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Agronegócio

2 milhões em equipamentos e maquinários para a agricultura familiar em Rondônia

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Equipamentos vão fortalecer a agricultura familiar

Como prosseguimento nas medidas estratégias de fortalecimento da agricultura familiar, o Governo de Rondônia reforçou as atenções para potencializar o setor produtivo, com a entrega de equipamentos e maquinários agrícolas que irão atender diretamente os municípios de Porto Velho, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Pimenteiras do Oeste, Nova União, Colorado do Oeste e Nova Mamoré.  A entrega de todo material foi realizada na tarde de segunda-feira (22) no estacionamento do Palácio Rio Madeira, sendo oficializada pelo governador do Estado, coronel Marcos Rocha.

Todos os equipamentos e maquinários entregues foram adquiridos com recursos provenientes do Programa de Aquisição de Alimento (PAA); do Ministério do Desenvolvimento Agrário; do Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira do Estado de Rondônia (Proleite); Calha Norte;  bem como recursos do próprio governo do Estado.

Conforme programação, a distribuição dos equipamentos e maquinários visa melhorar a renda das famílias na área rural. Em Porto Velho, por exemplo, foram entregues uma carreta agrícola, uma distribuidor de calcário; seis pás  agrícola traseira. O valor para atender a Capital é de R$ 30.058,33, com recursos adquiridos através do Fundo Proleite.

A agricultura familiar de Candeias do Jamari foi assistida com uma balança digital; uma impressora multifuncional; um nobreak; cinco pallets; um ar condicionado; um arquivo em aço; uma mesa; duas cadeiras; um caminhão; três tratores de pneus; quatro carretas agrícolas; quatro grades aradoras; uma perfuratriz; uma carreta agrícola, um distribuidor de calcário; e duas pás agrícola traseira. O valor total dos recursos para aquisição do maquinário adquirido e entregou aproxima-se em quase R$ 1 milhão em equipamentos.

Governador Marcos Rocha oficializa a entrega de maquinários agrícolas para atender agricultura familiar

O município de Itapuã do Oeste recebeu do governo do Estado uma balança; uma embaladeira automática; um tanque de equilíbrio com boia; uma bomba de deslocamento positivo; uma carreta agrícola; um distribuidor de calcário e uma pá agrícola traseira.

Pimenteiras do Oeste e Nova União foram atendidos com um caminhão ¾, para cada município, ambos totalizaram R$ 294 mil. Já o município de Colorado do Oeste recebeu do governo do Estado um resfriador de leite de 1.500 litros, no valor de R$ 22.400,00, recursos provenientes de emenda parlamentar do então deputado federal Nilton Capixaba.

Os equipamentos e maquinários agrícolas fazem parte de iniciativas que envolvem investimento superior a R$ 2 milhões, para apoiar a agricultura familiar, os agricultores, as prefeituras. A agricultura é considerada pelo governador Marcos Rocha um instrumento grande no desenvolvimento e no crescimento da economia do Estado.

“Não conseguiremos seguir em frente se a nossa economia não continuar girando. Sabemos que  Rondônia é um Estado agrícola, ou seja, como sempre digo, voltado para as questões agrícolas, pecuária e agronegócio, sendo preciso fortalecer essa área. Estamos trabalhando mesmo com o impacto dessa pandemia do coronavírus.  Com todas as dificuldades conseguimos fazer entregas de equipamentos e não tenho dúvidas que nosso Estado vai se desenvolver ainda mais”, disse o governador, concretizando uma série de ações para o fortalecimento da agricultura familiar e lembrando do apoio da Bancada Federal e dos deputados estaduais.

O secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, lembrou que mais projetos serão implementados e destacou que o Estado entre o mês de janeiro deste ano até o momento transportou mais de cinco mil toneladas de calcário gratuitamente para o pequeno produtor rural, deixando evidente que o Estado tem dando uma atenção especial à agricultura, considerada o setor que irá retomar a economia de Rondônia.

Governo concretiza série de ações para o fortalecimento da agricultura familiar

“Estamos entregando para os municípios e contemplando esses que ainda faltavam por questão de certidões. Deixar claro que o governo do Estado vem investindo na agricultura familiar, ou seja, trata-se de um incentivo que o governo está garantindo ao pequeno produtor rural, respeitando o repasse desses equipamentos que serão entregues às secretarias municipais de Agricultura para atender o pequeno produtor rural”, disse o secretário da Seagri, também pontuando que o governo  vem investindo na agricultura familiar e, até o final do ano, serão feitas  novas entregas de equipamentos.

A solenidade de entrega dos maquinários contou também com a presença do diretor presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), Luciano Brandão; do prefeito de Candeias do Jamari, Lucivaldo Fabrício (que no ato esteve representando os demais prefeitos); do Presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), Júlio Cesar; do diretor geral do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Neil Aldrin Gonzaga; bem como outras autoridades.

