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Agronegócio

Sebrae ajuda colocar o Tambaqui na 3ª colocação na lista de exportação nesse primeiro semestre

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Com projeto de atendimento apoiando a cadeia produtiva, produtores conseguiram grandes resultados

A psicultura de Rondônia tem crescido muito nos últimos anos. E os números são bem expressivos, alcançando um grande salto nesse primeiro semestre de 2020. O tambaqui e a grande estrela chegando a números nunca antes apresentados. Na pauta de exportação, por exemplo, o tambaqui atingiu o “pódio”: da sexta posição em produção o produto para a terceira colocação, ficando apenas atrás da tilápia e do curimatá; acompanhando assim, o aumento da exportação do pescado brasileiro que foi de 33% nesse primeiro semestre, de acordo com os números do Ministério da Economia.

Os números que foram comemorados pela Associação dos Pescadores do Estados de Rondônia (Acripar) que vê com otimismo esse aumento, que até agora somam US$ 172.934,00 (cento e setenta e dois mil novecentos de trinta e quatro dólares), mesmo parecendo pouco, mas importantíssimo para o estado. Rondônia detém atualmente a maior produção nacional de peixes nativos, tendo o tambaqui como espécie de maior cultivo. São mais de 4 mil piscicultores produzindo cerca de 90 mil toneladas do pescado por ano.

“Fundamentalmente importante para o estado quiçá para a Região Norte, né…? Porque nós estamos falando de um produto nativo da Amazônia, produzido no estado de Rondônia que é riquíssimo em água e também em clima; então, nós temos três riquezas unificas num único produto, que é o Tambaqui. Com o apoio do Sebrae, não há outra alternativa a não ser decolar”, afirma Francisco Hidalgo, Associação dos Pescadores do Estados de Rondônia (Acripar).

Apoio que na última década tem sido fundamental para o fortalecimento da cadeia produtiva do pescado e da produção com qualidade, aumentando, assim, a exportação.

“Esse estreitamento da parceria Sebrae/Acripar e essa pressão em divulgação da cadeia produtiva do Tambaqui do Estado de Rondônia, em nível nacional e internacional, tem trazido uma nova expectativa para os nossos produtores. Eu tenho dito, em várias oportunidades, que o Sebrae é o único braço que o estado tem para alcançar todos nós; seja ele produtor do peixe, o comerciante…Então esse trabalho que o Sebrae desenvolveu nessa ultima década, levando tecnologia, informação e propagando aquilo que estava aplicando nessa cadeia, especificamente, a cadeia do peixe… Nesse momento essa parceria que entrou com recursos, com apoio logístico, com no-hall e com apoio técnico, fez com que a produção do Tambaqui pudesse se estabelecer no mercado nacional”, complemente Francisco.

Para que esses resultados estejam aparecendo o Sebrae/RO mantém ativo, desde 2017, um projeto de investimento maciço na piscicultura que trabalha três vertentes:

1 – Boas práticas agropecuárias da Psicultura – ou seja, o que o piscicultor precisava aprender para melhorar sua produção; através de palestras, cursos, oficinas;

2 – Gestão da Propriedade – uma ação através de consultoria – foram mais de quatro mil horas de consultoria desde 2017 para cá;

3 – Investimento em ações de Mercado – É hora de mostrar o produto. Fazer o Tambaqui conhecido no Brasil, a través de ações técnicas, ações de marketing diretamente a fornecedores a grande marcar, mostrando o pescado em grandes feiras, etc;

Sem essas ações técnicas a cadeia produtiva do estado não tinha ido tão longe. Mas, não para por aí, o Sebrae continua se movimentando para fortalecer ainda mais a produção do Tambaqui, como nós conta o analista técnico do Sebrae, Denis Farias, responsável de que acompanhar. “É uma oportunidade ímpar falar de quão grande é o Tambaqui, atualmente, no cenário nacional. Então, hoje o nome Tambaqui está sendo muito falado, e graças, boa parte disso, ao investimento que o Sebrae fez. Nós já estamos com outro projeto na agulha… que é o projeto da indicação geográfica do Tambaqui do Vale do Jamari, que vai dar, ainda mais, valor agregado a esse produto. Então, o tambaqui de Rondônia ainda vai prosperar muito, e o Sebrae tem a sua contribuição juntamente com a Acripar, que é a nossa principal parceira no estado e o governo de Rondônia, que nos ajudou muito”, completa Farias.

