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Coluna Simpi:Empresários das MPE’s promoverão “Encontro com Candidatos” à prefeitura

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Empresários das MPE’s promoverão “Encontro com Candidatos” á prefeitura 

A Federação das Micros e Pequenas Empresas e instituições parceiras, promoverá a 23º edição do encontro com os candidatos à prefeitura de Porto Velho. 

Este encontro é dividido em duas etapas: na primeira, acontece uma reunião com os diretores e presidentes de instituições que  tem como meta transmitir aos candidatos propostas e planos de governo. No 2º encontro, um jantar com 100 empresários é realizado, para que cada um possa ouvir dos candidatos as propostas de governo para a pequena empresa.  

O SIMPI Rondônia, por meio do presidente Leonardo Sobral, tem se movimentado em favor da classe buscando parceiros políticos que promovam o desenvolvimento industrial. “Esse evento é para propor políticas e programas de governo para micro e pequenas empresas, que venham de encontro ao desenvolvimento do município”, completa Leonardo.  

O objetivo é promover ainda a discussão dos pontos mais relevantes da classe, e entender através das propostas dos candidatos qual a melhor escolha.  

Na próxima semana os empresários colocam nas ruas o chamado “vote em quem apoia s pequena empresa” para que a população escolha candidatos que tenham em suas propostas de trabalho à defesa das pequenas empresas em Porto Velho 

ICMS antecipado para os pequenos é contestada no SFT  

O artigo 179 da Constituição Federal determina que: “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio da lei.” A partir disso, empresários optantes pelo Simples Nacional têm travado uma longa discussão com as Secretarias Estaduais da Fazenda a respeito da cobrança do Diferencial de Alíquota (Difal) do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Tal complementação do imposto é cobrada quando, por exemplo, alguém traz um produto de outro estado para vender aqui. Contudo a cobrança é inconstitucional para aqueles que são MEI ou ME. Outra medida utilizada pelos empresários para questionar o pagamento desse diferencial é a Lei Complementar 123/2006, que institui o estatuto da micro e pequena empresa e salienta que estes pagam por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), sendo de R$ 57,25 atualmente para MEI e alíquotas variantes de acordo com a faixa de faturamento anual, sobre o valor de cada nota fiscal, para ME. 

Processo no STF 

O processo chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) – recurso extraordinário 970821 de Jefferson Schneider de Barros & Cia Ltda – que sustenta que a cobrança para optantes do Simples Nacional é inconstitucional e ilegal a exigência de antecipação do pagamento, pois alega-se que o pagamento da Difal sem o creditamento do ICMS, que é vedado por empresas desta categoria, dá causa respectiva a inconstitucionalidade. Em sessão plenária no ano de 2018, os ministros do STF Alexandre de Moraes, Barroso, Carmen Lúcia e Ricardo Lewandowski declararam concordar com o pedido do empresário e assegurar a inconstitucionalidade da cobrança. Entretanto, o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo e não retornou ao assunto até hoje. A situação mostra que o arbítrio do Estado combinado com a morosidade do judiciário contribui para o verdadeiro empobrecimento das micro e pequenas empresas. 

Liberada nova compra para carros 0km com ofertas de até 30% de desconto 

O Governo Federal, está disponibilizando ofertas e facilidades na compra de bens e contratação de serviços financeiros. O objetivo é movimentar a economia. 

Quem possui um CNPJ e se enquadra na categoria de microempreendedor (critério usa como base rendimentos de anuais de até R$ 81 mil) pode comprar carro zero com até 30% de desconto e garantir empréstimo de quantias consideráveis sem juros e com mais facilidade. Os descontos para microempreendedores chegam a 30% sobre o valor total do veículo; o que vale também para qualquer modalidade de empresa. Isso acontece em razão do abatimento do Imposto sobre circulação de Mercadorias e Prestação de Serviço (ICMS). Entre as empresas parceiras estão a Fiat, Renault, Volkswagen e Chevrolet. 

A garantia do desconto é feita mediante apresentação do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) no ato da compra. Antes da compra, o empreendedor deve pesquisar previamente o percentual de cada marca, visto que os descontos variam de 2,5% a 30%. 

Se o uso do veículo for justificado para atividades da empresa, os descontos dados são maiores. Esse critério evita a compra de carro com preço mais barato para ser revendido depois a preço de mercado. Outro detalhe que a má utilização do benefício está no tempo de permanência com o bem, que é o mínimo de um ano. 

