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Ciência

Investigadores descobrem um novo (e raro) exoplaneta

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O planeta em questão é descrito como “um em um milhão”.

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Ciência

Asteroide Apophis vai colidir com a Terra? Nasa responde

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Após sua descoberta em 2004, o asteroide 99942 Apophis foi identificado pela Nasa como um dos mais perigosos que poderiam colidir com a Terra.

RomoloTavani/istock© RomoloTavani/istock RomoloTavani/istockDima Zel/shutterstock© Dima Zel/shutterstock Dima Zel/shutterstock

Com cerca de 340 metros de diâmetro e estimadas 41 milhões de toneladas, o Apophis ganhou notoriedade como um asteroide que poderia representar uma séria ameaça ao nosso planeta.

NASA/JPL-Caltech© NASA/JPL-Caltech NASA/JPL-Caltech

Apophis não vai colidir com a Terra nos próximos 100 anos

Os resultados de uma nova campanha de observação de radar, combinada com uma análise precisa da órbita, ajudaram os astrônomos a concluir que não há risco de o Apophis impactar nosso planeta por pelo menos um século.

Mopic vía Shutterstock© Mopic vía Shutterstock Mopic vía Shutterstock

Segundo o Centro de Estudos de Objetos Próximos da Terra (CNEOS) da Nasa, o risco de um impacto em 2029 foi descartado, assim como os outros futuros, em 2036 e em 2068.

JPL-Caltech/nasa© JPL-Caltech/nasa JPL-Caltech/nasa

Quando o Apophis sobrevoou a Terra por volta de 5 de março de 2021, os astrônomos aproveitaram a oportunidade para refinar a estimativa de sua órbita ao redor do Sol com extrema precisão.

Isso permitiu os cientistas a excluir com segurança qualquer risco de impacto nos próximos anos.

sdecoret/istock© sdecoret/istock sdecoret/istock

“Um impacto em 2068 não está mais entre as possibilidades, e nossos cálculos não mostram nenhum risco de impacto por pelo menos 100 anos”, garantiu em comunicado Davide Farnocchia, engenheiro de navegação e pesquisador do CNEOS.

Estudos sobre asteroides

  1. Material orgânico essencial à vida é encontrado em asteroide pela primeira vez
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  3. O que aconteceria se um grande asteroide novamente atingisse o planeta Terra?

Fonte: Msn.com

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Ciência

Se álcool combate o vírus, por que não surgiu remédio contra covid?

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Especialistas explicam que álcool e sabão neutralizam o contágio fora do organismo; com o vírus no corpo a situação é outra

Vírus é neutralizado pelo álcool em gel
RAUL MARTÍNEZ/EFE/09-06-20

Em um corredor de supermercado, diante da prateleira com potes de álcool em gel, a menina pergunta, intrigada: “Se o álcool e o sabão matam o coronavírus fora do corpo, por que não se consegue encontrar um remédio que mata o coronavírus dentro do corpo?”

A pergunta, ingênua, carrega, no entanto, doses da ansiedade humana em desvendar o desconhecido e logo transformá-lo em descoberta. Algo muito comum no imaginário das crianças. E também dos cientistas.

A questão é que, mais amadurecido diante dos mistérios, o cientista aprendeu que há todo um caminho por trás das aparências, que até pode ter como alicerce a imaginação, mas que precisa fazer da hipótese uma confirmação.

E, em um momento de emergência, como o da busca por um remédio que combata o novo coronavírus, para enfim controlar a atual pandemia, a ansiedade fica mais latente. Mas ela necessita do suporte do laboratório, em um trabalho que leve em conta as diferenças do combate ao vírus dentro e fora do organismo, conforme explica o consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Hélio Arthur Bacha.

“Não se trata de trabalhar com cultura de células, mas com o organismo humano, com um corpo e reações. Uma coisa é neutralizar uma cultura de células fora do organismo, outra é buscar uma terapia dinâmica em um ser vivo, que a combata dentro do corpo. O álcool e o sabão agem no RNA do vírus fora do corpo. A ação de um medicamento não é só contra o vírus, é dentro de um sistema complexo, onde o vírus se multiplicou, envolve hormônios, produção de anticorpos que dão um tipo de resposta, é um complexo de produtos biológicos”, diz.

Para ele, este tipo de pergunta, aparentemente pueril, pode mesmo levar a pensamentos ludibriados pela própria ansiedade. E baseados em fórmulas simplistas.

“O vírus se multiplica dentro da célula, uma coisa é a desnaturação do vírus na superfície, outra é dentro da célula. Não podemos nos basear na chamada medicina de conhecimento positivo, fora da clínica, mas sim naquela baseada em evidências. Há 100 anos a medicina abandonou esse tipo de prática. Antes se fazia medicina baseada em teoria fora da clínica, mas isso mudou e agora ela é feita com base na evidência”, ressalta Bacha.

Tempo de observação

Até o momento, os laboratórios não encontraram um medicamento que neutralize a covid-19 de forma direta e eficiente. Os tratamentos mais indicados são baseados no suporte de oxigênio, para casos mais graves e pacientes de alto risco devido a comorbidades, e apoio respiratório, como ventilação, em casos mais críticos.

Um medicamento que tem mostrado alguma eficácia é a Dexametasona, que pode contribuir com a redução da necessidade de ventilação. Outro aprovado é o Remdesivir, indicado em alguns casos onde haja internação e que pode amenizar a ação do coronavírus.