Fonte
Texto: Paulo Ricardo Leal
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Consultoria financeira on line e gratuita do Sebrae auxilia produtor de laranja

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Definição de prioridades e adequação financeira em razão da pandemia são medidas fundamentais para manutenção do negócio

Empreender é o sonho de todo brasileiro, especialmente neste tempo de pandemia, provocado pelo Coronavírus, com poucas oportunidades de emprego, perda de receita, entre outros; mas para concretizar esse sonho, tem um longo caminho pela frente, e as dificuldades não são só financeiras: tem o planejamento, tipo de negócio, físico ou on line, etc… E com a chegada da Covid 19, muitos que já estão com o negócio consolidado estão tendo que se adaptar aos novos tempos para continuar no mercado.

E para fazer a diferença ou buscar uma saída para melhorar o empreendimento, muitos recorrem ao Sebrae. Foi onde o produtor rural e empresário Lindomar Santos, 46 anos, de Rolim de Moura, (capital da Zona da Mata), interior de Rondônia, distante cerca de 400 quilômetros da capital, Porto Velho, encontrou a resposta para melhorar a administração do seu negócio.

“O Sebrae deu a oportunidade para que a gente tivesse uma consultoria, e, nas poucas horas que a gente teve  a oportunidade de ser atendido, foi muito importante para nós, porque acabamos visualizando algumas mudanças que são necessárias e que servem para melhorar, ainda mais, a gestão da nossa empresa rural. A administração da empresa, é tão importante quanto o produto bom que você tem que oferecer para o cliente”, afirmou o empresário.

Lindomar, juntamente com a família, há 30 anos vem atuando na área do agronegócio, na produção de laranja, banana, e partir deste ano, abacaxi. A Laranjas Rolim abastece toda a região de Rolim de Moura, Ariquemes e Vilhena e procurou a consultoria do Sebrae buscando respostas para implementar boas práticas na administração do negócio da família.

“Quem procura a consultoria do Sebrae, com certeza vai começar a olhar diferente para muitas coisas que passam despercebidas. Às vezes, a gente se preocupa muito  em empreender, fazer, fazer…e você não olha na questão que precisa produzir cada dia mais com menos custo”, conclui ele.

A Consultoria financeira oferecida pelo Sebrae é totalmente gratuita, especialmente neste período de pandemia e é realizada de maneira remota, on line. Um consultor especializado em finanças dedica algumas horas profissionais para orientações e avaliações da situação da empresa.

Não deixe de buscar orientações sobre como reagir diante deste cenário de pandemia. O Sebrae em Rondônia pode atendê-lo também remotamente. Acesse nosso portal de atendimento em www.sebrae.ro. Ligue para nossa Central de Relacionamento ou envie mensagens por WhatsApp no 0800 570 0800, acesse nosso portal de ensino à distância www.sebrae.com.br/cursosonline  ou siga o Sebrae em Rondônia nas redes sociais (@sebraero).

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Agronegócio

Estimativa de junho prevê safra recorde de 247,4 milhões de toneladas

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Produção se mantém em patamar recorde com 2,5% acima da safra de 2019

Foto: © Reuters/Paulo Whitaker/DR – Agência Brasil

A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2020 foi estimada agora em junho em 247,4 milhões de toneladas. Com isso, se manteve em patamar recorde com 2,5% acima da safra de 2019, o que representa mais 6 milhões de toneladas. 

O resultado é também 0,6% maior que a estimativa de maio em mais 1,5 milhão de toneladas. Os dados fazem parte do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, referente a junho, divulgado hoje (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

A área a ser colhida é 2,2% acima da registrada em 2019, que, com o acréscimo de mais 1,4 milhão de hectares, atingirá 64,6 milhões de hectares. Os três principais produtos deste grupo são o arroz, milho e a soja. Somados, representaram 92,3% da estimativa da produção e responderam por 87,2% da área a ser colhida. 

Conforme o levantamento, em relação a 2019, houve alta de 1,7% na área do milho, com os aumentos de 4,7% no milho de primeira safra e de 0,6% no milho de segunda safra; de 2,9% na área da soja e quedas de 2,0% na área do arroz e de 0,1% na do algodão herbáceo.

Alta em relação a 2019

Na comparação com o ano passado, há previsão de mais 119,9 milhões de toneladas na soja, o que significa elevação de 5,6%. No arroz, com o crescimento de 5,3%, são mais 10,8 milhões de toneladas, e de 0,4% para o algodão herbáceo com mais 6,9 milhões de toneladas. 