 

MEI, conhece o “Programa Juro Zero”? 

O Programa Juro Zero, oferecido pelo Banco do Povo, se trata de uma modalidade de crédito para os Microempreendedores Individuais (MEIs) e concede financiamentos isentos de taxas de juros e prazo maior para pagar (em até 36 vezes). Dos valores garantidos, estão as quantias de R$ 3.000 (mínimo) a R$ 30.000 (valor máximo).  Mas existem também algumas regras que precisam ser obedecidas. Algumas delas são: 

Não possuir restrições cadastrais; 

O financiamento deve ser destinado para a compra de produtos que expandem o negócio, como compra de acessórios para veículos, maquinário, ferramentas de trabalho, motocicletas, veículos utilitários, entre outros. 

Para que haja a concessão do crédito, a microempresa deve passar por período de carência, ou seja, vão ser analisadas informações de rendimentos e situação do negócio para aprovação no programa. 

Os interessados em participar do Programa Juro Zero do Banco do Povo podem solicitar a ficha cadastral via WhatsApp do Simpi –  69 9 99330396. 

SIMPI promove curso de Marketing Digital para  Meis e Microempresas 

Já pensou em colocar sua empresa no face book e mostrar seu produto para 20 mil pessoas? Ou colocar seu produto na cara muitos  clientes através dos  grupos de WhatsApp? Então pense nisto, pois hoje em dia já é uma necessidade para seu negócio. Essa ação pode mudar o rumo de uma empresa e conquistar novos clientes de forma rápida. Além disso, agrega valor a qualquer empresa, alcança seu público-alvo, mensura seus resultados e aumenta a possibilidade de fazer novos negócios. A primeira impressão para o empresário pode ser de que esse tipo de investimento custe caro e que o retorno demora a chegar. Mas existem várias ferramentas que podem ser usadas de forma gratuita e são de fácil utilização.  

Pensado nisso, o SIMPI irá promover um curso voltado ao marketing digital. O curso irá acontecer já em novembro, e irá ensinar como colocar a sua empresa  no face book, Instagram e twitter para promover o seu negócio e por onde começar com tudo isso.  

As jornalistas, Aléxia Oliveira e Karina Quadros estarão a frente desse curso. Ambas com ampla experiência em mídias sociais e comunicação.  

O curso será presencial para 6 empresários que se inscreverem e para os de fora do estado, de forma online. As inscrições podem ser feitas via WhatsApp, no (69) 9 9933-0396. Será enviado um formulário para preenchimento e link para pagamento via cartão de crédito. 

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Coluna Simpi: Em erro político Estados protestam contribuintes em plena pandemia

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Em erro político Estados  protestam contribuintes em plena pandemia  e próximo ao Natal  

Os Estados estão enviando aos Cartórios de Protesto, os débitos que vencem esse ano, das micro e pequenas empresas. As empresas com débito junto as secretarias de fazendas estaduais estão sendo prejudicadas, pois com a proximidade  das festas de Natal,  vão ficar sem crédito para as compras a prazo, e com isso as prateleiras ficarão vazias  na época que o comercio mais vende no ano. Somada à ação do Estado com a pandemia, prevê-se que a situação financeira destas empresas ficará bastante obscura.  Os Estados diferentemente da Receita Federal que suspendeu todos os tipos de cobrança em período de calamidade pública, vão pelo caminho inverso.  

A assessora contábil do SIMPI de Rondônia, Cleucione Alves de Souza, relata a indignação e diz que “os estados deveriam ir na mesma direção porque se já não está fácil para os empresários, ser negativado e protestado bem próximo as compras  para o Natal a situação vai a piorar, até porque os fornecedores  não vendem a quem está protestado”. E complementa, “neste final de ano o empresário está tendo que escolher entre pagar os funcionários, o fornecedor a vista ou os impostos”.  