“Nossos esforços são de dotar o produtor de ferramentas que permitam uma maior competitividade no mercado e o projeto tem alcançado isso, seja na adoção de boas práticas como dizemos, “da porteira pra dentro” (com a gestão da propriedade rural como uma empresa), seja com audaciosas estratégias para introduzir o produto em novos mercados, como Festival do Tambaqui em plena Esplanada dos Ministérios e com participação do Presidente Bolsonaro, em 2019, sempre com parcerias assertivas com entidades. E agora, com o grande evento Agolab Amazônia, de 22 a 24 de setembro, onde colocaremos as discussões mais relevante para a cadeia produtiva em um ambiente totalmente digital para trazermos soluções que aumentem ainda mais a performance junto aos grandes players do mercado”, comemora Samuel Almeida, Diretor Técnico do Sebrae em Rondônia.

Saiba mais sobre as ações do Sebrae no agronegócio, acesse o site www.sebrae.ro ou ligue gratuitamente para 0800 570 0800. Você também pode acessar o Sebrae pelo WhatsApp, (69) 98130 5656, Instagram, Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube nos canais Sebrae RO. Não deixe de saber as últimas novidades do Conecta Sebrae Agolab Amazônia, acessando www.agrolabamazonia.com.

* Com a colaboração da Assessoria da Acripar

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Agronegócio

Cafeicultora de RO é premiada em 1º lugar no ‘Coffee of The Year 2020’

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A cafeicultora de Rondônia, Ediana Capich, foi premiada em primeiro lugar no “Coffee of The Year 2020”, que elege os melhores cafés arábica e canéfora do Brasil. O resultado foi divulgado na noite desta sexta-feira (20) durante a Semana Internacional do Café (SIC), que ocorreu de forma online e em plataforma exclusiva.

Ediana Capich venceu na categoria “Fermentação Induzida para Canéfora”. Os outros colocados ainda não foram divulgados.

“Foi muita dedicação. A gente se empenhou bastante. É um trabalho muito prazeroso porque desde criança a minha família trabalha com café e eu tenho um carinho muito grande pela cafeicultura”, declarou a campeã ao G1.

Ediana, que é de Novo Horizonte do Oeste (RO), e trabalha há quatro anos com o café clonal ao lado do esposo. “O seminal eu cuido desde pequena. A gente produz café com muito amor”, complementou a cafeicultora.

Essa é a primeira vez que o estado vence o concurso. Quatro mulheres e um indígena de Rondônia foram finalistas. No total, 45 cafés foram classificados.

No começo deste mês, duas mulheres conquistaram os principais prêmios do 5º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé), maior concurso de robusta do Brasil. As pontuações foram acima de 90 pontos.

‘Coffee of The Year’

Criado em 2012, o concurso e a premiação Coffee of The Year (COY) objetiva eleger os melhores cafés arábica e canéfora do Brasil através do voto popular e avaliação de juízes nacionais. Ele reúne duas espécies de café: arábica e canéfora. Em 2020, o evento passou por algumas mudanças.

A primeira é que são duas novas categorias, que receberam Menção Honrosa, para cafés que passaram por Fermentação Induzida Arábica e Fermentação Induzida Canéfora.

A fermentação induzida é uma tendência de controlar o processo de pós-colheita do café com o uso de diversas técnicas e que, nesta safra, foi acentuada por produtores da maioria das regiões.

"Coffee of the Year" em 2019. — Foto: Renata Silva/Embrapa-RO

“Coffee of the Year” em 2019. — Foto: Renata Silva/Embrapa-RO

A segunda novidade é que, como a SIC foi 100% digital, por conta do cenário atual, a premiação nesta sexta ao vivo pela internet.

A terceira é que, após avaliação dos provadores certificados: Q-Graders e R-Graders, a última prova foi de consumidores em cafeterias convidadas pela SIC. Foram selecionados para a final 10 cafés arábicas; 10 canéforas; 3 fermentações arábica e 3 fermentações canéfora. O público pôde degustar esses cafés e dar o seu voto.

Fonte: G1

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Agronegócio

Piscicultores discutem fortalecimento do setor em RO

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O consumo da proteína de peixe é recomendado pelos médicos, pois previne doenças cardiovasculares

O fortalecimento do setor pesqueiro será discutido na próxima semana em cinco cidades da região de Ji-Paraná. O objetivo é apresentar a estrutura frigorífica de peixe instalada em Alvorada do Oeste, que é capaz de absorver a demanda produtiva da região no processamento do peixe para comercialização.

