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Agronegócio

Brasil deve importar arroz dos EUA e Tailândia, diz Tereza Cristina

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© Marcelo Camargo/ Agência Brasil Tereza Cristina, ministra da Agricultura

taxa zero para importação de arroz de países de fora do Mercosul deverá beneficiar principalmente Estados Unidos e Tailândia, que deverão exportar aos brasileiros, disse a ministra da AgriculturaTereza Cristina, nesta quinta-feira, 10.

Câmara de Comércio Exterior (Camex) resolveu na quarta zerar a tarifa de importação do arroz para tentar atenuar os preços recordes do produto.

A isenção da tarifa de 10% a 12%, para o arroz em casca e beneficiado, respectivamente, vale para uma cota de 400 mil tonelada até o final do ano, volume que representa cerca de 35% das importações brasileiras totais projetadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para o ano.

“Agora, é claro que o arroz demora um pouco para entrar. Ele vem basicamente dos Estados Unidos e Tailândia, que são os países que podem exportar porque é o mesmo tipo de arroz. Nós temos outros países produtores, mas é de outro tipo”, disse a ministra, em entrevista à Rádio Gaúcha, com sede na capital do Estado que é o maior produtor de arroz do Brasil.

O presidente da Conab, Guilherme Bastos, disse à Reuters que muitas indústrias de beneficiamento já estão com suas compras agendadas em diversos países e também citou EUA e Tailândia como origens do produto.

Em meio ao dólar forte frente ao real que dificulta compras externas, as importações de arroz pelo Brasil de janeiro a agosto somaram 373,3 mil toneladas, queda de 26% ante o mesmo período do ano passado, segundo dados do governo.

A baixa nas aquisições no exterior também colaborou para a alta de preços, assim com a alta nas exportações.

A ministra lembrou que o Brasil sempre importou arroz do Paraguai e do Uruguai, em negócios sem tarifas, por causa do Mercosul, e que essas importações também costumam incomodar o setor produtivo, assim como a cota.

“Esse foi o primeiro ano que o produtor rural de arroz teve seus custos cobertos e uma margem de lucro. Trabalharam no vermelho muitos anos. Então foi muito difícil a tomada dessa decisão. A gente vem acompanhando isso há meses do arroz, mas a gente tem que olhar também o consumidor, a prateleira que não pode ficar vazia”, disse Tereza.

Segundo ela, a cota servirá muito mais como uma “reserva técnica” para não deixar o mercado desabastecido, e não deve atrapalhar a próxima safra, que será colhida no início do ano que vem.

A ministra disse ainda que a FAO, órgão das Nações Unidos para alimentos, já vinha alertando há dois meses sobre essa alta global dos preços.

“Isso está acontecendo no mundo todo. Claro nós tivemos aí o dólar que favoreceu as exportações, então houve um aumento exportações”, disse.

A ministra também destacou que o auxílio emergencial da covid-19 fez com que as pessoas comprassem mais arroz.

“Muita gente está em casa, mudou seu hábito alimentar, arroz feijão, óleo para cozinhar. Houve sim um aumento de consumo. Ah, exportou muito, exportou, mas temos estoques aqui dentro para atender nossa população”, disse.

“Estamos muito ligados na próxima safra, teremos uma safra com aumento de área, tudo indica, então deve ser maior.”

A Conab estimou em 11,18 milhões de toneladas a safra de arroz do Brasil 2019/20 (já colhida), ante 10,5 milhões na temporada anterior, o que fez com que o Brasil entrasse neste ano com estoques relativamente baixos.

Fonte: Msn

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Agronegócio

A Autoridade Europeia aprova larvas para consumo humano

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Esse é o primeiro inseto a receber uma avaliação de segurança positiva

A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) anunciou sua aprovação de larvas de farinha para consumo humano. A decisão abre o portal para a crescente indústria de startups em torno da proteína de inseto entrar em um novo mercado.

Nesse cenário, a EFSA conduziu uma avaliação de segurança para determinar se existem riscos associados ao fato de as pessoas comerem larvas de farinha. A avaliação favorável ainda precisa ser confirmada pela Direção-Geral de Saúde da Comissão Europeia, que dará a autorização final para a aprovação do mercado na UE.

