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Economia

Gov autoriza Petrobras a importar gás da Bolívia até o final de 2020

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Esferas de armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) da Refinaria Duque de Caxias – REDUC

O Ministério de Minas e Energia autorizou a Petrobras a exercer atividades de importação de gás natural da Bolívia em volume total de até 10,08 milhões de metros cúbicos por dia.

A autorização, válida até o final de 2020, foi publicada pela pasta no Diário Oficial da União desta quarta-feira (28) e envolve ainda aval para importação adicional de até 1 milhão de metros cúbicos por dia para uso no sistema de transporte.

De acordo com a publicação do ministério, o gás a ser importado terá como mercado potencial o atendimento à demanda de usinas termelétricas, com transporte através do gasoduto Bolívia-Brasil.

O local de entrega do insumo será na fronteira entre os dois países em Corumbá, no Mato Grosso. A Petrobras deverá apresentar à Agência Nacional de Petróleo (ANP) relatórios sobre as operações de importação realizadas, incluindo volumes diários.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

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Economia

Petrobras deve elevar em 5,5% na média preço do GLP para distribuidoras

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Petrobras deve elevar em 5,5% na média preço do GLP para distribuidoras

A partir de quinta-feira, a Petrobras aumentará em 5,5%, na média, os preços do gás liquefeito do petróleo (GLP) vendido para as distribuidoras, disse uma fonte. O combustível será reajustado entre 3% e 8%, dependendo do polo supridor.

É o nono aumento seguido, desde maio. No acumulado de 2020, são nove reajustes positivos e cinco quedas no preço praticado pela Petrobras.

Segundo a fonte, o aumento acumulado do GLP vendido pela estatal no ano é da ordem de 23%.

O reajuste vale tanto para o GLP vendido a granel quanto em botijões de 13 quilos (P-13).

Fonte: Valor Econômico

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Economia

Paulo Guedes dá notícia sobre prorrogação que interessa milhões de brasileiros

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Ministro da Economia participou de um evento virtual na última segunda (23) e voltou a se posicionar sobre extensão do Auxílio Emergencial.

Agência Brasil – Caixa

Participando de um evento virtual promovido por um empresa de investimentos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a falar sobre a possibilidade de prorrogação do Auxílio Emergencial, programa criado pelo governo federal para reaquecer a economia nacional e ser um alento aos brasileiros em tempos de pandemia.

Com calendário do benefício fixado até dezembro, milhares de brasileiros estão na expectativa de uma nova extensão do programa. Depois de dizer que a prorrogação seria possível diante de uma segunda nova onda de Covid-19 no país, Paulo Guedes mudou o discurso, afirmando que o governo federal não pretende continuar pagando o benefício para desempregados e trabalhadores informais. 

a declaração, o responsável pela pasta que disse que há pressão por parte da ala política pela prorrogação, mas que a área econômica está pronta para reagir em caso de uma segunda onda de casos da Covid, que na visão dele não irá acontecer, uma vez que os casos estão “descendo”.

“Do ponto de vista do governo não existe a prorrogação do auxílio emergencial. Evidente que há muita pressão política para isso acontecer. É evidente que tem muita gente falando em segunda onda, etc. e nós estamos preparados para reagir a qualquer evidência empírica”, disse Guedes.

Apesar do ministro aponta uma queda no índice de mortes diárias, citando uma queda da casa de 1,4 mil para 250 mortes diárias, os números do levantamento do consórcio de imprensa aponta que o país apresenta uma taxa média de 484 óbitos diários da Covid-19, sendo que em 10 estados os casos de morte estão em alta. 

Pagamentos

A Caixa Econômica iniciou no último domingo (22), o pagamento da oitava parcela do Auxílio Emergencial para beneficiários fora do Bolsa Família. A cota de R$ 300 é a penúltima prevista no cronograma fixado pelo governo federal. 

Fonte: i7 News

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Economia

Conta de luz terá cobrança extra a partir desta terça-feira, decide Aneel

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta segunda-feira (30) que haverá cobrança extra na conta de luz dos consumidores a partir desta terça (1º).

Em reunião extraordinária, a Aneel decidiu que será cobrada a bandeira vermelha patamar 2, cujo valor é o maior no sistema de bandeiras da agência (veja na imagem mais abaixo).

Com isso, a cobrança extra será de R$ 6,24 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Em 26 maio, a Aneel havia anunciado que não haveria cobrança extra na conta de luz até 31 de dezembro deste ano, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Na reunião desta segunda-feira, contudo, a agência decidiu revogar a decisão e aplicar a bandeira vermelha patamar 2.

Motivo da cobrança extra

Segundo o relator da proposta, Efrain Pereira da Cruz, o despacho de maio foi revogado porque o Brasil voltou aos patamares de consumo anteriores ao início da pandemia.

No entanto, conforme a Aneel, a oferta de energia está comprometida em razão dos baixos níveis dos reservatórios. Desta forma, o mecanismo da bandeira voltou a ser necessário no entendimento do órgão.

“Essa condição de oferta adversa, somada à tendência de recuperação de carga da energia aos patamares pré-crise, são indícios concretos de que o mecanismo das bandeiras já merece ser restabelecido e a curto prazo”, afirmou o relator.

Governo autoriza acionamento de usinas termelétricas e a importação de energia

Acionamento de térmicas

Em outubro, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) autorizou o acionamento de termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. A medida costuma ser adotada quando o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas está abaixo do recomendado.

Só que a energia gerada por térmicas sai mais cara para o consumidor. O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, defende que a alternativa seja economizar:

“É importante dar um sinal ao consumidor de que a geração no país está cara pelo fato de estar sendo atendida por termelétricas, então é importante para o consumidor evitar desperdício de água e de energia”, disse Pepitone.

Fonte: G1

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