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Agronegócio

Até 30 mil agricultores de Rondônia podem contar com oportunidades de crédito rural

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Culturas anuais como arroz, feijão, mandioca e hortaliças são beneficiadas com a menor taxa de juros do Pronaf

Oportunidades de crédito rural em Rondônia continuam abertas, com orientação da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO) para todas as modalidades, inclusive na principal linha de financiamento agropecuário, utilizada pelos agricultores do Estado, o Programa de Financiamento da Agricultura Familiar (Pronaf).

O Plano Safra, lançado pelo governo federal no mês de junho, destinou para a agricultura familiar R$ 33 bilhões e destes, R$ 1,5 bilhão está disponível aos agricultores de Rondônia, onde há uma previsão de atendimento de 30 mil agricultores, com uma média de R$ 50 mil por contrato de crédito, de acordo com Vaneide Rudnick, engenheira agrônoma responsável pelo credito rural.

É importante lembrar que em 2020, apesar da pandemia, o Governo aumentou o volume de recursos do crédito para a agricultura, e melhor que isso, reduziu o valor das taxas de crédito, que no caso da agricultura familiar pode ser de até 2,75% ao ano, a depender da linha de crédito e da cultura financiada. O custeio de culturas anuais, como, arroz, feijão, mandioca e o cultivo de hortaliças, por exemplo, podem ser financiados com essa taxa reduzida, somente o milho ficou fora dessa taxa especial de juros, que é menor inclusive do que a taxa de rendimento da poupança.

Produtores de leite também podem se beneficiar da taxa de juros especial, desde que os itens a ser adquiridos com o financiamento sejam tanques de resfriamento de leite, ordenhadeiras, ou atividades de recuperação de pastagens degradadas. Ficam fora desta taxa atividades como a suinocultura e avicultura. No entanto essas culturas podem financiar valores bem maiores, chegando até R$ 330 mil financiados a juros de quatro por cento ao ano.

Neste plano safra 2020/2021, está incluída outra novidade que é o financiamento da moradia rural, inclusive para os filhos do agricultor, que poderá solicitar um crédito para construção da moradia no valor de até R$ 50 mil reais, para uma área construída de até 60 metros quadrados, nas mesmas condições e taxas de juros concedidas ao agricultor titular da propriedade.

O enquadramento do agricultor nas linhas de crédito do Pronaf depende do tamanho da área da propriedade e da renda familiar, mas o agricultor que não se enquadrar nas normas do Programa poderá solicitar nos escritórios da Emater-RO a elaboração de projetos para financiar sua produção através de outras linhas de crédito do governo federal, como o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronanp), nestes programas as taxas de juros variam de quatro a seis por cento ao ano.

Fonte: SECOM

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Agronegócio

Embaixador de israel busca estreitar relações comerciais com a importação da carne bovina de Ro

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Oportunidades de investimentos são apresentadas ao embaixador de Israel, como a carne bovina resfriada produzida no Estado.

Em sua primeira visita a Rondônia, o embaixador de Israel, Yossi Sheley está conhecendo de perto as potencialidades do Estado com intuito de estreitar relações comerciais, em especial, focar na importação da carne bovina resfriada produzida na região. Com isso, o Estado tem uma grande oportunidade de ampliar sua produção e impulsionar ainda mais a economia.

Durante coletiva de imprensa, na tarde desta segunda-feira (26), o embaixador manifestou seu interesse nas potencialidades oriundas de Rondônia e em fortalecer a relação comercial. “Viemos ver de perto a produção desse Estado, que tem um grande potencial de exportação de carne bovina. O meu objetivo aqui é fazer negócio. E onde tem boa qualidade e preço bom, nós vamos”, declarou Yossi Sheley, que também destacou a importância da visita pela primeira vez, de um embaixador de Israel no Estado. Para ele, um marco histórico.

Ainda durante a coletiva, o governador do Estado de Rondônia, coronel Marcos Rocha salientou que o Estado já exporta carne bovina para Israel, além de outros produtos, e anseia ampliar os negócios com a exportação do pescado produzido na região, em especial, o Tambaqui. Além disso, o governador enfatiza o interesse do Estado em gerar um comércio bilateral com Israel. “Também temos o interesse nos produtos de Israel, um deles é o uso da tecnologia. Pois sabemos que Israel é um grande desenvolvedor de tecnologias e nós podemos, sim, de forma correta, respeitando o Meio Ambiente, usar essa tecnologia para facilitar o comércio dos produtos que temos”, enfatizou.

