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Economia

Carne bovina tem recuo de 1,4% na semana na 2ºquinzena do mês

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As referências de preços para a carne bovina no atacado paulista registraram um recuo de 1,4% na semana diante da baixa demanda com a segunda quinzena do mês. Por outro lado, as cotações da arroba seguem sustentadas ao redor de R$ 250,00 nas praças paulistas.

De acordo com a Analista de mercado da Scot Consultoria, Thayná Drugowick, as programações de abate atendem uma média de 4 a 5 dias úteis nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Nas regiões em que as escalas estão com até 5 dias úteis já temos preços andando de lado. Na última semana, nós observamos um aumento gradual de oferta de animais confinados o que permitiu esse alongamento das programações de abate”, afirma.

Na próxima semana, as indústrias frigoríficas vão começar a se preparar para atender o consumo da demanda interna que costuma aumentar no início do mês com o pagamento dos salários. “A tendência é que os preços no atacado fiquem estáveis ou com uma leve alta em função do auxílio emergencial colaborando, mas ainda é um pouco cedo para falar”, ressalta.

Do lado da demanda externa, a analista aponta que as projeções indicam que o volume exportado em Setembro deve ter um incremento de 11% frente a setembro do ano passado. Já no faturamento, a expectativa é um incremento de quase 7% se comparado os dados do mesmo período do ano passado.

O volume exportado na terceira semana registrou um recuo de quase 12%, frente aos dados da segunda semana de setembro. “Nós acreditamos que o dólar estava ao redor de R$ 5,30 pode ter colaborado para essa queda, mas agora o dólar está precificado a R$ 5,50”, relata.

Por: Aleksander Horta e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

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Economia

Fim do auxílio emergencial afetará principalmente populações do Norte e Nordeste, afirma Confúcio Moura

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Em entrevista à Rádio Senado nesta semana, o senador Confúcio Moura (MDB-RO), que presidiu a comissão mista do Congresso Nacional de acompanhamento da situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à emergência de saúde pública do coronavírus, afirmou que as regiões Norte e Nordeste serão as mais impactadas negativamente com o fim do auxílio emergencial.

De acordo com o parlamentar, o auxílio emergencial no Brasil teve um efeito extraordinário e beneficiou os seguimentos mais pobres, os chamados vulneráveis do país. Segundo ele, o benefício movimentou substancialmente a economia, principalmente no varejo, na compra de alimentos e também pequenas compras em materiais de construção.

O senador acredita que o encerramento do benefício no dia 31 de dezembro de 2020, irá afetar principalmente as regiões mais deprimidas economicamente. “Com a suspensão do auxilio, a gente retorna o grau original de pobreza e agravado com o possível comprometimento de famílias para a situação de miséria absoluta”, lamenta.    

A recuperação da economia brasileira segundo o parlamentar, depende muito do desempenho da campanha de imunização, e que o Congresso também já está disposto a iniciar os trabalhos este ano criando e votando leis de responsabilidade social.  “A crise sanitária gera uma crise econômica, consequentemente, então nós estamos muito ansiosos, dispostos a encarar esse desafio, que é a criação de uma renda alternativa que ainda não está desenhada na cabeça do Governo, mas que já existem inúmeras iniciativas de senadores e deputados”, explicou.

Fonte: Florestab=noticias.com/Assessoria

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Agronegócio

Exportações do agro ultrapassam barreira dos US$ 100 bilhões pela segunda vez

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(Brasília – DF, 01/10/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante a assinatura da relativa ao Fundo de Aval Fraterno.rFoto: Alan Santos/PR

As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 100,81 bilhões em 2020, segundo maior valor da série histórica, atrás somente de 2018 (US$ 101,17 bilhões). Em relação a 2019, houve crescimento de 4,1% nas vendas externas do setor.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a expansão foi resultado do aumento do quantum exportado (+9,9%), uma vez que o índice de preço caiu 5,3%. O agronegócio foi responsável por quase metade das exportações totais do Brasil em 2020, com participação recorde de 48%.

Já as importações de produtos do agronegócio apresentaram queda de 5,2%, chegando a US$ 13,05 bilhões. O aumento das exportações e queda das importações resultou em um saldo superavitário de US$ 87,76 bilhões para o setor.

Produtos mais exportados

O complexo soja (grão, óleo e farelo) foi o principal produto da pauta exportadora, com US$ 35,24 bilhões e 101,04 milhões de toneladas. As exportações do grão representaram 81,1% do valor exportado e alcançaram o segundo maior montante da série histórica, com US$ 28,56 bilhões e 82,97 milhões de toneladas. A exportação foi maior em valor e quantidade do produto apenas em 2018: US$ 33,05 bilhões e 83,25 milhões de toneladas.

