção das lavouras

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À esquerda, maracujá com a aplicação de BRANDT Photonik®. À direita, plantação sem proteção

Na medida certa, o calor e a luminosidade são ingredientes essenciais para o cultivo de todas as plantas. Entretanto, o excesso desses fatores pode afetar não só a aparência mas especialmente a qualidade de folhas e frutos, resultando nas chamadas escaldaduras solares. “Determinadas plantas suportam bem a energia solar. É o caso da cana-de-açúcar. Outras, porém, têm tolerância limite a essa energia, e esse excesso pode provocar redução da produtividade. Isso ocorre com café, laranja, soja, algodão e tomate, entre outras culturas. As escaldaduras afetam diretamente os tecidos, gerando, também queimaduras irreversíveis em folhas e frutos, que podem se transformar em porta de entrada de doenças com o tempo”, explica o engenheiro agrônomo Antonio Coutinho, diretor de inovação da nova unidade fabril da BRANDT do Brasil.

No caso de plantas mais sensíveis, Coutinho explica que o excesso de energia luminosa, aumenta demasiadamente sua respiração, gerando perdas de carbono e, consequentemente, reduções nas taxas de fotossíntese. “Nesses casos, é necessário buscar formas de proteger as plantas, visando manter a saúde da plantação e a produtividade”, recomenda. Para resolver esse problema, a BRANDT desenvolveu BRANDT Photonik®,  que protege as plantas contra os efeitos de escaldaduras causadas pela radiação excessiva do sol em folhas e frutos, evitando prejuízos ao desenvolvimento das lavouras nos períodos de maior luminosidade durante o dia.

Além da proteção contra a radiação solar, o Photonik também oferece como vantagem a barreira contra o calor, diminuindo a temperatura das folhas. “Folhas com temperaturas mais baixas têm menor perda de água, colaborando para que a planta suporte melhor os períodos de estiagem”.

A BRANDT do Brasil experimentou a eficácia de sua novidade em lavoura de maracujá na região Centro-Oeste, onde o fruto possui safra longa, de cerca de oito meses, mas também pode ser afetado por problemas fitossanitários, que reduzem a vida útil dos pomares e até mesmo causam a morte das plantas.

“O experimento foi dividido em áreas de controle e de tratamento. As plantas controle (padrão) não receberam Photonik. Nas demais fileiras de plantas, o produto da Brandt foi aplicado na concentração de 3% do volume da calda. Os resultados mostram que após 15 dias de aplicação, o protetor foi decisivo para manter a temperatura das folhas em até 4 °C mais frias comparadas com folhas que não receberam o produto. Houve também redução de 41,27% de frutos queimados nas plantas que receberam o BRANDT Photonik”, afirma o agrônomo Jean Carlos Moura, representante técnico de vendas da BRANDT do Brasil e responsável pelo experimento.

“Photonik age como um eficiente protetor solar para a plantação. Ele foi desenvolvido com adesivo especial para minimizar sua remoção por eventos de chuvas. O produto bloqueia a luminosidade nociva às plantas evitando queimaduras diretas e perdas de carbono, proporcionando aumento da eficiência fotossintética”, finaliza o diretor da BRANDT.

Sobre a BRANDT

A BRANDT é uma empresa norte-americana fundada em 1953 por Glen Brandt e sua irmã Evelyn Brandt Thomas, atuando na fabricação de insumos para diversas culturas. Especialista em nutrição vegetal, a empresa está presente em mais de 65 países, com tecnologias inovadoras. A companhia está há cinco anos no Brasil, com sede administrativa em Londrina (PR) e fábrica em Olímpia (SP). No Paraná, a empresa está expandindo sua infraestrutura, aumentando massivamente sua capacidade produtiva. As novas instalações, localizadas na cidade de Cambé (PR), região metropolitana de Londrina (PR), estão previstas para serem inauguradas ao final de 2021.

Fonte:  Giovanna Borielo

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Agronegócio

Piscicultores discutem fortalecimento do setor em RO

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O consumo da proteína de peixe é recomendado pelos médicos, pois previne doenças cardiovasculares

O fortalecimento do setor pesqueiro será discutido na próxima semana em cinco cidades da região de Ji-Paraná. O objetivo é apresentar a estrutura frigorífica de peixe instalada em Alvorada do Oeste, que é capaz de absorver a demanda produtiva da região no processamento do peixe para comercialização.