Entenda mais  sobre  protesto e como lidar com eles 

Existem duas formas de o credor penalizar o devedor. Uma delas é a negativação da empresa pelos meios mais tradicionais como utilizar os serviços da Serasa  ou do SCPC. A outra é fazer o protesto diretamente no cartório de protestos títulos e documentos. Nos dois casos o primeiro a se fazer é contestar a dívida caso haja dúvida quanto a valores  ou datas  ou sobre a legalidade da cobrança. Quando se faz a contestação, a Serasa  suspende  a  negativação e  faz a análise do débito e dependendo do resultado, ele é efetivado ou excluído em definitivo.  Já  no cartório, o empresário deve entrar com a ação contestando o débito e solicitando uma liminar, que se concedida pelo juiz o protesto  é suspenso até a decisão final da ação”. Apesar de o Governo Federal,  Estadual e Municipal poderem  fazer a cobrança, pois é legal e  há uma decisão do STF sobre a questão, não quer dizer que  o valor e a forma não possam ser contestados. 

Procurar sempre os direitos da empresa é obrigação do bom empresário, e para isso  pergunte e pesquise, saiba que advogados especializados ficam  à disposição no SIMPI para ajudar o empresário, explica o tributarista Rafael Duck – “A cobrança feita pelo Governo através de protesto de débitos tributários como exemplo o DIFAL, é valido contestar no caso da empresa ser  Optante do Simples e ter um título protestado por não ter pago uma bitributação, ou ,  ser  cobrado através de protesto  em tempos de  pandemia  onde  foi obrigado pelo próprio estado a permanecer fechado, ou ainda, se o estado não  dá ao  micro e pequeno o tratamento diferenciado e  favorecido como manda a constituição. ““A nós, parece haver, motivo bastante para contestar a cobrança. O SIMPI coloca à disposição de seus associados uma equipe jurídica para as áreas tributária, trabalhista, e do consumidor, além de  especialistas na área de recuperação de crédito e de cobranças indevidas”, completa. 

 

Impactos da pandemia no 13º salário e férias 

O governo flexibilizou temporariamente algumas questões trabalhistas para o período de pandemia, permitindo aos empregadores suspender ou reduzir contratos de trabalho. Agora, surgem dúvidas com relação ao pagamento do 13º salário e férias. O advogado Piraci Oliveira esclarece que “a legislação especial trabalhista para tempos de Covid-19 foi omissa em relação a esse assunto, portanto, devem ser aplicadas as regras ordinárias da CLT: para cada mês em que não houve no mínimo quinze dias trabalhados o empregado perde um doze avos do 13º salário”. 

Por exemplo, no caso de suspensão do contrato de trabalho por três meses durante a pandemia, ou seja, quando não houve prestação de serviços, portanto nenhum salário, o funcionário receberá nove doze avos com base no salário vigente em dezembro. Em outra hipótese, se houve redução do contrato e o empregado trabalhou metade do período, recebendo metade do salário, efetivamente trabalhou quinze dias, ainda que numa carga reduzida. Neste caso, o 13º é pago integralmente, com base no salário vigente em dezembro. Quem gozou licença remunerada, perde o direito às férias desse período e também o terço constitucional. 

Prorrogação do Pronampe 

Programado para terminar em 31 de dezembro próximo, o programa do BNDES para levar recurso barato de longo prazo para pequenas e médias empresas até o momento não foi suficiente, na avaliação de Marcos Travassos, co-fundador da Money Money Invest. Para ele, é preciso transformar essa iniciativa, criada para tempos de guerra, em algo perene para os tempos de paz. “A união entre Pronampe e fintechs, empresas que vendem produtos financeiros, é forma mais democrática de fazer o dinheiro chegar para todos, por meio da pulverização” acredita.  

Qual é o melhor cartão de crédito para o meu negócio? 

Além de organizar as finanças da empresa, cartões de crédito para MEI oferecem vantagens como tarifas e taxas de juros mais baixas para a categoria. Para escolher o melhor cartão de crédito para o seu negócio, é preciso colocar alguns fatores na balança. Em um primeiro momento, talvez seja interessante manter a relação com o banco no qual você já é correntista, caso ele ofereça um cartão para MEI e as necessidades do seu negócio sejam atendidas através dele. Por outro lado, também é importante considerar os benefícios oferecidos por outras instituições levando em conta os serviços que são essenciais para o funcionamento da sua microempresa. Se você vende muito através das maquininhas de cartão de crédito, por exemplo, o C6 Bank é uma boa opção. Mas se o seu negócio funciona mais através da cobrança de boletos, o Banco Inter se torna mais interessante. Além do cartão de credito  sem anuidade , os bancos digitais também oferecem deposito de cheque por imagem, TED’s gratuitos e emissão gratuita de boletos. 