Após a coletiva, o embaixador de Israel, juntamente com sua comitiva, participou da reunião com o governador Marcos Rocha e parte de seu secretariado, em que foram apresentadas as potencialidades econômicas de Rondônia.

POTENCIAL ECONÔMICO DO ESTADO

O embaixador teve a oportunidade de conhecer dados que comprovam a saúde financeira do Estado, bem como o seu desenvolvimento. Esses dados foram apresentados pelo superintendente Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), Sérgio Gonçalves, que destaca Rondônia ter um excelente índice de poupança corrente, liquidez e não endividamento. “Rondônia é ‘Capag (Capacidade de Pagamento) AAA’ e isso indica a solidez fiscal histórica e também confiança nas finanças do Estado. E, Rondônia está em primeiro lugar em transparência do mundo”, salientou.

Rondônia é o Estado que mais cresce no país, com taxas superiores à média nacional. Em 2020, poderá passar a marca dos R$ 50 bilhões em Produto Interno Bruto (PIB). Sua base econômica tem se destacado cada vez mais. Na região Norte, o Estado é o primeiro exportador de carne bovina, o segundo maior produtor de soja, o terceiro maior produtor de arroz e, também, o primeiro produtor de leite. Além disso, Rondônia é o segundo maior produtor de peixe nativo do Brasil.

Além disso, também foram citadas diversas oportunidades de investimentos no Estado, da Agricultura a parcerias público – privadas. Na ocasião, o governador Marcos Rocha destacou os resultados positivos dos trabalhos desenvolvidos por cada secretário e reforçou a importância da união de todos os rondonienses em prol do desenvolvimento de Rondônia. “Assim como vemos em Israel, é muito importante nós gerarmos uma cultura diferente de crescimento, juntamente com a população. E temos buscado esse diferencial. Muita gente querendo continuar o processo de mudança que instalamos”, declarou.

Após a apresentação, o embaixador de Israel, junto ao Marcos Rocha se reuniu com lideranças religiosas. A visita do embaixador ao Estado segue até quarta-feira (28). A programação para os próximos dias inclui visitas aos municípios de Ariquemes e Jaru.

Fonte: Rondoniarural

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Agronegócio

Etapas de beneficiamento do tambaqui de Rondônia são apresentadas ao embaixador de Israel

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Governador Marcos Rocha e o embaixador de Israel acompanham trabalho de frigorífico de peixes em Ariquemes

De Rondônia para o Oriente Médio, mais precisamente para Israel. Esse pode ser o novo destino do tambaqui produzido no Estado e que tem comprovado o potencial da piscicultura rondoniense – em especial dos municípios localizados na região do Vale do Jamari – que foi conferida de perto pelo embaixador de Israel no Brasil, Yossi Sheley, na tarde de terça-feira (27) quando esteve juntamente com o governador coronel Marcos Rocha, conhecendo in loco todo o trabalho desenvolvido por um frigorífico de peixes localizado em Ariquemes, distante pouco mais de 200 quilômetros de Porto Velho.

Durante a visita ao frigorífico – que já se tornou referência no Brasil no processamento de cortes dos peixes Tambaqui, Pintado e Pirarucu – o embaixador de Israel conferiu passo a passo todas as etapas de beneficiamento que envolvem as operações de seleção, corte, descamação, embalagem, resfriamento e congelamento, fazendo valer a qualidade do produto que hoje, é exportado para Peru e Bolívia.

O mercado de pescado de Rondônia também já tem um ensaio de negócios com a China e África e, agora, se fortalece com a perspectiva de exportação para Israel. A produção de pescado rondoniense já se destaca no Brasil, abastecendo vários estados, como Mato Grosso, Goiás, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas e Paraná.

Nesse contexto de expandir o mercado do pescado rondoniense, o Governo do Estado tem desenvolvido ações que vão ao encontro do fortalecimento da viabilização de negócios e, consequentemente, abrindo portas para o mercado interno e externo. Em 2019, por exemplo, o Governo do Estado garantiu a realização de um grande churrasco na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), com a realização do Festival do Tambaqui da Amazônia, visando divulgar o produto para o Brasil e para o mundo.