Os encontros com os piscicultores, sempre na parte da manhã, obedecerão o seguinte calendário: Urupá e Teixeirópolis, na segunda-feira (23); Mirante da Serra, na terça-feira (24); e, Ji-Paraná e Presidente Médici, na quarta-feira (25). Em Ji-Paraná, a reunião está marcada para ser realizada no auditório da Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri), a partir das 9h.

A mobilização dos participantes está sob a responsabilidade dos técnicos dos escritórios da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) das cidades participantes.

Sobre o fortalecimento proposto no encontro, o chefe da Emater em Ji-Paraná, Gabriel Cordeiro, adiantou que está prevista a possibilidade de criação de uma associação entre os piscicultores durante as discussões. O tamanho e o peso do peixe devem ser padronizados para que a comercialização seja garantida.

O tambaqui criado em cativeiro é o peixe de melhor aceitação no mercado consumidor de Rondônia

“A união dos produtores em prol da coletividade comum é um desafio que certamente vai gerar maior desenvolvimento do setor na região”, frisa Cordeiro, pontuando que “a indústria de processamento do peixe em Alvorada do Oeste já não é mais um problema aos produtores”. O frigorífico está bem localizado entre as outras quatro cidades favorecendo toda a logística.

Em 2019, Rondônia foi classificado o Estado brasileiro como o maior produtor de peixe tambaqui criado em cativeiro,com 96 mil toneladas por ano. A região de Ariquemes respondeu por 33% da produção no ano passado.

Considerada uma das proteínas mais saudáveis ao organismo, o consumo da carne de peixe é altamente recomendado pelos especialistas da área da saúde.


Fonte
Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Importância dos teores foliares adequados do micronutriente cobre na cafeicultura

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A BRANDT, uma das maiores fornecedoras de fertilizantes foliares do mundo, ressalta a importância do elemento cobre sob a forma de fungicidas no controle de doenças do cafeeiro. Além de ser um elemento constituinte dos chamados fungicidas cúpricos, ele também possui outras funções muitas vezes esquecidas por técnicos e produtores. “O cobre atua nos processos fotossintéticos do cafeeiro, respiração, metabolismo de proteínas e participa na ativação de substâncias químicas de resistência às doenças com a produção das chamadas fito-alexinas. As folhas jovens de cafeeiros com deficiência de cobre apresentam ondulações, deixando as nervuras mais salientes, principalmente na página inferior das folhas. Com deficiência mais acentuada, as folhas maduras apresentam clorose e uma mancha amarelada ao redor da nervura principal. Este tipo de deficiência pode evoluir deixando o limbo foliar totalmente esbranquiçado”, explica Antonio Coutinho, diretor de Inovação da BRANDT.

As folhas que apresentam deficiência de cobre são mais sensíveis à escaldadura pelo sol, principalmente na primavera e verão. A disponibilidade do cobre depende dos teores de matéria orgânica e pH do solo. “A matéria orgânica pode formar complexos com o cobre e deixá-lo indisponível para as plantas. A calagem e todos os seus benefícios conhecidos podem indisponibilizar os elementos manganês, zinco, ferro e cobre”, ressalta Coutinho.

Para o diretor de Inovação da BRANDT, “a aplicação de fungicidas cúpricos para o controle de doenças fúngicas do cafeeiro, como cercosporiose, ferrugem e colletotrichum, contribuem com a redução da deficiência de cobre nas plantas, mas via de regra estes produtos não são eficientes para reduzir a deficiência de cobre, principalmente por serem pouco absorvidos pelas plantas”, diz o especialista.

A correção da deficiência e a manutenção dos níveis adequados de cobre nos cafeeiros pode ser feita por meio de adubações foliares e fertirrigação. “A fertirrigação é um recurso interessante para o cafeicultor irrigante, pois poupa custos operacionais e não necessita movimentação de tratores pela lavoura, reduzindo riscos de compactação de solo e danos às plantas em cafezais adensados. Vale lembrar que muitos cafezais brasileiros estão implantados em regiões montanhosas, onde a mecanização é extremamente difícil e, por isso, a adubação por meio da fertirrigação torna-se interessante”, destaca Coutinho.

A BRANDT oferece no Brasil o produto Sequestar Cobre, que se adequa bem às necessidades do cafeeiro no suprimento desse elemento. Trata-se de um quelato de EDTA em pó, que oferece vantagens no manejo do cobre: baixa taxa de imobilização pela matéria orgânica do solo; elevada solubilidade em água; baixa reatividade em misturas com outros fertilizantes; menor risco de incompatibilidades com outros fertilizantes; e translocação via xilema (fluxo de massa).

Fonte: Giovanna Borielo

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