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Coluna Simpi – Pronampe: não basta ampliar, o empresário precisa ter acesso ao crédito

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Pronampe: não basta ampliar, o empresário precisa ter acesso ao crédito 

O Governo Federal anunciou a terceira fase do Pronampe no final do último mês. Um dos objetivos é oferecer apoio às micro e pequenas empresas, uma das categorias econômicas mais atingidas pela crise causada pela pandemia do novo coronavírus no país. 

No entanto, não basta ampliar o programa de crédito. É necessário que os empresários tenham acesso às linhas de crédito. Essa é a opinião do deputado federal e vice-presidente da Câmara e do Congresso Nacional, Marcos Pereira (Republicanos-SP). 

“O Banco Central precisa trabalhar junto aos bancos para que eles olhem para os micro, pequenos e médios empresários de uma forma diferenciada. Você não pode exigir as mesmas garantias para as micro, pequenas e médias empresas que se tem com as multinacionais, pois elas têm muito mais condições de garantir o crédito. O Banco Central precisa agir de uma maneira mais eficaz, pois o maior problema não é o recurso ser disponibilizado, mas sim ser liberado, chegar lá na ponta”, afirmou o parlamentar, em entrevista ao programa “A Hora e a Vez da Pequena Empresa”.  

Assista:https://youtu.be/-DBQMg4wDaw 

E a pequena empresa na reforma tributária? 

Marcos Pereira também comentou sobre a reforma tributária e defendeu a sua aprovação. “A reforma tributária é uma das mais importantes e uma das que mais precisam ser feitas pelo Brasil. O sistema tributário brasileiro é um manicômio, uma confusão muito grande. E eu, o presidente da Câmara dos Deputados (Rodrigo Maia-DEM/RJ), todos nós estamos trabalhando para que todos os esforços sejam colocados para a aprovação ainda este ano. Obvio que se isso acontecer, será apenas na Câmara dos Deputados. Eu não vejo a possibilidade de aprovar na Câmara dos Deputados e no Senado Federal ainda este ano”, ponderou o parlamentar do Republicanos-SP. 

Já o com Simples Nacional… 

Outro tema abordado por Marcos Pereira foi a possibilidade da extinção do Simples Nacional, que já foi tratado inclusive pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. E para o deputado federal, no atual momento do país, esse assunto está descartado.  

“Obviamente que as propostas são debatidas, existem ideias e projetos com todos os vieses possíveis. O governo federal já falou em acabar com o Simples e recentemente vi uma entrevista em que o presidente da Câmara mencionou isso de forma breve. Mas hoje, analisando o Congresso Nacional e a forma como o debate está sendo colocado, eu não vejo muito espaço para que seja aprovado a extinção do Simples. Nós temos uma frente parlamentar em defesa das micro e pequenas empresas que é muito atuante. Então eu vejo muito pouco espaço para essa possibilidade”, explicou. 

Governo permite o reparcelamento dos débitos do Simples Nacional 

Desde o dia 3 (três) de novembro, as empresas podem reparcelar os débitos apurados pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). 

A Instrução Normativa RFB nº 1.981, de 9 de outubro de 2020, excluiu o limite de 1 (um) pedido de parcelamento por ano. Desta forma, o contribuinte poderá reparcelar sua dívida quantas vezes quiser. 

A possibilidade visa estimular a regularização tributária dos contribuintes e, consequentemente, evitar ações de cobrança da Receita Federal que podem ocasionar a exclusão do Simples Nacional. 

As condições para o reparcelamento é o pagamento da primeira parcela nos percentuais abaixo: 

I – 10% (dez por cento) do total dos débitos consolidados; ou 

II – 20% (vinte por cento) do total dos débitos consolidados, caso haja débito com histórico de reparcelamento anterior. 

           O pedido de reparcelamento deverá ser feito exclusivamente por meio do site da Receita Federal na Internet, no endereço gov.br/receitafederal, acessando o Portal e-CAC ou Portal do Simples Nacional. Para mais informações sobre o reparcelamento, acesse o Manual de Parcelamento do Simples Nacional, disponível no Portal do Simples Nacional, no menu “Manuais”. 