Os encontros com os piscicultores, sempre na parte da manhã, obedecerão o seguinte calendário: Urupá e Teixeirópolis, na segunda-feira (23); Mirante da Serra, na terça-feira (24); e, Ji-Paraná e Presidente Médici, na quarta-feira (25). Em Ji-Paraná, a reunião está marcada para ser realizada no auditório da Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri), a partir das 9h.

A mobilização dos participantes está sob a responsabilidade dos técnicos dos escritórios da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) das cidades participantes.

Sobre o fortalecimento proposto no encontro, o chefe da Emater em Ji-Paraná, Gabriel Cordeiro, adiantou que está prevista a possibilidade de criação de uma associação entre os piscicultores durante as discussões. O tamanho e o peso do peixe devem ser padronizados para que a comercialização seja garantida.

O tambaqui criado em cativeiro é o peixe de melhor aceitação no mercado consumidor de Rondônia

“A união dos produtores em prol da coletividade comum é um desafio que certamente vai gerar maior desenvolvimento do setor na região”, frisa Cordeiro, pontuando que “a indústria de processamento do peixe em Alvorada do Oeste já não é mais um problema aos produtores”. O frigorífico está bem localizado entre as outras quatro cidades favorecendo toda a logística.

Em 2019, Rondônia foi classificado o Estado brasileiro como o maior produtor de peixe tambaqui criado em cativeiro,com 96 mil toneladas por ano. A região de Ariquemes respondeu por 33% da produção no ano passado.

Considerada uma das proteínas mais saudáveis ao organismo, o consumo da carne de peixe é altamente recomendado pelos especialistas da área da saúde.


Fonte
Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Importância dos teores foliares adequados do micronutriente cobre na cafeicultura

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A BRANDT, uma das maiores fornecedoras de fertilizantes foliares do mundo, ressalta a importância do elemento cobre sob a forma de fungicidas no controle de doenças do cafeeiro. Além de ser um elemento constituinte dos chamados fungicidas cúpricos, ele também possui outras funções muitas vezes esquecidas por técnicos e produtores. “O cobre atua nos processos fotossintéticos do cafeeiro, respiração, metabolismo de proteínas e participa na ativação de substâncias químicas de resistência às doenças com a produção das chamadas fito-alexinas. As folhas jovens de cafeeiros com deficiência de cobre apresentam ondulações, deixando as nervuras mais salientes, principalmente na página inferior das folhas. Com deficiência mais acentuada, as folhas maduras apresentam clorose e uma mancha amarelada ao redor da nervura principal. Este tipo de deficiência pode evoluir deixando o limbo foliar totalmente esbranquiçado”, explica Antonio Coutinho, diretor de Inovação da BRANDT.

As folhas que apresentam deficiência de cobre são mais sensíveis à escaldadura pelo sol, principalmente na primavera e verão. A disponibilidade do cobre depende dos teores de matéria orgânica e pH do solo. “A matéria orgânica pode formar complexos com o cobre e deixá-lo indisponível para as plantas. A calagem e todos os seus benefícios conhecidos podem indisponibilizar os elementos manganês, zinco, ferro e cobre”, ressalta Coutinho.

Para o diretor de Inovação da BRANDT, “a aplicação de fungicidas cúpricos para o controle de doenças fúngicas do cafeeiro, como cercosporiose, ferrugem e colletotrichum, contribuem com a redução da deficiência de cobre nas plantas, mas via de regra estes produtos não são eficientes para reduzir a deficiência de cobre, principalmente por serem pouco absorvidos pelas plantas”, diz o especialista.

A correção da deficiência e a manutenção dos níveis adequados de cobre nos cafeeiros pode ser feita por meio de adubações foliares e fertirrigação. “A fertirrigação é um recurso interessante para o cafeicultor irrigante, pois poupa custos operacionais e não necessita movimentação de tratores pela lavoura, reduzindo riscos de compactação de solo e danos às plantas em cafezais adensados. Vale lembrar que muitos cafezais brasileiros estão implantados em regiões montanhosas, onde a mecanização é extremamente difícil e, por isso, a adubação por meio da fertirrigação torna-se interessante”, destaca Coutinho.

A BRANDT oferece no Brasil o produto Sequestar Cobre, que se adequa bem às necessidades do cafeeiro no suprimento desse elemento. Trata-se de um quelato de EDTA em pó, que oferece vantagens no manejo do cobre: baixa taxa de imobilização pela matéria orgânica do solo; elevada solubilidade em água; baixa reatividade em misturas com outros fertilizantes; menor risco de incompatibilidades com outros fertilizantes; e translocação via xilema (fluxo de massa).

Fonte: Giovanna Borielo

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