No entanto, isso faz das larvas de farinha o primeiro inseto a receber uma avaliação de segurança positiva para consumo humano no mundo, de acordo com a startup francesa de insetos Ÿnsect – embora a decisão da EFSA não torne necessariamente a UE um pioneiro. “Nos países asiáticos, as pessoas já comem insetos, mas não estão sob um tipo de regulamento de ‘comida nova’”, disse o CEO da Insect, Antoine Hubert, à AFN.

A Cricket One do Vietnã, por exemplo, está fazendo hambúrgueres com grilos, que cria e cria usando tecnologias “altamente autônomas” e focadas na eficiência. Fechou um financiamento pré-Série A em novembro de 2020.

Embora os clientes de outras partes do mundo possam não estar particularmente entusiasmados com a ideia de comer insetos, o ingrediente ganhou muita força no mercado de rações para gado e animais de estimação. Promovendo a capacidade de produzir proteína com mais eficiência com menos recursos e menos área plantada, alguns veem as criaturas minúsculas como tendo um papel muito grande nas necessidades futuras de proteína do mundo.

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Agronegócio reduz uso de recursos com distribuição de água eficiente

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Usada para fim doméstico ou industrial, a motobomba é essencial quando há a necessidade de transportar água em pequenas ou grandes quantidades. No Brasil, o setor que mais consome água doce, segundo a Agência Nacional de água (ANA), é o agropecuário, chegando a usar 70%, a exemplo que as lavouras carecem de irrigação suficiente com disponibilidade de recursos hídricos para seu desenvolvimento.

Diante do alerta de crise hídrica em diversas regiões do país, a preocupação em reduzir o uso de recursos naturais passa por diversos setores que precisam de água para manter a produtividade. Hoje, a economia do recurso no setor agrícola conta com métodos alternativos para a distribuição de água eficiente, o que ajuda a controlar os gastos. “A motobomba pode atuar como um equipamento que atua em transferência de líquidos, sistemas de pulverização agrícola e aplicações de água”, aponta Reginaldo Larroyd, especialista em segmentos da Hercules Motores Elétricos.

Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no Brasil aponta que a cada segundo, são retirados dos rios 2,3 milhões de litros para uso industrial. Setores de fabricação de alimentos, bebidas, cosméticos e demais que lidam com armazenamento, resíduos e coletas de produtos, possuem o desafio de impor ações colaborativas para a preservação ambiental. Para isso, pode-se contar com a substituição de um maquinário que requer muito uso de água e energia, por equipamentos que reduzem perdas como vazamentos e gastos necessários.

Como uma alternativa tecnológica e econômica, o motor de motobomba pode ser usado em distribuição de água no geral, pois conta com um filtro que garante a qualidade da água para seu uso. Além disso, as variedades para o setor agrícola podem incluir sistema de irrigação para o campo, cultivo de terra, solos e pastagens. “Além da redução do recurso hídrico, os motores motobomba IP55 blindados podem suportar altas temperaturas e proporcionar uma redução significativa no consumo de energia elétrica”, ressalta o especialista em segmentos da Hercules Motores Elétricos.

Jornalista Responsável: Euracy Campos /

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Agronegócio

Frango: Competitividade da carne de frango pode seguir elevada em 2021, aponta o Cepea

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Em 2020, a competitividade da carne de frango bateu recorde, e, para 2021, a expectativa é de que a diferença entre os preços da proteína avícola e os das carcaças bovina e suína continue elevada.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a retomada do crescimento econômico tende a ocorrer de forma gradual, e, com isso, o poder de compra dos consumidores deve continuar enfraquecido, o que, por sua vez, pode favorecer as vendas de carne de origem avícola, que é negociada a valores mais baixos que os das concorrentes.

Quanto às vendas externas, apesar do empenho da China (maior comprador da carne brasileira) de aumentar a produção interna de frango, em 2021, as exportações brasileiras para esse destino devem continuar crescentes.

Além disso, espera-se que outros países também elevem as aquisições, como é o caso do Japão, o terceiro maior parceiro comercial do Brasil nesse segmento.

Por: Cepea/Esalq

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