O fisco complica a vida de seu melhor parceiro 

Em conversa com o especialista José da empresa explica  como financiamos os estado:  “Em abril de 2017 eu participei do Congresso de Advogados Tributaristas em SP e um dos palestrantes era o professor Dominique Turpin, do Insead, uma das maiores escolas de negócios com sede  na  Suiça. 

Ele abordou a situação tributária e comentou que antes de pensar em reforma tributária os brasileiros precisam mudar o conceito de CONTRIBUINTE, que é consumidor final, seja PF ou PJ e não a empresa que vende. 

A empresa é um intermediário que trabalha de graça para o governo. Embute os tributos no preço, cobra do consumidor e recolhe ao fisco antes de receber do cliente.  

A empresa brasileira usa seu capital de giro para financiar o governo antecipando o recolhimento de tributos, sem a certeza se vai receber e ainda é chamada de contribuinte, enquanto que o verdadeiro CONTRIBUINTE não é fiscalizado. 

E o fisco erroneamente complica a vida desse intermediário na hora de recolher os tributos que cobrou do CONTRIBUINTE, portanto ,e na verdade, complica a vida de quem faz o serviço. 

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Coluna Simpi: Empresário: Você pode comprar produtos de outros estados até 21% mais barato, sabia?

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Empresas devem se adequar à nova legislação de proteção de dados 

As empresas de tecnologia, com negócios baseados na internet, cresceram rapidamente nos últimos anos. O avanço tecnológico possibilitou facilidades que antes eram vistas apenas em filmes de ficção científica. Mas hoje, é possível realizar chamadas por vídeos pelo celular, pagar contas e resolver problemas Coluna Simpi: Empresário: Você pode comprar produtos de outros estados até 21% mais barato, sabia?com bancos por meio de aplicativos, além de comprar com alguns cliques em um smartphone. 

Esse desenvolvimento ajudou a tornar o dia a dia mais prático e rápido, mas também trouxeram questionamentos que antes não tínhamos, como a proteção da privacidade de cada um. Com o uso dos aplicativos no celular, as empresas de tecnologia podem ter acesso às informações pessoais como coisas que mais gostamos, coisas que não gostamos, e diversas informações armazenadas no celular, como contatos do telefone e lugares por quais passou. 

Mas todas essas informações poderão estar protegidas com a Lei de Proteção Geral de Dados. Em entrevista ao programa de TV “A Hora e a Vez da Pequena Empresa”, o consultor da  LGPDSolution  e presidente da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), Dr. Paulo Perrotti, explicou que essa lei agirá protegendo o usuário. “Como qualquer loja ou empresa, existe a vontade de mais assertividade na hora de produzir uma comunicação com o cliente. Com isso, as empresas vão atrás de dados pessoais que tem hoje várias tecnologias para coletar essas informações, tratam, armazenam e oferecem um produto customizado. A Lei Geral de Proteção de Dados vem proteger o usuário ou o titular do dado de abusos de empresas que coletam arbitrariamente essas informações do usuário e vendem isso sem qualquer consentimento do cidadão”, explica. 

Por isso, as empresas precisam estar atentas e se adequar o quanto antes a essa nova legislação. Segundo Dr. Paulo Perrotti, a agência reguladora, que fiscalizará e penalizará, será criada apenas em 2021, mas a legislação já está em vigor e pode ser usada em uma ação judicial.  

Ele alerta que as empresas precisam adequar suas tecnologias e suas estruturas, além de promover a educação de seus colaboradores para a nova legislação, ajudando a trazer mais à segurança para a empresa. “Sempre digo o seguinte: não espere para tomar as providências na sua empresa sobre privacidade de dados. O hacker não espera a lei estar em vigor para te atacar. Ele vai te atacar independentemente disso. Ele vai querer seus dados para coletar isso e te coagir depois. Um programa chamado Ransomware pode criptografar todo servidor e pede um resgate depois de criptomoedas. Então, não espere sair a lei. Faça isso com uma questão de coerência e credibilidade. Faça adequações que forem necessárias, nos processos, na educação de seus colaboradores e na tecnologia. Trabalhando nesses três, tudo vai dar certo”, explicou. Assistir  https://www.youtube.com/watch?v=zUhmnNPM35E 

Empresário: Você pode comprar produtos de outros estados até 21% mais barato, sabia? 

