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Agronegócio

Agronegócio cresce, diminui tombo da economia e deve ser motor da recuperação econômica

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CASCAVEL/PR – 16-02-2011 – Colheita e plantação de soja no interior de Cascavel. Foto Jonas Oliveira

O Produto Interno Bruto do Brasil (PIB) caiu 9,7% no segundo trimestre de 2020, na comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (1°) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo período do ano passado, o recuo registrado é de 11,4%.

Os principais resultados mostram que a maior queda foi na Indústria (-12,3%), seguida por Serviços (-9,7%), em relação ao primeiro trimestre. Por sua vez, a Agropecuária apresentou variação positiva de 0,4%, na mesma comparação. O período analisado corresponde aos meses em que houve maior impacto econômico da pandemia do novo coronavírus.

Apesar de o cenário ruim na maioria dos setores, o agronegócio brasileiro foi essencial nesse período e andou na contramão em relação a outros segmentos já que, de forma geral, mesmo com o intenso baque, o campo resistiu e impediu um retrocesso ainda maior da atividade econômica nacional.

“Os resultados do PIB revelaram o que muitos analistas já esperavam: o agronegócio brasileiro apresentou bons resultados mesmo durante a pandemia. As atividades agropecuárias, por terem sido consideradas essenciais, não pararam”, analisa Maurício Moraes, sócio e líder de agribusiness da PwC Brasil.

Já na comparação com o segundo trimestre de 2019, a Agropecuária cresceu 1,2%, em relação a igual período de 2019, o que pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no segundo trimestre e pela produtividade.

A Indústria teve queda de 12,7%, a mais intensa da série histórica, nesta comparação. Já as Indústrias Extrativas apresentaram variação positiva de 6,8%, com um aumento da extração de petróleo. A extração de minérios ferrosos continua a cair, porém em taxas menores. E, por fim, o setor de Serviços recuou 11,2% em relação ao mesmo período de 2019.

Maurício destaca ainda que a produção recorde, o apetite chinês por produtos brasileiros e o câmbio favorável permitiram boas exportações, evitando um resultado ainda mais doloroso para o PIB.

“Durante o primeiro semestre de 2020, houve forte exportação de soja, milho e açúcar, com destaque para os bons preços da soja no período que, aliados ao câmbio, contribuíram para os resultados divulgados. A safra 2019-2020 foi recorde e a tendência é que tenhamos safra recorde para 2020-2021”, ressalta.

Sobre a PwC

Na PwC, o nosso propósito é construir confiança na sociedade e resolver problemas importantes. Somos um Network de firmas presente em 157 países, atuando no Brasil há 105 anos, dedicados à prestação de serviços de qualidade em auditoria e asseguração, consultoria tributária e societária, consultoria de negócios e assessoria em transações. Saiba mais sobre a PwC e nos diga o que é importante para sua empresa ou carreira, visitando nosso site: http://www.pwc.com.br

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Agronegócio

Raça Gir Leiteiro perde um de seus principais touros

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Líder do Sumário Embrapa de 2017, o touro obteve uma das maiores valorizações da sua raça

Aquele que era um dos mais importantes touros da raça Gir Leiteiro, Dragão TE, teve sua morte anunciada no dia 1º de março. Líder do Sumário Embrapa de 2017, o touro obteve uma das maiores valorizações da sua raça, quando 50% de suas cotas foram comercializadas por quase meio milhão de reais.

“Uma genética única, especial e filhas simplesmente maravilhosas. Com toda a certeza, acrescentou muito para a bateria de líderes de nossa empresa”, explica o Gerente de Produtos da Alta Genetics, Guilherme Marquez.

Filho de CA Sansão e Laga dos Poções, Dragão TE teve ao longo de sua vida produtiva, mais de 50 mil doses comercializadas, contribuindo de forma decisiva para o bom momento da raça Gir Leiteiro.

Proveniente da Índia, assim como o Nelore, a raça Gir Leiteiro é uma das mais antigas do planeta. Chegou ao Brasil em 1911 e se concentrou inicialmente no triângulo mineiro. Uma de suas grandes características é a boa resistência a parasitas, dispensando o uso de medicamentos e carrapaticidas que deixam resíduos no leite.

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

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Agronegócio

Agronegócio de Ro avança e bate recordes de exportação e produção em 2020

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Rondônia alcançou, em 2020, mais de R$ 15,2 bilhões no Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP)

Em 2020, o Governo de Rondônia bateu vários recordes importantes para o desenvolvimento econômico do Estado. Conforme aponta a edição de janeiro do Boletim Informativo da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), elaborado pelo Agrodados, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia alcançou, em 2020, mais de R$ 15,2 bilhões, com crescimento médio de 7% ao ano, ultrapassando a meta do Plano Estratégico do Governo de alcançar até o ano de 2023 o valor de R$ 14 bilhões no VBP.

