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Agronegócio

Dólar alto e verão amazônico disparam o preço da carne em Ro

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Foto: Divulgação

O preço do quilo da carne nos açougues de Porto Velho vem assustando a comunidade e fazendo com que muitos consumidores busquem outros alimentos para substituir a carne, tão tradicional no prato diário do brasileiro médio.
De acordo com, Eric de Oliveira do Carmo, representante do setor, o principal fator desse aumento é a alta do dólar que está cotado acima dos R$ 5,30 fazendo com que os produtores do Estado prefiram negociar seus bois com quem paga na moeda dos EUA.
Mesmo com o Estado alcançando ótimos índices na pecuária, com o Dólar nessa cotação fica muito difícil que o preço da carne volte a baixar ainda esse ano em Rondônia. Para o produtor é bem mais vantajoso mandar a carne para fora do país”, afirmou Eric.
Além da questão comercial que interfere diretamente no preço da carne, o valor do boi tende a aumentar nessa época do ano em Rondônia por conta da questão climática.
Seca e queimadas deixam o boi mais magro e encarecem os meios de produção, fazendo com que esse valor seja colocado na venda final ao consumidor”, explicou Eric.
Entre os cortes de carne que mais aumentaram estão o patinho, músculo e acém, que são bastante consumidas pelas famílias no dia a dia. Cortes mais nobres como picanha e filé, mantiveram o preço e até diminuíram seu valor.
Confira a tabela comparativa dos preços dos cortes de carnes entre o mês de janeiro e outubro de 2020, lembrando que esses valores são correspondentes ao que sai da distribuidora, sendo que aumenta ainda mais nos mercados e açougues.
Veja os números:
Rondoniaovivo – João Paulo Prudêncio

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Agronegócio

A Autoridade Europeia aprova larvas para consumo humano

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Esse é o primeiro inseto a receber uma avaliação de segurança positiva

A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) anunciou sua aprovação de larvas de farinha para consumo humano. A decisão abre o portal para a crescente indústria de startups em torno da proteína de inseto entrar em um novo mercado.

Nesse cenário, a EFSA conduziu uma avaliação de segurança para determinar se existem riscos associados ao fato de as pessoas comerem larvas de farinha. A avaliação favorável ainda precisa ser confirmada pela Direção-Geral de Saúde da Comissão Europeia, que dará a autorização final para a aprovação do mercado na UE.

No entanto, isso faz das larvas de farinha o primeiro inseto a receber uma avaliação de segurança positiva para consumo humano no mundo, de acordo com a startup francesa de insetos Ÿnsect – embora a decisão da EFSA não torne necessariamente a UE um pioneiro. “Nos países asiáticos, as pessoas já comem insetos, mas não estão sob um tipo de regulamento de ‘comida nova’”, disse o CEO da Insect, Antoine Hubert, à AFN.

A Cricket One do Vietnã, por exemplo, está fazendo hambúrgueres com grilos, que cria e cria usando tecnologias “altamente autônomas” e focadas na eficiência. Fechou um financiamento pré-Série A em novembro de 2020.

Embora os clientes de outras partes do mundo possam não estar particularmente entusiasmados com a ideia de comer insetos, o ingrediente ganhou muita força no mercado de rações para gado e animais de estimação. Promovendo a capacidade de produzir proteína com mais eficiência com menos recursos e menos área plantada, alguns veem as criaturas minúsculas como tendo um papel muito grande nas necessidades futuras de proteína do mundo.

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Agronegócio reduz uso de recursos com distribuição de água eficiente

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Usada para fim doméstico ou industrial, a motobomba é essencial quando há a necessidade de transportar água em pequenas ou grandes quantidades. No Brasil, o setor que mais consome água doce, segundo a Agência Nacional de água (ANA), é o agropecuário, chegando a usar 70%, a exemplo que as lavouras carecem de irrigação suficiente com disponibilidade de recursos hídricos para seu desenvolvimento.

Diante do alerta de crise hídrica em diversas regiões do país, a preocupação em reduzir o uso de recursos naturais passa por diversos setores que precisam de água para manter a produtividade. Hoje, a economia do recurso no setor agrícola conta com métodos alternativos para a distribuição de água eficiente, o que ajuda a controlar os gastos. “A motobomba pode atuar como um equipamento que atua em transferência de líquidos, sistemas de pulverização agrícola e aplicações de água”, aponta Reginaldo Larroyd, especialista em segmentos da Hercules Motores Elétricos.

Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no Brasil aponta que a cada segundo, são retirados dos rios 2,3 milhões de litros para uso industrial. Setores de fabricação de alimentos, bebidas, cosméticos e demais que lidam com armazenamento, resíduos e coletas de produtos, possuem o desafio de impor ações colaborativas para a preservação ambiental. Para isso, pode-se contar com a substituição de um maquinário que requer muito uso de água e energia, por equipamentos que reduzem perdas como vazamentos e gastos necessários.

Como uma alternativa tecnológica e econômica, o motor de motobomba pode ser usado em distribuição de água no geral, pois conta com um filtro que garante a qualidade da água para seu uso. Além disso, as variedades para o setor agrícola podem incluir sistema de irrigação para o campo, cultivo de terra, solos e pastagens. “Além da redução do recurso hídrico, os motores motobomba IP55 blindados podem suportar altas temperaturas e proporcionar uma redução significativa no consumo de energia elétrica”, ressalta o especialista em segmentos da Hercules Motores Elétricos.

Jornalista Responsável: Euracy Campos /

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Agronegócio

Frango: Competitividade da carne de frango pode seguir elevada em 2021, aponta o Cepea

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Em 2020, a competitividade da carne de frango bateu recorde, e, para 2021, a expectativa é de que a diferença entre os preços da proteína avícola e os das carcaças bovina e suína continue elevada.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a retomada do crescimento econômico tende a ocorrer de forma gradual, e, com isso, o poder de compra dos consumidores deve continuar enfraquecido, o que, por sua vez, pode favorecer as vendas de carne de origem avícola, que é negociada a valores mais baixos que os das concorrentes.

Quanto às vendas externas, apesar do empenho da China (maior comprador da carne brasileira) de aumentar a produção interna de frango, em 2021, as exportações brasileiras para esse destino devem continuar crescentes.

Além disso, espera-se que outros países também elevem as aquisições, como é o caso do Japão, o terceiro maior parceiro comercial do Brasil nesse segmento.

Por: Cepea/Esalq

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