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Economia

Brasil tem 4,6 milhões de endividados sem capacidade de pagamento

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No país, a população com carteira de crédito ativa atingiu 85 milhões de tomadores em dezembro de 2019

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

Cerca de 4,6 milhões de endividados no Brasil devem a instituições financeiras mais do que podem pagar. É o chamado, pelo Banco Central (BC), de endividamento de risco, formado por casos em que há inadimplência, comprometimento de renda, empréstimos em várias modalidades e renda abaixo da linha da pobreza.

No Brasil, a população com carteira de crédito ativa atingiu 85 milhões de tomadores em dezembro de 2019. Desse total, 5,4% ou 4,6 milhões de tomadores estavam em situação de endividamento de risco, informou hoje (4) o BC no Relatório de Economia Bancária.
 
Para fazer essa análise, o BC considerou como endividado de risco o tomador de crédito que atende a dois ou mais destes critérios: atrasos superiores a 90 dias no pagamento das parcelas de crédito; comprometimento da renda mensal acima de 50% devido ao pagamento do serviço das dívidas (pagamento de juros e amortizações do valor emprestado); várias modalidades de crédito simultaneamente: cheque especial, crédito pessoal sem consignação e crédito rotativo; renda disponível (após o pagamento do serviço das dívidas) mensal abaixo da linha de pobreza (R$ 439,03 mensais).

De acordo com o relatório, o percentual de endividados de risco é crescente com a idade, atingindo 7,8% da população endividada acima de 65 anos, praticamente o dobro do observado nos tomadores com até 34 anos (3,8%). Ou seja, dos 12,4 milhões de tomadores de crédito com idade acima de 65 anos, 1 milhão eram endividados de risco (7,8%). Entre 34 a 54 anos, o percentual é 4,9%, e entre 55 e 65 anos, 7,2%.
 
Quanto à faixa de renda mensal, a classe dos tomadores com renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil é a que apresenta a maior parcela de endividados de risco, 6,5%. Até R$ 1 mil, o percentual é 5,7%, entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, 4,7%, entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, 5,6%, acima de R$ 10 mil, 4,7%.

Fonte: Agência Brasil

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Destaques

Preços da gasolina, diesel e gás de cozinha terão aumento a partir desta quinta-feira

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Os cearenses irão sentir no bolso o aumento dos preços da gasolina, óleo diesel e gás de cozinha. A Petrobras anunciou que vai reajustar os valores em suas refinarias a partir desta quinta-feira. De acordo com a companhia, o aumento na gasolina será de 4%, enquanto o óleo diesel terá um aumento médio de 2%. Já os preços do gás usado nas residências em botijões de 13 quilos, terá um aumento médio de 5%.

Este é o quinto reajuste de preços do produto nas refinarias da Petrobras, válido também para o produto consumido nas indústrias e comércio. O último reajuste, no dia 23 de julho, foi de 6% em média nas refinarias.

Na prática, com o aumento a gasolina que custa, em média, R$ 4,15 o litro, deve passar para R$ 4,31. Já o gás de cozinha, encontrado pelo valor médio de R$ 75, passa a custar R$ 78,75.

Fonte: O Globo

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Economia

Caixa vai abrir 770 agências neste sábado (8) para saques do Auxílio Emergencial e do FGTS Emergencial

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Para atender beneficiários do Auxílio Emergencial e  do Saque Emergencial do FGTS, a Caixa Econômica vai manter abertas 770 agências neste sábado (8), das 8h às 12h. O atendimento é voltado para que pessoas nascidas de janeiro a abril possam fazer o saque em espécie do Auxílio Emergencial. Já o saque do FGTS Emergencial é para trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro.

A lista de agências que estarão abertas pode ser conferida no site do banco. 

Serão atendidos mais de 300 mil beneficiários do Auxílio Emergencial nascidos antes de abril e 3,8 milhões de nascidos em abril. O saque pode ser feito caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. O beneficiário também pode transferir valores para contas da Caixa ou de outros bancos.

Fonte: Brasil 61

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Economia

Governo de Rondônia economiza mais de R$ 3 milhões em gastos administrativos durante pandemia

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Água, luz, manutenção da frota única, combustível e passagens resultaram na economia de mais de R$ 3 milhões

No fechamento do Relatório de Redução de Gastos do Primeiro semestre de 2020, a Superintendência de Gestão dos Gastos Públicos Administrativos (Sugesp) constatou uma economia de mais de R$ 3 milhões, em comparação ao mesmo período de 2019, com as despesas de água, luz, manutenção da frota única, combustível e passagens.

De acordo com o superintendente da Sugesp, coronel Carlos Lopes, já no primeiro trimestre deste ano, houve uma redução de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando ao montante que supera a economia feita em 2019, resultado de um controle aplicado, ainda mais rígido desde o início de 2020.

Lopes ainda destaca que a chegada do Decreto N° 25.108, de 02 de Junho de 2020, que Instituiu o Plano de Contingenciamento de Gastos para o Enfrentamento da Pandemia de Covid-19, no âmbito do Poder Executivo do Estado de Rondônia, veio ao encontro do trabalho que já vinha sendo executado pela Sugesp. “A finalidade da Sugesp é gerir os gastos públicos, e gerir bem. Por isso, logo no início de 2020, aprimoramos a mesma política de controle que implantamos em 2019 e que trouxe ótimos resultados, a exemplo da redução que obtivemos com diárias, onde houve uma diminuição de 30% se comparado ao ano de 2018”, disse.

Lopes concluiu esclarecendo que essa foi uma das determinações do governador Marcos Rocha, quando lhes foi dada a missão de estar à frente da Sugesp. “A premissa é reduzir para entregar mais, de forma eficiente”.

O valor da economia será destinado a ações prioritárias estabelecida pelo governo.

Fonte
Texto: Marina Espíndola e Marcela Alves
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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