Medicamentos, como os analgésicos e os antipiréticos, também estão aptos para o tratamento, mas voltados apenas para o alívio de sintomas. Nem o Remdesivir, no entanto, está mostrando uma eficácia definitiva, como afirma Renato Kfouri, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

“São raros aliás os vírus que têm antivirais. Para covid-19 não tem, para outros vírus até tem, os antivirais que a gente chama, são poucos os que atuam, para hepatite B, para o vírus de herpes, você consegue às vezes inibir a multiplicação viral. Para covid não foi desenvolvido nenhum antiviral ainda, nem a cloroquina, nem a ivermectina. Nem o remdesivir, antiviral que foi aprovado, mas o uso acabou não sendo tão benéfico e ele inibe pouco a multiplicação viral”, observa.

Kfouri também destaca que a atuação do álcool em gel e do sabão é restrita ao vírus fora do organismo.

“Substâncias como álcool e sabão não vão ter uma ação neutralizando o vírus após o contato com o organismo, nem topicamente, fazendo gargarejo, porque o virus já estará dentro da células e nem com drogas até agora desenvolvidas se encontrou uma maneira de neutralizá-lo”, afirma.

E ele completa.

“O vírus é um organismo intracelular, depende de estar dentro da célula, quando ele está na superficie, ambiente, se consegue neutralizá-lo com substâncias par inavitá-lo, uma vez que entra na celula, invada, usa o maquinário da célula para se multiplicar, não há mais drogas que agem nessa situação.”

Para Bacha, tal descoberta ainda necessita de um tempo de observação. Para, aí sim, surgir, inclusive por meio do acaso, como ocorreu com a penicilina, quando, em 1928, o cientista inglês, Alexander Fleming, percebeu de repente que uma amostra de bactérias Staphylococcus foi contaminada com um fungo, do gênero Penicillium, que tinha a capacidade de inibir a multiplicação de bactérias, criando o antibiótico.

“Até agora não encontramos um princípio ativo, como antibacterianos ou antivirais, que funcionam diferente para a covid-19. O remédio para o HIV, por exemplo, demorou muito tempo para ser desenvolvido”, acrescenta.

Isso não quer dizer, no entanto, que a busca por um medicamento não esteja em um estágio avançado, já que os recursos científicos têm dado mostras de que, com eles, muitas descobertas têm se acelerado. Como no caso da própria vacina contra a covid-19, desenvolvida em menos de um ano, algo inédito na história.

Para Bacha, quando a descoberta se apresentar, só haverá uma maneira de saber se ela poderá ser utilizada.

“Toda a terapia é válida quando, comprovadamente, os benefícios são maiores do que os malefícios.”

Fonte: R7.com

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Ciência

Fiocruz identifica variante do coronavírus em mais cinco estados

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Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já encontraram a variante P.1 do novo coronavírus (Covid-19), descrita pela primeira vez no Amazonas, em mais cinco estados: Pará, Paraíba, Roraima, Santa Catarina e São Paulo, segundo nota divulgada hoje pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Casos provocados pela nova variante P.1 também já foram confirmados pelas secretarias estaduais de Saúde da Bahia, do Ceará e de Pernambuco.

Até o momento, não há dados que relacionem essa variante a quadros mais graves da covid-19, porém as mutações identificadas nela são semelhantes às das variantes encontradas no Reino Unido e na África do Sul, e têm potencial de facilitar a transmissão.

No texto divulgado hoje (12) pelo instituto, a pesquisadora Paola Cristina Resende ressalta que “é importante lembrar que as linhagens P.1 e P.2 já foram associadas a casos de reinfecção no país. Por isso, é fundamental a continuidade das medidas de prevenção, como a utilização de máscara de proteção, a higienização frequente das mãos e evitar aglomerações”.

Em todo o país, especialistas da Rede Genômica Fiocruz integram um esforço que já sequenciou quase 3,6 mil amostras coletadas no Brasil, sendo 1.035 em São Paulo, 726 no Rio de Janeiro, 340 no Amazonas, 306 Rio Grande do Sul, 167 na Paraíba, 150 em Pernambuco e as demais em outros estados.

Um balanço desse trabalho aponta que mais de 60 linhagens do vírus já foram encontradas no país, porém predominam a B.1.1.33 e a B.1.1.28, que circulam no Brasil desde março. O surgimento de linhagens diversas é um processo comum nos vírus, e, na maior parte dos casos, as mudanças implicam pequenas diferenças no material genético.

Foi a B.1.1.28 que, após mutações, deu origem à variante P.1, encontrada no Amazonas, e à P.2, descrita pela primeira vez no Rio de Janeiro. Ambas são consideradas “variantes de preocupação” e apresentam modificações na proteína spike, estrutura do vírus que se conecta às células humanas. No caso da P.1, há três mutações relacionadas à proteína (K417N, E484K e N501Y), e, na P.2, uma mutação (E484K).

No Amazonas, a variante P.1 foi apontada como a causadora de 91% dos casos da Covid-19 que tiveram seu material genético sequenciado em janeiro. A variante se tornou a dominante no estado, tomando o lugar da B.1.1.28.

De forma semelhante, a variante P.2 também tem ampliado sua presença no Rio de Janeiro, que antes tinha predomínio da B.1.1.33. A nova variante também já foi identificada em outros estados, como em Rondônia, segundo pesquisa divulgada na quarta-feira (10) por pesquisadores da Fiocruz no estado.

Entre os objetivos dos pesquisadores estão entender a dispersão das linhagens do coronavírus no território nacional e identificar se as mutações recém descritas podem afetar a resposta induzida pelas vacinas.

Em nota publicada na quarta-feira pela Fiocruz Rondônia, o infectologista Juan Miguel Villalobos-Salcedo destacou a necessidade de conter a circulação do vírus. “Quanto mais casos ativos tivermos em uma população, mais chances nós temos de propagar a doença e, consequentemente, mais possibilidades teremos de provocar novas mutações do vírus”.

Fonte: Diário de Pernambuco

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