O IBGE informou também que, com uma produção de 97,5 milhões de toneladas, sendo 26,7 milhões de toneladas de milho na primeira safra e 70,8 milhões de toneladas de milho na segunda, espera-se recuo de 3% para o milho, após crescimento de 2,8% na primeira safra e decréscimo de 5,1% na segunda.

A região Centro-Oeste responde por 115,8 milhões de toneladas na distribuição da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas. As demais regiões: Sul (73,6 milhões de toneladas), Sudeste (25,6 milhões) Nordeste (21,9 milhões) e o Norte (10,5 milhões). 

A pesquisa indica, ainda, que há aumento em quase todas as regiões: Nordeste (14,3%), Sudeste (7,8%), Norte (7,0%) e Centro-Oeste (3,8%). O único que apresentou declínio foi o Sul do país (4,7%).

Estados

Na distribuição da produção pelos estados, Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 28,4%, seguido pelo Paraná (16,4%), Rio Grande do Sul (10,7%), Goiás (10,1%), Mato Grosso do Sul (7,9%) e Minas Gerais (6,1%), que, somados, representam 79,6% do total nacional. Com relação à participação das regiões brasileiras, tem-se a seguinte distribuição: Centro-Oeste (46,8%), Sul (29,8%), Sudeste (10,3%), Nordeste (8,9%) e Norte (4,2%).

Junho e maio

Na relação de junho a maio deste ano, os destaques são as variações nas estimativas de produção do café arábica (4,8%), cana-de-açúcar (1,8%), mandioca (1,4%), trigo (1,2%), sorgo (1,2%), aveia (1,0%), milho 2ª safra (0,9%),  milho 1ª safra (0,6%) e  soja (0,5%). 

Houve redução na produção da batata 3ª safra (26,2%),  feijão 1ª safra (3%), cevada (2,4%), café canephora (1,9%), batata 2ª safra (1,6%), feijão 2ª safra (1%) e batata 1ª safra (0,5%).

Já em números absolutos, as variações em destaque ficam por conta da cana-de-açúcar (11,9 milhões de toneladas),  milho 2ª safra (647,7 mil toneladas), soja (547,3 mil toneladas), mandioca (266,6 mil toneladas), milho 1ª safra (160,8 mil toneladas), café arábica (121,7 mil toneladas),  trigo (82,7 mil toneladas), sorgo (31,7 mil toneladas), aveia (10,5 mil toneladas), batata 3ª safra (-239,3 mil toneladas),  feijão 1ª safra(-42,3 mil toneladas), cevada (-10,5 toneladas), café canephora (-16,6 toneladas), batata 2ª safra (-17,6 mil toneladas), feijão 2ª safra (-11,0 mil toneladas) e batata 1ª safra (-8,8 mil toneladas).

Fonte: Agência Brasil

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Agronegócio

Embrapa divulga estudo inédito sobre tendências para a cadeia de carne bovina

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Os dados são do estudo que integra a mais recente edição da série “Desafios do Agronegócio Brasileiro”

Um dos pilares do agronegócio brasileiro, a cadeia da pecuária de corte movimentou o correspondente a 8,7% do PIB do país em 2018, totalizando R$ 597,22 bilhões. Para os próximos anos, o setor continuará a crescer, sustentado por um mercado consumidor de carne bovina crescente, com o aumento considerável da demanda, em especial pelos países asiáticos, como China e Hong Kong. Os dois países, só em 2018, compraram o correspondente a 43,6% de todo o montante exportado.

A busca por cortes diferenciados e de denominação de origem abrirão novas oportunidades de agregação de valor. No entanto, o maior grau de exigência do consumidor será um gatilho transformador da atividade, bem como a concorrência com outras fontes de proteína, que forçarão a cadeia a produzir melhor. O bem-estar animal será mandatório, desde a cria ao abate.

Os dados são do estudo que integra a mais recente edição da série “Desafios do Agronegócio Brasileiro”, elaborada por pesquisadores da Embrapa que integram o Centro de Inteligência da Carne Bovina da Embrapa Gado de Corte (Cicarne) e o Sistema Agropensa. Participaram do estudo os pesquisadores Guilherme Malafaia, Fernando Dias, Paulo Biscola e Elísio Contini e o analista Adalberto Araújo.

De acordo com os autores, a inovação digital será uma das duas maiores forças disruptivas para o mercado nas próximas duas décadas e acelerará o processo de transformação da cadeia, injetando gestão e inteligência na atividade. Terá papel central na certificação, rastreabilidade e qualidade do produto carne.

A busca por soluções sustentáveis transformará toda a cadeia produtiva, desde a indústria de insumos até a carne na prateleira do supermercado. Tecnologias de ponta como a biotecnologia moderna aumentarão a eficiência produtiva, com ganhos para os produtores e consumidores finais.