Embaixador Yossi Sheley e o governador Marcos Rocha estiveram reunidos com diretores do frigorífico

Antes de conhecer todo o procedimento de beneficiamento do peixe, o embaixador Yossi Sheley e o governador Marcos Rocha participaram de uma rápida reunião com o diretor do frigorífico, Victor Leite, com apresentação de um vídeo que trouxe todas as informações sobre a produção de peixe. Todo o incentivo do Governo tem dado ainda mais credibilidade para levar o pescado rondoniense, inclusive, a vários outros países.

“Estou feliz com a vinda do embaixador de Israel que nesta oportunidade está conhecendo o processo de produção do nosso peixe de Rondônia que já é vendido em vários lugares. Isso representa muito para a piscicultura de Rondônia. Sabemos o quanto o pescado é importante para a economia da região. Visitamos toda a linha de produção e saímos satisfeitos. Sabemos que essa parceria com Israel, que tem uma capacidade tecnológica muito grande, dará bons frutos para nosso Estado. Essa aproximação entre Israel e Brasil, através do presidente da República, Jair Bolsonaro, será grandiosa para o cenário nacional. O embaixador cumpriu o compromisso de vir a Rondônia conhecer nossa potencialidade e em breve iremos conhecer Israel com empresários, a convite do próprio embaixador”, disse o governador.

Logo após degustar porções de tambaqui, o embaixador de Israel no Brasil ao conversar com a imprensa local chegou a brincar dizendo que faltou somente o limão, mas não deixou dúvidas de que o tambaqui de Rondônia poderá sim chegar até seu país.

“Cumpri uma agenda e estou feliz pela primeira visita a Rondônia e acredito que o Estado está se desenvolvendo e quero agradecer ao governador Marcos Rocha por proporcionar esse momento importante”, argumentou o embaixador de Israel, chamando a atenção positiva para a estrutura sustentável, respeitando os padrões para atender tanto o mercado nacional quanto o internacional.

Também participaram da visita ao frigorífico de peixes o superintendente Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), Sérgio Gonçalves, e o superintendente estadual de Comunicação, Lenilson Guedes.


Fonte
Texto: Paulo Ricardo Leal
Fotos: Frank Nery
Secom – Governo de Rondônia

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Fórum rondoniense aponta detecção precoce de Febre Aftosa

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A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) participou do Primeiro Fórum Rondoniense sobre a Prevenção da Febre Aftosa, que apontou a detecção precoce da doença, com participação efetiva do produtor rural, em parceria com o Serviço Veterinário Oficial, como a principal estratégia para manter o Estado livre da patologia, sem que haja vacinação.

O Fórum aconteceu na manhã de terça-feira (20) por meio de videoconferência, através da plataforma virtual Webex, com transmissão pelo YouTube. Cerca de duzentas pessoas de diversos estados brasileiros, incluindo estudantes, profissionais liberais e servidores de agências de sanidade animal, prestigiaram a iniciativa, inclusive com perguntas aos palestrantes.

Além de ampliar os debates sobre o tema, de acordo com o médico veterinário Julio Cesar Rocha Peres, presidente da Idaron, o objetivo é atualizar a sociedade sobre as estratégias para prevenção da Febre Aftosa no Estado. “O Fórum nos permite conhecer o papel de cada um nesse novo cenário, em que Rondônia deixa de vacinar e passa a pleitear o reconhecimento internacional de área livre de Febre Aftosa sem vacinação. É necessário que todos: Estado, indústria, produtor e sociedade, estejam cientes de seu papel. Só assim teremos êxito nos programas sanitários”, destacou.

Ao falar sobre o papel do Estado, Julio Cesar deu ênfase aos mais de R$ 19 milhões que o Governo de Rondônia, por meio da Idaron, aplicou em 2019 e 2020 na estruturação da Agência, para dar condição de trabalho aos servidores e otimizar a fiscalização na fronteira. “Estamos trabalhando incessantemente para proteger nosso rebanho. Com o apoio do produtor, que deve estar atento ao rebanho e notificar a Agência ao menor sinal de doença vesicular, esse trabalho será muito mais eficaz”, acentuou.

