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Economia

Invest aponta R$ 3,7 bilhões e gera quase 12 mil empregos no Estado

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Atualmente, Invest Rondônia acompanha projetos de 18 empresas, que somam R$ 3.767.835.888,31 em investimentos e gera 11.774 empregos

Governo de Rondônia, por intermédio da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), apresenta balanço bienal 2019-2020 da Invest Rondônia, que apontou acompanhamento de projetos de 18 empresas, investimentos de R$ 3.767.835.888,31 com geração de 11.774 empregos. Invest Rondônia é um programa da Sedi vinculado à Coordenadoria de Comércio Exterior, que tem por objetivo atrair investimentos para o Estado e, também, promover a exportação de produtos rondonienses de interesse coletivo e utilidade pública.

No levantamento, foi constatado que, em 2019, foram realizadas 929 reuniões com atendimento aos empresários. Já em 2020, em consequência do crescimento do Estado, mesmo em tempo de pandemia, investidores passaram a buscar mais pelo programa, fazendo que a equipe promovesse mais de 600 reuniões. Atualmente, Invest Rondônia acompanha de maneira ativa 20 empresas com efetivo interesse em instalar seu negócio em Rondônia. Inserida no cômputo, a Sedi também realizou 12 lives com duas mil visualizações fixas.

De acordo com o website Invest Rondônia, o programa tem o papel de vender a imagem do nosso Estado fornecendo informações mais precisas aos investidores em busca de parceria com os municípios. Com o objetivo de desenvolver o Estado de Rondônia e torná-lo conhecido no cenário nacional e internacional, o plano simboliza um elo entre empresários e municípios a fim de instalar e expandir empreendimento na região.

Segundo Suéllen Lemos, coordenadora da Invest Rondônia, o programa realiza um trabalho similar ao da consultoria, prestando informações acerca de incentivos fiscais, recursos naturais, logística de escoamento e dados locacionais aos empresários que intentam instalar seus negócios em Rondônia. Além disso, quando não há em Rondônia o insumo ou material necessário, o programa expõe alternativas mais fáceis e rápidas para aquisição nos países ou estados vizinhos.

As frentes de trabalho realizadas pelo programa vão de desenvolvimento de negócios, projeto de investimentos até relações institucionais e internacionais. Os próximos passos que o programa pretende dar, sendo uma das principais entregas, é a implantação de um painel setorial gerido pela geointeligência de dados socioeconômicos. O painel irá agrupar em um só lugar todos os dados e informações que servirão de base aos investidores.

Além disso, pretende-se também promover uma integração maior com os municípios, fortalecimento do projeto de exportação procomex – comércio exterior inteligente, e fortalecimento do modelo de gestão e promoção da marca Rondônia no âmbito interno e externo.

Dorival de Carvalho Pinto, engenheiro de minas e PhD., foi contratado pela Canada Rare Earth Corporation para fazer um estudo técnico-econômico visando a implantação de uma unidade industrial para produzir Terras Raras no Brasil. Segundo ele, a indústria será a primeira e única em toda América Latina no ramo e terá uma papel fundamental para todo o continente americano e europeu, atualmente dependente da China.

De acordo com ele, foram escolhidos seis municípios, localizados em diferentes estados do Brasil. Mas ao final, em virtude do estudo, a escolha final recaiu no município de Ariquemes, no Estado de Rondônia. “Para a escolha, foi criado um sistema de pontuação, com o propósito de ranquear as melhores alternativas de localização, considerando em relação a custo-benefício. Ao final desse processo, a cidade de Ariquemes foi classificada em primeiro lugar, à frente de município de outro Estado em que já existia um polo petroquímico”, explica o engenheiro.

Investimentos em Rondônia geram empregos e arrecadação para o Estado

Segundo o engenheiro, a princípio, o investimento irá gerar 130 empregos diretos e pode chegar a 500 indiretos. Apesar do Invest Rondônia não ter influenciado diretamente na escolha, ele garante que serviu como um forte argumento graças ao apoio e receptividade por parte da equipe atuante que representa o Estado.

Everaldo Santos, gerente geral da Indústria de Transformação Plástica, ramo isopor, também vem para o mercado rondoniense para somar na Economia do Estado. No comércio em Manaus há mais de 25 anos, o gerente explica os motivos que determinaram a escolha do Estado de Rondônia para implantação da indústria.

“Por ser um ótimo lugar para ampliar os negócios, a escolha pelo município de Guajará-Mirim ocorreu por duas razões, uma por ser uma área de livre comércio e outra por estar localizada na entrada do Estado do Acre, o que é muito bom financeiramente, pois a gente consegue atender os dois Estados de uma vez só. Era um mercado que eu desconhecia, mas que hoje consigo quantificar em negócio, então, não tenho dúvida, que a escolha será bem interessante economicamente”, relata o gerente.