As tendências para a cadeia de carne bovina do país vão exigir melhor gestão do negócio, digitalização e intensificação produtiva por parte dos pecuaristas para que seja alcançado o potencial de incremento de 23% da produção nos próximos oito anos, diz o estudo.

Por outro lado, o impacto social será muito relevante – pois muitos pecuaristas não conseguirão se adaptar e deixarão a atividade.  “Vamos ter menos produtores, que serão mais tecnificados e terão maior volume de produção. Quem for pequeno ou se organiza em cooperativas, em associações, em rede, ou não sobreviverá”, afirma o pesquisador Elísio Contini.

De acordo com o especialista, a previsão é que poderão deixar a atividade quase metade dos 1,3 milhão de pecuaristas hoje em atividade, apesar de promissora projeção de o país se consolidar como líder global nesse mercado.

“Parcela considerável vai ser excluída da atividade e substituída por fazendas corporativas. Até 2040, cerca de 50% dos produtores devem sair do mercado”, afirma o coordenador do Cicarne, Guilherme Malafaia.

Mais carne em menos área

As projeções elaboradas pelo estudo indicam que os próximos anos serão de muito desenvolvimento e sucesso para os bons gestores. A pecuária brasileira produzirá mais carne em menos área, liberando terras para a agricultura e silvicultura. O setor ocupará espaço no cenário internacional, exportando desde genética a produtos altamente especializados e de elevado valor agregado. “O Brasil terá uma pecuária altamente tecnificada, profissional, competitiva e uma referência global, não só pelo gigantismo, mas também por sua tecnologia, qualidade, segurança e sustentabilidade”, afirmam os autores.

Eles chamam atenção também para os impactos da covid-19 no mercado e na produção da carne bovina. A pandemia colocará no topo do debate global a preocupação com a sanidade animal, onde devem crescer as exigências e consistência sobre os sistemas de vigilância e controle de doenças que atingem animais e humanos. “Esta pode ser uma grande oportunidade para a cadeia da carne bovina mostrar ao mundo, de forma transparente, como os nossos processos produtivos, tanto no campo como na indústria, são confiáveis”, afirmam.

De acordo com o estudo, a maior transformação será no processo de distribuição, seja de insumos, gado ou da carne. A relevância da sanidade, qualidade e sustentabilidade crescerá via interação digital com o consumidor final. Entretanto, torna-se de fundamental importância a promoção de melhorias no sistema de conectividade no território brasileiro, especialmente, no campo.

“É de fundamental importância a criação e fortalecimento dos diálogos entre stakeholders em rede no setor de carne bovina. A integração e coordenação da cadeia é extremamente necessária e estratégica. É preciso romper a cultura demarcada pela falta de relacionamentos sistêmicos e avançar em modelos colaborativos em rede, já realizado com êxito por países como Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Reino Unido e Uruguai. A Câmara Setorial da Bovinocultura de Corte do Ministério da Agricultura poderia ser um fórum propício para germinar uma ação nesse sentido”, afirma Elísio Contini.

Desafio para o escoamento das exportações

A concentração das exportações de carne bovina nos portos das regiões Sul e Sudeste evidencia os corredores de exportação dos estados brasileiros produtores de carne situados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. No caso dos frigoríficos de Mato Grosso, por exemplo, as rodovias BR-364 e BR-163 estão entre as principais vias de escoamento da produção do território destinada à exportação, convergindo aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Já a produção do território goiano segue, sobretudo, pelas BR-153, BR-364 e a BR-050, em direção ao porto de Santos.

No entanto, o estudo apontou a necessidade de reorientar a matriz de transporte para maior integração entre os percursos rodoviário e ferroviário. O transporte rodoviário poderia ser realizado entre os frigoríficos e os pátios de transbordo da ferrovia, por ser o mais flexível, com maior disponibilidade de vias de acesso e rapidez na entrega. Por sua vez, o modal ferroviário seria adequado para o transporte de carga por longas distâncias, desde os pátios da ferrovia até os portos litorâneos. Em relação à logística de exportação da carne bovina, nota-se uma concentração em alguns portos da região Sul e Sudeste.

Para diminuir essa concentração, sugere-se maior exportação pelos portos do Nordeste e Norte brasileiro, quando o produto tiver como destino os portos da Europa, do Oriente Médio e da América do Norte.

As projeções para a pecuária brasileira mostram que o setor deve apresentar um significativo crescimento nos próximos anos e a expectativa é que a produção de carne bovina no Brasil continue a crescer na próxima década. Segundo projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no período de 2018 a 2028, a produção de carne bovina do Brasil deverá crescer 2,1% ao ano. Neste contexto, espera-se atingir 12,15 milhões toneladas produzidas em 2028, com 22,7% de variação em relação a 2018.

Fonte: Embrapa

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