As carnes ocuparam a segunda posição no ranking dos setores exportadores do agronegócio em 2020, com US$ 17,16 bilhões. As vendas de carne bovina corresponderam a 49,4% desse montante, com crescimento de 11,1% ante 2019. As exportações de carne bovina in natura registraram recorde em valor (US$ 7,45 bilhões) e quantidade (1,72 milhão de toneladas).

As exportações de carne de frango representaram 34,9% do total exportado pelo setor de carnes nos 12 meses, com US$ 5,99 bilhões. Já as vendas externas de carne suína somaram US$ 2,25 bilhões, do quais 94,1% corresponderam ao produto in natura. O montante registrado nas exportações de carne suína in natura foi recorde histórico, tanto em valor (US$ 2,12 bilhões), quanto em quantidade (901,10 mil toneladas).

Balança comercial em dezembro de 2020

Em dezembro de 2020, as exportações do agronegócio somaram US$ 7,30 bilhões, recuo de 3,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior (US$ 7,59 bilhões). A queda ocorreu em função da redução do índice de preço e de quantum dos produtos exportados, que caíram 1,1% e 2,7%, respectivamente. As importações de produtos do agronegócio subiram de US$ 1,21 bilhão em dezembro de 2019 para US$ 1,35 bilhão em dezembro de 2020, alta de 11,5%.

Os destaques do mês foram milho e açúcar. Os embarques de milho foram de 5 milhões de toneladas ou o equivalente a US$ 945,3 milhões (+33,5%). Os três principais compradores de milho foram: Egito (US$ 164,39 milhões; +427,4%); Vietnã (US$ 148,32 milhões; +96,8%) e Irã (US$ 119,57 milhões; +91,2%).

As vendas externas de açúcar em bruto foram de US$ 740,08 milhões (+119,3%) ou 2,6 milhões de toneladas. A China foi a maior importadora de açúcar, com US$ 156,84 milhões (+665,3%). Outros países que importaram foram: Argélia (US$ 98,34 milhões; +72%); Malásia (US$ 69,86 milhões); Nigéria (US$ 56,17 milhões; +15,3%) e Emirados Árabes Unidos (US$ 50,69 milhões).

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Agronegócio

Exportações de carne bovina em 2020 crescem 8% em movimentação e 11% na receita, aponta Abrafrigo

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As exportações totais de carne bovina (in natura e processada) ultrapassaram as 2 milhões de toneladas em 2020, recorde no setor, apresentando um crescimento de 8% na movimentação e de 11% na receita em 2020. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), com base na sua compilação de dados do Ministério da Economia, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Decex). A movimentação em dezembro foi de 168.156 toneladas (-3%) contra 173.991 toneladas em dezembro de 2019. No mês passado, a receita foi de US$ 741 milhões (-12%), contra US$ 837 milhões em dezembro de 2019.

Num ano de recordes, principalmente na movimentação para a China, as exportações atingiram 2.016.22 toneladas contra 1.875.023 toneladas registradas em 2019. A receita atingiu a US$ 8,4 bilhões contra US$ 7,6 bilhões em 2019.

A China, através de suas importações pelo continente e pela cidade estado de Hong Kong foi a grande responsável por este crescimento, importando sozinha 1.182.672 toneladas que proporcionaram uma receita de US 5, 1 bilhões, o que significou compras de 58,6% do total exportado pelo Brasil e de 60,7% da receita obtida pelo país. Entre os 20 maiores clientes do país, o segundo maior comprador em 2020 foi o Egito, com 127.953 toneladas (-23% em relação a 2019).

O terceiro foi o Chile, com 90.403 toneladas (-18,2%). Os Estados Unidos já aparecem na quarta posição, com importações de 59.544 toneladas (+53,8%). Em quinto lugar ficou a Rússia, com 58.849 toneladas (-15,4%); em sexto a Arábia Saudita, 41.067 toneladas (-4,4%); em sétimo os Emirados Árabes (40.860 toneladas (-44,2%) e em oitavo as Filipinas, também com crescimento positivo com 30.673 toneladas (+ 13,4%). Para 2021, a ABRAFRIGO espera a manutenção do ritmo comprador da China e alguma elevação nas importações por parte dos países da União Europeia, Países Árabes e de novos mercados, com a melhoria da situação econômica mundial graças ao início da vacinação contra o Covid-19 e a volta do consumo na alimentação fora de casa. O acréscimo previsto é de 5%.

Por: Abrafrigo

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