De acordo com ele, a implantação vai gerar inicialmente cinco empregos, podendo ser ampliado para 20 no município de Guajará-Mirim. O Estado, antes da vinda do investimento, não contava com a indústria de isopor e com a chegada do novo segmento, o empreendimento trará tecnologia e empregos ao mercado rondoniense.

No momento pré-pandemia, a atuação do programa contou com participação e organização de feiras e eventos, a fim de apresentar as potencialidades e oportunidades do Estado. Para exemplificar, até março de 2020, a equipe participou de feiras de investimento como Brasil Investment Forum, Rondônia Day São Paulo, Café Com Desenvolvimento – que ocorreu em Porto Velho e Ji-Paraná -, bem como feira de alimentos e bebidas como a Anufood, feira do setor coureiro-calçadistas – a Fimec, feira agroindustrial Coopavel.

A equipe que coordena Invest Rondônia participou, no início do ano, do Brasil Investment Forum

Durante a pandemia, as atividades presenciais foram suspensas, então a atuação passou a ser virtual, na qual a equipe participou de fóruns e lives da Superintendência. As próximas atividades para final de 2020 e início de 2021 são Investment Fórum (BIF), Intermodal, reuniões com prefeitura, assim como empresários e investidores, que estão ocorrendo semanalmente.

“A Invest Rondônia tem se estruturado para ser o ponto focal da entrada de investidores no Estado. A atração de novos negócios gera investimentos em Rondônia, fazendo a economia girar, fortalecendo o setor produtivo e industrial e colocando cada vez mais o Estado em destaque. A implantação de empresas e indústrias gera empregos diretos e indiretos o que, além de desenvolver economicamente o Estado, gera empregabilidade para a população rondoniense”, pontua a coordenadora da Invest Rondônia, Suéllen Lemos.

SUPERANDO METAS

De iniciativa do Governo do Estado, a partir de conversas e estudos dos casos de sucesso no modelo, a Invest Rondônia foi vista como uma oportunidade para dar início a um trabalho inovador que acarretasse em grandes resultados econômicos e sociais em Rondônia. O pontapé inicial surgiu graças a visitas ao Invest São Paulo e Invest Paraná, dois grandes polos de referência em atração de investimentos no Brasil.

Em julho de 2019, quando foi criado o Invest Rondônia, a meta para o final de 2022 era atrair R$ 1 bilhão de investimentos para o Estado. No entanto, com pouco mais de um ano de trabalho, o programa superou o marco em atração de investimento. O objetivo, para os próximos anos, é manter o padrão de crescimento em investimentos e, também, aumentar em 10% a exportação do produto rondoniense, cujo quantitativo cresceu 6,6% somente no ano de 2020.

PONTENCIALIDADE DE RONDÔNIA

Rondônia possui 3º maior PIB e o maior PIB per capita da Região Norte

Rondônia tem uma economia sólida e repleta de oportunidades. O papel do Invest Rondônia é mostrar isso para o Brasil e para o mundo, onde os produtores do Estado têm muito potencial para vender seus produtos para o mundo, gerando riquezas e empregos.

Considerado um dos estados que mais crescem no Brasil, com o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) e o maior PIB per capita da Região Norte, Rondônia dispõe de um amplo mercado consumidor com rápida conexão para os mais de 280 milhões de consumidores do Mercosul, além de contar com uma posição privilegiada devido à saída para os oceanos Pacífico e Atlântico, por meio de hidrovia e rodovia.

Ademais, o Estado conta com um porto alfandegado – único da região Norte – que escoa mais de 1 milhão de toneladas de soja por ano e compreende de uma autossuficiência energética de 8.7gw, resultando em 1/3 da produção da Região Norte.

Rondônia também é rico em recursos minerais com alto valor comercial. Além de possuir uma solidez fiscal, sendo o terceiro colocado em todo o país em cuidar bem de suas contas, e dispor de distritos industriais com as principais em Porto Velho, Ji-Paraná, Vilhena, Ariquemes e Cacoal.


Fonte
Texto: Emanuelle Pontes
Fotos: Daiane Mendonça, Suellen Lemos e Frank Nery
Secom – Governo de Rondônia

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Economia

Revendedores de gás prometem greve em 1º de fevereiro contra altas da Petrobras

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Protesto mira aumentos na distribuição do GLP, que atingem 49% desde o início da pandemia no Brasil

Arquivo/Agência Brasil/ Revendedores de gás prometem greve em 1º de fevereiro contra aumentos da Petrobras

Os revendedores de gás do estado de São Paulo prometem greve no dia 1º de fevereiro para protestar contra a sequência de aumentos promovidos pela Petrobras no GLP durante a pandemia. O movimento é organizado pela SP Gás e a Associação dos Revendedores do Estado de São Paulo (Apregás), de acordo com informações da revista Veja.