Deste valor, a agricultura representa R$ 4,9 bilhões, com destaque para a soja (R$ 2,3 bilhões), milho (R$ 1,02 bilhões) e café (R$ 975,2 milhões). Já a pecuária representa R$ 10,2 bilhões, com destaque para bovinos (R$ 9 bilhões), leite (R$ 908,9 milhões) e suínos (R$ 1,6 milhões). A meta para a agricultura e pecuária era aumentar a produtividade em torno de 20% até 2023, mas esta expectativa já foi ultrapassada em 2020.

O agronegócio de Rondônia tem avançado a cada ano, batendo recordes de exportação e produção com sustentabilidade e qualidade, onde apesar  de ser um Estado novo, é muito forte e produtivo. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o agronegócio representa 21% do Produto Interno Bruto (PIB) de Rondônia, que gira em torno de R$ 45 bilhões e ocupa a segunda posição como setor que mais movimenta a economia do Estado, com produtores, exportadores e apoiadores de grandes produtos do agronegócio.

O Estado tem um grande potencial para produção de alimentos e, hoje, se tornou uma nova fronteira agrícola, portal de produtos oriundos de demais localidades do Brasil, o terceiro maior produtor de grãos da região Norte e o 14º do país, batendo recorde de produção na safra 2019/2020, com um total de 2.405,3 mil toneladas.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge), Rondônia é responsável por 4,1% da produção total da região Norte do Brasil, com aproximadamente 10,7 milhões de toneladas. Destaque na produção de vários produtos, sendo o maior produtor de café conilon, milho, arroz e o algodão, e o terceiro maior produtor de soja.

O Estado tem avançado significadamente no plantio de outras culturas

O Estado tem avançado significativamente no plantio das culturas de amendoim, cacau, banana, cana-de-açúcar, feijão, laranja, mandioca, tomate, uva entre outros. “São produções vindas de pequenas propriedades da agricultura familiar que estão em constante evolução. Nosso objetivo é ajudar o pequeno produtor a desenvolver suas produções com ajuda da assistência técnica, doação de insumos, novas tecnologias e muito mais. Com o apoio do governador, coronel Marcos Rocha, vamos investir muito mais na agricultura familiar”, disse o secretário da Seagri, Evandro Padovani.

Rondônia exporta carnes fresca e congelada, soja, milho, algodão, madeira entre outros produtos para vários países, entre eles, Coreia do Sul, Itália, Vietnã, Índia, China, Espanha, Israel, Alemanha, Rússia, Portugal, Egito, México, entre outros. Em 2020, o Estado chegou a exportar mais de US$ 1,37 bilhão, batendo recordes em relação aos anos anteriores, com destaque para carnes fresca e congelada (US$ 678 milhões), e para a soja (US$ 421 milhões), que estão entre os dois principais produtos do Estado. Conforme consta no Plano Estratégico, o objetivo do Governo é aumentar em 10% ao ano o valor de produtos exportados até 2023, na modalidade Free On Board (FOB – livre a bordo ).

“O agronegócio no Estado continua crescendo fortemente e temos a certeza de que essa evolução não vai parar. A tendência é aumentar as áreas de plantio de grãos e, ao mesmo tempo, o número de bovinos. Estamos trabalhando fortemente a nível de Estado com integração, lavoura e pecuária (iLP). Saímos de um VBP de R$ 9,8 bilhões, chegando no final de 2020 com R$ 15 bilhões, avançamos muito e todo esse resultado só foi possível com a dedicação e trabalho do produtor rural, das cadeias produtivas e do Governo do Estado”, ressaltou Padovani.

Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Weyne Sharp
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Na Região do Café, bovinocultura leiteira movimentou mais de R$ 50 milhões em 2020

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Somente na Região do Café, em cada hectare de terra destinado a bovinocultura leiteira, foram produzidos em média mais de dois mil litros de leite por dia

Com o início da pandemia, o valor do litro de leite assustou produtores rurais em todo o Estado de Rondônia. Em março de 2020, caiu pela metade o valor pago por cada litro de leite. Isso desanimou muitos leiteiros na Região do Café. O número de propriedades acompanhadas pelo Governo de Rondônia por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), com atividade leiteira, reduziu de 1.045 em 2019, para 987 em 2020.