Os pequenos negócios com sede na região amazônica contam com importantes incentivos advindos da implantação da Área de Livre Comércio, que favorecem o incremento nas vendas de produtos, a aquisição de maquinas e equipamentos para o aumento da produção e o acesso do consumidor a mercadorias com menor valor. Dessa forma, estimula o desenvolvimento local principalmente no comércio. Com este fim, o  Governo brasileiro incentivando o desenvolvimento econômico da região amazônica mediante geração, atração e consolidação de investimentos, apoiado em educação, ciência, tecnologia e inovação, visando à integração nacional e inserção internacional competitiva, criou a Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA,  vinculada ao Ministério da Economia, com sede na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas, onde atua como agência promotora de investimentos. Para isso criou incentivos para importação de mercadorias estrangeiras, onde o  ICMS é reduzido para 7% quando destinados à comercialização e a suspensão dos tributos (II e o IPI) inclusive em relação a bens para o ativo permanente. Prevê também o incentivo  na aquisição de mercadorias nacionais onde as empresas recebem isenção de IPI, PIS, COFINS e ICMS, desde que os fornecedores estejam localizados fora da ALCMS e as mercadorias sejam destinadas a consumo e venda dentro da ALCMS. Para  as pequenas empresas terem o benefício é necessário se cadastrar no órgão que pode ser feito até pela internet.  

Simpi e o Atendimento Suframa 

Perguntado sobre SUFRAMA, o presidente do Simpi/RO, Leonardo Sobral, considera “de suma importância que os empresários tenham acesso aos benefícios concedidos, que permite descontos de até 21% na compra de  produtos de outros estados, o que faz aumentar a competitividade   do produto final aqui produzidos”. Ele informa que a entidade oferece o ‘Atendimento Suframa’, com as orientações necessárias para facilitar este cadastramento  para os MEIs  e as  Micro e Pequenas Empresas. 

Neon lança conta digital focada em microempreendedores 

A fintech Neon Pagamentos anunciou nesta semana solução voltada para microempreendedores individuais e que tem como objetivo oferecer a esse público alguns dos benefícios já experimentamos pelas pessoas físicas quando se fala em digitalização de processos bancários.  Para os que desejam utilizar o produto, vale ressaltar que o cadastro precisa ser feito dentro do aplicativo MEI Fácil, oriundo da startup também chamada MEI Fácil, que foi comprada pelo Neon. O serviço tem funções bem similares às contas digitais de pessoas físicas: ele não cobra mensalidade e fornece aos usuários serviços financeiros como cartão de débito (tanto o físico como o virtual) e uma funcionalidade de geração de boletos, além de um saque gratuito por mês – para os demais, será cobrada uma taxa de R$ 6,90  

O movimento atual reforça a estratégia anunciada pela companha que coloca a oferta de serviços financeiros ao público jurídico como uma das principais metas de negócio da empresa, que recentemente trouxe executivos que atuavam no mercado para auxiliar no processo  sustentável da marca.  

 

MEI participa de licitação? 

Muita gente tem dúvidas, mas o microempreendedor individual pode participar ativamente de licitações públicas. Não se deixe enganar, pois  o mercado de licitações oferece muitas oportunidades de serviços de baixa complexidade que MEIs podem e devem participar. Aquisições de produtos a pronta entrega, de serviços de manutenção, limpeza e reformas, entre outros, representam a maior parcela de licitações que são lançadas diariamente. Você precisa saber que o MEI sai na frente ao participar de licitações. A principal vantagem do microempreendedor é o custo reduzido nas suas operações pois quando uma empresa vai oferecer sua proposta na licitação ela deve calcular seu produto ou serviço embutindo no preço seus gastos e despesas. Uma outra grande vantagem que o MEI possui são as licitações exclusivas, que são aquelas licitações exclusivas destinadas às micro e pequenas empresas também podem ser usufruídas pelo MEI. Na verdade, todos os tratamentos e benefícios concedidos às MEs e EPPs são igualmente oferecidos ao microempreendedor. Mas como participar? Para participar, basta que o microempreendedor fique atento aos editais e participe sempre que atender as exigências do certame. Preparar os documentos de habilitação que são exigidos nos certames é também muito importante. Você deve sempre ler o edital com atenção, afinal é nele que estarão todos os requisitos e exigências. Se tiver dificuldades quanto a documentação  solicitada nos editais , procure o Simpi  que lá faz para você. 

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