As associações ainda não teriam definido se vão baixar as portas na data ou se estacionarão os caminhões na entrada das principais distribuidoras de gás para suspender o fornecimento em protesto contra os aumentos.

“Desde o início da pandemia o preço do GLP para os revendedores subiu 49%. Tivemos de diminuir as nossas margens porque o consumidor não tem condições de assimilar esses reajustes”, diz à Veja Adhemar Neto, vice-presidente da Apregás.

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Hoje, o botijão de gás de 13 quilos custa R$ 79,99 na capital paulista, mas, de acordo com os revendedores, caso os aumentos fossem repassados integralmente ao consumidor, o preço chegaria a R$ 95.

“Como uma pessoa que ganhar 1.200 reais, ou que está dependendo do auxílio emergencial para viver, vai pagar quase R$ 100 num botijão? A Petrobras precisa repensar seu posicionamento e agir para ajudar a população”, pede o vice-presidente da Apregás.

Além dos revendedores de São Paulo, cuja paralisação do dia 1º de fevereiro deve ocorrer em Mauá , responsável por fornecer gás para a capital; São José dos Campos , que abastece o Vale do Paraíba; e Barueri , fornecedora do interior do estado, revendedores do Mato Grosso, da Bahia, de Minas Gerais, do Paraná e do Rio de Janeiro também estudam aderir à greve.

(iG)

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Coronavirus

IMPACTOS DA COVID-19: Honda anuncia suspensão temporária da produção de motos em Manaus

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Em comunicado, montadora afirma que decisão foi motivada pelos impactos da Covid-19 nas cadeias de suprimento e o agravamento da pandemia no estado

Foto: https:18horas.com.br

A Honda anunciou nesta sexta-feira a paralisação temporária da produção de motos no complexo fabril de Manaus, no Amazonas. Segundo comunicado, a decisão ocorreu em virtude dos impactos da covid-19 na cadeia de suprimentos e o agravamento da pandemia no estado.
De acordo com a montadora, a linha de produção será suspensa do dia 25 de janeiro a 3 de fevereiro. “A retomada está prevista para 4 de fevereiro, desde que as condições necessárias sejam atendidas”, afirmou em nota.
Durante o período, os funcionários dos setores administrativos e produtivos entrarão em férias coletivas, com contingente mínimo para realização de atividades essenciais.
A decisão da montadora ocorre no momento em que a indústria enfrenta a escassez de insumos. A parada abrupta da cadeia produtiva por conta da pandemia dificultou a importação e fez aumentar os custos.
Além da escassez de matéria-prima, que aumenta a pressão sobre os preços e custos com logística, a montadora viu suas operações serem impactadas pelo recrudescimento da Covid-19.
Crise em Manaus
A Honda não é a primeira montadora a paralisar a produção por conta da crise de oxigênio em Manaus. De acordo com a coluna de Miriam Leitão, no Globo,  outras indústrias do polo da Zona Franca de Manaus interromperam as suas atividades para que o oxigênio fosse destinado para a saúde.
Fonte. O GLOBO

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Agronegócio

Exportações de carne e soja de RO geraram receitas de mais de US$ 548,4 milhões

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As exportações de carne bovina e soja em 2020, até setembro, geraram receitas de US$ 548,4 milhões e US$ 419,6 milhões,..

Foto: Ilustrativa

As exportações de carne bovina e soja em 2020, até setembro, geraram receitas de US$ 548,4 milhões e US$ 419,6 milhões, respectivamente.

No caso da carne, o valor exportado em 2020 foi 18,1% superior ao mesmo período de 2019; já a soja apresentou variação positiva de 9,2% em relação ao mesmo período de comparação.

O desempenho positivo da carne pode ser explicado pelo maior volume exportado e pela desvalorização do Real, influenciados sobretudo pela demanda maior, advinda principalmente da China, dada sua maior demanda por proteína animal, em virtude dos casos de peste suína, que exerceu forte pressão nos preços internacionais, beneficiando assim o produto exportado pelo estado.

Já o desempenho da soja foi influenciado também pelos preços melhores, devido principalmente à desvalorização do Real frente ao Dólar. Em 2020 a carne bovina foi vendida para 47 países, sendo que apenas três (Hong Kong, China e Egito) foram responsáveis por 65,7% da receita gerada no ano citado. A soja foi exportada para 23 países, tendo como principais destinos os Países Baixos, Espanha e Turquia (Mapa, 2020b).

O volume de milho e soja exportado via calha do rio Madeira até agosto de 2020 foi de menos 0,7% no caso do milho e de mais 8,6% no da soja, em relação ao mesmo período de 2019. Cabe ressaltar que essa produção movimentada, tanto o milho quanto a soja, é originária de regiões produtoras do oeste de Mato Grosso e de Rondônia.

Fonte: Diariodaamazonia

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