O cenário começou a mudar ainda em maio do ano passado e, hoje, o valor pago pelo litro de leite tem animado cada vez mais os produtores dos municípios de Cacoal, Pimenta Bueno, São Felipe, Primavera de Rondônia e Espigão D’Oeste, incluindo o distrito de Pacarana. “As expectativas para 2021 são muito boas para o setor leiteiro. Não só pela questão da comercialização, de vender por um preço maior. O Governo de Rondônia quer aumentar a produtividade, para que cada vez mais as famílias tenham sucesso na bovinocultura leiteira, tendo em vista que, o leite tem alto impacto para a economia dos municípios”, destacou Samuel Guedes Borges, gerente regional da Emater.

Para se ter uma ideia, levando-se em conta a venda de bezerros e o descarte de animais que se tornam inaptos para a atividade, a bovinocultura leiteira movimentou mais de R$ 54 milhões em 2020. Isso apenas entre as propriedades acompanhadas pela Emater na Região do Café, também chamada de Território Rio Machado. Um aumento de praticamente 30% em relação ao ano anterior, quando a atividade movimentou aproximadamente R$ 37 milhões.

“Na nossa visão, pelos números que a gente tem acompanhado, essa alta no preço, tanto da venda de bezerros quanto da comercialização com os laticínios, aumentou a margem de lucro dos produtores. Isso levando em consideração o aumento nos custos para produzir leite, gastos com medicamentos, sal mineral, produtos de limpeza de ordenha, energia elétrica, tudo tem inflacionado um pouco, o preço do leite inflacionou mais. Então, proporcionalmente, o produtor aumentou a margem de lucro dele”, explicou o gerente.

Nos últimos meses, outro número que aumentou foi a produtividade das vacas em lactação. Em 2019, 13.243 vacas produziram em média 5,63 litros de leite por dia cada. Em 2020, a produtividade das 11.713 vacas cadastradas chegou a 5,80 litros de leite diariamente. Em São Felipe D’Oeste, a média geral da produtividade dos animais foi ainda maior, chegando a 7,56 litros por dia. Na Região do Café, ao longo de 2020, em cada hectare de terra destinado à atividade leiteira foram produzidos por dia 2.119 litros de leite em média.

Extensionistas orientam o uso da silagem para evitar a queda na produção de leite durante a estiagem

“O Governo de Rondônia, por meio da Emater, agora está direcionando as ações voltadas, principalmente para a nutrição animal. É aí que vemos vários parceiros participando juntos, no caso a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). Estamos difundindo a tecnologia do capiaçu, que é uma alternativa para o produtor oferecer uma alimentação melhor para as vacas no período da seca, conseguindo manter uma estabilidade melhor da produção. De uma forma geral, o Governo de Rondônia tem fortalecido as ações voltadas para a melhoria da gestão, produtividade e qualidade da pecuária leiteira”, ressalta Samuel.

Um exemplo é o Projeto de Consultoria Técnica e Gerencial para o Produtor Rural da Pecuária Leiteira (Consultec-Leite) que visa, além de incentivar inovações com transferência de tecnologia e aplicação de práticas modernas, agregar valor ao produto e ampliar o acesso a novos mercados de forma sustentável.

Edelson da Silva Alves é produtor rural em Espigão D’Oeste, e há cerca de 10 anos se dedica à atividade leiteira. Em sua propriedade, possui 13 vacas leiteiras que chegam a produzir até 17 litros de leite por dia, cada. No mês de janeiro, o produtor, conta que foram produzidos mais de sete mil litros de leite em sua propriedade. “Estou muito satisfeito e a expectativa é que este ano vai melhorar ainda mais, apesar das dificuldades. A média diária de produção já chegou a 17 litros de leite, mas agora o pasto está bastante encharcado, então por isso teve uma queda na produtividade. Tenho seguido as orientações da equipe da Emater, da Seagri e dos outros órgãos e tenho buscado investir nesta atividade, colocar em prática o que aprendi, para melhorar ainda mais”, destacou.

Conforme explicou o gerente regional da Emater na Região do Café, anteriormente, no período da seca, a produção de leite caía, pois os animais não contavam com uma alimentação adequada, mas com a introdução do capiaçu, pelo Governo de Rondônia, o produtor agora conta com um capim de boa qualidade, que atende as necessidades nutricionais dos animais, e garante a boa produção.

“O Governo de Rondônia está antenado também nessas ações. Um exemplo é o Pro-Leite, que tem financiado o frete grátis, para os produtores rurais, com a distribuição de calcário, que é aplicado na reforma de pastagens, produção de milho e silagem, tornando-se um insumo fundamental para alavancar a produção rural. Existe também um projeto que deve ser implantado em breve, uma parceria do Governo do Estado com outras instituições, para oferecer ainda mais inovação, tecnologia, assistência técnica especializada em propriedades leiteiras”, finalizou o gerente regional da Emater.

Fonte
Texto: Giliane Perin
Fotos: Cristiane Abid Mundin
Secom – Governo de Rondônia

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