Objetivo é atualizar a sociedade sobre as estratégias para prevenção da Febre Aftosa no Estado

FÓRUM

O médico veterinário e auditor federal agropecuário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa/SFA/RO), João Carlos de Araújo Aranha, foi o moderador do Primeiro Fórum Rondoniense sobre a Prevenção da Febre Aftosa. Como destaque, ele apontou o aprimoramento do sistema de atenção veterinária e dos mecanismos de vigilância para a Febre Aftosa.

A primeira palestra, relacionada às principais diretrizes e estratégias do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), foi proferida pelo chefe da divisão de febre aftosa do Mapa/Brasília, Diego Viali dos Santos. O tema principal foi o “Aprimoramento do sistema de atenção veterinária e dos mecanismos de vigilância para a febre aftosa”, com ênfase na mudança da vigilância e foco na vacinação para a vigilância baseada na inteligência de informações.

Diego Viali, que falou direto de Brasília, também destacou o papel do produtor rural no processo de prevenção à doença. Segundo ele, a vigilância, a partir das notificações de doenças vesiculares, unida à vigilância de estabelecimento agropecuário e em eventos de aglomeração de animais, é primordial para a identificação, caso haja, de qualquer foco de Febre Aftosa. “Ao suspender a vacinação, retira-se um componente do sistema de vigilância e uma ação de mitigação de risco de disseminação, por isso deve-se potencializar as outras ações, principalmente as de vigilância”, explicou.

Diego Viali defendeu ainda a capacitação contínua dos técnicos, caminhoneiros que transportam animais e dos produtores. “O produtor rural é ator principal nesse processo, ele deve entender que ao notificar o serviço veterinário oficial sobre qualquer suspeita de Febre Aftosa está protegendo seu negócio”, salientou.

PNEFA

Logo após a primeira palestra houve uma exposição sobre os componentes do sistema de vigilância em área livre sem vacinação, com palestra ministrada pelo coordenador estadual do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), médico veterinário Márcio Alex Petró.

Ele reforçou a ideia da detecção precoce da doença como principal estratégia para combater a Febre Aftosa. “É de extrema importância que haja uma parceria público-privada, com engajamento do produtor no processo, e que seja fortalecido o sistema de informação para que todos tenham consciência de seu papel e da importância dele”, comentou. Márcio Petró falou ainda dos fundos Fefa (Fundo Emergencial de Febre Aftosa) e Fesa (Fundo Estadual de Sanidade Animal) como unidades que garantem indenização ao produtor rural no caso de reinserção da doença no Estado. “O trabalho de vigilância é forte e há um esforço muito grande para que não haja casos da doença em Rondônia, mas se por ventura houver, o produtor tem garantias”, completou.

AÇÕES ESTRATÉGICAS

A terceira palestra teve como ministrante o Dr. Luís Gustavo Corbellini, professor licenciado, com doutorado em epidemiologia pela UFRGS/Universidade de Nebraska, pós-doutorado em avaliação microbiológica de risco (Universidade Técnica da Dinamarca) e em planejamento estratégico de programa de Aftosa na situação de livre sem vacinação (Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria – Uruguai). O tema principal da palestra dele foi a “mudança de paradigma: quais ações estratégicas se tornam importantes com a retirada de vacinação contra a febre aftosa?”

E para fechar o ciclo de palestras, fez uso da palavra o presidente do Fundo Privado do Estado de Rondônia (Fefa/RO), o pecuarista José Vidal Hilgert. Ele falou sobre a responsabilidade da iniciativa privada (arceria público-privada) frente essa nova realidade de região livre de aftosa sem vacinação.

PARTICIPAÇÃO E AVALIAÇÃO

O Primeiro Fórum Rondoniense sobre a Prevenção da Febre Aftosa contou com a participação de estudantes e profissionais das áreas de Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia, além de produtores rurais e técnicos em agropecuária.

Tiveram representação entre os ouvintes as instituições Idaron, faculdades particulares e universidades federais de Campina Grande (UFCG) e Rondônia (Unir), Mapa, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifro – Colorado do Oeste), Fefa/RO, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf-AC), Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged-MA), Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf-AM) e Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab-BA).

De acordo com os dados de videoconferência, o evento foi assistido por participantes residentes nos estados de Rondônia, Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.


Fonte
Texto: Toni Francis
Fotos: Toni Francis/Idaron
Secom – Governo de Rondônia

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